Castigo pela Rebeldia - Parte 1 de 1

Da série Aquele Cara
Um conto erótico de Tales Santos
Categoria: Homossexual
Contém 3965 palavras
Data: 07/03/2026 19:34:33
Última revisão: 07/03/2026 19:52:55

Boa noite pessoal! Segue mais uma parte. Amanhã a noite eu posto mais.

Eu sinceramente acreditei que depois desses problemas recentes, nossa relação ia ficar mais leve, com dominação ficando cada vez mais distante. Ao menos foi isso que aconteceu com outros casais que conheci ou relatos que vi. O sexo sempre era um detalhe dentro de uma relação, que diferente da vida de solteiro, tinha muito mais coisa envolvida. Mas não foi bem o que aconteceu com a gente. Parece que esse lance todo com o João deixou o Renan muito mais dominador que antes. E não posso negar, eu também me senti mais submisso a ele.

A semana passou bem corrida, comigo trabalhando durante o dia e estudando a noite. Logo tive pouco tempo para ver ele. Ele me buscou na aula mas acabou me deixando em casa e indo embora. Sendo assim tivemos tempo para nos vermos somente no sábado.

Havia chegado na casa dele mais cedo esse sábado. Havia ganhado uma folga então teria mais tempo com ele. Depois de todo aquele estresse enfim teríamos enfim tempo junto.

Quando cheguei na casa dele fomos para o quarto, ele tinha colocado uma cadeira de frente para o espelho grande que tinha de frente para a cama. Eu estava usando uma camisa polo e short.

- Senta ali, de frente para o espelho – disse ele sem camisa pegando a máquina de cortar cabelo.

- Acho que não – disse para ele. - Eu não estou afim disso…

- Agora! - disse ele sério, o semblante autoritário de sempre.

- Eu não estou muito afim Renan, vamos dar um tempo até tudo voltar a ser…

- Agora! - disse ele vindo na minha direção. - Não me faz sentar a mão na sua cara. Senta ali de frente para o espelho!

Eu me sentei, tirando a camisa. Notei a minha barba fechada e aparada, destacando bem a minha mandíbula e dando forma ao meu queixo. Meu cabelo não era grande, mas estava em uma altura suficiente para passar os dedos por ele e puxar. Não era a toa quando ele me fodia de quatro me puxando pelo cabelo. Sentado vi aquele corpo musculoso ao meu lado. Ele parecia procurar o melhor angula para passar a maquina. Logo ouvi o barulho da maquina ligada e passou a passou direto no meio da minha cabeça.

- Que porra é essa de “vamos esperar até tudo voltar a ser”. Já voltou – disse passando a maquina aos lado. Aos poucos fica meu cabelo caindo em moitas no meu colo. - Teve sim um momento complicado entre a gente, mas isso não altera absolutamente nada na nossa relação. Eu decido como as coisas vão ser aqui, não você.

Podia ver o pau dele duro pressionando o short enquanto falava.

Ele passou a máquina quatro em toda a minha cabeça. Depois tirou o pente e fez o pé. Olhava meu cabelo raspado estranhando. Não passava máquina nele há muito tempo. Agora, com a cabeça raspada eu parecia ganhar outra identidade.

- Bem diferente – disse ele me avaliando pelo espelho. - Agora vamos tira a barba.

Nessa hora levantei da cadeira.

- Não vai tirar minha barba não! - disse me afastando dele. Ele não tirava a barba há anos. Meu rosto era bem redondo, a barba ajudava moldar a minha mandíbula, deixando ela mais reta e preenchia o meu queixo, que era fino. Sem a barba meu rosto ficava horrível.

Ele me olhou por um tempo calado.

- Já apanhou de fio? - disse ele indicando o fio que ligava a máquina com os olhos. - Eu já, dói tanto quando cinto. Acho que até mais.

- Mas vai ficar feio – disse para ele sentindo o estômago pesar. Aquilo sim mexia com minha autoestima.

