A TRANSFORMAÇÃO DA MINHA ESPOSA RAFAELA CONTO 4

Um conto erótico de PAULO
Categoria: Heterossexual
Contém 6925 palavras
Data: 01/03/2026 19:46:14
Última revisão: 01/03/2026 20:38:58

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CHEGADA DE BRUNO A NOSSA CASA.

Para quem chegou até aqui, aconselho a ler os outros 03 contos para entender melhor toda a situação, se não quiser tudo bem . Peço desculpas pela demora mas aconteceram muitas coisas nesse meio tempo que me fez refletir sobre o que escrever e se deveria e eu não sou escritor nem faço cópia de ninguém.

Finalmente nós três sozinhos no mesmo ambiente, eu, minha esposa e Bruno.

Bruno elogiou nossa casa, disse que a sala era muito bem mobiliada, lhe ofereci algo pra beber, respondendo que no momento só queria água, então Rafaela na mesma hora se prontificou a buscar. Eu fiquei olhando ela indo buscar com aquele shortinho lilás onde pude perceber que usava uma calcinha asa delta que marcava na parte de trás. Fiquei tão vidrado naquela cena que não percebi se o Bruno também olhou.

– Então, será que nosso time ganha hoje? – (ele perguntou).

– Não sei, o jogo é difícil e fora de casa, mas vamos torcer. (eu disse).

Rafaela chegou um copo d’água sobre um pires.

-Rafa, não precisa de pires, pelo amor de Deus, não sou esses caras chatos criados na zona sul, e pode deixa que eu levo o copo na cozinha, vou tentar dar o mínimo de trabalho a vocês. (disse sorrindo).

- Quase não recebemos visitas ainda mais de alguém tão importante da empresa do meu marido. ( ela disse tentado ser simpática mas que realmente era verdade ).

– Pode falar, importante ou o filho do dono, não se preocupe, o importante na empresa é o Paulo, meu pai não toma nenhuma decisão relevante sem falar com seu marido, e o Paulo é meu amigo e você também ,e a propósito, posso te chamar de Rafa.

Ele já tinha chamado de Rafa algumas vezes, talvez para forçar uma intimidade e eu sabia que não gostava de ser chamada de Rafa, somente algumas vezes eu a chamava assim, só por implicancia.

-Eu não ligo, pode me chamar de Rafa, não gosto muito mas você tá perdoado, é nosso convidado…(ela disse sorrindo fazendo todos na sala sorrirem).

– Gente, eu não sei vocês mas eu estou morto de fome, onde é a churrasqueira, mas vou logo dizendo, eu sou o churrasqueiro e vocês são meus convidados da casa de vocês e amanhã podem pagar uma faxineira para limpar a casa que tudo é por minha conta.

Minha mulher sorriu dizendo que não precisava, então fomos a área dos fundos onde ficava a churrasqueira. Nessa área ficam além da churrasqueia, uma área gourmet, um gramado com uma pequena piscina, alguns aparelhos de ginástica e musculação que às vezes usamos para treinar, tem uma esteira elétrica, um aparelho de agachamento e uma estação de musculação semiprofissional.

Então começamos os preparativos. Bruno pegou as ferramentas e começou a preparar o churrasco, minha esposa perguntou a ele se poderia ajudar mas recusou, que era tudo com ele, e se não fosse abusar gostaria de beber uma cervejinha. Eu estava preparando uma pequena mesa para nos sentarmos. Rafaela então veio com três cervejas o que eu estranhei já que dificilmente ela bebia cerveja.

– Vai beber cerveja hoje, vejo que está animada.(falei pegando o saco de carvão e entregando ao Bruno).

– Hoje é meu dia do lixo, só uma cervejinha ou duas, acho que não vou ganhar superquilos, e você vive dizendo que não bebo quase nada e quando resolvo beber um pouquinho você repara (falou rindo).

Bruno a olhou de cima a baixo sem maldade alguma, eu acho, então falou:

-Mulheres estão sempre meio quilo acima do peso desejado, mesmo estando maravilhosas, gostosas e com a saúde em dia, isso é normal Paulo, não esquenta, sua esposa não é diferente das outras.

A palavra “gostosas” foi uma surpresa pra mim, me pegou em cheio por algo que não esperava, olhei para Rafa, ela estava sorrindo, não sei se para apenas mostrar uma naturalidade com o “elogio” muito direto.

Eu olhei para Bruno com uma cara de poucos amigos, ele percebendo a situação começou se explicando colocando alguns espetos na churrasqueiro.

-Bruno, acho que me expressei mal sobre gostosas, falei isso generalizando porque as mulheres vivem dizendo que estão acima do peso mesmo estando em forma além que……

Rafaela o interrompeu.

– Não tem problema, eu gostei do elogio, qual mulher não gosta de ser elogiada, esta perdoado novamente.

Eu e Bruno olhamos pra ela pela resposta direta e inesperada, ficou um pouco sem graça e bebeu toda a cerveja que estava no copo e falou.

– Nossa gente que calor, eu nunca tinha bebido essa cerveja, realmente é gostosa. (disse se abanando ).

-Tudo nessa casa este gostoso hoje. (Disse Bruno e os dois caíram na gargalhada e eu me mantive mais sério com uma cara de poucos amigos).

Bruno pediu mais uma cerveja, Rafaela foi buscar e na volta veio com uma aberta e bebendo.

