De madrugada, atrás da banca de jornal

Um conto erótico de SevenRJ
Categoria: Gay
Contém 1319 palavras
Data: 07/03/2026 21:09:39

Meu nome é Danilo, tenho 38 anos, sou moreno, corpo normal, alto, uso óculos e barba bem curta. Sou muito discreto em relação à minha sexualidade, poucas pessoas sabem que eu curto comer bunda de homem.

Saí do trabalho às 20h e era aniversário de uma colega. Fomos para um dos bares da Rua do Mercado, local que vive cheio aqui no Rio. Já era bem tarde, os bares estavam esvaziando e resolvemos ir embora. Levei uma das meninas até a Praça XV, porque estava deserto, ela ia pegar a barca e de lá eu ia pegar um Uber. Os outros foram em direção à Candelária.

Estava cheio de tesão. No bar, tinha rolado vários olhares e no banheiro muitas manjadas de rola, mas não deu para fazer nada. De pau duro, resolvi dar uma volta em busca de um passivo, mesmo sendo tarde da noite. Só vinha na minha cabeça sentir meu pau entrando em um cu de macho.

Fazia muito calor. Abri mais um botão da camisa social que eu estava vestindo e além de tentar me refrescar, deixei à mostra meu peito cabeludo. A calça social marcava bem eu pau, ainda mais que estava esperto. Passei pela Rua da Assembleia e subi a Graça Aranha, sempre cuidadoso, mas caçando um passivo. Em um ponto final de ônibus tinha um carinha que olhou. Apertei o pau para ele notar que estava duro. Passei por ele encarando. Olhei para trás e ele estava me sacando. Parei e dei outra mexida no pau. Ele veio. Era magrinho, branco, cabelo preto liso e devia ter uns 22 anos.

- E aí, a fim de uma brincadeira? - perguntei.

- Você é direto, hein. - ele respondeu.

Eu não sou muito de enrolar, ainda mais cheio de tesão e ele ainda era um gato! Falou que tinha saído do trabalho e tinha perdido a condução e que o próximo ia demorar um pouco. Falei que daria tempo de a gente se divertir um pouco.

- Mas, aonde? - perguntou.

- Vem comigo. - chamei e ele me acompanhou. Entrei em uma rua deserta em busca de algum canto para meter nele bem gostoso, mas também tinha que me preocupar em não nos expor a perigo. Mais uma esquina e achei o local que dava: rua vazia, meio escura, com uma banca de jornal. Ia ser ali.

- Na rua? Você tá louco? - falou o rapaz. Depois pensou, olhou para meu peito e meu volume e se empolgou.

- E você acha que alguém vai passar aqui? E se passar vão ficar é com medo da gente, não vão imaginar que são dois caras se pegando, vem logo! - falei abrindo a calça. Ele também estava cheio de tesão. Para ficar melhor, tinha um poste atrás da banca, então disfarçava mais ainda! Puxei ele e dei um beijo bem molhado, segurando pelo pescoço e a outra mão na bunda gostosa dele.

O rapaz foi se entregando, alisando meu pau e minha nuca. Ele beijava mais suave, mas provoquei ele, explorando sua boca com a minha língua. Ele correspondeu e se entregou. Alisou meu peito, brincou com meus pelos e segurava meu pau, passando a ponta do dedo na cabeça que começava e babar. Beijei seu pescoço e fui enfiando minha mão dentro da calça dele, sentindo sua bunda dura e redonda. Cheguei ao calor de seu cuzinho liso, estava suadinho e pedia pica. Ele gemeu enquanto eu rodeava com a ponta do dedo as preguinhas. Encostou o peito no meu, me apertou mais e se afastou com cara de safado. Passou o dedo na cabeça do meu pau, deixou todo melado de pré-gozo e levou a boca, lambendo e sentindo meu gosto salgado. Não aguentei e empurrei ele para me chupar. Sem cerimônia, ele agachou e segurou meu pau. Cheirou ele todo, até os pentelhos, gemeu baixo e foi chupando devagar, colocando todo na boca. Ele salivava bastante e me masturbava, voltando a mamar, aquilo estava me deixando louco! Não sabia mais se queria meter ou gozar na boca gostosa dele.

- Que delícia! Que pau gostoso, gostinho bom, cheiro de homem, babão do jeito que eu gosto! - ele falava enquanto chupava.