- Fodas – disse ele ligando a máquina, o tom de voz autoritário. - Vai ficar com vergonha? Isso é para se lembrar todas vez que olhar no espelho que está sem barba e com cabelo curto porque seu macho mandou. Vai se lembrar de mim a todo instante, pois a barba o cabelo é o começo. Agora senta aqui.

- Mas…

- Senta agora porra! – disse ele dando um tapa. Eu defendi com o antebraço e ele parou. Ficou um tempo me olhando, sério. Eu abaixei o braço e o tapa veio na mesma hora, com um audível plaft no meu rosto. Dessa vez mais forte que os demais. - Senta e espera que vou ao banheiro buscar o barbeador, ia ser com a máquina para ficar um pouco maior, agora vai ser com o gilete. E pode esquecer essa barba por um bom tempo. Agora faço questão que ela seja feita a cada quinze dia, igual o seu cabelo.

Sentei novamente enquanto ele saiu do quarto. Minha mão acariciava o local que tapa. Esse foi forte, fiquei com medo de deixar marca.

Ele voltou com o barbeador e um creme. Logo ele molhou meu rosto com uma toalha e passou o creme. Depois de um tempo ele começou a passar o barbeador, tirando minha barba toda. De repente olhava uma pessoa no espelho que eu nem reconhecia. Ele olhava também, talvez com a mesma impressão que eu. Eu tinha rejuvenescido uns cinco anos. E também estranhava o cabelo muito curto.

Ele secou meu rosto liso, me olhando pelo reflexo espelho.

- Outra pessoa – disse ele avaliando meu rosto sem barba.

Eu ainda estava em choque.

Ele tirou o pau para fora, a rola grossa e dura surgiu, toda babada. O cheirão de rola de macho dele subiu. Meu pau ficou duro. Eu coloquei a mão no pau duro dele e ele pulsou. Eu cai de boa na rola pentelhuda. Ele me pegou pela nuca e socou a rola dele dentro da minha boca. Na mesma hora engasguei com aquele pau imenso, tentei sair mas ele segurou pela nuca mais forte e me impediu de sair.

- Aguenta – mandou ele enquanto me pressionava. Eu engasguei e quase vomitei. Ele tirou o pau da minha boca, todo babado. - Que frescura da porra. Tenho que começar a fuder mais essa garganta – colocando pau para dentro do short. - Agora levanta, passa a maquina aqui no meu cabelo.

Ele sentou-se na cadeira e me deu a máquina para eu raspar o cabelo dele. Liguei a máquina e comecei o processo. O cabelo dele estava curto então passei a máquina rápido. A barba já estava crescendo. Passa a máquina zero não faria tanta diferença.

- Pode deixar o bigode – disse ele.

Olhei para ele.

- Nunca me viu de bigode?

- Não, senhor.

- Está pequeno ainda, vou deixar crescer mais – disse ele sério, olhando o espelho. - Ja usou bigode?

- Não, senhor.

- Se prepare, vai usar em breve – disse ele. - Não hoje, afinal de contas já tirei tudo, mas quem sabe daqui algumas semanas.

- O rosto do senhor é quadrado, reto, fica bonito, meu rosto é meio oval, não combina com bigode – disse para ele.

- Não ligo muito pra isso – disse ele. - Sou eu quem vai decidir, e se eu quiser vai ser desse jeito, com bigode e cabeça raspada. Entendido?

- Entendi, senhor.

- Vou acabar com essa timidez sua em dois tempos – disse ele olhando o espelho enquanto passava a lâmina com muito cuidado. - Fica feio… - disse ele me imitando. - Fodas se fica feio. Vai fazer o que seu homem manda.

Fiquei calado, não sei ao certo o que senti com ele falando. Senti a autoridade que ele exercia sobre mim. Era como se não conseguisse desobedecer ele. Mais do que nunca lembrava, ele não era um namorado, era meu dominador.

Deixei o bigode dele depois de passar a lâmina. Olhei como ficou pelo reflexo do espelho. É aquela coisa, o homem que fica bonito de bigode fica bonito de qualquer jeito. Ele olhou no espelho averiguando se passei a máquina direito e depois olhou a barba.

