Era uma madrugada abafada em Recife, o tipo de noite que deixa todo mundo suado e sem vergonha. A festa tava pegando fogo, som alto, luzes piscando, gente dançando colado. Eu conhecia a Rafaela desde novinha – ela sempre foi a mais soltinha do rolê, mas agora, casada com o Diogo, mãe de uma filha, tinha virado um mulherão de respeito: curvas assassinas, bunda que não cabia no vestido coladinho verde, e aquele olhar que misturava inocência com putaria.
Eu me aproximei dela no balcão e puxei conversa. "E aí, Rafa? Faz tempo que não te vejo assim solta na pista." Ela riu, tomou um gole da Brahma gelada, o suor escorrendo pelo decote. "Tô precisando desestressar, Alan. Vida de casada é foda, né? O emprego que eu tenho paga salário mínimo e mal dá pra mim e pra casa, tô apertada pra caralho." Conversamos sobre bobagem: a filha dela, o trabalho, o Diogo que tava lá no canto bêbado pra caralho, rindo sozinho.
Aí eu baixei a voz, olhei nos olhos dela e soltei, discreto mas direto: "Sabe, Rafa... se você quiser ganhar um extra hoje, eu pago 300 conto pela raba. Só isso, sem frescura, rapidinho no carro." Falei como se fosse uma piada interna, mas o tom era sério o suficiente pra ela entender – e eu sabia que no passado ela já tinha aceitado duas propostas dessa, sexo por dinheiro.
Ela piscou, fingiu que não pegou. "Hã? Como assim, 300 pelo quê?" Riu nervosa, olhou pros lados, mas não saiu do lugar. Continuou conversando, mas dava pra ver que a cabeça dela tava girando. Uns minutos depois, ela pegou no meu braço, apertou levemente e disse baixinho: "Vem aqui." Me puxou pra um canto mais escuro da festa, atrás de umas pilhas de caixas de cerveja, onde a luz mal chegava.
"Você tá falando sério mesmo?", perguntou, os olhos brilhando de curiosidade e tesão. "300 pela raba? Tipo... agora?" Eu confirmei com um sorriso safado. "Sério pra caralho. Mas se quiser negociar, fala aí." Ela mordeu o lábio, olhou pra baixo, depois pra mim. "Mostra o que você tem aí primeiro."
Abri o zíper devagar, tirei o pau pra fora ali mesmo, no escuro. Os 29cm grossos, pulsando, não cabiam nem na mão dela quando tentou segurar. Ela arregalou os olhos, levou a mão na boca: "NOOOOSSSAAAAA QUE ROLA GROSSA DO CARALHO! Isso não cabe nem em sonho... o Diogo é bem pequeno perto disso." Ficou olhando uns segundos, respirando pesado. "Dobro. 600 conto. Senão nem rola." Eu apenas disse: "Fechado." Paguei os 600 em dinheiro vivo ali mesmo, ela guardou no sutiã rapidinho e me puxou: "Vamos pro carro agora."
Saímos disfarçados, entramos no meu carro no estacionamento. Mal fechei a porta e ela já tava ajoelhada no banco de trás, o vestido ainda no lugar, mas com as mãos ansiosas no meu pau. "Deixa eu chupar isso aqui primeiro, Alan... porra, nunca vi um pau tão grande e grosso na vida. Olha o tamanho dessa veia, caralho... não cabe na minha mão, nem na boca toda." Ela forçou a boca ao máximo, babando pra caralho, engasgando, lambendo das bolas até a cabeça, comentando sem parar: "Que piraria é essa? Tão comprido, tão grosso... o Diogo parece um dedinho perto disso. Tô babando só de imaginar no cu." Chupou com vontade, gemendo alto, até que eu gozei litros de porra quente na garganta dela, escorrendo pelos cantos da boca, pingando no colo e no vestido. Ela engoliu o que conseguiu, limpou o resto com a língua e riu: "Porra, que gozada foda... agora sim, tô pronta pro resto."
Depois, de quatro no banco de trás, o vestido puxado pra cima, sem calcinha, a bunda empinada pedindo. "Vai devagar no começo, Alan... meu cu não aguenta isso, esse pau não vai entrar de jeito nenhum." Cuspi na mão, esfreguei no pau e forcei a entrada no anel apertado. Ela gemeu alto: "Ahhh porra, tá rasgando! Mais devagar, seu filho da puta! Eu disse que não ia entrar!" Mas eu não parei. Meti fundo de uma vez, estocadas brutais, o carro balançando inteiro. Ela cravou as unhas no estofado, choramingando: "Me arregaça, Alan! Destrói meu cu como se eu fosse tua puta barata!" O anel dela apertava forte em volta da grossura, mas ia abrindo, se rendendo. Eu agarrava os quadris, socava sem dó, o barulho das peles batendo misturado com os gemidos dela ecoando no carro.
Ela gozou primeiro, tremendo toda, esguichando na buceta sem eu nem tocar. "Tô gozando no cu, caralho! Nunca senti isso!" Eu continuei metendo mais forte, apertando o pescoço dela de leve, sufocando os gritos. "Sua casada safada, vai voltar pro Diogo com o rabo arrombado e pingando." Quando senti o gozo vindo de novo, tirei do cu, virei ela de frente e gozei na cara mais uma vez – jatos grossos, quentes, cobrindo os olhos, a boca aberta, escorrendo pro pescoço e misturando com a porra da chupada anterior.
Depois, limpou o rosto e o cabelo com uma flanela velha que tava no carro, rindo ofegante enquanto se ajeitava o vestido amassado. "O Diogo vai achar que foi suor da dança." Saímos do carro, ela andando meio torto, maquiagem destruída, mas com um sorrisinho de quem ganhou na loteria.
Voltamos pra festa como se nada tivesse acontecido. Mas eu sabia: Rafaela tinha virado minha puta particular. E o dinossauro tava pronto pra mais rodadas.
No final, antes de nos separarmos de vez, eu perguntei baixinho: "E a sua irmã, a Amanda? Ela é muito mais gostosa ainda... quando é que eu vou poder repetir com ela também?" Ela riu, piscou e disse: "Quem sabe, Alan... quem sabe."