Eu, minha esposa e a faxineira novinha da pousada

Um conto erótico de Felipe
Categoria: Grupal
Contém 1889 palavras
Data: 07/03/2026 14:29:00

Fala, pessoal, Felipe de volta. Se vocês não pegaram as histórias anteriores, deem uma olhada antes dessa. Desde Cancún a coisa foi escalando de um jeito louco, mas essa aqui foi especial: nosso aniversário de casamento de três anos. Júlia queria algo só nosso, romântico, sem pressa nem ninguém pra atrapalhar.

Escolhemos uma pousadinha chique na Serra da Mantiqueira, chalé isolado com lareira, varanda com vista pra montanha, piscina aquecida privativa e café da manhã servido no quarto. Chegamos na sexta à noite, estrada cansada, abrimos um Malbec que levamos, transamos devagar na frente da lareira acesa, bebemos mais vinho e capotamos pesado. Dormimo igual pedra.

No sábado acordamos tarde, quase meio dia. O café da manhã marcado pra 9h30 veio e foi embora.. não ouvimos nada. Fomos pra recepção pedir desculpas e marcar o horário pro domingo. A menina que leva o carrinho era linda: uns 23 anos, pele morena clara, cabelo preto preso num coque bagunçado, olhos castanhos grandes, corpo pequeno mas com curvas perfeitas marcando o uniforme cinza da pousada. Chamava Letícia. Ela sorriu tímida: “Que pena que vocês não atenderam ontem, o café esfriou todo”. Júlia riu: “A gente bebeu demais e apagou. Amanhã dá pra levar às 10h?”. Letícia assentiu rápido: “Claro, eu marco. Mas agora querem algo?”. Eu disse que não precisava, que só íamos almoçar. Mas os dois notamos: ela ficou olhando um pouco mais do que o normal.. ficou vermelha quando Júlia elogiou o uniforme dela (parecia aqueles uniformes clássicos de faxineira, bem chique).

Passamos o sábado curtindo: piscina privativa, almoço delicioso no buffet da pousada, jogamos tênis na quadra, voltamos pro chalé pra tomar banho juntos e transar de novo antes do jantar. À noite bebemos menos vinho.. eu falei pra Júlia: “Hoje pouco, amor. Quero acordar cedo amanhã. Tenho uma ideia…”. Ela me olhou com aquele sorrisinho safado, como se já tivesse sacado tudo. Não falamos nada, mas transamos forte. Eu meti nela de quatro na cama, segurando o cabelo, batendo a bunda dela enquanto imaginava o que ia rolar no dia seguinte. Júlia gemia alto, rebolando pra trás, e eu sentia que ela também tava pensando na mesma coisa. Gozei dentro dela, ela gozou tremendo, e dormimos abraçados.

Domingo acordamos às 9h. Eu contei o plano pra ela na cama, ainda pelados: “Amor, quando a menina bater na porta, abre com o peito pra fora. Sem sutiã, sem nada. Deixa ela ver. Se ela não fugir, pede pra entrar com o carrinho, tranca a porta e a gente vê no que dá”. Júlia mordeu o lábio, olhos brilhando: “Você é louco… mas tô dentro”. Ela ficou só de calcinha fio dental preta, peitos livres, mamilos já duros de tesão e frio da manhã. Eu fiquei pelado na cama, pau semi-duro só de imaginar.

Às 10h em ponto bateram na porta. Júlia foi devagar, abriu só um pouco, deixando os peitos à mostra. Letícia estava lá com o carrinho, uniforme impecável, sorriso profissional que congelou na hora. Olhos arregalados, ficou vermelha na hora. “Bom… bom dia… o café de vocês”. Júlia sorriu tranquila: “Entra, Letícia. Pode deixar o carrinho aqui na cama. Desculpa a demora ontem”. Letícia hesitou uns segundos, mas entrou empurrando o carrinho, olhos baixos, respirando rápido. Júlia fechou a porta e trancou com um clique suave.

Eu me sentei na cama, pelado, pau já duro pra caralho, tirei o cobertor de cima deixando meu pau a mostra. “Bom dia, Letícia. Obrigado pelo café”. Ela olhou pra mim, depois pra Júlia, depois de novo pra mim. “Eu… eu não sabia…”. Júlia se aproximou por trás dela, mãos na cintura fina, sussurrando no ouvido: “Relaxa. Ninguém vai saber. Você é uma princesa, gostamos de você. Fica um pouco”. Letícia tremia, mas não recuou. Júlia passou as mãos por baixo do uniforme, subindo devagar até apertar os peitos dela por cima do tecido. Letícia soltou um gemido baixinho, olhos fechando.