- Gostou do visual do seu homem? - perguntou ele.

- Sim, muito – disse. De fato ele ficou lindo, mesmo que o bigode estivesse bem pequeno.

- Cara de homem não é? - perguntou ele me olhando.

- Sim.

- Você também está, parece mais novo sem barba, mas logo se acostuma – disse observando meu rosto sem barba. Estava me sentindo muito feio, mas, ao mesmo tempo, submisso a ele. Sentia que realmente não tinha escolha a não ser obedecer às ordens dele. - Não vai ver essa barba de novo tão cedo de novo – disse ele avaliando o próprio rosto. - Tava pensando em deixar somente esse mês para fazermos um teste, mas sua reação me fez mudar de ideia e esse vai ser seu visual permanentemente.

Eu assenti com um sinal positivo.

Eu varri os pelos e cabelos que estavam no chão e fui par ao banho, ele já estava lá com o chuveiro ligado.

Dentro do banheiro ele me colocou de joelho na porta do box e mandou um mijão direto na minha boca. A rola grande estava mole, eu só coloquei a cabeça dentro da minha boca e recebi o mijo, engolindo na mesma hora. O mijo saiu em abundante e morno, indo direto na minha garganta. Enquanto estava ajoelhado segurava nas coxas definidas dele, que não tinha tantos pelos quanto o peito.

- Limpa meu pau antes do banho – disse ele puxando a pele e revelando um pouco de sebo no pau. No momento que vi fui com a língua e comecei limpar a rola dele. No momento que comecei ela ficou dura.

- Seu pau junta sebo muito fácil – disse para ele quando entramos para dentro do box.

- Muita pele – disse Renan me entrando o sabão, a água morna caindo nele. Peguei o sabão e lavei cada pedaço do corpo dele, ensaboando tudo. A medida que passava a mão no abdômen definido dele senti meu pau ficar duro. O pau dele, enorme, pentelhudo, estava loco para entrar no meu cu novamente.

Eu me virei achando que ele ia me enrabar ali mesmo no banheiro, mas ele deu um tapa forte na minha bunda e disse que ia me foder na cama.

- Tem algo preparado para você – disse ele passando o sabonete nas minhas costas. - Vamos ter uma conversinha séria também.

Saímos do banho e nos secamos. E me mandou ir para o quarto e me deitar de bruços. Fiquei curioso para o que ele queria conversar comigo.

Quando ele voltou achei que ele ia chegar me fodendo de bruços, essa era posição favorita dele. Mas não, ele entrou no quarto segurando uma corda. Inicialmente retrai, achei que ele bateria com ela, apesar de que as surras eram exclusivamente de cinto. Mas não…

- Essa vai ser a primeira vez que vou te amarrar – disse para mim. Ele estava pelado com a rola dura babando. - Então vai ser somente os braços, mas nas próximas serão as pernas também.

- Eu não gosto disso…

Ele bateu com a corda nas minhas costas e eu retrai. Senti arder da mesma forma que o cinto arde.

- Não te perguntei o que você acha, só fala quando eu mandar – disse ele. - Continuando, hoje o castigo vai ser diferente. Gosto do clássico, como sabe. Bater de cinto, castigo ajoelhado olhando a parede. A disciplina geralmente a moda antiga, mas acho que diante dos últimos acontecimentos acho que vamos variar um pouco.

- Eu não fiz nada – disse para ele.

- Isso vai ser pela forma que falou comigo durante todo esse problema dos últimos dias – disse ele ajeitando a corda. - Você não esteve errado em nada com tudo que ocorreu na semana passada, mas me tratou com muita grosseria e falta de paciência. Mesmo que a gente brigue, você deve lembrar que eu mando na relação e qual seu papel aqui. Me tratou de forma desrespeitosa, deligou o telefone na minha cara várias vezes, me xingou… a lista não para. Nunca aceitei ninguém me tratar dessa forma. Repito, você não estava errado no motivo, eu também teria desconfiado, eu teria me sentido traído antes de tudo ser esclarecido, mas eu nunca teria te tratado com tanto desrespeito. O castigo de hoje é para você aprender como deve me tratar. Estamos entendidos?

