Traições que me transformaram

Um conto erótico de Beto
Categoria: Heterossexual
Contém 708 palavras
Data: 01/03/2026 21:35:58

Meu nome é Beto — pelo menos é assim que vou me apresentar aqui. Tenho 19 anos, sou branco, alto, e digamos que não sou exatamente um cara que para o trânsito, mas dou pro gasto. Essa história é sobre como eu passei, em poucos anos, de alguém quase sem experiência sexual para alguém que explora esse lado sem nenhum pudor.

Nunca fui bom com mulheres. Meu primeiro namoro começou aos 15 anos, com uma amiga próxima chamada Beatriz. Ela não tinha um rosto muito marcante, mas compensava com um corpo impressionante: coxas grossas e seios fartos. Nosso namoro durou uns seis meses e, olhando agora, foi bem complicado. A gente nunca passou dos selinhos — e acho que esse foi meu grande erro. Eu tinha um amigo próximo, André, moreno, alto, malhado. Ele começou a ficar muito próximo dela… e nem preciso explicar o que rolou. Dias depois, uns amigos me contaram que numa festa ele tinha comido a Beatriz de todo jeito e, no final, gozou na boca dela. Fiquei destruído.

No ano seguinte, já com 16 anos, entrei no ensino médio e conheci minha segunda namorada, Isabela. Ela era branca, estatura média, um pouco gordinha, com coxas grossas, seios médios e uma bunda grande que chamava muita atenção. Namoramos por bastante tempo e foi com ela que tive minha primeira experiência sexual de verdade.

Num dia em que os pais dela viajaram, ela me chamou para ir à casa dela. Quando cheguei e abri a porta, Isabela já estava só de sutiã e calcinha. Meu pau ficou duro na hora. Ela foi para o quarto e mandou eu esperar até ela chamar. Minutos depois, ouvi a voz dela: “Pode vir”. A cena que vi até hoje me deixa louco só de lembrar: ela deitada de pernas abertas, acariciando a bucetinha melada e gemendo meu nome. Me ajoelhei na mesma hora e chupei aquela xota gostosa até ela gozar tremendo na minha boca.

Depois ela praticamente implorou para eu meter. Obedeci na hora. Fodia com vontade, mas sem muito ritmo por causa da inexperiência. Mesmo assim ela parecia adorar — e eu estava no paraíso. Em certo momento ela ficou de quatro, empinando aquela bunda enorme. Segurei o quadril dela e meti fundo, sentindo ela jogar o corpo pra trás loucamente. Enquanto socava, esfregava o clitóris dela. Quando avisei que ia gozar, ela virou de joelhos, chupou meu pau com vontade e engoliu tudo — parte na garganta, parte no rosto. Depois daquele orgasmo eu literalmente desmaiei na cama de tanto prazer.

A partir dali virei tarado. E ela também. A gente transava sempre que dava. Até que o pesadelo se repetiu. Uma amiga dela, Sabrina, uma baixinha gostosa, me mandou um vídeo. Nele, Isabela estava de quatro, bem empinada, levando uma rola enorme de um cara negro que metia com força enquanto ela gemia alto. No final, o cara puxou o cabelo dela pra trás e mandou:

— Fala o que eu mandei, puta!

Isabela, gritando no meio do gozo:

— Eu tô terminando com você, corno! Sua pica não dá conta, eu preciso de muuuito mais!

Me senti arrasado de novo, mas dessa vez não foi tão devastador. Me afastei dela de vez.

Meses depois, já com 18 anos, conheci Elisa (ou Lisa, como eu chamava) através de uns amigos. Morena, cabelo curto cacheado, boca carnuda, seios fartos, cinturinha fina, quadril largo e coxas grossas que sempre me deixaram louco — a bunda não era enorme, mas compensava nas pernas. Rapidamente nos aproximamos e começamos a namorar.

A mãe dela era muito rígida, então a gente se virava como dava para transar. Mas o tesão da Lisa era insaciável. Quando conseguíamos uma transa de qualidade, eu saía exausto e ela ainda queria mais. Ela me chupava em lugares arriscados, e eu já tinha feito ela gozar com a mão na sala de aula. Meu único medo era virar corno de novo — porque ela era linda, safada e tinha um fogo que não acabava.

E aí entra Rafael, o último personagem dessa história. Meu tio — alto, moreno, no shape, um cara gente boa que me acolheu para morar com ele depois de uns problemas em casa. Só que essa mudança não foi só de endereço. Foi o começo de algo bem maior.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Cuck incest a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Galera perdi a outra conta então vou estar repostando a história com algumas mudanças (para o site deixar) por aqui

0 0