Eu levantei, fui até elas. Segurei o queixo da Letícia, levantei o rosto dela: “Você quer ir embora ou quer ficar?”. Ela mordeu o lábio, voz rouca: “Eu… quero ficar, mas não posso demorar”. Júlia riu baixinho, desabotoou o uniforme dela devagar. Blusa caiu, sutiã branco simples, peitos médios firmes, mamilos rosados duros. Calça desceu, calcinha branca molhada na frente. Júlia tirou tudo, deixou ela nua. Letícia era perfeita: bundinha redonda, coxas grossas, bucetinha lisinha já brilhando.

Júlia a levou pra cama, deitou ela de costas. Começou beijando o pescoço, descendo pros peitos, chupando os mamilos devagar. Letícia arqueou as costas, gemendo: “Porra… isso…”. Eu me posicionei atrás, abri as pernas dela, dei uma lambida longa na buceta ensopada. Ela gritou baixinho. Júlia subiu, sentou na cara dela: “Chupa minha buceta, Letícia”. Letícia obedeceu, chupando minha mulher enquanto eu colocava só a cabeça na bucetinha dela. Ela apertou os olhos, respirando forte. Entrei devagar, sentindo a buceta quente se abrir centímetro por centímetro, molhada e apertada, envolvendo meu pau inteiro até bater no fundo. Letícia soltou um “ahhh… caralho…”, corpo inteiro arrepiado.

Comecei a meter forte, fundo, segurando os quadris dela. Júlia rebolava na cara dela, gemendo rouca: “Isso… chupa gostoso…”. Eu acelerei, estocadas fundas, som molhado ecoando no chalé. Letícia gozou primeiro, corpo tremendo, buceta apertando meu pau em espasmos, gemido abafado na buceta da Júlia. Júlia gozou logo depois, forte na boca dela, gemendo alto. Eu segurei, tirei o pau, virei Letícia de quatro. Júlia deitou embaixo, chupando o clitóris dela enquanto eu metia por trás.

Meti forte, batendo a bunda dela, sentindo Júlia lambendo meus ovos e o pau que entrava e saía. Letícia gemia alto: “Porra… me fode… assim…”. Eu segurei o cabelo dela, puxei pra trás: “Você é nossa putinha agora, entendeu?”. Ela assentiu tremendo. Quando ela me olhou com aquela carinha falando que era nossa putinha não aguentei.. gozei forte, jatos grossos enchendo a buceta dela, pulsando dentro enquanto ela gozava de novo, apertando tudo. Tirei devagar, porra escorrendo. Eu olhei pra Júlia: “Vem amor, vem tomar o que você gosta”. Júlia colocou a boca na buceta da Letícia, lambendo tudo devagar, língua enfiando pra pegar cada gota, sugando com fome. Depois subiu e beijou Letícia com a boca cheia, dividindo minha porra, línguas se lambendo sujas.

Letícia ficou ali ofegante, corpo suado, uniforme jogado no chão. Quando ela começou a se vestir pra sair, Júlia segurou a mão dela: “Cê não tem mais um tempinho hoje?”. Letícia falou ainda ofegante: “Meu turno acaba às sete, mas eu posso tentar falar que acabei antes… às vezes eu saio um pouco antes”. Júlia sorriu: “A gente vai tá aqui no quarto então das 18 até as dez da noite, que é o horário do check-out. Depois a gente volta pra São Paulo. Se quiser aparecer…”. Letícia só balançou a cabeça , olhos brilhando, e saiu correndo pro corredor, uniforme amassado, rosto vermelho.

A gente passou a tarde curtindo o chalé: piscina, vinho, cochilo abraçados. Por volta das seis e meia, batem na porta de novo. Letícia, ainda com o uniforme, mas olhos cheios de tesão. “Eu… terminei antes”. Júlia abriu pelada, puxou ela pra dentro e trancou. Letícia tirou o uniforme na hora, nua de novo.

Júlia beijou a boca dela com fome, mãos na bunda. Eu tirei a roupa, pau duro de novo. Letícia se ajoelhou, chupou meu pau devagar, língua na cabeça, depois fundo na garganta. Júlia deitou na cama, abriu as pernas: “Vem, Letícia. Chupa minha buceta enquanto ele te come”.

