O garanhão

Um conto erótico de Analisador de casadas
Categoria: Zoofilia
Contém 1994 palavras
Data: 08/03/2026 00:58:35
Assuntos: Zoofilia

Palloma ainda sentia o cheiro impregnado nas mãos, mesmo depois de lavar três vezes com sabão neutro no banheiro da fazenda. Era um odor forte, animalesco, meio salgado e meio doce, que grudava nas narinas e descia pela garganta toda vez que respirava fundo. O sêmen do cavalo premiado — um garanhão Mangalarga Marchador de quase 1,70m de cernelha, chamado Trovão — tinha uma consistência grossa, quase cremosa, que demorou a sair completamente das unhas e das linhas das palmas.

A aposta tinha começado como piada entre as amigas, mas logo virou algo sério e excitante, com perguntas picantes e desafios que escalavam a cada rodada. Sábado à tarde, no sítio da Gabi, em Goiana, perto de Recife. Elas estavam bebendo caipirinha de caju, rindo alto, falando mal dos maridos e namorados. Começou com verdade ou desafio simples: “Já traiu seu marido com alguém da família dele?”, perguntou Gabi pra Ju, que escolheu desafio e teve que lamber o pé da Carol. Depois, “Qual a fantasia mais suja que você nunca contou?”, pra Bia, que confessou querer transar com dois irmãos gêmeos. Palloma riu e respondeu a dela: “Já fiz anal no carro em movimento”. Mas rapidamente escalou para “roleta russa de cartas brasileiras”, uma variação do jogo onde cada rodada envolvia perguntas íntimas ou desafios corporais. As regras eram claras e cruéis: cada uma pegava uma carta do baralho; quem tirasse a menor perdia a rodada e respondia uma pergunta ou cumpria um mini-desafio. Perder três rodadas seguidas levava à punição mais pesada escolhida pelo grupo. As perguntas ficavam cada vez mais sórdidas: “Já cheirou calcinha usada de amiga?”, “Já gozou pensando no pai de alguém?”, “Qual o maior pau que você já chupou — descreva com detalhes?”. Palloma respondeu tudo com ousadia, mas perdeu a primeira rodada (pergunta: “Já fingiu orgasmo pro Thiago?” — sim, várias vezes), a segunda (desafio: beijar a boca da Gabi por 10 segundos, o que ela fez com língua) e a terceira (pergunta: “Já quis provar sêmen de animal?” — ela riu e disse não, mas as amigas notaram o rubor). As meninas votaram em uníssono pela punição final: masturbar o Trovão até gozar, só com as mãos, sem parar, enquanto todas filmavam bem de perto.

Palloma, com seu rabão gigante que já era motivo de inveja e piada constante, topou na hora. “Eu ganho fácil, suas putas”, disse, rindo, confiante. Mas perdeu as três. As amigas gritaram de empolgação. “Vai, rainha! Mostra como se faz!”, gritou Gabi, já com o celular na mão. Todas as quatro — Gabi, Ju, Carol e Bia — pegaram os aparelhos, ajustaram o ângulo, aproximaram-se do curral. Não ficariam na cerca distante. Elas entraram no cercado, posicionaram-se a menos de dois metros do garanhão, filmando em close, capturando cada detalhe: o movimento das mãos dela, o pau crescendo, o pré-gozo pingando, o rosto de Palloma concentrado e excitado.

Ela entrou no curral com o short jeans curtíssimo, top cropped dourado, cabelo solto e um sorriso desafiador. As amigas cercaram o animal, celulares erguidos, luzes de flash ligadas mesmo no fim de tarde. Palloma se aproximou devagar, acariciou o pescoço grosso, desceu a mão pelo flanco quente. Quando chegou no membro, já semi-ereto pela presença dela e pelo barulho das vozes femininas, ela segurou firme. O pau do animal era pesado, grosso como antebraço, veias saltadas, cabeça rosada e brilhante. As amigas comentavam em voz alta, filmando de perto: “Olha o tamanho disso, menina!”, “Vai devagar no começo, deixa ele gostar”, “Filma a mão dela subindo e descendo, Ju!”.

Ela começou devagar, subindo e descendo, sentindo o calor pulsar na palma. As câmeras capturavam tudo: os dedos dela apertando a base, a outra mão girando na glande, o pau inchar rapidamente. Palloma acelerou. Trovão bufou, bateu casco no chão. As amigas se aproximaram ainda mais, quase encostando os celulares no membro. “Olha o pré-gozo saindo!”, gritou Carol, zoom no líquido viscoso escorrendo pelos dedos dela. Palloma usou as duas mãos, uma na base, outra na glande, girando, apertando. O pré-gozo pingava abundante, escorrendo pelos pulsos, pingando no chão de terra. As amigas filmavam os detalhes: as veias pulsando, o pau inteiro brilhando de lubrificação natural, o rosto dela suado e concentrado.

