O interior do jato particular era um santuário de couro creme, carvalho polido e luzes indiretas que banhavam o ambiente com uma aura de luxo pecaminoso. Assim que a aeronave atingiu a altitude de cruzeiro sobre o Atlântico. Ela estava novamente em seu estado natural: nua, poderosa e com o desejo pulsando em cada terminação nervosa. O prêmio de Influencer do Ano brilhava sobre uma mesa lateral, mas o verdadeiro troféu ali era o próprio corpo de Fernanda, que parecia absorver a energia daquelas altitudes.
O trajeto até o Brasil seria longo, e Fernanda não tinha a menor intenção de passar aquelas horas em repouso. O tesão que a revolução digital e a despedida de Londres haviam despertado nela exigia uma saída. Ela apertou o botão de chamada com um sorriso malicioso, observando a porta da cabine se abrir.
Quem entrou foi Hugo, um comissário de bordo cujo uniforme impecável mal conseguia disfarçar o físico atlético e a tensão que o dominava desde que Fernanda pisara no avião. Ele trazia uma garrafa de champanhe Cristal, mas suas mãos tremeram levemente ao encontrar Fernanda esparramada na poltrona giratória, com as pernas abertas e o pau em destaque, exibindo sua feminilidade transsexual sem qualquer barreira.
— Sra. Martins... — ele começou, a voz falhando — aceita o champanhe agora?
Fernanda inclinou a cabeça, deixando os cabelos caírem sobre um dos ombros, enquanto seus olhos percorriam Hugo com uma voracidade que o desarmou.
— Eu aceito o champanhe, Hugo... mas eu aceito muito mais a sua obediência — ela disse, a voz saindo como um sussurro proibido. — Coloque a garrafa no gelo e aproxime-se. Eu não gosto de ser servida de longe.
Hugo obedeceu, o suor começando a brotar em sua testa. Fernanda ordenou que ele se ajoelhasse à sua frente. Com um movimento imperioso, ela usou os pés para abrir a calça do uniforme dele, enquanto descrevia, com palavras de baixo calão e um tom de voz carregado de safadeza, exatamente o que pretendia fazer com ele naquele espaço confinado. Ela o transformou em seu brinquedo de altitude, comandando um sexo oral intenso onde ela alternava entre ser adorada por ele e forçá-lo a sentir o gosto de sua própria rendição.
— Isso... chupa com vontade, seu porra — ela gemia, as unhas cravando-se no estofado de couro enquanto a aeronave balançava levemente. — Eu quero que você sinta cada centímetro.
O momento tornou-se uma sinfonia de luxúria a dez mil metros de altura. Fernanda dominava cada movimento, fazendo Hugo deitar-se no corredor estreito do jato para que ela o penetrasse, celebrando sua força ativa com a mesma intensidade com que gemia ao ser possuída por ele logo em seguida. Ela era a mestre daquela cabine, transformando a viagem em um manifesto de luxúria e suor.
Após o orgasmo, Fernanda não permitiu que Hugo se demorasse em carinhos. Com um gesto de mão, ela o mandou de volta para suas obrigações, permanecendo nua e vitoriosa em sua poltrona, bebendo o champanhe enquanto observava o mapa de voo no telão. O Brasil estava cada vez mais perto.
Ela pegou o celular para um registro rápido, uma live de apenas trinta segundos. A câmera focava em seus seios suados e no seu pau ainda pulsante, com as nuvens passando velozes pela janela ao fundo.
— Estamos chegando, meus amores... — ela murmurou para a lente, passando a língua pelos lábios. — O Atlântico ficou um pouco mais quente hoje.
O som do aviso de atar cintos ecoou, mas Fernanda permaneceu desatada, sentindo a vibração do avião iniciando a descida. Ela sentia o tesão renovado pela expectativa do que a esperava no solo. O avião inclinou-se suavemente, rompendo a camada de nuvens tropicais.
As luzes começaram a brilhar abaixo, e o toque das rodas no asfalto da pista VIP foi o ponto final de um capítulo e o início de uma tempestade. Enquanto o jato desacelerava em solo brasileiro, Fernanda Martins levantou-se, pronta para abrir as portas e deixar que o calor do seu país finalmente encontrasse a sua pele nua.