Letícia ajoelhou entre as pernas da Júlia, língua na buceta dela, rebolando a bunda pra mim. Eu cuspi no cuzinho dela, massageei com o dedo. Letícia gemeu: “No cu… eu nunca fiz…”. Júlia sussurrou: “Relaxa, amor. Vai ser gostoso”. Eu entrei na buceta dela primeiro, metendo devagar pra ela se acostumar, depois acelerei forte. Letícia gemia alto na buceta da Júlia. Depois tirei, cuspi mais no cuzinho e entrei devagar no cu. Ela apertou os olhos, lágrimas nos olhos: “Tá doendo… mas não para…”. O cu dela apertava tanto que meu pau doía, mas continuei devagar até entrar todo. Comecei a meter forte, segurando os quadris dela, batendo a bunda. Letícia chorava de dor e tesão ao mesmo tempo, gemendo rouca: “Porra… continua…”.

Júlia segurava o cabelo dela, empurrando a cabeça pra baixo: “Chupa mais forte… assim…”. Letícia gozou forte na boca da Júlia, corpo convulsionando. Júlia gozou também, gemendo alto. Eu segurei mais um pouco, meti até o talo e gozei no cu dela, jatos grossos enchendo tudo, pulsando dentro enquanto ela gemia rouca: “Tá quente… porra… enche meu cu…”.

Tirei devagar, porra branca escorrendo do cuzinho aberto. Júlia colocou a boca lá, lambendo tudo devagar, língua enfiando pra pegar a porra que escorria, sugando com fome. Depois subiu e beijou Letícia com a boca cheia, dividindo minha porra, línguas sujas se lambendo, gemendo juntas. Letícia tremia inteira, olhos vidrados: “Vocês são loucos… eu nunca senti isso…”.

A gente ficou ali uns minutos, suados, ofegantes. Letícia em algum momento falou: “eu tenho dois dias de folga agora”. Júlia sorriu: “Então vem com a gente pra SP. A gente te leva”. Letícia hesitou: “Mas eu tô sem roupa nenhuma, sem nada…”. Júlia riu: “Pode usar minhas coisas lá ”. Letícia concordou, olhos brilhando: “Tá… eu vou”.

Ela pegou uma mochila no quarto de funcionárias, voltou com roupas normais (short jeans, cropped branco). Entramos no carro por volta das nove (Letícia saiu a pé e pegamos ela na rua pro pessoal da pousada não ver que ela saiu com agnt). Eu dirigindo, Júlia e Letícia no banco de trás. Mal saímos e a Júlia puxou Letícia pra perto, beijou a boca dela com fome. Letícia correspondeu, mãos subindo pro peito da Júlia. Júlia tirou a calcinha dela, abriu as pernas: “Chupa minha buceta, Letícia” (vocês devem ter percebido que foi a primeira vez que não

Comi a Júlia.. não sei pq ela só queria ser chupada pela Letícia e que eu comesse essa nossa nova putinha). Letícia ajoelhou no banco, língua na buceta da Júlia, lambendo devagar, depois com fome, enquanto Júlia gemia baixo: “Isso… assim…”.

Letícia engatinhou pro banco da frente, abriu minha calça, pegou meu pau e começou a me chupar enquanto eu dirigia na estrada escura. Língua quente na cabeça, boca engolindo fundo. Tava foda me concentrar rs. Júlia foi pra trás dela, abriu as pernas da Letícia e começou a chupar o cu dela, língua enfiando no cuzinho ainda escorrendo porra. Letícia gemia no meu pau: “Porra… os dois… assim…”. Eu acelerava na estrada vazia, sentindo a boca dela subir e descer, enquanto Júlia lambia o cu dela com vontade e enfiava uns 3 dedos na bucetinha daquela putinha.

Letícia gozou na boca da Júlia. Eu parei num acostamento escuro, meti mais forte na boca da Letícia e gozei, enchendo a garganta dela de porra. Ela engoliu quase tudo, depois beijou Júlia dividindo o resto da minha porra.

Depois continuamos na estrada e a Letícia chupou a Júlia até ela gozar tb. Chegamos em SP dps da meia-noite. Letícia dormiu no nosso apê. No dia seguinte tirei um dia off do trabalho.. a gente transou o dia inteiro: ela virou nossa putinha obediente. À noite ela pegou ônibus de volta pro interior.

Foi o melhor fim de semana de aniversário que a gente já teve. E a pousada virou nosso lugar favorito.

Essa nossa nova fase estava só começando..

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Felipeeee97 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários