Sempre tive essa tara latejando dentro de mim: ser dominado, usado, transformado em objeto de prazer de alguém mais forte. Aos 20 e poucos anos, tentei com namoradas “normais”, pedi pra elas me amarrarem, me mandarem, me baterem de leve. Não rolava. Elas riam, achavam graça, ou simplesmente não entravam no clima. Depois vieram as profissionais, paguei caro numa dominatrix, 500 reais numa sessão que me deixou tremendo de tesão. Chicote leve, tapas, ordens na orelha... foi bom, muito bom. Mas ainda faltava algo. Algo mais cru, mais invasivo.
Foi num fórum anônimo, lendo comentários aleatórios à noite, que a frase me acertou como um tapa: “Se você gosta de vibrador no cu, por que não vai numa trans?”
Aquilo ficou ecoando na minha cabeça por dias. Toda vez que eu me masturbava, imaginava uma mulher alta, peituda, de pau duro me olhando de cima, me mandando ajoelhar. Eu gozava forte só de pensar. Até que não aguentei mais. Tomei coragem na cara e na coragem, sem experiência nenhuma, sem preparo, sem nada. Abri um site de acompanhantes, filtrei por “ativa”, “dominadora”, “bem dotada”. Escolhi ela: morena, 1,80 de altura (quase 10 cm mais alta que eu), corpo escultural, fotos que mostravam autoridade no olhar. Anunciava “gosta de submisso obediente, adora coleira e foder maricas”. Meu pau babou só de ler.
Marquei. Tremi o caminho todo até o motel. Quando ela abriu a porta, quase desmaiei de nervoso e tesão misturados. Era ainda mais imponente pessoalmente: alta, pele morena brilhando, salto alto, batom vermelho, e um volume impressionante marcando a calcinha preta por baixo do vestido curto. Uns 20 cm, fácil. Eu, com meus 1,70, 30 anos, sem shape definido, me senti minúsculo.
- De joelhos, cachorrinho, foi a primeira coisa que ela disse, voz grave e firme.
Obedeci na hora. O chão frio do quarto contra meus joelhos. Ela pegou uma coleira de couro preta na bolsa, colocou no meu pescoço e puxou a guia com força.
- Anda de quatro. Mostra que sabe ser obediente.
Rastejei pelo quarto, sentindo o tesão misturado com vergonha. Ela ria baixo, batia de leve na minha bunda com a palma da mão. Mandou eu beijar os pés dela, saltos pretos, unhas vermelhas. Beijei, lambi, subi devagar pelas pernas grossas enquanto ela abria o zíper e tirava o pau pra fora.
Era enorme. Grosso, veias saltadas, cabeça brilhando de pré-gozo. Uns 20 cm mesmo, talvez mais. Eu nunca tinha visto um pau de verdade tão perto, tão imponente.
- Chupa, vadia. Aprende direitinho.
Segurou minha nuca e guiou minha boca. No começo engasguei, tossi, os dentes roçaram. Ela puxou a coleira com força:
- Relaxa a garganta. Engole até onde aguentar.
Fui aprendendo na marra. Chupei devagar, lambi as bolas pesadas, subi e desci na língua até sentir ela pulsar na minha boca. Meu próprio pau babava dentro da cueca, duro como nunca. Ela gemia baixo, elogiava:
- Isso, putinha... boa menina... engole tudo...
Depois de uns minutos me puxou pelos cabelos, me jogou de bruços na cama, amarrou minhas mãos nas costas com a própria coleira. Lubrificou o pau generosamente e me virou de frente pra ela.
- Olha nos meus olhos enquanto eu tiro seu cabaço.
Senti a cabeça grossa pressionando meu cu virgem. Doeu pra caralho no começo. Gritei, pedi pra ir devagar. Ela riu, segurou meus quadris e empurrou mais fundo, centímetro por centímetro. Quando entrou tudo, eu estava ofegante, suando, mas o tesão era maior que a dor. Ela começou a bombar devagar, depois mais rápido. Me virou de quatro, meteu com força, batendo a bunda contra minha. Depois de lado, segurando minha perna no alto, me fodendo como se eu fosse dela.
- Isso, geme alto, maricas. Mostra que gosta de rola.
Eu gemia sem vergonha. Meu pau babava sem nem tocar. Ela me comeu em todas as posições que quis, até que senti ela inchar dentro de mim.
- Abre a boca, vadia. Vai engolir tudo.
Me colocou de joelhos de novo, masturbou rápido e gozou forte na minha língua. Jatos quentes, grossos. Engoli quase tudo, o resto escorreu no queixo. Ela limpou o pau na minha cara, rindo.
- Pronto. Agora você é meu putinho de verdade.
Saí dali andando torto, cu ardendo, coleira ainda no pescoço (ela me deixou levar como lembrança). Mas algo tinha mudado pra sempre. Nunca mais fui o mesmo. A partir daquele dia, entendi que era isso que eu queria: ser usado, dominado, fodido por uma boneca que sabe exatamente o que fazer com um submisso como eu.
E isso foi só o começo...
Fim.