Professor Corno e um Novo Negro Comedor pt. 2

Da série Um novo comedor
Um conto erótico de dr.jakyll6
Categoria: Heterossexual
Contém 3277 palavras
Data: 07/03/2026 13:14:15

Nas noites que se seguiram à cena na sala dos professores, Roberto e Joana transaram com uma frequência e intensidade que não viam desde os primeiros anos de casamento. Mas era diferente agora. Havia um nome entre eles, um corpo, uma imagem. Kaique ocupava todos os espaços da cama, mesmo ausente.

— Me conta de novo — Roberto pedia, enquanto Joana montava sobre ele, os cabelos pretos soltos cobrindo os seios. — Me conta o que você faria se ele estivesse aqui agora.

Joana fechava os olhos e descrevia, a voz rouca, os quadris se movendo num ritmo lento que ela sabia que enlouquecia ele:

— Ele ia me pegar primeiro com jeito, Roberto. Ia passar a mão devagar, sentir minha pele, sentir meu cheiro. Depois ia me beijar, mas não igual você beija. Ia ser um beijo de quem sabe o que quer, de quem não tem pressa mas também não tem dúvida.

— E depois?

— Depois ia me virar de costas, ia me inclinar na cama igual você gosta de me ver. Mas quando ele entrasse, Roberto, quando ele me penetrasse... — Ela mordia o lábio, o corpo tremendo. — Ia ser diferente. Ia ser maior, mais grosso, mais fundo. Eu ia sentir cada centímetro abrindo caminho. Ia doer um pouco, mas ia ser bom, muito bom.

Roberto segurava o orgasmo o máximo que podia, querendo ouvir mais:

— E você? O que você faria?

— Eu ia gemer, Roberto. Gemia alto, bem alto. Ia pedir mais, ia implorar por mais. Ia esquecer que você existe, que a gente existe, que tudo existe. Só ele, só o pau dele, só o jeito dele.

Numa noite Joana foi além:

— Sabe o que eu pensei hoje? Enquanto ele me olhava na sala, eu pensei em você vendo a gente. Pensei em você num canto, sentado, olhando ele me comer. Pensei em você de pau duro, se masturbando enquanto ele me fode.

Roberto gemeu, o corpo inteiro tenso:

— Joana...

— Você ia adorar, seu corno. Ia adorar ver outro homem me comendo. Ia adorar ver o tamanho dele entrando em mim. Ia adorar ver eu gozar com ele, gozar mais do que gozo com você.

— Gozar mais? — a pergunta saiu sem querer, um misto de ciúme e excitação.

— Muito mais — ela sussurrou no ouvido dele. — Com um pau daquele, com um homem daquele, eu ia gozar como nunca gozei. Ia gozar tanto que ia molhar a cama inteira. Ia gozar na sua cara, seu corno manso.

Roberto gozava com violência, o corpo sacudindo, a mente em frangalhos. Depois ficavam abraçados e ele pensava: ela está cada vez mais puta, cada vez mais solta, cada vez mais dele.

— Você gosta quando eu falo assim, não gosta? — ela perguntou numa dessas noites, o dedo traçando círculos no peito dele. — Gosta quando eu te chamo de corno, quando eu digo que ele é maior, melhor.

— Gosto — ele admitiu, a voz baixa. — Não sei por quê, mas gosto.

— Porque você é corno, Roberto. Corno assumido. Corno que tem tesão em ser corno. E não tem nada de errado nisso.

Foi numa sexta-feira, depois de mais uma semana de provocações na escola, que Joana chegou em casa com um brilho diferente nos olhos. Não era só excitação. Era determinação.

— Roberto — ela disse, sentando na cama ao lado dele. — Precisamos conversar.

— O que foi?

— Eu pensei numa coisa. Num plano.

Ele sentou, curioso:

— Que plano?

Ela demorou um pouco para falar, como se ainda estivesse organizando as ideias:

— A gente fica aqui, em casa, imaginando. Imaginando ele, imaginando cenas, imaginando tudo. Mas e se a gente parasse de imaginar? E se a gente fizesse acontecer?

Roberto sentiu o coração disparar:

— Você quer dizer...

— Quero dizer a gente pegar ele. Depois da aula, um dia desses. Ele sempre vai embora a pé, sozinho, depois que os amigos vão embora. A gente podia oferecer carona.

— Carona pra onde?

— Pra um motel, Roberto. Pra um lugar onde a gente pudesse... onde eu pudesse...