- Não acho justo isso, estava com raiva, muito irritado...

- Não importa, sou seu dono e você não tem o direito de ser desrespeitoso comigo. Se ocorrer qualquer coisa semelhante, vai me tratar com respeito tal como eu trato você. Não aceito grosseria comigo, muito menos de um submisso.

- Mas…

- Se continuar questionando vou te amordaçar também – disse calmo e eu me calei. - Estamos entendidos sobre o motivo do castigo de hoje?

- Sim senhor.

- Ótimo!

Ele veio até mim, passou um pano no meu pulso e depois amarrou. Logo deu a volta com a corda nos pés da cama, depois a passou por debaixo da cama, enrolando-a no pé da cama do outro lado. Por fim me amarrou nos pulsos da mesma forma que fez com o outro. Fiquei praticamente deitado de barriga para baixo, braços ligeiramente abertos. Estava pelado. Tentei me mexer e notei que meus movimentos não estavam totalmente bloqueado, mas não conseguiria sair daquela posição. O braços se mexiam ligeiramente para cima ou para baixo, mas ainda ficava na posição que estava.

- Não está totalmente apertado então consegue se mover um pouco. Não vai atrapalhar na respiração, mas não consegue sair dessa posição. Vai ficar o resto do dia ai, a tarde toda e talvez, ao escurecer eu te solto. Quando me der vontade vou vir aqui te comer, socar rola no seu rabo, brincar com seu cu e te deixar ai. Nesse tempo pense no que conversamos. Mesmo que tenha razão, eu sou seu dono, o respeito não é negociável entre a gente.

- Confesso que a vontade que me deu foi de sentar a mão na sua cara varias vezes. Mas respirei fundo e disse para mim que a hora do seu castigo iria chegar – disse Renan finalizando o nó.

Eu engoli seco, meu pau tava duro, olhava por cima dos ombros e via ele, a rola grossa e grande dele babando de tesão. Ele olhava minha bunda com muita vontade. Logo ele subiu na cama, segurou cada lado da minha bunda com as mãos e caiu de boca no cu. A barba feita dele arranhou um pouco, a língua dele foi direto no meu cu enquanto ele se deliciava com ele. Que tesão! Era muito gostoso. Queria muito pegar na minha rola e bater uma mas não consegui.

Quando parou de chupar disse.

- Vou introduzir um plug anal em você e vou deixá-lo ai durante o seu castigo, só vou tirar para te foder – disse ele. Tentei ver por cima dos ombros e não consegui. Ele pegou um plug anal e colocou em mim. O plug entrou com dificuldade, não parecia ser tão pequeno. Senti o objeto entrando dentro de mim, a sensação me fez gemer.

- Vai passar muito tempo com ele a partir de agora – disse dando uns tapinha de leve no plug anal. - Vou para a sala assistir algo e tomar uma cerveja, depois volto aqui. Vou deixar você pensando em como deve tratar seu dono daqui para frente.

[…]

Fiquei um tempo ali naquela posição. Sem celular, sem nada para fazer, com um plug atolado no rabo. Quando contraia o esfincter o plug ameaçava entrada mais. Meu pau estava trincando de tão duro e me deu muita vontade de gozar inicialmente. Mas com o passar do tempo meu pau foi amolecando.

As vezes ventava frio pela janela, o que me deixava com um pouco de frio. Tentei me mover com mais força mas vi que a corda estava bem fixa. Sem nada para fazer Inevitavelmente pensei no ocorrido. E não apenas nisso, mas também em como Renan estava mais bruto que antes. Achei que esse lance todo com o João o deixaria mais tranquilo, acreditei de fato nisso, mas foi o contrário, Renan parecia gostar mais de mim e ao mesmo tempo parecia querer me dominar com mais intensidade.

