Cheguei em casa já tarde. O corpo cansado do serviço, a cabeça girando com as imagens da piscina que ainda rodavam no iPad escondido no carro. Estacionei, entrei quieto. Ouvi o chuveiro ligado no banheiro do quarto. A porta entreaberta, vapor saindo. Entrei devagar.
Rode tava lá, nua debaixo da água quente. Cabelos cacheados molhados grudados nas costas, corpo brilhando de sabonete. Ela tinha um dedo enfiado na buceta, mexendo devagar, como se quisesse tirar cada gota da porra que os meninos tinham deixado lá dentro. O dedo entrava e saía, água escorrendo pelas coxas. Ela gemia baixinho, olhos fechados.
Entrei no banheiro. “Como foi?”
Ela abriu os olhos azuis, sorriu safada, sem parar o movimento. “Foi bom, amor. Eles têm paus enormes... descomunais. Mas você já viu, né?”
Meu coração deu um pulo. “Como sabe?”
Ela riu, tirou o dedo da buceta e lambeu devagar. “Estou sempre um passo à frente.” Piscou. “Vem cá. Vamos tomar banho juntos.”
Tirei a roupa rápido. Meu pau já meia-bomba só de ver ela assim. Entrei no box. Água quente batendo nas costas. Peguei o sabonete, comecei a ensaboar os peitos dela, a barriga, descendo pras coxas. Ela se encostou na parede, pernas abertas. “Mais embaixo, amor... limpa tudo.”
Ajoelhou de repente. Água caindo na cara dela. Pegou meu pau na boca. Chupou devagar, lambendo a cabeça, depois engolindo mais fundo. Eu segurei a cabeça dela com força, enfiei até a garganta. Ela engasgou, tossiu, saliva escorrendo misturada com água. Mas voltou a chupar, olhos olhando pra cima, cheios de tesão. “Isso... fode minha boca.”
Depois de uns minutos, ela levantou. “Hoje é um dia especial pra gente.” Pegou um vidrinho transparente na prateleira. Lubrificante. Nunca tínhamos usado. Ela sempre ficava molhada demais. Passou no meu pau, devagar, mão quente escorregando. Colocou um pouco na minha mão. “Passa na minha bunda... e mete no cu.”
“Nossa... você nunca me deu.”
“Sempre tem uma primeira vez. E você merece.”
Virei ela de costas. Ela apoiou as mãos na parede, empinou a bunda grande. Passei o lubrificante no rego, no anel apertado. Coloquei a cabeça devagar. Ela gemeu alto. “Ai... devagar, amor... é grande.”
A cabecinha entrou. Ela rebolou devagar, provocante, como se quisesse me torturar. O rebolado dela foi empurrando mais rola pra dentro. Eu metia aos poucos, sentindo o cu apertado se abrindo. “Que delícia... tá quente... tá me apertando.”
Ela gemia rouco. “Vai... mete mais... me arromba devagar.” Eu obedeci. Metia devagar, sentindo cada centímetro deslizando. Ela rebolava contra mim, empurrando pra trás. “Isso... todo... quero sentir tudo.”
Aumentei o ritmo. Água batendo nos nossos corpos, barulho molhado das metidas. Segurei nos quadris dela, puxando forte. Ela gritava de prazer misturado com dor. “Ai... fode meu cu... mais forte!” Bati na bunda dela, deixando marca vermelha. Ela apertava o cu em volta do pau, me ordenhando. “Tá gostoso... nunca senti assim...”
Metei fundo, todo dentro. Ela tremia. “Vai... goza dentro... enche meu cu!” Gozei forte, jorrando quente. Ela gozou junto, corpo convulsionando, buceta pingando sem nem tocar.
Depois, ficamos abraçados debaixo da água. Ela sussurrou: “Tô feliz por nós, amor. Isso é nosso... sem culpa.”
Dormimos nus, colados. Meu pau ainda semi-duro encostado na bunda dela.
No dia seguinte, no serviço, os gêmeos tavam calados. Mal falavam. Olhavam pro chão, tipo com receio. No fim do dia, na caminhonete, voltando pra casa, eles pararam de repente. Mayer respirou fundo. “Tio... precisamos confessar uma coisa pro senhor.”
Eu fingi surpresa. “O quê?”
Cristiano engoliu seco. “Desculpa... mas a gente acabou comendo a sua esposa. Perdoa a gente. Foi na piscina... ela... a gente não resistiu.”
Fiz cara de bravo. Voz grossa. “Desce do carro. Amanhã a gente conversa.”
Eles desceram pálidos, olhos baixos. Medo estampado. Eu saí dali rindo sozinho. A onda tava perfeita.
Mais tarde, mensagem no celular. Viviane. “Preciso conversar com você. A sós. Me encontra na frente da minha casa agora?”
Fui. Estacionei na rua. Ela saiu, de short jeans curto, blusinha justa. Cabelo rastafari solto. Caminhamos pela calçada vazia. Ela parou de repente, virou pra mim. Olhos vermelhos, como se tivesse chorado.
“Meus filhos me contaram tudo. Por favor, Sandro... não faça nada com eles. Eles são inocentes. Viram a Rode na piscina e não aguentaram. São jovens, virgens...”
Eu ri baixo, zuando. “Por que não fariam? Comeram minha mulher.”
Ela arregalou os olhos. “Não pode matar nem fazer nada com eles. Porque eles são seus.”
Meu mundo parou. “Como assim meus?”
Ela respirou fundo, voz tremendo. “São seus filhos, seu estúpido. Quando você saiu pra ir pra faculdade, eu já tava grávida de você. Por isso saí com o Sérgio. Falei que era dele. Ele aceitou, casou comigo, criou eles como se fossem dele. Mas são seus, Sandro. Mayer e Cristiano... são seus meninos.”
O chão sumiu debaixo dos meus pés. Senti um soco no estômago. Culpa, raiva, confusão, tesão misturado com nojo. Meu peito apertou tanto que doeu. “Você... mentiu pra mim? Pra todo mundo? O Sérgio... ele sabia?”
“Ele sabia no final. Antes de morrer, me pediu pra nunca contar. Disse que amava os meninos como filhos dele. Mas eu... eu nunca esqueci você. Nunca esqueci aquele tempo. E agora... você comeu a mãe deles. E eles comeram sua mulher.”
Lágrimas escorriam no rosto dela. “Eu não queria que fosse assim. Mas quando a Rode falou do passe livre... eu pensei... talvez fosse o destino. Você voltando pra mim. Mas agora... tudo tá errado. Eles são seus filhos, Sandro. E você deixou eles foderem a Rode. E eu... eu deixei você me foder ontem.”
Minha voz saiu rouca, quebrada. “Por que não me contou na época? Eu teria voltado. Teria assumido.”
“Você foi embora. Disse que ia estudar, que era melhor assim. Eu tava sozinha, grávida. O Sérgio apareceu. Ele me amava de verdade. Eu fiz o que achei certo.”
“Certo? Mentir pra mim? Mentir pros meninos? Eles cresceram achando que o pai tava morto... e o pai tava do lado, vizinho, sem saber!”
Ela chorou mais forte. “Eu errei. Errei feio. Mas agora... o que a gente faz? Eles me contaram tudo chorando. Acham que você vai bater neles, expulsar. E eu... eu não aguento mais guardar isso sozinha.”
Fiquei parado, olhando pro chão. O peito ardendo. Culpa me comendo vivo. Porque eu tinha gozado assistindo meus próprios filhos fodendo minha esposa. Porque eu tinha metido na mãe deles ontem, enchendo de porra. Porque tudo aquilo... era incestuoso sem eu saber. E o pior: uma parte de mim ainda tava excitada com a revelação.
“Eu não sei o que fazer, Viviane. Isso... isso me destruiu.”
Ela tocou meu braço. Mão tremendo. “Me perdoa. Por favor. Não conta pra eles ainda. Deixa eu pensar. Deixa a gente... consertar isso de algum jeito.”
Olhei pra ela. Olhos cor de mel, iguais aos dos meninos. Meu sangue. Meu erro. “Consertar? Como? Eu assisti tudo. Gozei vendo. E agora sei que eram meus filhos.”
Ela baixou a cabeça. “Eu sei. E eu... eu gozei ontem pensando que era você voltando pra mim. Depois de tantos anos.”
Silêncio pesado. O vento batendo nas árvores. Meu coração batendo tão forte que doía.
“Eu preciso de tempo”, falei, voz baixa. “Muito tempo.”
Ela assentiu, chorando. “Eu espero. Mas não machuca eles. Eles te amam como tio... como pai que nunca tiveram.”
Virei as costas. Caminhei pra casa sem olhar pra trás. Cabeça explodindo. Culpa, tesão proibido, amor antigo, raiva. Tudo misturado.
Cheguei em casa. Rode dormindo. Deitei do lado, nu. Meu pau duro de novo, traindo tudo. Pensei nos meninos. Meus filhos. Na Rode gemendo com eles. Na Viviane de quatro ontem.
E não sabia se queria parar... ou ir mais fundo no abismo.