MINHA ESPOSA QUER UMA TROCA DE CASAL PT 5

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 1214 palavras
Data: 08/03/2026 16:16:31

Acordei com a cabeça a mil. O sol entrava pela fresta da cortina, mas eu mal via. Tudo girava: os gemidos da Rode na piscina, o cu dela apertando meu pau no chuveiro ontem à noite, a revelação da Viviane na calçada. Meus filhos. Meus próprios filhos fodendo minha esposa. E eu gozando assistindo. Culpa me sufocava, tesão me queimava. Precisava desabafar. A única pessoa que sempre foi minha confidente era a Rode. Nunca escondi nada dela. Nunca menti. E agora... isso era grande demais pra carregar sozinho.

Ela tava na cozinha, de roupão aberto, preparando café. Peitos aparecendo, bunda marcada no tecido fino. Sentei na cadeira, voz rouca.

“Amor... preciso falar uma coisa. Sério.”

Ela virou, olhos azuis curiosos. “Fala.”

Respirei fundo. Conte tudo. Do começo. O namoro antigo com Viviane na adolescência. As fodas escondidas no mato. A gravidez que ela escondeu quando eu fui pra faculdade. O Sérgio assumindo. E ontem... a confissão dela na rua. “Eles são meus, Sandro. Mayer e Cristiano são seus filhos.”

Fiquei olhando pra xícara, esperando o grito, a bronca, o fim do mundo. Mas ela só assentiu devagar. “Eu sabia.”

Levantei a cabeça. “Como assim... você sabia?”

Ela sentou na minha frente, pegou minha mão. “Sempre notei uma semelhança física entre os meninos e você. A cor da pele é diferente, sim, mas os traços... o formato do nariz, o jeito que sorriem, o queixo. Sempre achei estranho que não parecessem tanto com o Sérgio. Ele era mais arredondado, mais... comum. Eles têm traços finos, como os seus.”

“E você nunca falou nada?”

“Não tinha certeza. Era só impressão. Mas semana retrasada, quando eu fui fazer unha na casa dela... a Viviane começou a falar de você. Disse que te conhecia da adolescência. Eu já sabia disso, você tinha comentado uma vez ou outra. Mas aí ela contou uma história: que você trouxe ela de bicicleta de uma festa, os dois bêbados, caíram no meio do caminho. Riu, disse que foi o dia mais louco da vida dela. Eu ri junto, mas comecei a investigar na minha cabeça.”

“Investigar?”

“Sim. Comecei a juntar as peças. E aí surgiu a ideia do swing. Eu sempre tive vontade, Sandro. Sempre brinquei com isso, mas era sério pra mim. Pensei: se um dia você soubesse dos filhos, talvez me largasse. Talvez fosse atrás dela, da mãe deles. Da família que nunca teve. E eu... eu não queria perder você. Então decidi virar o jogo. Se você comesse ela, eu comeria os meninos. Um contrapeso. Pra equilibrar. Pra te mostrar que eu também posso... que eu também quero isso. Mas que, no final, eu quero ficar com você. Só com você.”

Fiquei em silêncio. Processando. “Você planejou tudo isso... sabendo que eles podiam ser meus?”

“Não sabia com certeza. Mas suspeitava. E quando vi eles na piscina... quando vi o tamanho daqueles paus, o jeito que eles me olhavam... eu quis. Quis sentir. Quis te dar um motivo pra ficar. Porque se você soubesse da paternidade e me largasse por ela, pelo menos eu teria tido isso. Mas no fundo... eu torcia pra você ficar. Pra gente continuar. Juntos. Com tudo isso ou sem.”

“E se eu te largar agora? Sabendo que você comeu meus filhos?”

Ela apertou minha mão. “Você não vai largar. Porque você gozou assistindo. Porque ontem à noite você me fodeu o cu como nunca. Porque no fundo... você gostou. E eu gosto de você gostando. A gente é assim, Sandro. Doente, talvez. Mas juntos.”

Lágrimas nos olhos dela. “Eu te amo. Mesmo com tudo isso. E se for verdade que eles são seus... então a gente vira família de um jeito torto. Mas ainda família. E eu fico do seu lado. Sempre.”