- Gostoso é você, essa boca macia, bunda maravilhosa e esse cuzinho quente... delícia! - falei aproveitando cada coisa que ele fazia. O rapaz subiu e me beijou, continuou segurando mau pau e falou baixo:

- Não acredito que estou aqui, quando vi você com a camisa mostrando o peito cabeludo e a marca do pau na calça, imaginei em segundos tudo isso que estou fazendo agora! E você é alto, adoro caras altos! Quero você dentro de mim, sei que é loucura fazer isso na rua, mas eu não estou aguentando, me fode! - ele estava quase implorando. Não resisti e virei ele.

Passei a mão pelo seu tronco liso, encostei meu pau na bunda e brinquei com seus mamilos. Ele apoiava a cabeça no meu ombro e gemia. Abaixei sua calça até a metade das pernas e coloquei meu pau entre elas. Ele rebolava e empinava. Senti a cabeça do pau esfregando no saco dele e fiz um vai e vem, melando ele por baixo. Cuspi na mão e passei em seu cuzinho, que já estava mais relaxado e chamando meu pau. Passei mais saliva no pau e encostei na portinha. Era apertadinho, mas guloso! O suor do seu corpo e a saliva fizeram meu cacete deslizar dentro dele. Fui enviando devagar, sentindo a resistência de seu cu. Em alguns momentos ele segurava minha perna para parar e relaxava e assim, enfiei tudo em meio aos gemidos de dor e prazer dele. Com uma mão alisei seu abdômen e peito e a outra desci até sua cueca. Senti seu pau duro e coloquei a mão em sua virilha, apertando por baixo do saco. Com meu pau todo enfiado, passei a meter e tirar, sentindo abrir seu rabinho guloso. Ele não podia abrir muito as pernas por causa da calça, o que apertava mais meu pau. Segurava ele pelo quadril, fazendo ele se mexer pouco a cada metida minha, meu pau ia fundo! Seus gemidos curtos mostravam seu prazer. Tirei de dentro e conferi a abertura, passeios dedos em volta e penetrei de novo.

Aumentamos o ritmo e já não dava mais para segurar. Depois de várias estocadas, penetrei até o fundo, apertei ele contra meu corpo e comecei a gozar dentro. Senti seu pau esguichando sem ele se tocar. Cada contração de seu corpo era um aperto no meu pau que se transformava em mais um jato. Gozei muito, foi uma foda que eu jamais poderia imaginar! Fomos relaxando e tentando respirar mais devagar. Fui tirando meu pau, que ainda estava meio duro, e ele ficou preocupado que podia escorrer, pois sentiu a grande quantidade de porra dentro dele. Falei para contrair e segurar até em casa.

Coloquei o pau dentro da cueca e fechei a calça. Ele se ajeitava e se vestia, também. Um pouco ofegantes, nos olhamos. Vi a satisfação em seu rosto lindo. Ele pegou a mochila no chão e me abraçou.

- Cara, você é gostoso demais, nunca fiquei com um homem mais velho! Adorei!

- Rapazinho, você é maravilhoso, tem uma bunda que merecia ser vista melhor e com mais tempo, lamber esse seu reguinho liso, passar a língua no seu cuzinho... tesão você! Quando chegar em casa e for despejar meu leite, toca uma pensado em mim, porque quando eu chegar e tirar a cueca e ver meu pau melado de porra, vou lembrar de você e bater uma também! Podemos repetir! Se você quiser, claro! Tem muita coisa para fazer contigo ainda! - falei, já relaxado e saciado do meu tesão. Olhei bem seu rosto bonito.

- Me dá seu contato, tenho que ir, não posso perder o próximo ônibus.

Trocamos contato e nos despedimos com um beijo rápido.

(Não deixa de ler o relato dele na próxima postagem!)

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Foto de perfil de Seven RJSeven RJContos: 121Seguidores: 128Seguindo: 1Mensagem Escrevo histórias reais. Escrevo relatos meus, de amigos e de pessoas que gostam da minha narrativa e me procuram para que eu possa contar as suas histórias e experiências. Escrevo pensando no leitor, que vai se identificar, seja pela realidade ou fantasia que tem. Alguns relatos viraram livros, por terem se tornado relações que envolveram pessoas e sentimentos depois do tesão inicial. Conheça meus livros na Loja Kindle da Amazon. Procure por mim lá: CM Sèven. Instagram já em atividade: @_cmseven_ Quer contar sua história? seven2002@bol.com.br

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