Acordei com o sol batendo na janela do quarto. Meu corpo ainda estava meio mole, como se tivesse corrido uma maratona. Ontem à noite voltou na cabeça em flashes rápidos: as mãos do papai apertando minha cintura, o pau dele entrando devagar enquanto a Laura segurava minhas pernas abertas e sussurrava “relaxa, maninha, ele vai te fazer gozar gostoso”. Não fiquei pensando muito. Só sorri sozinha e levantei.
Desci a escada descalça, de shortinho e regata fina. A casa cheirava a café fresco. Laura já estava na cozinha, de costas pra mim, mexendo na cafeteira. O short dela era ainda menor que o meu, mal cobria a bunda. Quando me ouviu, virou com um sorrisinho safado.
— Bom dia, dorminhoca. Dormiu bem? — perguntou, entregando uma xícara pra mim.
— Mais ou menos. Acordei duas vezes com… sei lá, calor — respondi, bebendo um gole.
Ela riu baixinho e se encostou na bancada.
— Calor, né? Eu também. Fiquei lembrando da sua carinha ontem quando o papai te pegou pela primeira vez. Parecia que você ia derreter. Foi bom?
— Foi…Bom pra caralho — admiti, sentindo o rosto esquentar um pouco.
Laura se aproximou, passou o dedo no meu braço e falou perto do meu ouvido:
— Você gemeu tão bonitinho. Parecia uma vadiazinha aprendendo. E o papai? Ele adorou. Disse que sua bucetinha é mais apertadinha que a minha, acredita?
Antes que eu pudesse responder, ouvimos os passos dele descendo a escada. Papai apareceu na porta da cozinha de bermuda de algodão e camisa velha, cabelo ainda bagunçado. Olhou pra nós duas e sorriu daquele jeito calmo de sempre.
— Bom dia, minhas princesas.
— Bom dia, pai — dissemos juntas.
Ele veio, deu um beijo na testa da Laura, depois na minha. Mas o beijo na minha demorou um segundo a mais. Senti a mão dele descer pelas minhas costas e apertar de leve a minha bunda por cima do short. Nada escandaloso. Só… natural.
Sentamos os três na mesa da cozinha. Laura serviu ovos mexidos e pão. Parecia um café da manhã qualquer de domingo. Papai lia o celular, Laura falava sobre uma série nova que queria ver à noite. Eu só comia e observava. De vez em quando o papai levantava o olhar e me encarava. Não era o olhar de pai de antes. Era o olhar de quem sabia exatamente como eu era por dentro.
Laura percebeu e resolveu brincar.
— Pai, a Aline tá com uma mancha vermelha no pescoço. Acho que alguém chupou ela ontem — disse, apontando com o garfo.
Eu quase engasguei. Papai riu baixo e esticou a mão por cima da mesa, passando o dedo na marquinha que ele mesmo tinha deixado.
— É? Deve ter sido um mosquito grande — respondeu ele, piscando pra mim.
— Mosquito de vinte e dois centímetros — completou Laura, sem vergonha nenhuma.
Eu ri junto, sentindo um calor subir pela barriga. Era estranho como tudo parecia normal. A gente ria, comia, falava besteira. Mas agora tinha esse segredo no ar.
Depois do café, Laura lavava a louça e eu secava. Papai ficou atrás de mim, fingindo pegar uma caneca no armário alto. O corpo dele encostou no meu. Senti o volume da bermuda roçando na minha bunda. Ele não se afastou rápido. Ficou ali um segundo, apertando de leve.
— Tá precisando de ajuda, filha? — perguntou, voz rouca.
— Tô bem… — respondi, mas minha voz saiu fraquinha.
Laura olhou por cima do ombro e sorriu.
— Deixa ela secar em paz, pai. Ou vai acabar molhando outra coisa.
Ele deu uma risadinha e se afastou, mas antes passou a mão na minha coxa por baixo do short. Só um toque rápido, mas já deixou minha calcinha úmida.
O resto da manhã foi tranquilo. Papai foi pro quintal mexer na moto. Laura e eu arrumamos a sala. De vez em quando ela me cutucava:
— Vai lá ajudar o papai na garagem. Diz que precisa de uma mãozinha… ou de duas.
— Para, sua louca — eu respondia, rindo.
Mas no fundo eu queria. Queria ver até onde isso ia agora que eu fazia parte.
Na hora do almoço, a gente pediu pizza. Sentamos no sofá os três, vendo um filme qualquer. Laura no meio, eu de um lado, papai do outro. No meio do filme, Laura pegou minha mão e colocou em cima da coxa do papai. Eu congelei um segundo. Depois deslizei os dedos devagar até sentir o pau dele meio duro por baixo da bermuda. Ele não disse nada. Só abriu um pouco as pernas e continuou olhando pra TV, como se nada estivesse acontecendo.
Laura sussurrou no meu ouvido:
— Aperta. Ele gosta.
Eu apertei de leve. O pau dele cresceu na minha mão. Papai soltou um suspiro baixo e colocou a mão por cima da minha, guiando o movimento bem devagar.
— Meninas… — murmurou ele, voz baixa. — Vocês vão me matar antes do almoço.
Laura riu e subiu a mão dela também, segurando junto comigo. A gente ficou ali, masturbando ele devagar por cima da bermuda enquanto o filme rolava. Ninguém falou mais nada. Só o som da TV e a respiração dele ficando mais pesada.
Quando a pizza chegou, a gente parou como se nada tivesse acontecido. Comemos sentados no mesmo sofá. Papai com o pau ainda marcado na bermuda, Laura com um sorrisinho de quem sabia que o dia mal tinha começado.
Depois do almoço, Laura esticou as pernas no colo dele e disse:
— Aline, vai tomar banho. Depois eu e o papai vamos te mostrar uma coisa no quarto dele. Uma coisa que a gente faz quando você não tá em casa.
Eu levantei, sentindo o coração bater mais rápido. Subi a escada sem dizer nada.
Enquanto a água caía no meu corpo, só conseguia pensar que isso agora era a nossa rotina. Não tinha volta. E eu não queria que tivesse.
Mal podia esperar pra ver o que eles tinham pra me mostrar.
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