– Você nunca bebe mais de uma cerveja, não acha que está bebendo muito?. (eu disse).

– Não amor, está uma delicia essa cerveja, vou beber só mais uma. (ela disse sem me olhar nos olhos, talvez para não ver minha reação).

- Vou por uma música pra gente ouvir, nada muito alto, que ritmo vocês preferem, vocês teriam alguma caixinha de som? ( Bruno perguntou).

Rafaela pegou nossa caixinha de som que esteva na gaveta e lhe entregou. Bruno emparelhou seu telefone com a caixinha e colocou um pagode do Zeca Pagodinho.

-Bruno, você gosta de pagode ? Playboy criado na zona sul não curte essas coisas, olha amor não sabia que seu chefe curtia esses ritmos de suburbanos, você nunca falou isso pra mim. (Rafaela falou de um jeito espontâneo olhando pra mim onde percebi que a cerveja já lhe causava alterações, nada muito exagerado mas eu conheço a esposa que tenho e o fraco pra bebida que tem).

- Já falei, não sou desses caras da zona sul cheio de marra, curto um pouco de tudo, mas o que amo mesmo é rock, mas eu fiquei curioso, que mais vocês falam de mim entre quatro paredes?. ( Bruno falou olhando para Rafaela ).

Ela deu uma corada, olhou pra mim, tentei desviar o olhar mas não consegui, ela então bebeu de um gole só o que restava da segunda cerveja. Será que Rafaela desconfiou de algo?. Bruno se virou mexendo nas carnes na churrasqueiro, mas pude ver seu sorriso pelo canto da boca, de fato ele estava indo acelerado demais, com muita cede ao pote.

- Ia quase me esquecendo, um trouxe um presente para vocês. ( bruno foi na sala e voltou com uma sacola entregando nas mãos de Rafaela ).

- Não precisava Bruno. (ela abriu a sacola e pegou um copo Stanley do flamengo e um conjunto de academia com o logotipo do Flamengo da cor vermelha, um short e um top).

- Nossa que lindo, é da Adidas, eu adorei Bruno, muito obrigada, mas realmente não precisava .

O short era um pouco menor dos que costumava usar , Rafaela pegava no tecido olhando na frente e atrás provavelmente pensando como caberia naquele short.

- Gostaria que vocês já usassem meus presentes para assistir ao jogo, tenho certeza que dará sorte ao nosso time de coração, estamos entre amigos, quero que se sintam à vontade comigo aqui.

Rafaela pegou a sacola colocou o presente de volta falando que levaria para o quarto, subiu as escadas nos deixando a sós me dando a oportunidade de conversar abertamente.

- Bruno, você não acha que ela vai usar aquilo em casa com você presente , aquela peça é muito pequena, e nem acredito que você tenha comprado numa loja oficial do flamengo, aquilo parece roupa de sexy shop, além de que a chamar gostosa foi muito deselegante. (eu disse pra ele dê um modo áspero tentando me impor).

- Paulo, você está se mostrando um marido liberal muito arredio, não se esqueça que eu sei de tudo, sei a fantasia de vocês comigo presente, deixa a coisa rolar, minha parte eu vou fazer, não vou tocar no assunto que eu vi o vídeo da sua mulher me desejando e acho que você curte também . ( ele disse sorrindo abrindo uma cerveja e me oferecendo outra ).

- Não sou marido liberal, te disse que aquilo é só uma fantasia e minha esposa nunca fará nada daquilo, foi um momento íntimo entre quatro paredes que infelizmente foi exposto para você. (tentei mais uma vez persuadi-lo mas já com um tom mais amigável, afinal eu estava sendo encurralado e o vídeo não restavam dúvidas).

- Faz o seguinte, sobe la, leva uma cerveja e convence ela usar a roupa que comprei , só isso que te peço, ou melhor, faz isso e você não vai se arrepender, e se se rolar rolou, fica só entre a gente e na sua casa. ( ele falou de um modo que nunca tinha visto, parecendo muito impaciente, foi como se fosse uma ordem direta de chefe para empregado).

Eu peguei uma cerveja e subi as escadas pensando no que estava fazendo, e não sei porque meu pau dava sinais de vida, aquela situação estava mexendo comigo.

Entrei no quarto e que visão, minha mulher tinha vestido o shortinho que deixava uma boa parte de seu bumbum a mostra, ela se olhava no espelho. O top era normal deixando seus belos seios comportados.

Fui a agarrando por trás fazendo meu pau explodir, ela colocou a mão pra trás o apertando.

- Nossa, tem alguém que tá animadinho hoje, que pau duro é esse, mas relaxa que temos convidado. Agora vou tirar esse short e descer, me espera lá embaixo. ( ela disse já tirando o short )

- Não vai tirar , você vai descer com ele, o Bruno quer que você use esqueceu ?( disse a olhando pelo espelho ).

- Você está doido que vou usar isso, é muito curtinho e meio transparente, talvez na academia, e quem ele pensa que é, dando ordens para que eu use.

Falou já pegando a cerveja da minha mão dando uma boa golada. Eu só a observava naquela roupa que a deixava mais gostosa que já era, ela percebendo que eu estava com tesão e talvez pela bebida ingerida perguntou de um jeito sacana:

-Quer mesmo que eu desça com essa roupa, seu chefe vai me secar, não vai ficar com ciúmes?.

-Quero sim, qual o problema, vamos brincar um pouco, como a gente faz na cama, quando a gente fantasia. ( eu disse a apertando aimda mais).

