Rufus passou os dias seguintes em um turbilhão de confusão e dor silenciosa. Ele via Gislaine no colégio – o sorriso dela, os beijos rápidos no recreio, as mensagens carinhosas no celular – e tentava entender o que havia visto no parque. "Por quê? Ela me ama mesmo ou é tudo mentira?", questionava-se à noite, rolando na cama sem dormir. Seria traição? Ou algo que casais "modernos" faziam? Ele lia fóruns online, via vídeos sobre relacionamentos abertos, mas nada acalmava o nó no estômago. Não tinha coragem de perguntar diretamente – medo de perder ela, de confirmar o pior, ou de parecer fraco. Em vez disso, resolveu segui-la, para ver se era um erro isolado ou algo recorrente. "Só pra entender… talvez eu tenha imaginado coisas", mentia para si mesmo.
Na tarde de quinta, após as aulas, Rufus a viu saindo do colégio sozinha, rindo ao telefone. Ele a seguiu a distância, coração acelerado, pelas ruas movimentadas até um beco estreito atrás de uma loja abandonada – um lugar escondido, perfeito para segredos. Escondido atrás de uma lixeira, ele assistiu horrorizado mais uma vez. Gislaine estava lá com outros dois meninos da escola – garotos de outra turma, conhecidos por festas e fama de pegadores. Ela logo já estava seminua, a blusa aberta expondo os seios pequenos e rosados, a saia erguida enquanto um deles, Tiago, a penetrava por trás de pé, estocadas rápidas na boceta úmida e apertada. O outro, Vitor, beijava seu pescoço e masturbava o pau duro, esperando a vez.
"Ahh, Tiago… mete mais fundo, seu safado!", gemia Gislaine, rebolando os quadris magrinhos contra ele, os cabelos loiros bagunçados. Eles riam, chamando-a de "nossa putinha loira". Tiago acelerou, as bolas batendo contra as coxas dela, fazendo-a gozar rápido: "Sim… tô gozando! Ahh, delícia!" Ele gozou dentro, jatos quentes enchendo-a, antes de trocar com Vitor, que a virou e a fodeu de frente, erguendo uma perna dela para estocadas profundas no cu apertado: "Rebola nesse pau, vadia… você adora no rabo, né?" Gislaine ria e gemia: "Adoro… mas devagar, é grosso!"
Então, Tiago puxou a cabeça dela para baixo, forçando um boquete profundo – enfiando o pau inteiro na boca pequena, fodendo a garganta com estocadas ritmadas. "Chupa fundo, putinha… engole tudo!", ordenava ele. Gislaine tentou, salivando e gemendo abafada, mas o pau batia fundo demais; ela engasgou forte, parando para vomitar um jato quente e espesso no pau dele, tossindo e rindo ao mesmo tempo: "Droga… você é bruto demais!" Eles riram alto, limpando o pau no rosto dela: "Haha, olha a bagunça! Nossa putinha vomitou… mas continua, vai!"
Enquanto Vitor continuava fodendo o cu dela por trás, Tiago forçou mais uma rodada de boquete profundo, e Gislaine quase vomitou de novo, mas ela não parou, lambendo e chupando com tesão renovado: "Ahh… tá bom demais!" Eles gozaram em sequência – Vitor no cu dela, Tiago na boca.
Rufus ouviu o pior enquanto assistia, paralisado: os meninos riram: "Ei, Gislaine, ouvi que você agora tem namorado… o Rufus, né? Coitado, não sabe que tá namorando a putinha da escola!" Ela riu alto, limpando o rosto com a mão: "Haha, é verdade… arrumei esse namorado só pra sossegar minha mãe. Ela quase descobriu que eu sou uma putinha – tava xeretando meu celular, vendo mensagens dos boys. Aí arrumei o Rufus, bonzinho e inocente, pra fingir que tô 'séria'. Mas com vocês… ah, isso é o que eu amo de verdade!" Eles riram mais, dando high-fives: "Putinha esperta! Continua assim, a gente te come sempre."
Rufus não aguentou mais – correu dali, lágrimas borrando a visão, o mundo girando. Agora era claro: não era só traição, era uma farsa completa. Gislaine o usava como disfarce, enquanto vivia sua vida de "putinha" com quem quisesse. Ele chegou em casa destruído, trancando-se no quarto, debatendo se confrontava, terminava ou fingia não saber. Mas a dor era insuportável – seu primeiro amor, uma mentira cruel.