Ela não terminou a frase, mas não precisava.

— Você tem certeza? — ele perguntou, a voz falhando.

— Tenho. E você? Você quer?

Roberto pensou. Pensou em todas as noites, em todas as fantasias, em todas as vezes que gozara imaginando aquela cena. Pensou no medo, na vergonha, no tesão. Pensou em Joana, na felicidade dela, no brilho nos olhos dela.

— Quero — ele disse. — Quero ver.

Ela sorriu, um sorriso largo, e o beijou:

— Então a gente faz. Segunda-feira. Depois da última aula.

O final de semana foi uma antecipação constante. Transaram todas as noites falando sobre o plano, sobre como seria, sobre o que fariam. Joana estava num estado de excitação que Roberto nunca vira. Ela se masturbava pensando em Kaique, pedia para ele descrever cenas, ficava molhada só de falar no assunto.

— Segunda-feira — ela repetia, como um mantra. — Segunda-feira ele vai ser meu.

Na segunda-feira, Roberto mal conseguiu dar aula. Suas mãos tremiam, sua mente vagava. No intervalo viu Kaique no pátio, rodeado pelos amigos, rindo alto, e sentiu um misto de medo e tesão que já lhe era familiar.

Joana estava igual. Quando se encontraram no corredor, trocaram um olhar que dizia tudo.

— Depois da aula — ela sussurrou. — Estaciona o carro perto do portão dos fundos. É por onde ele sai. Eu vou no banco de trás.

Roberto obedeceu. Às cinco e meia estava no carro, o motor ligado, o coração batendo forte. Joana entrou no banco de trás, os olhos verdes brilhando, o corpo visivelmente tenso de excitação.

— Ele vem vindo — ela disse, espiando pela janela. — Espera ele passar e chama.

Roberto viu a figura alta de Kaique se aproximando, a mochila pendurada num ombro, o andar lento e confiante. Quando ele passou pelo carro, Roberto baixou o vidro:

— Kaique.

O menino parou, olhou para dentro do carro, procurando Joana. Não a viu no banco da frente e então seus olhos encontraram a silhueta no banco de trás. Um sorriso lento se abriu no rosto dele:

— Professor. A senhora Joana tá aí atrás?

— Tô — a voz de Joana veio do banco de trás, quente, convidativa. — Entra. Vem sentar aqui comigo.

Kaique hesitou um segundo, apenas um segundo, e então abriu a porta e entrou no banco de trás. Fechou a porta, jogou a mochila no chão, sentou ao lado de Joana. O carro pareceu ficar menor, mais quente, mais denso.

Roberto sentiu o olhar de Kaique no retrovisor:

— Carona, professor? É isso que tão me oferecendo?

— É — Roberto conseguiu dizer. — A gente queria... conversar com você.

— Conversar? — Kaique riu, baixo. — Conversar sobre o quê, professora?

Joana colocou a mão na perna dele, devagar, os dedos traçando caminhos:

— Sobre a gente. Sobre você. Sobre o que a gente vem imaginando há tanto tempo.

Kaique olhou para ela, para a mão dela na perna dele, para os olhos verdes brilhando no escuro do carro. Depois olhou para Roberto no retrovisor, como se buscasse confirmação.

— Imaginando o quê, professora? Pode falar, tô aqui pra ouvir.

— Imaginando você. Imaginando esse corpo. Imaginando o que dizem que você tem. — A mão dela subiu um pouco, chegou perto do volume nas calças dele. — É verdade? O que as meninas falam?

— Depende do que elas falam.

— Dizem que você é grande. Muito grande. Que é o maior que já viram. Que é o mais grosso. Que deve ser uma coisa de outro mundo.

Kaique sorriu, aquele sorriso lento que Roberto aprendera a odiar e desejar ao mesmo tempo. Segurou a mão de Joana, guiou até o volume:

— Por que a senhora não descobre por si mesma?

Joana apertou. Sentiu o contorno, o tamanho, a dureza por baixo do tecido. Prendeu a respiração:

— Meu Deus, menino. É verdade. É muito grande.

— E a senhora quer ver?

— Quero. Muito.

— Então vê.

Ele baixou o zíper devagar, propositalmente lento, e tirou o pau para fora. Joana olhou, os olhos arregalados, a boca entreaberta num misto de choque e desejo. Era enorme. Muito maior do que ela imaginava. Grosso, escuro, impressionante, pulsando na mão dele.