- Não sei amor, o que pode pensar de mim, eu sou uma mulher casada e aquilo é só pra gente apimentar nosso casamento, o único homem que desejo é você, mas vou pensar no seu caso, vai descendo que tenho que fazer xixi.

Desci as escadas e para minha surpresa bruno estava sentado no nosso sofá na sala, sem camisa, bebendo uma cerveja, com os pés na mesinha e assistindo TV.

- E ai cadê a Rafaela? ( me perguntou ).

- Foi ao banheiro, e você não acha que está abusado demais, sem camisa, praticamente deitado no sofá, coloca a camisa cara.

Ele se levantou, chegou bem próximo de mim com uma cara séria e deu uma gargalhada espontânea.

- Paulo relaxa, precisava ver sua cara, é que estou me sentindo bem na sua simpática casa com sua esposa gostosa.

Quando eu ia falar que ele estava sendo muito grosso em me falar essas coisas, Rafaela desceu as escadas usando o shortinho que tinha ganho de presente. Se mostrava tímida e acanhada ainda mais com nós dois a olhando com cara de desejo que ela dever ter percebido .

Bruno deu uma secada na Rafaela de cima a baixo:

- Rafaela você ficou ótima, está realmente em forma, Paulo tem muito sorte de ter uma mulher como você em casa, poderia dar uma voltinha, só pra eu ver se acertei o número. (ele pediu ).

Antes que eu pudesse intervir, ele foi pegando levemente em sua mão fazendo com que seu corpo rodasse a fazendo desequilibrar, ele a segurou por trás e seus quadris se tocaram. Ela rapidamente se afastou como alguém que leva um choque.

- Nossa, deve ser o efeito da cerveja, me senti tontinha, ainda bem que você tava próximo para me segurar. (disse sorrindo para Bruno ).

- Não iria deixar você cair, vejo que acertei o tamanho, menor seria muito vulgar e maior seria um desperdício de pano. Você realmente está maravilhosa, uma panicat.

- Não sou isso tudo, são seus olhos. (ela disse se observando ).

- Não seja modesta, você sabe que está em forma, os homens devem te comer com os olhos. Na academia deve fazer sucesso. (Bruno)

-Homens são bobos e tarados, mas você também esta em forma. ( ela falou para Bruno ).

Rafaela ficou olhando para o corpo meio suado do Bruno. Realmente o cara estava definido ao extremo. O olhar de Rafaela foi sutil mas percebi que deu uma boa analisada no Bruno. Os dois ficaram trocando elogios por alguns segundos como se eu não estivesse ali.

- Faço minha parte sem exageros, quer que eu também de uma voltinha para você apreciar? Acho que Paulo não teria ciúmes?. (ele disse rindo já se virando )

Não esbocei nenhuma reação, minha mulher corou com aquela pergunta. Pra onde aquilo estava indo ? Meu chefe flertando com minha esposa na minha casa e eu só assistindo fazendo eu me sentir dentro de um filme pornô cuckold. Mas meu último resquício matrimonial entrou em cena, a agarrei por trás e falei:

- claro que ficaria com ciúmes, Rafaela é meu tesouro. ( eu disse dando um selinho em seu rosto ).

- Eu também ficaria, vamos para a churrasqueira, a carne esta pronta, Rafa pega mais uma cerveja pra gente. ( Bruno “ordenou” enquanto se dirigia a área da churrasqueira ).

Trouxe três cervejas, dessa vez eu não falei nada pois ela já estava na quarta ou quinta cerveja.

Começou a tocar um samba do pique novo que minha esposa adora fazendo com que começasse a sambar devagar mexendo os quadris suavemente, ela realmente estava se sentindo feliz.

-Estou vendo que você é uma pé de valsa, tem que me ensinar a dançar, eu sou um desastre. ( Bruno falou enquanto cortava a carne observando a dança de Rafaela).

-Eu quando era mais nova adorava dançar mas depois que casamos optamos por ficar mais em casa. Vem amor vamos dançar ?. (Rafa me chamou ).

Começamos a dançar sob os olhares do Bruno que saboreava um pedaço de carne e bebia sua cerveja. Conforme nós íamos dançando o shortinho de Rafa entrava em sua bunda e ela tendo que retirar as vezes. Bruno não perdia um detalhe daquele show particular que proporcionávamos e teve um hora quando Rafaela foi ajeitar mais um vez o short, ela a olhou diretamente nos olhos . Bruno veio com a tábua de carne em nossa direção.

- Amigos, a carne está deliciosa. Prova só essa picanha, está ao ponto, espero que goste.

Bruno levou um pedaço de carne na boca de Rafaela enquanto ela dançava comigo. Ela saboreou dizendo que realmente estava uma delicia pedindo mais, então Bruno novamente pegou outro pedaço e levou a sua boca.

-Eu acho que ela já sabe comer sozinha, já não é mais neném. ( eu disso pegando um pedaço pra mim ).

-Ficou com ciúmes, Paulo, toma também um pedaço na sua boquinha. (ele veio com um pedaço que claro recusei ). Nós sorrimos pela brincadeira.

A música terminou e começou a tocar um sertanejo romântico, nos sentamos a mesa para comer Já passava das 14 horas. Comemos, bebemos e conversamos. Rafaela já estava bem alegrinha com seus olhos pequenos, rindo de qualquer coisa e falando alto.