Não sei quanto tempo fiquei naquela posição até ele entrar no quarto. Ele não disse nada. Apenas tirou o plug do meu cu. Por alguns segundos ele olhou e depois meteu a rola de uma vez. Senti a rola entrar inteira até o fundo. Quase vi estrelas na hora, doeu de mais. Então ele deitou em cima de mim, senti o peito peludo dele nas minhas costas, ele estava quente e a sensação dele em cima de mim foi boa. Logo ele começou a meter. As estocadas mais fortes que o habitual.

Senti a rola entrando fundo e comecei a gemer...

- Calado! Detesto ouvir gemido de viado enquanto estou metendo – disse ele socando a rola com força.

Segurei o gemido. Preso daquele jeito fiquei totalmente a disposição dele. Estava imóvel, ele poderia fazer o que quisesse comigo. E ele aproveitou socando a rola fundo, com força. Não tinha o que fazer a não ser satisfazer meu dono e deixar ele meter até gozar. O gozo não demorou e meu cu se inundou com a porra dele. Ele urrou quando terminou, forçando o gozo fundo. Pude sentir a porra dele entrando. Quando o gozo terminou, ofegante ele se levantou de cima de mim e sem dizer nada levou a rola suja até minha cara e passou ela, limpando o resto de porra na minha bochecha sem barba. Quando terminou de limpar a rola bateu com ela ainda dura no meu rosto antes de sair do quarto.

Fiquei mais um tempo naquela posição, agora com meu cu ardendo e cheio de porra escorrendo. Estava frio. O suor dele ainda estava em cima de mim e ele estava com cheiro de suor forte. O vento entrava pela janela me incomodando, ainda mais depois de suar com ele. Ele havia pegado pesado agora, cada estocada foi mais forte que a outra. E ele viu que estava sentindo dor, mas não parou. Parece que isso o deixou com mais vontade.

Não sei quanto tempo passou até ele voltar. Logo ele sentou-se em uma cadeira de frente para uma mesinha e abriu o notebook. Ficamos ambos em silêncio enquanto ele provavelmente trabalhava. Estava começando a ficar com frio.

Houve momentos que ele ligou para pessoas ou mandou áudio. Era como se eu não estivesse lá.

Depois de mais um tempo, que pareceram horas, ele veio até mim de novo, olhou como meu cú estava, avaliou um tempo. Tentei falar algo mas ele me mandou calar a boca. Logo ele subiu em cima de mim, senti o corpo dele quente esquentar o meu. Ele cuspiu no pau e novamente começou a meter. Meu cu estava ardendo e dessa vez estava sentindo dor. Comecei a me mexer tentando sair mas ele me segurou forte.

- Aguenta – disse enquanto metia. As estocadas fortes entravam fundo, a rola dele ocupava todo o meu cu. Ele soltava alguns gemidos másculos enquanto não podia gemer. Estava praticamente imóvel. Queria sair mas ele me segurava com mais força. Tentei novamente tira ele de cima de mim e ele parou - Já disse para ficar quieto, se eu levantar daqui vai ser pior, eu vou pegar o cinto e vou te deixar muito marcado. Aguenta calado até eu gozar – disse ele. - Está doendo? É para doer mesmo. Só aguenta – disse voltando a socar com força. Senti o peso dele todo sobre mim enquanto a rola dele era socada funda. O cheiro dele me invadido, um cheiro de suor forte, até um pouco ardido. O leite veio, não tão farto quanto da outra vez, mas com a mesa agressividade. Enquanto gozava ele soltava uns gemidos másculos até parar de ser mover.

Novamente ele saiu de cima de mim e olhou a rola, quando veio até mim para poder limpar a porra no meu rosto ele viu que tinha um pouco de sangue nela.

- Dessa vez foi sem dó – disse ele olhando o pouco de sangue na cabeça do pau. - Se tinha alguma prega foi embora.

Logo, sem limpar a rola ele sentou-se novamente de frente para o notebook e voltou a trabalhar. Eu por outro lado estava todo dolorido, o cu ardendo muito, a rola dele escorrendo e deixando minhas pernas bem meladas. Isso era ser submisso de um macho como ele.

Meu pau estava tão babado que acho que gozei. Estava todo melado na região da virilha. Respirei fundo e não disse nada. Fiquei o meu castigo, dessa vez não desejando que ele voltasse a me comer.

Estava quase escurecendo quando ele se sentou na cama. Ele encostou as costas na cabeceira e ficou ao meu lado. Ele mexia no celular, a luminosidade da tela iluminou o quarto que agora estava ficando escuro.

- Marcou onde eu bati a corta – disse ele depois de um tempo, passando mão. Estava dolorido. - É o que ganha por não ficar calado quando eu estou falando.

Ele passou a mão calejada nas minhas costas levemente suadas.

- Viu que não é fácil a vida de submisso – disse ele me acariciando. - Vai doer, bastante, mas você vai gostar.

Eu não disse nada. Ficamos mais um tempo em silêncio.

- Pensou na forma que tratou seu homem?

- Pensei, senhor – disse para ele. - Me desculpe. Vou conversar de foma educada da próxima vez.

- Próxima vez que me tratar daquele jeito de novo eu te bato, não importa qual seja a situação – disse ele, a voz autoritária de sempre. - Não é uma relação de igualdade, vai ser tapa na cara forte. Ja te bati na frente de um motorista de aplicativo, sabe que não vou ver problema algum em te dar uns tapas onde estivermos. Estamos entendidos?

- Sim, senhor. Não vou tratá-lo desse forma novamente.

Ele suspirou cansado.

- Vai sim – disse ele respirando fundo. - Seu apelido não é Estressadinho a toa. Quando fica estressado fala mais rápido do que sua mente pensa. Mas da próxima vez esteja pronto para apanhar onde estiver e de um castigo muito pior que esse.

Assenti.

- Vou deixar você mais uma hora ai enquanto termino umas coisas aqui no note – disse se levantando. - Não quero um pio seu até eu te soltar.

Logo o quarto estava silencioso novamente, salvo o dedo dele digitando no teclado do notebook ou o barulho do clique do mouse. Ele demorou um tempo, o quarto ficou escuro com o fim do dia e apenas a luz do note clareava o quarto. Quando ele terminou veio até mim novamente. Ele deitou sobre mim novamente, o pau duro relando a minha bunda.

- Se eu pudesse ficava te comendo aqui o resto do final de semana – disse ele. O corpo dele estava quente. Ter ele deitado ali era reconfortante. - Vou tirar você do castigo agora, vamos jantar e vou te levar para casa, amanhã eu trabalha cedo.

Quando me soltou senti o corpo doer devido o tempo na mesma posição. Acho que fiquei ali mais de quatro horas. Castigo pesado esse. Achei o sexo pesado de mais, ele nunca tinha penetrado daquele jeito.

Me levantei e vi que estava todo babado na região da virilha. A porra dele havia secado na minha perna e havia sujado o colchão.

- Essa semana vou te dar umas roupas novas, vamos começar a colocar essas mudanças em prática – disse ele na cozinha enquanto mexia no fogão. - Aquela camisa social azul clara que te dei essa semana, quero que coloque ela, tire uma foto e troque a foto do telefone e das redes sociais. Agora que tá com novo visual tá na hora de mudar as fotos também. Quero isso feito até amanhã a noite.

- Eu nem me acostumei com a cara sem barba e a cabelo curto – disse para ele.

- É só um corte de cabelo e um rosto sem barba. Esse é você – disse ele com tom de voz firme. - Não deveria ter vergonha de você mesmo. Faço questão que todos vejam seu novo visual. Quero todas as fotos trocadas e aproveita que estou deixando você mesmo tirar as fotos. Se reclamar de novo eu mesmo tiro a foto e coloco.

- Tudo bem, senhor, vou trocar ainda hoje – disse suspirando, um pouco receoso. Eu tinha algumas questões com autoestima. Ele pelo visto não ligava para isso.

- Ótimo.

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