— Pode pegar, professora. Pode sentir. É seu se a senhora quiser.

Joana pegou. Suas mãos pequenas mal conseguiam envolver a grossura. Ela começou a masturbá-lo devagar, os olhos fixos naquela visão, a respiração acelerada, a boca se aproximando.

Roberto assistia pelo retrovisor, o pau duro dentro da calça, a mente em frangalhos. Ele devia sentir raiva, ciúme, ódio. Em vez disso, sentia tesão. Muito tesão.

— Sabia que meu marido é corno? — Joana disse, a voz rouca, as mãos ainda trabalhando no pau dele, os olhos verdes brilhando. — Corno assumido. Ele adora ver vídeo de mulher casada com outro. Fica dias vendo, se masturbando, imaginando. Eu achei no histórico dele.

— É mesmo, professor? — Kaique olhou para Roberto no retrovisor, um sorriso malicioso. — O senhor, tão certinho, tão metido a filósofo, é corno?

— É — Joana respondeu por ele. — Corninho manso. E sabe o que mais? Ele quer ver. Quer ver você me comendo. Quer ver você fazendo comigo o que ele nunca conseguiu.

Kaique riu, surpreso, excitado:

— Quer ver? O senhor quer ver eu comendo sua mulher, professor? Quer ver esse pau aqui dentro dela?

Roberto assentiu, a garganta seca, incapaz de falar.

— E a senhora? — Kaique perguntou, virando-se para Joana, as mãos grandes puxando o rosto dela para perto. — Quer ser comida por mim? Quer sentir esse preto todo dentro de você?

— Quero — Joana sussurrou, os lábios quase colados nos dele. — Quero muito. Desde a primeira vez que entrei naquela escola e vi você no pátio. Desde a primeira vez que você me olhou daquele jeito.

— Então vamos fazer o seguinte — Kaique disse, a voz mudando, assumindo um controle que parecia natural, como se sempre tivesse mandado ali. — Professor, leva a gente pro motel mais próximo. E enquanto isso, a gente vai começar aqui atrás. A senhora vai me chupar, professora. Quero ver essa boca carnuda trabalhando.

Joana desceu, sem hesitar, e começou a chupar Kaique com uma fome que Roberto nunca vira. Ela engolia o máximo que podia, babava, gemia, pedia mais com os olhos. Kaique segurava a cabeça dela, guiando o ritmo, os olhos fixos no retrovisor, em Roberto.

— Olha só, corno — ele disse, a voz calma, controlada. — Olha tua mulher chupando meu pau. Olha como ela sabe fazer. Parece que já treinou, de tanto imaginar. Quem diria que a professora de história era tão puta, hein?

Roberto olhava, dirigindo sem saber para onde, as mãos suando no volante. O carro avançava pelas ruas escuras, mas ele não via nada além da cena no banco de trás: a cabeça de Joana se movendo, os cabelos pretos balançando, os olhos verdes fechados de prazer.

Depois de um tempo, Kaique puxou Joana:

— Chega. Quero sentir essa buceta agora. Vem cá, monta em mim.

Joana subiu no colo dele, abriu as pernas, e se impalou no pau dele num movimento lento, gemendo alto quando sentiu a penetração completa:

— Ai, meu Deus! É muito grande!

— Gosta, puta? Gosta de pau preto?

— Gosto! Muito! Mete mais!

Kaique segurou os quadris dela e começou a movê-la num ritmo frenético, o carro balançando. Joana grunhia, gemia, gritava, os seios balançando, a cabeça jogada para trás.

— Olha só, corno — Kaique disse, ofegante, os olhos fixos no retrovisor. — Olha só como eu como tua mulher. Olha como ela geme. Olha como ela gosta. Tá vendo esse pau entrando nela? Tá vendo como ela me engole?

Roberto via. Não conseguia desviar os olhos. O pau doía de tão duro dentro da calça, mas ele não podia fazer nada além de dirigir e olhar.

— Tira a roupa, corno — Kaique ordenou. — Tira essa calça e mostra esse pau pequeno. Quero ver você se masturbando enquanto eu como tua mulher.

Roberto obedeceu. Com uma mão no volante, com a outra conseguiu abrir a calça, tirar o pau para fora. Começou a se masturbar, os olhos no retrovisor, vendo Joana cavalgar em Kaique, vendo o pau enorme entrando e saindo dela.

— Isso — Kaique riu. — Corno punheteiro. Olha só você, se masturbando enquanto outro homem come sua mulher. Você é um merda, sabia?