- Bruno, e quanto a sua vida amorosa , não tem namorada ? ( Rafaela perguntou ).

- No momento não, apenas saindo e me divertindo, quem saber um dia eu sossegue com alguém, mas estou feliz assim. ( ele disse a olhando nos olhos ).

- Paulo falou que você tem fama de pegador na empresa. ( Rafaela perguntou me olhando ).

- Rafa, isso é da intimidade dele, não devemos nos meter. ( eu disse a olhando com ar de desaprovação ).

Não acredito que ela tinha feio esse comentário pois demostrava que falávamos dele na nossa intimidade e isso era um trunfo para Bruno que como suspeitei não desperdiçaria.

- Vocês falam muito de mim entre quatro paredes , estou curioso, quem mais falam de mim, mas pelo que percebi hoje somente coisas ruins, mas eu não sabia que tinha essa fama, pelo que percebo eu deixo as mulheres felizes e satisfeitas em todos os sentidos, talvez elas queiram algo mais que isso que não posso proporcionar , um namorado por exemplo, mas não é o momento, só quero curtir, tudo tem seu tempo ( ele disse saboreando mais um pedaço de carne).

Rafaela estava sentado ao meu lado bem coladinha e Bruno a nossa frente, não sei o que deu nela, pegou na minha perna e foi subindo pegando no meu pau e apertando, meu pau estava duro como pedra, ela virou-se pro lado e me beijou sob os olhares do Bruno. Até que começou a tocar um funk das antigas do Claudinho e Bochecha, Rafaela se levantou falando que adorava aquela musica começando a dançar com um copo de cerveja na mão deixando eu com Bruno a mesa.

- Paulo, sua mulher é maravilhosa, olha aquele corpo e sei que você não dá conta dela sozinho, por isso que você tem essa fantasia, ela tem um fogo (Bruno usou dessa vez expressões mais séria).

- Para de falar isso da minha mulher na minha frente, já está aqui na minha casa, o que você quer mais, daqui a pouco começa o jogo, vamos assistir e terminar com isso. (eu disse tentando deixar as coisas mais ordenas ).

- Relaxa cara, é só um elogio, que homem não gosta de ter uma mulher gostosa que chama a atenção, eu mesmo, se tivesse uma namorada ou esposa não iria querer exclusividade.

Ele sorriu me olhando nos olhos. Rafaela dançava freneticamente sob nossos olhares como se não estivéssemos ali, rebolava, colocava a mão no joelho deixando a gente louco. Ela chegou mais perto, já estava toda suada deixando seu short úmido nas beiradas.

- vem amor, vem dançar comigo. ( me puxou tão forte da cadeira que tive que levantar rápido para cair, quando fiquei de pé todos olharam para o volume que tinha se formado, minha esposa não falou nada mas Bruno não perdeu a oportunidade )

- Paulo, está de barraquinha armada, também pudera, eu te entendo mas eu estou tranquilo, não vou passar esse micão. ( os dois sorriram me deixando constrangido).

-ai amor, desculpa, não sabia, mas vejo que você gosta de mim. (ela disse sorrindo ).

-Vou dançar com sua esposa, vou fazer esse sacrifício. (bruno se levantou da cadeira e foi em direção a Rafaela que tomou um susto me olhando para ver minha reação e como quem cala consente, começaram a dançar ).

No início era um funk normal, desses da antiga tipo Claudinho e bochecha, mas depois começou um verdadeiro proibidão, esses que falam de putaria, parecia que Bruno tinha calculado tudo. Rafaela ficou mais elétrica ainda, acompanhado o ritmo mais acelerado do Batidão. Ela não se preocupava mais em tirar o short que entrava fácil pela sua bunda. Até que Bruno chegou mais perto, mais perto e os corpos se encontraram, Bruno já estava suado. Rafaela esticou os braços e colocando por cima dos ombros de Bruno enquanto ele a segurou pela cintura. Ele realmente não tinha muito ritmo para dançar mas isso era o menor dos problemas. Rafaela estava em transe, ela estava de costas pra mim, então ela olhou pra mim por cima do ombro se virou e começou a rebolar . Ele falou algo em seu ouvido que a fez olhar pra o pau de Bruno tomando um susto . Sua barraca estava começando a armar, e não era um barraca normal, terminou a música e começou outro funk proibidão. Rafaela olhava em minha direção como esperando uma ordem de parada, um direcionamento ou um basta, mas eu olhava fixamente .

Paulo falou novamente algo em seu ouvido que a fez tentar sair de seus braços, mas ele a puxou novamente falando em seu ouvido, Rafaela olhou pra mim com um olhar misto de tesão e vergonha e falou :

- Amor pega uma cerveja pra gente, estamos mortos de sede.

- Se você quer beber vai la e busca você . ( eu disso com um ar irritado ).

- Vai lá Paulo, faz esse favor pra gente, você não esta dançando mesmo.

Eu estava recebendo ordens na minha casa, da minha esposa e do meu chefe, estava ali daqui pra frente para servir e o pior que eu gostava da situação de todo o ambiente “adúltero” que tinha se formado. Fui então a copa pegar as cervejas o mais rápido possível , quando retornei os dois tinham voltado para a o posição inicial de frente só que com seus lábios quase se tocando. Fui na direção dos dois com as cervejas, Rafaela quando percebeu minha presença voltou um pouco a realidade. Os dois pararam de dançar e começaram a beber. O suor dos dois pingava deixando o chão molhado e melado.

-Nossa que calor, e olha esse chão, vou pegar um pano ….. ( Rafaela nem terminou de falar então Bruno )

- Pode deixar que o Paulo faz esse trabalho, hoje é seu dia de Rainha, acho que ele não vai se importar , vai Paulo ?? (ele olhou pra mim com aquele ar e superior).

Então sem falar nada fui na lavanderia peguei um pano , quando voltei os dois falavam algo que não pude decifrar então comecei a secar o chão.

- Nossa amor, hoje você esta tão bonzinho, isso tudo é pra impressionar seu chefe, você não costuma executar serviços domésticos . ( Rafaela veio me dando um selinho já com um gosto forte de cerveja ).

- Hoje ele vai fazer coisas que nunca fez mas sempre sonhou, não é meu amigo ?? ( Bruno falou dando um golada na cerveja ).

Rafaela ficava com uma cara de paisagem sem entender ou fingindo não entender. Bruno sentou-se no sofa todo suado com seu pau meia bomba. Eu terminei de secar o chão e falei que ia ligar a TV que o jogo já ia começar.

-Acho que nós não estamos muito interessados em assistir esse jogo . ( Bruno falou com um jeito sarcástico ).

- Como assim, claro que estou interessado, se não quiser pode pegar suas coisas e ir embora . ( eu disse já me dirigindo para porta de saíde ).

- Pergunta a Rafaela se ela quer assistir ao jogo ?? ( Bruno falou de um jeito desafiador ).

Rafaela ficou muda, olhando pro lados, como se não quisesse responder, ou que a resposta já estivesse desenhada no ambiente que tinha se formado, Bruno então olhou pra Rafa e falou

- Senta aqui do meu lado, bem pertinho ? ( Bruno falou pra Rafaela ).

Rafaela não olhou pra ele, olhou pra mim como se fosse eu que tivesse feito o convite. Na verdade eu no fundo que dava ar ordens ali mas os meus desejos eram justamente os que eles queriam.

- Paulo, sua esposa além de muito gostosa é obediente, manda ela sentar do meu lado, pode ligar a TV se quiser.

Ficou um silêncio no ambiente, aquele momento era o limite entre o sim e o não, então eu me dirigi pra TV peguei o controle e liguei a TV , bebi um gole de cerveja para depois pôr a culpa no “mardito” álcool e falei pra Rafaela.

- Vai amor, senta do lado dele, acho que podemos assistir o jogo e fazer outra coisa que a gente desejar, vamos juntar o útil ao agradável, quem tá na chuva é para se molhar . (falei ).

Bruno sorriu. Rafa naquele momento não mostrou felicidade, mostrou uma cara de desaprovação, como que esperasse de mim um “não vai sentar e menda o Bruno embora”, ela naquele momento jogou toda a responsabilidade pra mim para a deixar livre e sem remorsos, mas eu não mudei de ideia, então ela se sentou do lado do Bruno, ele a abraçou aproximando o rosto para beija-la, mostrou uma leve reação momentânea que logo se dissipou. O que começou com um beijo suave logo se transformou num beijo selvagem onde as línguas apareciam e estalavam. Os dois alternadamente olhavam pra mim mas logo fechavam os olhos, ele então puxou o cabelo de Rafa pra trás e com a outra mão subiu seu top revelando seus peitos com as áureas rosadas e imensas.

- Nossa, Paulo, que coisa linda que você tem em casa, posso chupar os peitos da sua esposa ?

Dessa vez Rafaela não olhou pra mim, apenas mantinha os olhos fechados.

- Pode sim , Bruno . ( eu falei já apertando meu pau ).

então ele começou a chupar e sugar seus peitos deixando marcas onde passava, ela delirava de prazer. Ele alternava a beijando na boca e seus seios.

Ele parou de chupar se inclinou mais no sofá e mandou Rafaela por seu pau pra fora mas sem tocar. Ela foi aproximando sua mãozinhas bem devagar como uma criança prestes a fazer uma travessura e finalmente desembrulhou seu presente, tinha ter uns 22 centímetros (depois conferimos ) e era grosso, Rafaela se assustou e eu também não fiquei atrás com o espanto.

Rafaela olhou pra mim como me querendo passar a merda em que estávamos entrando, ela literalmente .

-Já viu um assim pessoalmente ? ( ele perguntou )

Ela gesticulou negativamente. Ele pegou no pau como se fosse um troféu.

-Olha a grossura, olhas as veias, tá vendo o pré gozo saindo? Tem muito leite pra sair, do seu marido é assim ? (ele perguntou olhando pra mim ).

Rafaela balançou levemente negativamente com a cabeça.

-Paulo, coloca seu pau pra fora, sei que tá doido pra tocar uma punheta, quero ver o tamanho disso ai, vamos comparar.

Eu compactuando com a minha própria humilhação, deixei a mostra meus 14 cm de pênis, fino e sem veias. Bruno olhou pra meu pau mas não sorriu como eu esperava :

- Muito bom, um pau fino de abrir cu, o Paulo come seu cu ? ( Bruno perguntou para Rafa enquando continuava alisar seu pau ).

-Nãããooo, eu, eu , tenho nojo, é sujo, não é certo e dói muito. ( ela disse com cara de assustada ).

