O Policial Viciado Em Cu

Um conto erótico de escritorpervertido
Categoria: Gay
Contém 2274 palavras
Data: 07/03/2026 14:38:03

Faz anos que não escrevo por aqui, inclusive acho que perdi umas amizades on-line feitas neste site por ficar sem tempo para escrever. Enfim, eu sempre fui completamente apaixonado e viciado em tomar no cu. Desde jovem já alargava meu ânus socando objetos nele. Há mais relatos meus sobre isso no meu perfil, mas posso contar mais em outros contos se quiserem.

É bem raro encontrar homens que gostem de anal como eu, mas encontrei alguns. Dentre eles, um rapaz negro, alto, magro e com uniforme da polícia militar que sempre me olhava quando eu ia na padaria. Eu não dava bola até porque sempre tive medo de militar. Um dia ele estava vestido só de short e camisa do treino da academia da polícia. Eu estava indo ao banheiro, ele começou a me seguir. Fiquei assustado porque ele apertou o passo para me alcançar. Foi dentro do banheiro que ele se apresentou para mim como Júlio. Pediu meu número de telefone, eu dei e sai de lá um pouco nervoso.

Nas semanas seguintes o Júlio me mandava mensagens, fui conversando e me abrindo com ele. Descobri que era um comedor de cu viciado em abrir ânus, que ele me observava porque gostava do bundão e eu tenho um bom traseiro. Era dotado também. Trocamos nudes, experiências e desejos. Júlio me fez sonhar com ele, pensava nele arrombando meu cu todo dia até que não aguentei e admiti que eu gostava de anal extremo. Foi o ponto que ele me chamou para ir em um encontro porque ele também curtia. Fui com ele em um barzinho mais amigável com lgbts, ficamos lá pouquíssimo tempo só nos beijando. Dali fomos para um motel.

Os beijos se intensificaram quando entramos no quarto.

— Deita aí meu baixinho, vai ajudar. — Ele com mais de um metro e oitenta e eu com um metro e sessenta e dois dava uma boa diferença.

Deitei e Júlio veio me beijando, beijou meu pescoço e foi descendo até tirar meu pauzinho da calça.

— Certeza? — Perguntei porque nesse ponto eu já sabia que ele era bisexual. Fiquei inseguro de deixar me chupar.

— Eu gosto também, ainda mais pequeno e fofo.

Ele desceu me chupando. Ver um policial chupando meu pintinho de passivo era uma delícia. Júlio ia descendo e subindo. Parou para levantar minhas pernas, foi tirando minha calça e abriu com intenção de ver meu cu. As mãos dele já iam apertando minhas bandas do bumbum.

— Que bundão gostoso e que cuzão lindo! Depilou pra mim foi? Olha as pregas dizendo que já foi dilatado! Você gosta mesmo de tomar no cu né? — Os dedos dele foram chegando perto do meu cu pra acariciar e eu tranquei contraindo.

— Eu gosto muito de levar no rabo. Depilei sim… — Eu fiquei vermelho e tímido. Estava nervoso.

— Calma bebê. Fala pra mim, fez chuca pra gente alargar esse rabo? — Ele foi tirando a rola da calça, era imensa. Eu já tinha visto nos vídeos, mas em pessoa parecia mais grossa, mais longa.

— Fiz sim, mas sempre pode ter acidente. — Júlio pegou na minha mão levando para a rola dele.

— Tá sentindo esse rolão duro? É pra meter no seu rabo bebê. Só de saber que você limpou esse cu me dá vontade de meter fundo… E não tenho medo. Se seu cagador sujar, a gente limpa e mete mais. — Ele meteu dois dedos dentro de mim, mexia para massagear meu reto — Relaxa e puxa pra fora, faz biquinho pra mim. — Eu puxei deixando os beicinhos do meu ânus inchadinhos para ele. — Que delícia, eu vou socar língua e rasgar esse cu até você botar ele para fora.

Nunca me esqueci dessas palavras, a fala de um macho genuinamente querendo destruir meu cu. Ele me beijou na boca, desceu rumo ao meu buraco. Senti a língua dele me lambendo com tesao, Júlio estava faminto por meu ânus, logo foi socando a língua dentro depois de tirar os dedos. Sentia meu buraco pulsar e piscar para ele. Meu ânus estava intensamente tesudo para um homem que lambia as paredes do meu reto. Estávamos fazendo uma perversão errada, especialmente quando ele subiu para me beijar com o gosto vindo do meu orifício na língua dele. Três dedos dele foram entrando no meu cu para abrir alas para o pinto imenso dele.

— Relaxa e segura dentro... — Júlio abriu o lubrificante, meteu a garrafinha no meu cu e esguichou um bom tanto dentro. — Agora vem sentar.

— Posso deitar no seu peito? — Perguntei a ele quando ele se deitou.

— Vem cá. — Júlio me ajudou a deitar com minhas costas para o peito dele. Ele colocou o queixo no meu ombro enquanto eu abria meu bumbum pra esfregar o pinto dele no meu cu.