— Sei — Roberto murmurou.

— E gosta de ser merda, não gosta? Gosta de ser humilhado?

— Gosto.

Joana gozou naquele momento, um grito agudo que ecoou no carro. O corpo dela tremeu, se contorceu, e ela caiu sobre Kaique, ofegante.

— Já gozou, putinha? — Kaique riu. — Tô longe de terminar. Agora vou te comer de verdade.

Ele a deitou no banco, abriu as pernas dela, e penetrou de novo, agora num ritmo ainda mais forte, mais profundo. Joana gozou de novo em poucos minutos, e de novo, e de novo. A cada gozada, ela ficava mais solta, mais puta, mais entregue.

— Tá vendo como ela goza comigo? — Kaique perguntou a Roberto, sem parar de meter. — Tá vendo como ela esquece que você existe? Ela é minha agora. Minha puta. E você só pode olhar e bater punheta.

Roberto olhava, se masturbava, sentia o orgasmo se aproximar.

— Pode gozar, corno — Kaique permitiu. — Goza ouvindo ela gemer por mim.

Roberto gozou, um jato forte que sujou o volante, as calças, tudo. Joana gozou junto, mais uma vez, os dois em sintonia, mas separados.

A viagem até o motel foi assim: Roberto dirigindo, se masturbando, gozando, enquanto Kaique comia Joana sem parar, incansável. Quando finalmente chegaram, Roberto parou o carro na garagem coberta do quarto. Mal estacionou, Kaique abriu a porta do carro e saiu, puxando Joana pela mão. Ela desceu atrás dele, completamente nua, o corpo brilhando de suor e gozo, os cabelos pretos colados no rosto.

— Vem — Kaique disse, puxando ela para perto.

E ali mesmo, na garagem, ao lado do carro, ele a encostou na parede e penetrou de novo, em pé. Joana enrolou as pernas na cintura dele, os braços no pescoço, e os dois começaram a subir as escadas que levavam ao quarto, transando a cada degrau.

Roberto seguiu atrás, vendo a cena: o corpo grande de Kaique, as costas musculosas, as pernas fortes carregando Joana sem esforço. O corpo pequeno dela, os seios balançando, a boca aberta num gemido contínuo. A cada passo, a cada estocada, Joana gemia mais alto.

— Isso — Kaique dizia. — Isso, puta. Assim mesmo. Vai gemendo, que o corno tá vendo.

Subiram assim, degrau por degrau, até chegar ao quarto. Quando entraram, Kaique deitou Joana na cama e continuou metendo, sem parar, sem descanso, como se tivesse energia infinita.

— Olha só, corno — ele disse para Roberto, que tinha acabado de entrar. — Olha como eu como tua mulher. Olha como ela goza. Olha como ela gosta. Nunca vi mulher tão fogosa.

Joana estava num estado de êxtase que Roberto nunca vira. Gozava sem parar, os olhos revirados, a boca aberta num gemido contínuo. A cada gozada, ela se contorcia, pedia mais, implorava.

— Vem cá — ela chamou Roberto, estendendo a mão. — Vem cá, quero você perto.

Roberto se aproximou. Joana estendeu a mão, puxou o rosto dele para perto, e quando Kaique a penetrava com força, ela cuspiu na cara dele.

— Corno — ela riu. — Corno manso. Olha o que você tá vendo. Olha o que você tá perdendo.

Kaique ria também, continuando a meter:

— Nunca imaginei que ia comer a mulher do professor. O professor que me odiava, que me expulsava da sala, que me chamava de burro. Agora tá aqui, de joelhos, vendo eu comer a mulher dele. Vendo ela gozar comigo.

Ele tirou o pau e disse:

— De quatro. Quero ela de quatro na cama.

Joana obedeceu, deitou de bruços, empinou a bunda. Kaique penetrou de novo, ainda mais fundo nessa posição, e Joana gritou:

— Assim! Assim, Preto! Mais fundo! Bate nessa puta!

Roberto estava ajoelhado ao lado, vendo tudo. Kaique estendeu a mão, segurou a nuca dele e puxou para perto:

— Olha bem, corno. Olha o pau preto entrando na sua mulher. Olha a buceta dela engolindo tudo. Olha como ela me quer.

Roberto olhava, hipnotizado.

— Agora chupa ela — Kaique ordenou. — Chupa o grelo dela enquanto eu como. Quero sentir sua língua junto com meu pau.