- Ta vendo meu pau vadia, isso sim dói e eu vou comer seu cu, não hoje porque sei que será impossível e desagradável, mas seu marido vai passar a comer seu cu, preparar pra mim e quando chegar o dia eu vou possuir deu rabo, e sei que vai gostar.

Rafaela olhava pra mim e eu não falava nada, apenas consentia mentalmente.

Ele colocou uma mão no pescoço de Rafaela que deu uma suspirada, puxou seu rosto e novamente começou a beijá-la ainda mais selvagem, suas línguas se entrelaçavam fora da boca, ate que ele afastou e deu a ordem dela manter a boca aberta, então ele deu uma cusparada em sua boca com parte dos cuspe pegando em seu nariz. Ela fez uma cara de nojo e ele pegou seu pescoço novamente e a beijou ainda com mais saliva devido a cusparada. Eu assistia aquilo com o coração a mil. Ele a parou de beijar e mandou novamente ela abrir a boca, dessa vez o cuspe veio seguido com um tapa em sua cara, não leve nem forte , de um jeito moderado que a fez mover levemente o rasto ficando a marca dos dedos de bruno em seu rosto.

- Quer chupar meu pau sua vadia ? Pede permissão ao seu marido . ( bruno falava furiosamente ).

- Amor, posso chupar o pau do Bruno?. ( Rafaela ).

Eu consenti com a cabeça.

- Vem aqui , sente o cheiro do meu pau de macho.

Rafaela obedeceu dando um boa cheirada , depois mandou ela lamber a cabeça lambendo o pré gozo que escorria pelo pau.

-Isso vadia, chupa a cabeça, se delicia com algo que nunca sentiu, olha pro seu marido corno enquanto chupa, olha como ele tá aprovando, mostra pra ele a vadia que você é, chupa meu saco , lambe ele tudo. ( Bruno falava com um ar de debochado pegando seu saco e esfregando na língua de Rafaela )

Ela chupava e lambia como um doce e olhava pra mim com um misto de tesão e medo.

- vem cá bruno, senta aqui no braço do sofá, Rafael, da um beijo no seu marido, mostre a ele que o ama, mas um beijo apaixonado, de namorado.

- Que , não vou faz isso, ela acabou de lamber seu pau e suas bolas . ( eu falei com convicção duvidosa ).

- Vai sim, esquece o gosto pense na boca de sua mulher, da sua amada esposa. (ele disse ).

Rafaela então veio pra mais perto de mim e me beijou carinhosamente, um beijo de namorados como em nosso primeiro encontro. Senti o gosto forte de baba e gozo em sua boca que se misturou com o gosto da cerveja. O beijo estava gostoso mas Bruno a puxou pelos cabelos com força fazendo um “ai” sair da boca de Rafaela, e começaram a se beijar feito dois animais, enquanto Rafaela punhetava o pau de bruno

- Pega na mão dela, de apoio a sua mulher, esta fazendo isso por sua causa ( Bruno falou ).

Então peguei na mão da minha esposa enquanto ela beijava, sua mão estava gelada e suada, a outra mão a esquerda com a nossa aliança de casamento, punhetava o pau de bruno com força .

Ele a mandou ficar em pé na minha frente.

-Quero que você tire o short dela com a bunda virada pra mim bem devagar, pode a beijar se quiser.

Então Bruno novamente se reclinou no sofá bebendo um gole da cerveja que provavelmente já estava quente, eu posicionei Rafaela de costas próximo a ele e comecei a baixar o shortinho bem devagar, sua calcinha presta asa delta estava toda enfiada em sua bunda, Quando chegou no meio das coxas, Bruno não resistiu e começou a beijar sua bunda mas sem tirar a calcinha. Rafaela deu um suspiro empinando instintivamente sua bunda, então a beijei suavemente como namorados . É uma experiencia única, beijar sua mulher enquanto outro macho beija sua bunda.

Ele afastou sua calcinha pro lado.

- Sabia que seu cu era virgem, mas um dedo ele vai levar hoje. (ela disse)

Ele levou o dedo indicador até a boca da Rafaela que lubrificou com sua baba, ela chupava como se fosse um pau e isso tudo e menos de um palmo do meu rosto. Então ele começou a enfiar o dedo em seu cu até então virgem . Ela reclamava dizendo que estava doendo, ele a mandou rebolar como se estivesse ouvindo um funk, a cada seção de rebolava o dedo entrava mais, ele meteu a metade de seu dedo e tirou, levou novamente próximo ao rosto de Rafaela.

- Ta vendo, a cor o cheiro de merda do seu cu, chupa limpa a porra do meu dedo cheio de merda do seu rabo gostoso, hoje não podemos ter nojo de nada.

Como estava próximo de seu rosto eu pude sentir o odor, mas ela não recusou e chupou com vontade sem fazer cara de nojo.

-isso vadia, a primeira fase já foi dada, chupa meu dedo com merda do seu cu, agora volta a beijar o corno do deu marido, ele esta ansioso para sentir o gosto do seu cu.

Nos beijamos e pude sentir o gosto amargo que até aquele momento nunca tinha provado. Senti Rafaela se assustando porque finalmente Bruno tinha introduzido todo seu dedo indicado em seu cu.

- Rebola vadia, isso, tira e coloca o dedo de volta, vai pra frente e volta, Paulo ajuda sua mulher. ( me deu uma ordem ).

Bruno ficou com o dedo parada, eu peguei a cintura de Rafaela movimentando para frente e para traz . Não havia mais dor no rosto de Rafaela apenas tesão.