Levantei, abracei ela forte. Cheiro de shampoo misturado com o cheiro dela. “Você é louca. Mas é minha louca.”

Ela riu no meu peito. “E você é meu corno manso... que virou pai corno. Mas eu te amo assim.”

Saí dali renovado. Como se um peso tivesse saído. Minha esposa me apoiando. Me entendendo. Aceitando o caos.

Tomei uma decisão inédita. Chamei os meninos pro serviço. Eles vieram tremendo. Mayer: “O senhor... não vai nos matar, né?”

Ri. “Era só brincadeira ontem. Vamos trabalhar sério.”

Trabalhamos a tarde toda. Silêncio pesado entre nós. Eles mal olhavam na minha cara. No fim, na volta, parei a caminhonete perto das nossas casas. Desliguei o motor.

“Olha... eu sei que assustei vocês ontem. Mas também tenho uma coisa a confessar. Que até ontem à noite eu não sabia.”

Eles se entreolharam, nervosos.

“Eu namorei com a mãe de vocês na minha adolescência. Creio que vocês não sabiam disso.”

Mayer balançou a cabeça. “Não... a mãe nunca falou.”

“Pois é. E ontem ela veio preocupada, dizendo que eu ia fazer alguma coisa com vocês. E ontem... ela também me confessou uma coisa. Que eu sou o verdadeiro pai de vocês.”

Silêncio. Cristiano piscou. “Como assim?”

“Quando eu fui embora pra estudar, ela tava grávida de mim. Ela me confessou ontem. O Sérgio... ele assumiu. Criou vocês como filhos dele. Mas biologicamente... sou eu.”

Mayer engoliu seco. “Você... é nosso pai?”

“Por via das dúvidas, tô pensando em fazer um DNA. Mas tenho quase certeza que ela tá falando a verdade. Os traços... a semelhança. Tudo bate.”

Cristiano baixou a cabeça. “Porra... a gente comeu nossa... madrasta? E você... assistiu?”

“Eu assisti.”

Eles ficaram mudos. Olhos arregalados.

Mayer falou primeiro, voz tremendo. “E agora? O que a gente faz?”

“Agora... a gente conversa. Como família. A Rode sabe de tudo. E ela tá do meu lado. Do nosso lado. Ela disse que quer continuar. Que isso... é nosso. Torto, mas nosso.”

Cristiano riu nervoso. “A gente... fodeu a mãe do nosso irmão? Não... burro a gente fodeu a esposa do nosso pai.”

“É. E eu deixei. E gostei.”

Silêncio de novo.

Mayer: “A mãe sabe que a gente sabe?”

“Ainda não. Mas vai saber. Vamos contar juntos. Sem briga. Sem raiva. Só... verdade.”

Cristiano: “E se o DNA der negativo?”

“Se der negativo... a gente continua vizinhos. Amigos. E talvez... continue fodendo. Porque o tesão não some só porque o sangue não bate.”

Mayer olhou pra mim. “Você... não tá bravo?”

“Estou confuso. Tô com culpa. Mas também tô com tesão. E tô com medo de perder vocês. De perder ela. De perder isso tudo.”

Eles se olharam. Cristiano: “A gente... gosta de você, tio. Sempre gostou. E agora... pai? Porra... é estranho. Mas... a gente não quer perder você também.”

Mayer: “E a Rode... ela é foda. A gente... quer mais. Se você deixar.”

Ri baixo. “A gente conversa com ela. Com a Viviane. Juntos. Sem segredo mais.”

Eles assentiram. Nervosos. Mas aliviados.

Desci da caminhonete. “Vamos pra casa. Amanhã... a gente resolve o resto.”

Eles saíram. Olharam pra mim diferente. Não mais como tio. Como pai. Como o cara que assistiu eles gozando na buceta da minha esposa.

E eu... entrei em casa. Rode me esperando na sala. Nua. Sorrindo.

“E aí, amor? Contou?”

“Contei.”

“Eles aceitaram?”

“Estão processando. Mas sim.”

Ela abriu as pernas no sofá. “Vem cá. Vamos comemorar a família.”

Meu pau endureceu na hora.

A semente não tinha só brotado. Tinha virado árvore. E os frutos eram proibidos, quentes... e nossos.

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