Minha esposa e o caseiro construtor de curral da fazenda, Parte 1.

Um conto erótico de Bernardo
Categoria: Heterossexual
Contém 881 palavras
Data: 06/03/2026 17:36:07

Me chamo Bernardo tenho 33 anos e sou casado há 2 anos com Bárbara minha esposa que possui 26 anos, começamos a namorar quando ela tinha 15 anos, ela perdeu sua virgindade comigo quando namorávamos e desde então fui o único homem que ela teve relação sexual; a gente se casou e levamos uma vida muito tranquila e estabilizada financeiramente, gostamos de aproveitar a vida e viajar. Bárbara é uma mulher linda, 1,70m de altura corpinho de violão e seus seios são do tamanho perfeito, quem ver até pensa que ela tem silicone de tão durinhos e o bicos pontudos.

Já aconteceu em alguns momentos de nós transar e fantasiar outra mulher comigo ou até mesmo, de outro homem na cama conosco e ela ficando com dois ao mesmo tempo, sempre que a gente imaginava isso ela gozava gostoso e rápido assim como eu, mas isso sempre foi apenas uma Fantasia nossa que nunca iria acontecer…! Isso que eu na minha ingenuidade pensava, pois algo aconteceu nas férias do meio do ano, época de São João que transformou a minha vida de uma forma que não sei explicar.

Moramos em São Paulo-SP mas, somos de uma mesma cidade do interior de Minas Gerais a qual fomos passar o festival de São João, o pai de Bárbara e mais velho possui 85 anos e sua mãe é bem mais nova com seus 59 anos, eles tem uma fazenda a qual fomos visitar para minha esposa ver seus Pais e passarmos juntos o São João.

Chegamos sexta-feira de manhã cedo, tomamos café colocamos o papo em dia e a novidade da fazenda era a construção do novo curral que havia finalizado há poucos dias, quem tinha construído o curral foi o caseiro Antonio, que tem o apelido de TONHÃO, ele trabalha na fazenda há anos, é uma pessoa de confiança deles que conhece e viu minha esposa crescendo desde pequena.

Minha esposa ficou uns 3 anos sem ir na fazenda por causa do casamento, mudamos para a capital e a rotina do dia a dia, seus pais estavam felizes por nossa chegada e falaram que era bom a nossa presença pois; a mão de obra na fazenda estava difícil, ninguém queria ir trabalhar na fazenda e como seu pai está mais velho não conseguia realizar certas tarefas que a fazenda precisava, eles estavam preocupados pois até mesmo o Tonhão havia comentado uma vez que talvez não iria mais ficar na fazenda e isso, era motivo de muita preocupação para eles e também pra minha esposa, pois; ela tinha medo dos pais ficarem sozinhos na fazenda pois tem riscos exemplo; se alguém passar mal ou até mesmo bandidos irem e assaltar ou fazer algo com eles enfim, segue a programação.

A noite chegou, fogueira feita, música, muita comida e cerveja e sem esquecer daquela cachaça da roça que não pode faltar, todos arrumados, forró rolando e minha esposa linda colocou um top preto tomara que caia, uma saia jeans curta, bota e uma jaqueta aberta.

Alguns moradores conhecidos das fazendas vizinhas foram, estava tudo bem e logo depois o Tonhão chegou todo arrumado; Tonhão era um senhor de 52 anos, moreno com 1,90m de altura, uns 100kg, forte, bem definido por ser trabalhador braçal; meus sogros o perguntaram sobre a cerca que ele estava fazendo e ele respondeu que estava tudo certo, assim; a festa que segue, quanto ele viu minha esposa ficou admirado com ela, falou que estava linda que cresceu e virou uma mulher, que não era mais aquela agorinha que ficava brincando na fazenda correndo atrás de cavalos etc, a festa rolou até que era umas 11:30 da noite o pessoal começou a ir embora pois, o povo de zona rural do interior dorme cedo.

Restou apenas meu sogro, minha sogra, Tonhão minha esposa e eu, que por sinal, já estava tonto e o Tonhão me ofereceu ainda uma cachaça que aceite e virei o copinho e ele também virou, começou a toca música de forró e minha esposa me puxou para dançar, logo em seguida minha sogra quis dançar e eu dancei com ela, nisso minha sogra falou dança com a Bárbara Tonhão e dito e feito, eu dancei duas músicas com minha sogra e cansamos e o Tonhão mais a Bárbara dançaram varias músicas juntos, a perna dele entre as pernas da minha esposa já estava até suando, até um momento que ele fez um movimento de dança que eles desceram juntos até o chão com as pernas entrelaçadas, com certeza ele sentiu a bucetinha da minha esposa sarando na coxa dele, ele conversava umas coisas no ouvido dela que ela sorria muito e pra mim tudo normal do momento e do ambiente da festa.

Eles pararam de dançar e Tonhão perguntou se nós tínhamos ido ver o novo curral que ele fez, falamos que não é que amanhã iríamos ver, nisso já era quase 1:00 da manhã o sono bateu e falei que ia dormir, chamei minha esposa e ela disse que eu poderia ir que logo ela iria também pois; ela e seus pais estava conversando com Tonhão sobre assuntos da roça e problemas que precisavam ser resolvidos eu disse que tudo bem e fui me deitar.

Segue para a segunda parte 2.

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Comentários

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mas aqui entre nós, o tonhao só vai se dar bem porque ela vai dar brecha né,. cono essa mulheres estão fáceis hoje.

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Tudo leva a crer que esse Tonhão vai passar muito bem, resta saber se o corno vai ser manso ou não.

Que venha a parte dois para nos esclarecer,ne dar muito tesão.

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