Ela também queria, mas...não fui o primeiro.

Um conto erótico de Tesão à flor da pele
Categoria: Heterossexual
Contém 2142 palavras
Data: 07/03/2026 09:15:31

Lurdinha era o sonho de todos nós oito, seus admiradores, na faixa dos dezesseis aos dezessete anos, frequentadores de uma igreja protestante. na periferia da Zona Leste de São Paulo.

Os tempos eram bem outros há cerca de quarenta anos, e os costumes sociais sobre namoro e sexualidade, se diferenciavam tanto da atualidade, quanto o dia em relação à noite.

Sair sozinhos, voltar na hora q os dois quisessem, dormir com a namorada ou namorado, passar a noite fora num motel, praticar com naturalidade e regularidade sexo oral e anal, eram condutas q simplesmente não existiam, e se apenas um desses itens acontecesse com alguém conhecido, logo surgiam comentários depreciativos sobre a moralidade do casal, e da família.

Mas apesar dos cuidados excessivos dos seus pais com ela e sua irmã Giselda sobre amizades e recato nas roupas, pelo q sabiíamos Lurdinha conseguia senão impor a sua vontade totalmente de vestir calças e roupas mais justas e curtas iguais à maioria das colegas do colégio q não frequentavam a igreja, a muito custo negociava com a mãe concessões escondidas do pai seríssimo e muito religoso, compras q usava somente em ocasiões e lugares nos quais tivesse a certeza de q não seria vista por ele.

Nenhum de nós q éramos pouco mais do q moleques havia namorado, e constantemente nos provocávamos numa espécie de competição velada, sobre qual do grupo teria a competência para a conquistar.

Nos seus dezesseis anos, morena jambo de cabelos longos encaracolados sempre muito bem cuidados, Lurdinha era a garota mais tudo da igreja: bonita, sensual, inteligente, alegre, bem desinibida, até demais para os padrões comportamentais da época, mas também, muito avançada moralmente para aqueles tempos.

Como éramos todos tímidos em função da convivência religiosa, fomos surpreendidos no colégio ao ver Lurdinha beijar e também permitir amassos prolongados pelos cantos nos intervalos das aulas e do recreio, com vários garotos mais velhos do q nós q a princípio não considerávamos concorrentes, pq não eram da nossa comunidade da igreja.

Estudávamos no período da tarde na mesma sala, nos ajudávamos nas matérias, mas a timidez me impedia de fazer alguma coisa, para conquistar Lurdinha.

Enquanto as surpresas se repetiam sobre quem a beijava e amassava cada dia, e sobre os locais às vezes inusitados em q isso acontecia, do tipo muros e carros afastados do colégio, tratei de me credenciar para ganhar essa competição velada pela Lurdinha, aproveitando o dom de redigir e de rimar q descobri nas aulas de português, e o fato de ser o único loiro de olhos azuis e mais alto, do meu grupo de seus pretendentes.

Essa noção de q teria alguma vantagem em relação aos demais garotos do grupo, foi comunicada num mesmo dia a mim pela mãe da Lurdinha e pela sua irmã Giselda, qdo brincávamos certo sábado à noite numa "social", como chamávamos a nossa distração semanal na igreja.

Nessa ocasiões as brincadeiras aconteciam sempre entre casais q se formavam, às vezes demonstrando as suas preferências para aqueles q sentiam dificuldades para se revelar, como ocorria exatamente comigo.

Num dos intervalos para descansar o assunto era a predileção pelos opostos q nos atraem, e dona Elisa, suia mãe, uma diaconisa da igreja, sentada com o marido, o senhor Leandro, afirmou q a Lurdinha havia lhe confidenciado gostar de loiros de olhos azuis, e então, ela acrescentou sorrindo, olhando para mim:

- Parece q as tuas chances de ser meu genro, são maiores...

À medida q só aumentava a legião de conquistadores pretensos pelo corpo de mulher de Lurdinha q rapidamente se formava, destacando cada vez mais curvas acentuadas q a definiriam atualmente como falsa magra, notei q até mesmo professores agora a atraíam qdo a vi sair de carro com um deles logo no começo de um recreio, retornando apenas pouco antes do final da última aula.

Pq fiquei muito enciumado como se Lurdinha já fosse minha, então, decidi nesse dia em casa começar a me diferenciar pela redação de versinhos, q lhe entregaria no final de cada aula com a pretensão de q tb me respondesse, em textos rimados.

Já a partir do primeiro a criatividade me surpreendeu tanto, q reli saborosamente e muitas vezes, quase não acreditando q eu mesmo os fizera.

E qdo ainda na sala de aula estando sozinhos os entreguei a Lurdinha, após criar uma coragem q não sei de onde retirei, percebi haver acertado em cheio o seu coração, pq visualizei algumas lágrimas, e recebi um abraço apertadíssimo, bem colado mesmo, e um beijo entre a face direita e o lábio, q a inexperiência me catapultou para um patamar ali avaliado, como a resposta q mais desejava, e precisava.

E não ganhei td isso, somente.

Ela relia os versinhos na minha frente como se estivesse diante de algo muito esperado, e relia de novo voltando a me abraçar, até q acertamos um beijo inesquecível, q não queríamos parar, cessado apenas pq obrigatoriamente teríamos q voltar para casa.

E nessa vez a realização aumentou ainda mais, pq Lurdinha fez questão de colocar a minha mão direita na sua cintura, e me pediu olhando profundamente nos olhos:

- Me abraça!

O percurso para a casa dela era de menos de meia hora, mas diferente das outras naquela vez demorou muito mais, pq em cada lugar q pudesse nos esconder, por iniciativa de Lurdinha q me puxava pela mão, parávamos para beijar, e nos curtir maravilhosamente.

Lembro de um salão q se encontrava fechado para alugar o qual possuía uma entrada lateral com degraus, e Lurdinha subiu neles, regulou a sua altura menor em relação a mim em movimentos nada sutis, para deixar instintivamente com a minha colaboração a bucetinha bem na altura do meu pau se esfregando nela o máximo q as condições desconfortáveis permitiam, a fim de sentir melhor a sua dureza através da saia bem fininha, naquele amasso mais ousado enquanto nos beijávamos loucamente, descobrindo sensações e prazeres até então totalmente desconhecidos.

Qdo nos aproximávamos da casa de Lurdinha vimos ainda bem longe a sua mãe no portão, e pq notamos q tb nos viu, continuamos abraçados como namorados ainda não assumidos com os pais dela, mas declarados sem palavras entre nós em função do q sentíamos nos carinhos, e toques repetidos um no outro.

Ensaiamos o q havíamos de dizer à sua mãe mas esquecemos td q combinamos, pq ficamos ainda mais felizes qdo dona Elisa tb demonstrou satisfação, ao nos ver abraçados pela primeira vez.

Então Lurdinha disse a sua mãe, mostrando os meus versinhos:

- Mãe, olha o q ele fez pra mim!

Dona Elisa leu o meu texto várias vezes, e perguntou de onde o havia copiado, ou adaptado, e qdo lhe disse q fora uma criação totalmente minha, ela se desmanchou em elogios, e disse achar q nos daríamos muito bem, pq Lurdinha tb apreciava redigir criativamente tendo ótimas notas em português, e poderia me responder compondo tb.

Intensamente radiante, Lurdinha demonstrou concordar com a mãe dando pulinhos e vibrando, ao dizer:

- Vou amar me corresponder assim com vc!

Dona Elisa disse q nos daria algumas instruções para não errarmos onde ela havia errado, e me convidou a entrar para conversar, e comer um lanche q prepararia.

Ficamos na sala nos beijando e trocando carinhos até q dona Elisa retornou nos avisando q o lanche estava pronto, e então, nos dirigimos à cozinha para comer.

Enquanto lanchávamos, a primeira instrução de dona Elisa me surpreendeu completamente, embora nos conhecêssemos há muito tempo, e a Lurdinha tb, pq nos instruiu resumidamente como fazer sexo anal, para q Lurdinha não engravidasse.

Ela disse saber q iríamos transar de qualquer maneira, q não conseguiria nos impedir fazer o q quiséssemos pois estudávamos juntos, então, preferia ser mais prática, do q depois precisar criar um neto não previsto.

E daí, contou q havia engravidado da Giselda, a filha mais velha, e casado depois, situação q preferia a Lurdinha evitasse.

Por mais estranho q pareça hoje, aos dezessete anos nunca havia lido ou falado com ninguém sobre sexo anal, mas Lurdinha já sabia o q era, e demonstrou conhecimentos q me levaram a lhe perguntar se já havia feito.

Depois de alguma hesitação, Lurdinha surpreendeu a mim e tb a mãe, ao contar q havia transado a bundinha e havia gostado, na semana anterior, com o professor de educação física, qdo a vi sair de carro com ele.

Depois da surpresa inicial q me incomodou bastante, a conversa ficou excitante e me conformei, pq dona Elisa confessou tb gostar de sexo anal especialmente qdo estava menstruada, mas q o marido não curtia, e isto frequentemente a deixava insatisfeita.

Mãe e filha trocaram então impressões sobre como tornar mais gostoso o sexo anal, e a mim, entendi q caberia aprender nas primeiras vezes como comer um cuzinho, evitando traumatizar essa região de Lurdinha.

Fiquei super excitado nessa situação mas brotou um conflito moral gigantesco, pq possuía uma noção de religiosidade severa da família, mas a possibilidade incomum na época de transar com a filha havendo o conhecimento da sogra, me levou ao preparo para apressar o momento de enrabar Lurdinha.

É claro q a partir daquela conversa não pensava noutra coisa a não ser comer o cu da Lurdinha mesmo sem ter qualquer noção de como faria, pois sequer uma bucetinha ainda havia penetrado.

E outra consequência dessa primeira conversa com dona Elisa, foi q a nossa liberdade um com o outro aumentou demais, durante o lanche mesmo na presença de dona Elisa, e logo depois tb.

Nos tocávamos sem restrições em todos os lugares do corpo do outro, qdo ainda desajeitado peguei nos seus seios e as mãos de Lurdinha levaram as minhas ao meio das suas coxas onde senti um calor enorme e certa umidade na calcinha, nos beijávamos, e nos abraçávamos tantas vezes, q dona Elisa nos pediu para maneirar pq naquele dia, o marido chegaria somente lá pelas dez horas da noite.

Mas a conversa ficou ainda mais apimentada, qdo contei q a minha experiência sexual se resumia a uma ejaculação na bunda de uma negra, talvez um ano antes, ao voltar pra casa num trem super lotado.

Mãe e filha me encheram de perguntas, e só se satisfizeram qdo perceberam pela descrição q repeti várias vezes, q aquela experiência nunca repetida fora um fato verdadeiro através do qual, passara a prestar muito mais atenção na bunda das mulheres, se tornando a minha região preferida.

Daí, primeiro Lurdinha, e depois, a mãe, trajando vestidos bem justos q modelavam seus corpos, posicionaram diante de mim sensualmente as suas respectivas bundas de diversas maneiras, pedindo para opinar se as apreciava, e em qual delas.

Tímido como era, fiquei constrangido no começo, mas em seguida me liberei passando a falar abertamente, como a bunda de cada uma era atraente, e muito!

Embora fossem parecidas, qdo comentei q ficaria melhor para avaliar as suas bundinhas se estivessem de calça comprida, dona Elisa disse bem sensualmente q compraria no dia seguinte escondida do marido, uma para si, e outra para Lurdinha, podendo assim opinar melhor.

Nesse momento, Lurdinha pediu q a mãe a ajudasse a dar a bundinha pela primeira vez para mim, e q fosse em casa de preferência, pq a sua única experiência havia acontecido no carro do professor, e embora houvesse gostado, imaginava q numa cama seria bem melhor.

Dona Elisa concordou com o pedido da filha, e disse q poderia ser no dia seguinte logo de manhã, se nós dois quiséssemos:

- O pai teria ido trabalhar, Giselda a irmã mais velha estaria no colégio, sairia de casa, então, para nos deixar totalmente à vontade, ficaríamos sozinhos, ela voltaria somente no final da manhã!

E ainda acrescentou:

- Quero q a minha filha seja feliz, onde eu tive somente problemas! Filha, vc pode contar com a tua mãe! Dona Elisa disse a Lurdinha, a abraçando.

Foram tantas as alegrias vividas naquele final de tarde e começo de noite, além de ter q explicar para a minha mãe pq demorara, e onde estivera, totalmente eletrizado e muito ansioso ao pensar sobre o desafio de comer o cuzinho de Lurdinha sem saber ainda como faria, tb precisei resolver a falta absoluta de sono q me acometeu, conseguindo cochilar somente já de madrugada.

Pq nós dois queríamos demais, concluirei no próximo texto essa aventura maravilhosa, de enrabar a Lurdinha.

Ambos tivemos q aprender a nos dar prazer, mas as lembranças desse aprendizado com a sua continuidade, são as mais satisfatórias possíveis.

Contarei tb como precisei impedir o assédio do professor a Lurdinha, pois fez de td para continuar a comer a sua bundinha cobiçada; como semanas depois acabei enrabando dona Elisa a pedido dela, passando a transar regularmente tb a sua bucetinha; de q maneira Lurdinha soube e se envolveu nas transas, nas quais comia a sua mãe; e como tendo o consentimento da mãe, finalmente comi a bucetinha de Lurdinha.

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