Bruno tirou o short de Rafaela e me entregou. Ele se levantou a mandou se ajoelhar.

-Agora você vai chupar como uma vadia.

Ela começou a chupar com vontade o máximo que podia, mas pelo diâmetro de sua boquinha e a espessura do pau do Bruno, não conseguiu muito resultados.

- Chupa sua cadela, piranha, deixa eu bater com seu pau no seu rosto quero esse pau muito lambuzado.

Ele a chamava pelos nome mais chulos, ela chupava com vontade, lambia, cheirava, parecendo um animal no cio.

- Cospe na cabeça do meu pau, vai sua puta. ( ela obedecia no automático ). As vezes olhava pra mim esperando alguma reação , mas vendo que eu permanecia inerte ela continuava seu show pornô.

Ele uivava como se fosse um animal . Rafaela as vezes golfava saindo aquela baba grossa do fundo da garganta. Ele então com uma mão pegou por debaixo de seu queixo e com a outra em sua nunca e forçava com força para que ela engolisse mais, seus olhos lacrimejaram fazendo com que um melado escuro da maquiagem escorresse pelo sua face, eu tinha que fazer algo .

Eu me levantei e o empurrei fazendo com que se afastassem.

- Bruno, violência não, quer usar dela, use, mas violência eu não admito . ( eu disse colocando as mãos na cabeça ).

Ele pegou uma toalha que na mesa, secou o pau, me olhou e falou.

- Acha isso violência ? Que estou agredindo sua esposa ? Sabe quantas veze sela já gozou ? Acho que só porque não estamos fazendo amor trivial como você faz eu estou a agredindo ?. Vamos fazer o seguinte, perguntar a ela, se ela falar que não está gostando ,que estou a agredindo eu saio daqui, a gente finge isso nunca aconteceu, e você sabe que eu cumpro as minhas promessas . (ele falou sentando novamente no sofá).

Rafaela permanecia de joelhos no chão, descabelada, arruinada e babada.

- Amor, amor (eu chamei, ela demorou para responder ).

-oi. ( esboçou um mísero “oi).

- Ele esta te machucando, vou pedir pra ele ir embora, vamos acabar com isso, não precisamos dessa humilhação. ( eu supliquei )

Ela não respondeu, baixou a cabeça e começou a soluçar, eu suplicava para que falasse algo mas permanecia em silencio, por fim veio a bomba .

- Eu, eu, estou gostando, nunca me senti assim, é um tesão descontrolável, quero isso pra mim. E quanto a você , esta gostando de ver sua esposa sendo enrabada pelo seu chefe ??.

- Bem meus amigos, a DT está ótima e acho que já foi resolvida, Rafa vem aqui e continua chupando meu pau. (B).

Rafa foi engatiando ate onde Bruno estava e continuou o boquete violento . Ele comprimia sua cabeça contra seu pau fazendo Rafa dar umas golfadas. Por fim entrou mais que devia e Rafaela não suportou, o vomito começou a jogar por entre as pernas de Bruno.

- Puta que pariu, saiu toda a cerveja e a carne, pelo menos não vai ganhar kilos extras. ( ele disse sorrindo olhando pra Rafaela ).

Por incrível que pareça ela sorriu de volta, e continuou a chupar sem se importar com a imundice a sua volta.

- Paulo, para de ser bobo, aproveita que ela tá de quatro me chupando e chupa o cu dela, chupa a buceta, mas não come, eu que vou comer. (ele disse apontando a bunda da Rafaela ).

Eu então fui pro trás e cai de boca no seu cu e sua buceta, Rafaela então olhou por cima dos ombros e me falou .

- Chupa corno , chupa bem a buceta que daqui a pouco seu chefe vai entrar ai (disse com uma cara de sapeca ).

- Olha Paulo, a vadia tá se soltando. ( falou isso e deu um tapa em seu rosto ), ela sorriu e continuou a chupar.

Aquelas palavras e aquela cena me deixaram em transe total, não resisti e gozei para o meu despontamento.

- Caramba Paulo , você gozou, gozou 3 gotinhas ralas , por isso que não consegue fazer filhos. ( Bruno falou me deixando constrangido).

Bruno então se levantou e se posicionou onde eu estava, eu me sentei no braço do sofá para observar a tão esperada penetração.

- Não vou lubrificar a buceta da sua esposa porque sei que já fez isso com maestria. (ele disse sorrindo apontando o pau pra entrada de sua buceta ).

Ele começou a introduzir com calma, enquanto Rafa se contrai.

- Calma Rafa, só precisa se acostumar com o meu cacete, sua buceta é muito apertada, anos sendo comida por um pau ridículo fez seu canal fechar.

Ele introduziu a metade dizendo que era o suficiente, começou a tirar a colocar ao som dos estalos vaginais que estavam úmidos ao extremo.

- vem aqui bruno, abre a bunda dela pra facilitar. (ele me ordenou ).

Eu abria sua bunda vendo metade do pau entrar e sair, dei até uma cuspida para ajudar na lubrificação da minha esposa.

Ele começou a acelerar os movimentando mas sem introduzir tudo, deu um tapa em sua bunda que deixou marcada, mas ela pedia mais, então ele dava mais tapas a fazendo rebolar mais.

- Mete seu cachorro filha da puta, acha que pode vir na casa do seu empregado e comer sua esposa, você também vai sair daqui destruído . (ela disse se virando olhando pro Bruno ).