— Sua rola tá quentinha. — Eu fui me esfregando, era simplesmente imenso.

— Senta que eu não tô aguentando. Quero comer seu cu! — Júlio me ajudou a levantar o quadril com as mãos na minha cintura, colocamos o cabeção na porta do meu buraco.

— Agora faz biquinho, caga lubrificante na minha rola. — Ele falava de uma maneira muito suja, mas eu me excitava com isso.

— Ah, tá saindo!

— Isso, lubrificante quentinho vindo desse cagador gostoso! — Júlio enfiou o cabeção da piroca no meu ânus e foi me ajudando a descer na rola dele que rasgava meu cu todinho de tão grande.

— Aí! É muito grande! — Eu sou baixinho, meu reto é bem curtinho. Eu senti ele já na porta do meu segundo cu, o buraquinho interno todo latejando.

— Nossa bebê, você é curtinho mesmo. Não tá nem na metade direito e já vou entrar no seu cólon! Abre o segundo buraco pra eu ir fundo, deixa eu entupir esse cu! — Eu já tinha falado para ele que era curtinho, nesse momento ele viu o quão curto era. Ambos já tínhamos conversado sobre a anatomia do cu e tão sabíamos como funcionava.

— Aí meu Deus! Tá entalando meu cuzinho! — Fui descendo, engolindo aquela rola que massacrava meu reto e arrombava meu segundo anel. Esguichei urina fazendo squirt na pressão que fazia em mim quando cheguei no talo. Fazia meu cu pegar fogo e gerava contrações, era uma delícia e ao mesmo tempo uma tortura bem difícil de aguentar.

— Porra, se mijou de tanta rola rasgando esse cu! Respira e relaxa pra eu deslizar, eu sei que você vai aguentar eu te enrabar meu viadinho.

Júlio segurou meus joelhos abrindo minhas pernas e começou a se mover enquanto eu estava deitado no peito dele. Ele deslizava o pinto para fora do meu segundo buraco e para dentro sempre mantendo meu reto entupidinho, ia massageando meu cólon enquanto me arrombava todinho. A pressão de sentir meu cu sendo atolado fez eu puxar ele para fora. Soltei outro esguicho me mijando de prazer anal enquanto puxava meu cu todo para mostrar as paredinhas vermelhas do reto quase prolapsando. Meu corpo tremia de puro prazer anal.

— Nossa que delícia, puxou meu pau pra fora na vontade de se cagar de tanta contração né?

Ele abria meu bumbum tentando olhar as paredes do meu ânus no espelho do motel. Eu estava com muita vergonha de admitir, mas ele tinha razão. Eu, desde jovem, tive esses orgasmos no cu que me fazia sentir essas contrações anais. Parte desses prazeres era a vontade de colocar pra fora. Sim, eu sempre tive tanto prazer no cu que essas sensações me deixavam louco de tesao. Eu ficava maluco mesmo que fosse parecido com querer me cagar bem forte e colocar tudo para fora como coloquei o rolão dele. As vezes eu esguichava mijando com esse orgasmo no cu ou chegava a gozar sem tocar no meu pênis de tanto me deliciar e ser absolutamente apaixonado na sensação de tomar no cu.

— Foi uma delícia botar pra fora. Você fez meu cu ter um orgasmo! — Eu estava vermelho, me tremendo quando sussurrei para ele.

— Porra que delícia, vem cá para eu arregaçar esse cu ainda mais.

Júlio indicou para eu ficar de quatro. Ele socou lubrificante no meu cu e lambuzou o punho dele.

— Vai me fistar? — Coloquei minha cabeça no travesseiro e empinei meu bumbum para ele.

— Nossa senhora, essa bunda já era grande no short, de quatro redondinha e empinada é um paraíso e com esse pauzinho babando… Caralho, encontrei meu viadinho de cu guloso perfeito... — Ele foi entrando com os dedos. Senti três, depois quatro. Foi massageando meu reto até colocar o quinto. Puxei meu bumbum rumo a ele e ele enfiou a mão. Eu tremi de prazer sentindo meu cu expandir. Ele girou a mão dentro me abrindo.

— Tira um pouco! Meu cu! — Gemi senti ele deslizando a mão devagar para fora do meu rabo. Júlio abria minha bunda e eu mijava de tesao puxando meu cu quase prolapsando.

— Tesao da porra meu Deus! — Ele massageava meu buraco dilatado até fechar de novo. — Deixa eu fistar mais? Pode?

— Deixo, enfia seu punho no meu cu!

Os dedos dele foram entrando, escorregando, forçando meu cu a abrir de novo. Eu virei os olhos sentindo a mão dentro, depois senti ele tirando e entrando, me fazendo gemer baixinho até eu pegar no braço dele e indicar que queria mais fundo. Respirei fundo para aguentar, senti o punho dele descendo, escorregando fundo no meu segundo cu para destruir meu anal interno e penetrar meu cólon.

— Aqui, para… Não dou conta mais fundo. — Pedi para parar quando chegou no meu limite.