Passaram-se vinte minutos. Braços doíam, suor escorria pelas costas. As amigas incentivavam sem parar: “Não para agora, Palloma! Ele tá quase!”, “Filma o jato quando vier, Bia, fica na frente!”. Aos vinte e cinco minutos, Trovão relinchou alto e empurrou os quadris. O primeiro jato veio forte, quente, espirrando nos braços dela, no short, no chão. As câmeras capturaram o momento em close: sêmen grosso, branco-amarelado, voando em arcos, acertando o decote dela, escorrendo entre os seios. Palloma continuou ordenhando com força, mãos lambuzadas, pulsando com o cheiro e o calor. Jatos sucessivos, grossos, abundantes. Uma golfada acertou o rosto dela de raspão. As amigas gritaram, riram, filmaram cada gota. “Porra, que quantidade!”, “Olha o chão todo branco!”.

Quando finalmente parou, Palloma estava coberta: braços, peito, barriga, coxas. As amigas ainda filmavam, aproximando os celulares para mostrar as mãos dela encharcadas, o pau amolecendo devagar, o chão lambuzado. Elas aplaudiram, chamaram de “loucura épica”, “melhor vídeo da vida”. Palloma riu junto, limpou as mãos na grama, jogou água no rosto. Mas algo mudou ali. O cheiro subia forte do corpo dela. Quando foi lavar no banheiro externo, sozinha, levou os dedos à boca enquanto a água corria, chupando devagar cada um deles, lambendo os resquícios de sêmen que ainda grudavam nas unhas e nas cutículas, provando o gosto forte e viscoso misturado com o sabão. Inalou fundo o cheiro que subia das mãos molhadas. O cheiro subiu direto pro cérebro. Salgado, forte, primal. Passou a língua na palma, provou de novo. Amargo no começo, depois um fundo adocicado, viscoso. Engoliu. O corpo inteiro arrepiou. Mamilos endureceram sob o top. Uma onda de calor desceu pela barriga até a buceta, que pulsou forte, molhada de repente.

Ela voltou pra roda das amigas fingindo normalidade. Bebeu mais caipirinha, dançou, postou stories com filtro de coraçãozinho — mas evitou mostrar o rosto de perto, ainda com resquícios. As meninas guardaram os vídeos no grupo secreto do WhatsApp, prometendo “nunca vazar, só pra gente rir depois”. Mas Palloma não conseguia parar de pensar naquilo. No cheiro preso na pele. No gosto que experimentou escondida. Nos closes das amigas filmando tudo.

A noite caiu. O grupo dormiu na casa principal. Marido dela, Thiago, roncava ao lado, exausto da bebedeira. As amigas em quartos separados. Palloma ficou acordada, olhando pro teto de madeira. Relógio marcava 2:47. Silêncio total, só grilos e sapos lá fora. O desejo crescia como febre. Buceta inchada, latejando, calcinha encharcada. Ela tentou se tocar devagar, mas os dedos não bastavam. Precisava de mais. Precisava daquele cheiro de novo. Daquele gosto. Da sensação de ser filmada, observada, desejada até pelo animal.

Levantou sem fazer barulho. Vestiu só um baby-doll preto curto, sem calcinha, chinelo de dedo. Cabelo solto, batom vermelho ainda borrado da noite. Saiu pelo corredor escuro, abriu a porta dos fundos devagar. O ar fresco da madrugada bateu nas coxas nuas. Caminhou pelo quintal até o curral, coração na boca. A lua cheia iluminava tudo em prata. Trovão estava deitado no feno, mas levantou as orelhas quando sentiu ela chegando.

Palloma parou na cerca, respirando pesado. Olhou pros lados. Ninguém. Só ela e o garanhão. Entrou no curral devagar, pés descalços no chão de terra batida. Aproximou-se do animal, acariciou o focinho. Ele bufou baixo, reconheceu o cheiro dela — o mesmo cheiro que ainda carregava no corpo. Palloma se ajoelhou na frente dele, coração disparado. O membro já começava a sair da bainha, grosso, pendurado, balançando.

Ela segurou com as duas mãos, sentindo o peso, o calor. Começou a massagear devagar, subindo e descendo. O pau cresceu rápido, endurecendo na palma. Veias pulsavam. Cabeça inchada, brilhando sob a lua. Pré-gozo escorreu, grosso, pingando no chão. Palloma levou os dedos à boca, chupou. O gosto explodiu na língua — salgado, forte, animal. Gemido baixo escapou da garganta dela.

