Num domingo gelado de inverno transei com a vizinha nessecitada de rola

Um conto erótico de Junior Tromba
Categoria: Heterossexual
Contém 857 palavras
Data: 07/03/2026 15:09:10
Assuntos: Heterossexual

Era um daqueles domingos de inverno que cortam a alma. O termômetro marcava uns 6°C, o vento uivava nas frestas da janela e a garoa fina deixava tudo cinza e úmido. Eu estava largado no sofá, enrolado num cobertor velho, assistindo qualquer porcaria na TV só pra ter barulho na casa, quando ouvi três batidinhas tímidas na porta.Abri e lá estava ela. A vizinha do 302. A morena de uns 32 anos, cabelo preso num coque bagunçado, olhos meio vermelhos de quem não dormiu direito, vestindo um moletom largo demais e um short de malha que mal cobria a bunda. Ela segurava uma caneca vazia como quem segura um pretexto.— Desculpa incomodar… — a voz saiu baixa, quase engolindo as palavras — …mas meu aquecedor pifou de novo e eu tô morrendo de frio. Você… tem um carregador sobrando? Quer dizer… ou um cobertor a mais?Mentira deslavada. O carregador era só a desculpa número 1. Eu já tinha visto o jeito que ela me olhava nos últimos meses: no elevador, na portaria, quando cruzava comigo levando o lixo. Olhar de quem tá com fome e tentando disfarçar.— Entra — falei, abrindo mais a porta. — Tá um gelo do caralho mesmo.Ela entrou pisando leve, como se tivesse medo de sujar o chão. Fechei a porta e o clique da tranca pareceu alto demais pros dois. O aquecimento da minha sala tava ligado no máximo, o ar quente contrastava com o rosto gelado dela. As bochechas coraram na hora.— Quer um café? — perguntei, já indo pra cozinha.— Não… — ela respondeu rápido demais. — Quer dizer… talvez depois.Voltei com duas canecas de chocolate quente (mentira, era só achocolatado mesmo, mas quente pra caralho). Entreguei uma pra ela. Nossos dedos se tocaram. Ela não tirou a mão logo. Ficou ali, segurando a caneca e me olhando por cima da borda.— Tá precisando mesmo de calor, né? — provoquei, com meio sorriso.Ela baixou os olhos, mordeu o canto do lábio.— Faz tempo que não sinto… calor de verdade.Pronto. A deixa.Coloquei minha caneca na mesinha, dei dois passos e parei bem na frente dela. Levantei o queixo dela com dois dedos. Os olhos dela tavam brilhando, uma mistura de vergonha e desespero gostoso.— Então vem cá — murmurei.Beijei devagar no começo. Ela gemeu baixinho na minha boca, como se tivesse esperado meses por aquele toque. As mãos dela subiram pros meus ombros, apertando forte. O beijo foi esquentando rápido, línguas se enrolando, respiração pesada. Quando mordi de leve o pescoço dela, ela arqueou as costas e soltou um “puta que pariu” baixinho.Puxei o moletom dela pra cima. Sem sutiã. Os peitos médios, bicos duros de frio e tesão. Chupei um enquanto apertava o outro. Ela enfiou os dedos no meu cabelo, puxando, gemendo rouco.— Faz tempo… faz tempo que eu não aguento mais… — ela balbuciava entre gemidos.Desci o short dela junto com a calcinha num movimento só. Ela estava molhada pra caralho, o cheiro de mulher excitada subiu forte. Coloquei dois dedos e ela quase caiu pra trás de tão forte que tremeu.— Caralho… isso… assim… — ela pedia, rebolando na minha mão.Não aguentei. Tirei a calça rápido, a cueca foi junto. Meu pau pulou duro, latejando. Ela olhou pra baixo e lambeu os lábios sem nem perceber.— Me fode… por favor… — pediu, voz tremendo. — Tô precisando de rola faz meses…Virei ela de costas, apoiei as mãos dela no encosto do sofá. Empinei aquela bunda redonda, abri as pernas dela com o joelho. Rocei a cabeça na entrada molhada, só provocando. Ela empurrou pra trás, desesperada.— Não brinca comigo… mete logo…Entrei de uma vez, até o talo. Ela gritou abafado, mordeu o próprio braço pra não fazer barulho demais. Comecei devagar, sentindo ela se apertar toda em volta de mim. Depois fui aumentando o ritmo. O barulho molhado misturado com os tapas da minha virilha na bunda dela enchia a sala.— Mais forte… me arromba… — ela pedia, voz rouca.Segurei na cintura dela com força, puxando pra trás enquanto socava fundo. Ela gozou primeiro, tremendo inteira, as coxas escorrendo. Não parei. Continuei metendo firme até ela começar a gemer de novo, pedindo mais.Virei ela de frente, levantei uma perna dela no meu ombro e voltei a meter olhando nos olhos dela. Foi aí que ela se entregou de vez:— Goza dentro… por favor… enche minha buceta… tô precisando sentir…Não aguentei. Gozei forte, jorrando dentro dela enquanto ela apertava e gemia alto, gozando junto pela segunda vez.Ficamos ali alguns segundos, ofegantes, suados apesar do frio lá fora. Ela encostou a testa na minha, rindo baixinho, sem graça.— Acho que meu aquecedor vai continuar quebrado por um tempo… — ela sussurrou.— Pode vir aqui sempre que quiser esquentar — respondi, dando um tapa leve na bunda dela.Ela sorriu safada, pegou a calcinha no chão e vestiu devagar, deixando meu gozo escorrer pela coxa dela.— Domingo que vem tem mais? — perguntou, já na porta.— Se continuar esse frio… tem todo dia.Ela piscou, abriu a porta e saiu rebolando um pouco mais do que o normal.O inverno continuou gelado.

Mas minha sala nunca mais ficou fria.

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