Parte 1: A Traição no Parque

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 645 palavras
Data: 06/03/2026 22:05:24

Rufus era um rapaz jovem de 18 anos, no primeiro ano do ensino médio, com uma vida simples e sonhos modestos. Moreno, de olhos castanhos e corpo atlético de quem jogava futebol nas horas vagas, ele era tímido, mas tinha um charme quieto que atraía olhares. No colégio, conheceu Gislaine – uma loirinha magrinha, com cabelos ondulados até os ombros e um rosto delicado que a fazia parecer ter 12 anos, apesar de também ter 18. Ela era extrovertida, sempre rindo e flertando levemente, com um corpo esguio, seios pequenos e uma energia que o encantava. Eles começaram a namorar após algumas conversas no recreio: beijos roubados atrás do prédio, mãos dadas no caminho para casa e promessas de um amor adolescente puro.

O namoro era doce – saídas para sorvete, mensagens até altas horas e a primeira transa desajeitada no quarto dela, onde Rufus descobriu o corpo macio de Gislaine, penetrando devagar sua boceta apertada e rosada, os dois gemendo baixinho de prazer inexperiente. "Você é só minha, né?", sussurrava ele, e ela respondia com um beijo: "Claro, amor. Pra sempre."

Um dia, após as aulas, Rufus estava indo pra casa pelo parque da cidade – um atalho arborizado que ele adorava. O sol da tarde filtrava pelas árvores, e o ar cheirava a grama fresca. Mas ao virar uma curva, em um canto mais isolado atrás de arbustos altos, ele viu algo que o paralisou. Era Gislaine, sua namorada, de quatro no chão sujo, nua da cintura para baixo, com a saia do uniforme amassada ao lado. Ela levava pau de outro menino da escola – um garoto mais velho, chamado Lucas, que estocava forte por trás, os quadris colidindo com as nádegas magrinhas dela, o pau grosso entrando e saindo da boceta úmida com sons molhados. À frente, outro menino, Pedro, estava de pé, o pau na boca de Gislaine, que chupava com fome, lambendo e engolindo até a garganta enquanto gemia abafada.

Eles riam alto, chamando-a de "putinha safada" e "vadia do colégio", dando tapas na bunda dela. Gislaine só ria entre os gemidos, os olhos vidrados de tesão: "Ahh, mais forte, Lucas… me fode como uma puta mesmo!" Ela rebolava contra o pau dele, alternando para chupar Pedro, salivando e tossindo levemente quando engolia fundo. "Vocês são uns tarados… mas tá bom demais!", provocava ela, rindo enquanto gozava, o corpo tremendo, sucos escorrendo pelas coxas.

Rufus ficou arrasado, escondido atrás de uma árvore, o coração batendo como um tambor. Ele assistiu a tudo – Lucas gozando dentro dela, jatos quentes enchendo a boceta, depois trocando com Pedro, que a penetrou no cu apertado, estocando devagar no início e acelerando, fazendo-a gritar de prazer misturado com dor: "Ahh, devagar… mas continua, seu safado!" Gislaine chupava Lucas agora, limpando o pau sujo de gozo e sucos, gemendo como se fosse a coisa mais natural do mundo. Eles a usaram por mais de 20 minutos, alternando posições – deitada de costas com um na boceta e outro na boca, depois de lado com dupla penetração –, rindo e chamando-a de "nossa putinha". Ela gozou múltiplas vezes, rindo e pedindo mais, até os dois finalizarem no rosto dela, porra escorrendo pelo queixo e seios pequenos.

Quando acabou, eles se vestiram, dando beijos de despedida e prometendo "mais na semana que vem". Gislaine limpou o rosto com a saia, rindo: "Foi incrível, meninos… mas não contem pra ninguém." Rufus, com lágrimas nos olhos e o estômago revirado, correu pra casa, a cabeça a mil. Seria aquilo o que chamam de traição? Ele se trancou no quarto, chorando baixinho, replayando a cena – o riso dela, os gemidos, a forma como ela parecia amar aquilo. Seu mundo desabava: a garota que ele amava, que jurava fidelidade, era uma "putinha" para outros. Mas e agora? Confrontá-la? Terminar? Ou fingir que não viu? A dúvida o consumia, deixando-o perdido em um mar de dor e confusão.

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Comentários

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Interessante começo, se fosse na vida real seria terminar apenas, mas sendo conto quero vingança. Kkk

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