— Caralho, bichinho baixinho rabudo tá aguentando meu antebraço todo nesse cuzão. Pega na minha rola meu putinho, olha como tá dura pro seu cuzão!

Comecei a bater punheta para ele enquanto ele destruía meu cu. O punho dele deslizava intensamente nas minhas entranhas, saia e entrava do meu segundo buraco me colocando para mijar e esguichar de tesao no cu. Júlio tirava tudo abrindo meu bumbum e ia olhando o regaço. Eu puxava para fora no meu orgasmo anal mostrando minhas paredinhas vermelhas emergindo numa pequena rosa anal. Ele enfiava o punho no meu rabo dilatando meu cu, me fazendo sofrer de ardência e dor anal. Eu não pedi para parar, pelo contrário. Quanto mais Júlio me rasgava e me fazia sentir desespero anal, mais eu me molhava de prazer na dilatação cruel do meu rabo. Aguentei por muito tempo até ficar tenso demais para mim.

— Para, por favor! — Júlio ouviu meu pedido e deslizou devagar para fora do meu cu.

— Puta que pariu, nunca tive alguém que aguentasse tanto no rabo. Agora quero enfiar minha rola nesse bundão.

— Vem então, soca piroca no seu viadinho viciado em tomar no cu!

Júlio veio com muita intensidade metendo o pirocão em mim enquanto eu empinava o rabo e gemia com meu ânus todo sensível, estávamos em um ponto que era difícil aguentar ele socando fundo no meu segundo cu, mas eu só tremia deixando ele destruir meu rabo todinho. Ele começou a bombar forte sem pena, ardia e era dolorido, mas meu pauzinho balançando babava de tesão na maneira que ele violentava meu cu sem parar.

— Bom menino, meu putinho vai levar leitinho no fundo do cu!

— Vai, por favor… Goza dentro! Enche meu cu de esperma… — Deixei ele gozar dentro. Júlio gemia forte quando me puxou para um beijo.

— Agora quer ver você cagando leitinho. — Júlio socou os dois polegares dentro do meu cu e forçou meu anel a abrir. Eu puxava meu cuzinho para fora mostrando as paredinhas vermelhas.

— Força mais, abre meu anel… Rasga esse cu, quero sentir você destruindo ele. — Fiquei cheio de tesão com ele abrindo forte, mesmo doendo eu adorava sentir forçando meu buraco a dilatar enquanto eu sentia as paredinhas saltando para fora ao botar esperma para fora.

— Caralho, que tesão…

Júlio desceu lambendo e enfiando a língua no meu cu. Ele me beijou e depois chupou meu pintinho até eu gozar com ele fistando meu cu. Eu não aguentava mais anal, mas ele insistiu com carinho e eu chorei na pica dele para deixar ele bombar forte no meu rabo mais uma vez. Tremia muito com ele socando de ladinho e me beijando, era tão intenso que me agarrei nele gritando de prazer e dor. Ele me leitou uma segunda vez e me levou para banhar com ele.

Quando saímos de lá, no carro dele, na porta da minha casa, ele ainda me fez sentar no pau dele mais uma vez. Eu me mijei todo de prazer na pressão anal quase insuportável, era uma dor e uma ardência que dificultava muito. Júlio era faminto por bunda, um verdadeiro amante de ânus socando em mim com tanto tesão que eu não conseguia recusar. O jeito que ele gostava de comer meu cu bem violento, a maneira que violava minhas pregas de bate-estaca bem fundo, deixava tudo muito gostoso mesmo que eu já estivesse chorando de dor na pica dele. Ele me levou para o banco de trás, me colocou de quatro e mandava eu colocar o pauzão dele para fora só para ele ver meu cu todo inchado virando uma rosa anal. A língua dele entrou no meu cu depois de ser leitado. Júlio soube fazer amor anal extremo e compreendeu meu vício em tomar no cu expandindo minhas pregas e meus limites. Até quando ele saiu do carro para me deixar na porta de casa ele enfiou a mão na minha calça para dedar meu cu todo inchado.

Fiquei dolorido por dias, mas amei cada momento de destruição anal que Júlio me proporcionou. Tanto que transamos várias vezes depois, até a três.

Posso contar de outras ocasiões com o Júlio se os leitores quiserem. Meu e-mail é pervertedwriterass@gmail.com para os interessados em contato, sempre gosto de ouvir dos viciados em anal.

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Foto de perfil de escritorpervertidoescritorpervertidoContos: 32Seguidores: 32Seguindo: 5Mensagem Sou aficcionado em sexo anal. Escrevo contos sobre treino anal, fetiches e foco bastante no prazer do cu misturado com romance. Também gosto de trocar experiências! Aceito críticas e sugestões no meu email: pervertedwriterass@gmail.com

Comentários

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queria eu estar no seu lugar

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Muito obg pelo comentário! Foi uma aventura bem gostosa tomar no cu com o Júlio. Repeti várias vezes em outras ocasiões. Espero que ache alguém que lhe proporcione esse prazer!

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