- Eu não falei Paulo, que sua esposa queria pica, olha a vadia que você tem em casa, cara de sorte você . (ele disse usando sarcasmo ).

Meu pau já estava duro novamente.

- Para não falar que sou um desnaturado, vou deixar sua mulher chupar seu pau, vai Paulo, senta no sofá.

- vem amor deixa eu chupar seu pau . ( Rafaela me ordenou ).

Sentei no sofá e ela começou a chupar, chupava tudo chegando até a engolir as bolas sem nenhuma dificuldade.

- Esse é o segundo beneficio de ter pau pequeno, da pra engolir tudo. ( os dois sorriram , ou melhor gargalharam ).

- Para Bruno, você é um bobo, o pau dele não é tão pequeno, é fofinho. ( ela disse isso é continuo chupando ).

vendo bruno meter com força nela enquanto chupava meu pau eu gozei precocemente.

- Poxa Paulo, tava tão bem, gozou rápido de novo . (Rafaela falou me olhando com cara de poucos amigos ).

- Deu mole amigão, vou mandar sua mulher sentar no meu pau pra ver se seu pau sobe de novo. ( Bruno falou enquanto sentava no sofa e rafaela vinha por cima dele ).

Ela colocou seu dois pés na coxa do bruno e começou a cavalgar .

Ficaram assim um bom tempo , por fim ela cansou ficando na mesma posição só que com os pés fora da coxa do bruno, ele metia na sua buceta, chupava seus peitos , enquanto enfiava um dedo em seu cu.

Ela virou pra mim e disse :

- Quero te pedir uma coisa, chupa meu pé, chupa meu dedão , lambe eles, vai corno.

Me bateu um misto de humilhação e tesão, eu adorava os pés 36 da minha esposa, era lindos, então comecei a lamber, havia um cheiro de vômito com comida pois todo o chão estava sujo . Ela forçava seu pé contra a minha boca enquanto cavalgava na rola do Bruno. Rafaela falou pra Bruno aumentar a velocidade que iria gozar, então Rafaela deu um grito que acho que metade do condomínio deve ter ouvido. Bruno sorriu deu um beijo carinhoso em seu rosto e jogou pro lado.

- Agora é minha vez, fica de joelhos e abre a boca (ela falou já se levantando ).

- Bruno, nunca gozaram na minha boca, não me pedi isso, por favor.

- Minha porra não é pra ser desperdiçada, abre a boca, prometo que só o primeiro jato vai na sua boca, depois vou pintar seu rosto todo. Paulo, pega seu celular e filma esse momento icônico .

- Celular não, isso não. ( Rafa tentou persuadi-lo a não fazer isso ).

- O telefone é do seu marido, isso é pra vocês verem depois.

Eu com queria muito registrar aquele momento peguei meu telefone , liguei a câmera e comecei a filma-los.

- Chupa sua vadia, chupa meu caralho,vou gozar na sua boca virgem, olha pra câmera.

Rafaela fazia movimentos circulares com a língua, conseguindo abocanhar metade do pau .

- Olha pra camera sua vadia, de esse momento espetacular para seu maridão, fala que você tá adorando chupar o pau do seu chefe . ( eu falei pra ela ).

Bruno se contorceu ficando na ponta dos pés, a primeira jatada veio direto em sua boca, uma porra branca e grossa, a segunda atingiu parte do seu olho e testa. Ele a segurou forte pelos cabelos enquanto depositava o resto da porra pela sua testa escorrendo pelos contornos do nariz parecende um rio . Nunca tinha visto algo parecido, parecia que ele mijava porra.

- ufa, que delicia Rafaela, adorei você, me fez gozar horrores.

Rafaela sentou no chão encostando as costas no sofa, a porra escorria já pelo seu queixo atingindo seios e barriga.

Rafa parecia que tinha saido de um transe de uma hipnose.

- Pode fazer o favor de deixar nossa casa, eu te peço, te imploro ( ela pediu para o Bruno ).

- Eu entendo, precisam de um tempo juntos, vou pegar minhas coisas, e você foi maravilhosa, desculpa alguma coisa, e alguém sabe quanto foi o jogo ?(vendo que ninguém respondeu, ele se levantou pegou suas coisas , ventiu sua roupa e saiu ).

Eu fui até a porta e tranquei, ela se levantou e falou :

- limpa toda essa sujeira, estou te esperando na nossa cama. ( ela disse ).

Ela começou a subir as escalas e pude ver o estrago que ele tinha feito em sua bunda.

Limpei tudo bem rápido porque estava curioso para saber o que Rafaela planejava. Quando entrei no quarto, ele cheirava a sexo, ela estava na cama se masturbando, ainda não tinha tomado banho, a porra, a baba e parte do vomito ainda estava pelo seu corpo. Seus cabelos estavam colados.

- Você ainda não tomou banho, pensei que ia estar cheirosinha pra mim. (eu disso me ajoelhando na cama ).

- Você tem nojinho ? Vem aqui me beija, me fode, sei que não vai me fazer gozar com esse pau e provavelmente vai gozar precocemente, então vai terminar seu trabalho com sua língua, me fazendo gozar.

CONTINUA.

Peço novamente desculpas pela demora em escrever, não sou escritor . Se alguém quiser fotos da minha esposa me manda e-mail . As fotos são eróticas, nada da gente transando, mas eu gosto que a apreciem.

pauloecamilla82@proton.me

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