Ajoelhou mais perto, rosto a centímetros do membro. Inalou fundo. Cheiro invadiu tudo: suor, feno, sêmen fresco. Ela abriu a boca, língua pra fora, lambeu a glande devagar. Salgado, quente. Engoliu o pré-gozo. Corpo tremia. Buceta escorrendo pelas coxas. Ela chupou a cabeça inteira, lábios esticados ao máximo em volta da grossura imensa, língua girando freneticamente na ponta sensível, sentindo as veias latejando contra os dentes. Sugava com força, como se quisesse extrair cada gota, garganta relaxada para engolir mais fundo, o pau invadindo a boca até bater no fundo, fazendo ela engasgar levemente, saliva misturando com o pré-gozo viscoso que escorria pelos cantos dos lábios. Trovão bufou, empurrou os quadris levemente, forçando mais pra dentro. Mais sêmen vazou, grosso e quente, enchendo a boca dela aos poucos. Ela engoliu tudo, gulosamente, sentindo o líquido descer pela garganta como um creme espesso, deixando um rastro amargo e salgado que a fazia gemer de prazer sujo.

Não aguentou mais. Deitou de costas no feno, abriu as pernas, puxou o baby-doll pra cima. Dedos na buceta, circulando o clitóris inchado. Enquanto se masturbava, continuou chupando o pau do cavalo, agora de lado, cabeça apoiada na coxa dianteira dele. Sugava forte, lambia a extensão toda, da base até a ponta, língua raspando nas veias salientes, boca se enchendo de saliva e pré-gozo. Mãos apertando, ordenhando com movimentos ritmados, sentindo o pau pulsar como se fosse explodir. O animal estava louco, relinchando baixo, quadris se movendo em estocadas leves que forçavam o membro mais fundo na boca dela.

Palloma sentia o orgasmo subindo. Dedos entravam e saíam rápido, molhados. Ela tirou a boca por um segundo, sussurrou: “Goza na minha boca, vai… me enche…”. Voltou a chupar com força, garganta relaxada, tentando engolir mais fundo, lábios inchados e vermelhos esticados ao limite, sugando como uma vadia faminta. Trovão tremeu inteiro. O primeiro jato veio forte, quente, enchendo a boca dela instantaneamente, sêmen grosso e pegajoso explodindo na língua, forçando-a a engolir rápido pra não engasgar, mas era muito — escorreu pelos cantos da boca, pingou no queixo, nos seios, viscoso e quente como leite fervente. Ela engoliu a gozada inteira, sentindo o volume descer pela garganta em golfadas pesadas, o gosto forte dominando tudo, amargo e salgado misturado com um fundo animal que a deixava zonza de tesão. Segundo jato, ainda mais abundante, enchendo de novo, ela bebendo vorazmente, garganta trabalhando pra engolir cada gota, sêmen escorrendo pelo pescoço enquanto ela gemia alto, sem se importar. Terceiro jato, quarto, uma enxurrada sórdida de porra grossa que ela chupava e bebia como se fosse néctar proibido, corpo convulsionando no orgasmo, buceta apertando os dedos, líquido escorrendo pelo rabo enquanto o sêmen do cavalo a enchia por dentro.

Continuou sugando até secar, extraindo as últimas gotas com a boca, lambendo o pau amolecendo, bebendo os resquícios que pingavam. O sêmen cobria o rosto, pescoço, peito. Ela esfregava nas tetas, lambia os dedos. Cheiro impregnado na pele. Deitou no feno, ofegante, pernas abertas, buceta ainda pulsando. Trovão lambeu o rosto dela uma vez, língua áspera. Ela riu baixo, excitada.

Passaram-se minutos. Ela se levantou devagar, corpo mole. Olhou pro animal, que já voltava a pastar tranquilo. Limpou o rosto com o baby-doll, mas o cheiro ficaria por horas. Voltou pra casa pé ante pé, entrou no quarto. Thiago ainda roncava. Ela tomou banho rápido, frio, esfregando o corpo com força. Mas o gosto ainda estava na língua. O desejo, longe de acabar, só aumentou.

Deitou ao lado do marido. Mão entre as pernas de novo. Pensou no Trovão. Nos vídeos das amigas, que ela sabia que assistiria depois, sozinha. Na próxima vez que fosse ao sítio. Talvez pedisse pra elas filmarem de novo. Ou talvez fosse sozinha, mas gravasse ela mesma. O proibido tinha virado necessidade.

E assim seguia. Casada de dia. Devassa de madrugada. Com o rabão gigante que todos admiravam nas fotos. Mas só Trovão — e as amigas com seus vídeos — sabiam o que ela realmente queria engolir.

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