Roberto se posicionou e chupou Joana enquanto Kaique a penetrava. Era uma posição estranha, desconfortável, mas ele não se importava. Sentia as bolas de Kaique batendo no seu queixo, no seu nariz, e isso o excitava mais do que tudo.

— Tá vendo como eu como ela? — Kaique perguntou, ofegante. — Tá vendo como ela goza? Ela nunca gozou assim com você, gozou, corno?

— Nunca — Roberto admitiu, a voz abafada contra a pele de Joana.

— Claro que não. Com esse pau pequeno, não dava. Agora com o preto, ela goza sem parar. Vai gozar a noite toda. Vai gozar até pedir pra parar.

Joana gozou mais uma vez, gritando, se contorcendo. Dessa vez, quando o orgasmo passou, ela se virou, sentou na cama e disse:

— Quero gozar na cara dele.

Kaique sorriu, satisfeito, puxou Joana para perto, continuou metendo. Ela se masturbava, o olho fixo em Roberto, e quando gozou, jorrou. O líquido quente acertou o rosto de Roberto, escorreu pela barba, pela boca, pelos olhos.

— Isso — ela riu. — Toma, corno. Toma meu gozo. Gozo do preto dentro de mim, misturado com o meu. Toma tudo, cachorro.

Kaique a puxou, deitou-a na cama e continuou metendo, agora mais lento, mais profundo, mais intenso. Joana gozava em ondas, sem parar, o corpo todo tremendo.

— Vou gozar — Kaique avisou depois de muito tempo. — Vou gozar dentro dessa puta. Vou encher ela de leite.

— Goza — Joana pediu. — Goza dentro de mim, Preto. Enche essa buceta de leite. Quero sentir escorrendo depois.

Kaique gozou com um gemido baixo, o corpo tenso, as mãos cravadas nos quadris de Joana. Ela gozou junto, mais uma vez, os dois se contorcendo juntos, os gemidos se misturando.

Ficaram assim por um tempo, os corpos colados, a respiração pesada. Depois Kaique se levantou, o pau ainda duro, escorrendo o gozo misturado.

— Vem cá, corno — ele chamou Roberto. — Lambe.

Roberto se aproximou, de joelhos, e lambeu o pau de Kaique, lambendo a própria mulher, lambendo a prova do que acontecera. O gosto era forte, estranho, mas ele não se importava.

— Isso — Kaique disse. — Agora você é meu cachorro também. Cachorro do preto. Meu submisso.

Joana ria, deitada na cama, satisfeita, os olhos verdes brilhando:

— Tá vendo, Roberto? Tá vendo o que a gente perdeu até agora? Tá vendo como é bom ter um homem de verdade?

Roberto não respondia. Apenas lambia, obedecia, aceitava.

Naquela noite, Kaique comeu Joana mais três vezes. Em todas elas, Roberto participou de alguma forma: chupando, lambendo, sendo humilhado, gozando no canto enquanto via. Joana gozou tantas vezes que perdeu a conta, e em duas delas jorrou no rosto de Roberto, rindo, chamando ele de corno, de cachorro, de tudo.

Quando finalmente terminaram, os três deitados na cama grande, Joana no meio, aninhada no peito largo de Kaique, Roberto do outro lado, Kaique disse:

— Então era isso que o senhor queria, professor? Ser corno? Ver sua mulher sendo comida por preto?

Roberto respirou fundo, o corpo exausto, a mente em paz:

— Era. Acho que era.

— E gostou?

— Gostei.

Kaique riu, satisfeito, a mão grande passando pelos cabelos de Joana:

— Então a gente repete. Porque agora a professora é minha também. E o senhor... o senhor é nosso cachorro. Nosso corno manso. Nosso submisso.

Joana sorriu, beijando o peito de Kaique:

— Isso mesmo. Agora a gente tem um preto. Um comedor de verdade. E um corno pra assistir e servir.

Roberto ficou em silêncio, o rosto ainda molhado, o corpo marcado pela noite. Mas o pau, teimoso, endureceu de novo só de ouvir aquelas palavras.

Ele pensou: é isso. Agora eu sou corno. Assumido, completo, realizado. E não quero mais ser outra coisa.

---

História inspirada na história real do leitor do insta @molequecavalo02 sigam ele lá pra trocar ideia, o meu é @dr.jakyll6 podem me seguir também pra acompanhar mais de perto os contos e trocar ideia.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 3 estrelas.
Incentive Dr.Jakyll6 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários