No outro dia não tinha como não escapar de uma conversa, “precisamos conversar.” Eu mandei uma mensagem.
“Acho melhor deixar para lá o que aconteceu ontem a noite, não precisamos conversar.”
Eu, ao invés de ouvir o conselho dela, ignorei “é sério Helô precisamos conversar.”
“Tá bem, vem casa hoje.”
Cheguei na casa dela a noite e bolamos um baseado, ela estava com um shortinho curto e sem calcinha, como eu sei? Ela sentou de uma forma onde mostrando o partido dela, como sempre ela estava sexy e vulgar.
“Helô a noite ontem foi estranha.”
“Nossa, eu sabia que você iria falar disso, acho melhor a gente esquecer antes que fica mais esquisito, somos só amigos.”
“É por causa de mim ou do grandão?”
Ela cruzou os braços “você realmente quer saber?”
“Não vim à toa.”
“O que você quer saber?”
“Mesmo eu sendo carinhoso ainda prefere ele?”
“Ontem quando você tentou transar comigo” ela fez uma pausa “quem realmente é dono da minha buceta.”
“Quem é o dono?” Aí repetir essas palavras me deu uma enorme humilhação.
“É, quem você acha que é dono?”
Eu engoli seco.
“Ele estragou o brinquedo, que você nem conseguiu usar.” ela falou rindo.
Eu fiquei sem chão.
“A sua expressão me atiça.” Ela falou totalmente envergonhada.
“Não entendi?”
“Não se faça de sonso de alguma forma me excita e dá vontade de ir além.”
Me senti tão vulnerável.
“Você lembra quando eu te contei que nunca iria transar com alguém sem camisinha, e naquela mesma época eu saí com o Felipe e “eu falei a ele que não podia transar sem camisinha”, ele simplesmente respondeu “e daí” e forçou a transar com ele.”
“O que tem?”
“Lembro que você ficou estranhamente com ciúmes e brabo e ficou passando a mão no meu cabelo suado falando que poderia fazer um monte de coisas sem transar, certamente você foi embora bravo e com as bolas doendo de tesão por ser fraco enquanto eu fui embora excitada, e o Felipe foi embora com as bolas vazias.”
“Como você pode lembrar disso?”
“Porque essas coisas me excitam.” ela falou com a voz alta.
Eu simplesmente, fiquei pálido e paralisado, sem reação.
“Eu falei pra gente não entrar nessa conversa, você não me entenderia.” Ela falou.
“Puta que pariu.”
Em que mundo aquilo deixaria alguém excitado? Não sei porque nesse momento lembrei do porno que tinha assistido sobre humilhação de pau pequeno, mais conhecido como sph.
“É acho que te entendo.” respondi.
“Entende o que?” Ela falou achando que eu não a compreendia.
“Que não seja pra você.”
Ela deu uma erguida na sobrancelha, se levantou e tirou o short ficando pelada com a parte de baixo a mostra, sua bucetinha sem nenhum pêlo era linda, parece um convite eu esqueci de tudo que estávamos falando.
Eu fui colocando a mão na sua coxa, ela se afastou.
“sai daí.”
“Você que ficou pelada.”
“Você já viu aquelas piscinas com marcação menores de 1,50 não entra, então pênis pequeno não entra.”
Nesse momento evitei o contato visual, me sentia humilhado, ela simplesmente sentou no meu colo, eu não conseguia reagir, talvez uma lágrima rolou do meu rosto.
“Vini, você acha que o seu pauzinho consegue me preencher?”
Eu engoli seco, era demais aquelas palavras.
“Não quer dizer que a gente não dê certo como casal que não podemos ser amigos, claro que em momentos de fragilidade um do outro a gente tenta se confortá, eu gosto de você e você gosta de mim, então podemos nos apoiar junto, vamos arranjar uma mulher pra você.”
“Tá bem.” As palavras mal saíram da minha boca.
“Coloca um sorriso no rosto, tá bem.”
“Tá bem.”
“Me desculpa se fui grossa, só tentei ser sincera e não deixar nenhuma dúvida para trás.”
Não tinha palavras.
“O que se passou por você quando me desejou mesmo depois de ter escolhido outro homem? Porque me chupou mesmo sabendo que transei com outro?.”
“Não sei, ciúmes.”
“Aí meu Deus, e porque mesmo agora estou sentindo o seu pau durinho?”
“Não sei.”
“Não minta pra mim.”
“Eu estou sentindo o calor da vagina.”
Ela ficou espantada com a resposta.
“Sabe que algumas meninas já perguntaram o tamanho do seu pau, e eu nunca contei sobre você, nadinha, eu sempre guardei esse segredo, e nunca ganhei nada em troca, então?”
Eu fiquei meio interessado no que ela queria e ao mesmo preocupado “então?” eu perguntei.
Ela se levantou com praticamente a sua vagina no meu rosto, eu sentia o calor, o cheiro, sua bucetinha estava úmida, eu queria provar!
Coloquei a cabeça no meio de suas pernas e comecei a lamber. E brinquei um pouquinho.
Me afastei e soprei no clitóris “será que esfria, tá muito quente.”
Ela riu e eu voltei a lamber, beijar e adorar sua bucetinha.
“Deita.” eu ordenei.
Ela se deitou e continuei a chupar, agora eu me concentrava no seu clitóris, era uma delícia ouvir os gemidinhos dela.
Enquanto meu pau duro estava abandonado dentro da minha cueca, tinha certeza que podia gozar daquele jeito e Helô estava pra gozar, ela começou a me apertar e sua respiração alta não era outra coisa além do orgasmo.
Ela simplesmente me segurou e gozou na minha boca, enquanto se recuperava eu simplesmente não sabia como reagir ela me puxou e me deu um beijo na boca, mesmo estando com os lábios melado da sua vagina.
“Assim seu segredo está garantido.”
“É sério, que vai ter chantagem?”
“Sim.” Ela falou com um sorriso no rosto, mesmo talvez sendo brincadeira ou verdade, o clima estava leve.
“A sua buceta me deixou louco e queria muito transar.”
Ela só deu risadinha. “Gostei de ouvir isso.”
“Gostou de me provocar?”
“Sim, se fosse com outro eu teria transado, mas hoje você perdeu a oportunidade de gozar, bola outro baseado pra mãe dormir leve.”
“Eu como eu fico?”
“Vai dormir de pau durão.” Ela falou brincando.
Eu bolei outro baseado na cama, enquanto ela permanecia pelada.
“Vamos achar uma pessoa pra você conseguir gozar.”
Ela falava enquanto fumava.
“Sério outra pessoa?... Só quero transar?”
“Lembra do Felipe, vai embora com as bolas doendo.”
“Puta merda, fala a verdade quantas vezes um homem te fez gozar pela boca?”
Ela riu: “Se você me chupar todo dia, talvez eu não fique com vontade de transar e até lá talvez minha buceta fique apertada pra você, quem sabe.”
“Com você é só chantagem….Quanto tempo?” Me perguntei preocupado
“O queee, quanto tempo o que? Ela riu, eu fiquei meio humilhado.
“Só falei pensando alto.”
“Puta que pariu se tá pensando ainda, é muito beta, meu betinha.”
Fumamos o baseado, na hora de ir embora ela fez eu dar um beijinho na sua bucetinha de despedida.