Essa é uma história criada com o auxílio de Inteligência Artificial. Porém, não se trata da AI que está sendo discutida nesse site. Em vez disso, baixei o aplicativo Linky e fiz um cadastro como se fosse um homem dessa idade. Nesse aplicativo, você pode iniciar um bate papo com as criações de AI que lá existem.
Confesso que não foi fácil. Muitas vezes, a conversa sai totalmente do seu controle e vai para um rumo que não era o que eu pretendia. Depois de algumas tentativas, consegui fazer com que uma conversa evoluísse. Se não foi exatamente como eu pretendia, pelo menos permitiu que dela desse para criar um conto que segue a mesma linha do que aconteceu no bate papo.
O nome da personagem é Carla, que foi criada por alguém que assina como usere o meu cadastro eu usei o nome de Hugo, portanto, o que se dá aqui é a interação entre um personagem criado por outra pessoa e outra criada por mim. O roteiro da história se baseia na descrição que foi dada à Carla que eu transcrevo na íntegra: “Carla é sua sobrinha, passando as férias de verão com você. Ela gosta muito de você.”
No primeiro comentário desse conto, darei mais informações a respeito dessa forma de usar IA.
Então vamos a história:
Quando meu irmão chegou em minha casa para passar um período de suas férias, trazendo com ele sua esposa e sua filha Carla, resolvi usar o que tinha de saldo no banco de horas que minha empresa instituiu para ficar em casa durante uma semana.
Carla, uma garota de 18 aninhos que aparenta menos, com uma carinha bem infantil, um rostinho lindo com seus cabelos castanhos claros e seus olhos verdes e um corpinho cheio de curvas e com tudo no lugar, logo se transformaria em uma linda mulher. Mas o que mais me atraía nela era o carinho que ela tinha por mim, sempre fazendo questão de ficar em minha companhia, chegando a provocar comentários de seus pais que diziam que, quando eu estava por perto, ela parecia se esquecer que tinha uma mãe e um pai e nem ligavam para eles.
Ela, muito viva e inteligente, resolvia o problema surgido com os ciúmes dos dois dizendo que teria o ano inteiro para curtir aos dois, enquanto só estaria perto de mim durante aquela semana, provocando o riso dos dois que, depois disso, a incentivaram a curtir a companhia do tio Nesse caso eu.
Só eu que não estava muito confortável com essa situação. Eu adorava Carla, porém, o comportamento dela desde o dia que chegou, estava me deixando em uma situação difícil. O que me incomodava era a forma como ela vinha me abraçar todas as vezes que eu me aproximava, forçando seu corpo de encontro ao meu por mais tempo que o normal e depois beijava meu rosto, sempre com sua boca chegando muito perto da minha. Lógico que logo meu corpo começou a reagir e na primeira vez que tive uma ereção com ela me abraçando, cheguei a pensar a situação se tornaria insustentável com ela caso seus pais notassem e isso, com certeza, faria com que a minha relação com eles, que sempre foi amigável, se transformasse em um problema muito sério.
Foi assim que, na sexta-feira, penúltimo dia antes de Carla partir com destino à sua cidade, que ela acordou cedo e já foi me perguntando, depois de me abraçar e dar o beijo que dessa vez chegou a tocar o canto de minha boca:
– O que vamos fazer hoje?
– O que você tem em mente? – Falei devolvendo a pergunta a ela.
– Ah! Eu não sei... talvez uma coisa divertida? Algo que a gente possa fazer juntos!
– Pode ser. Mas onde você pretende me levar? – Perguntei em tom de brincadeira.
– Hum! Que tal um parque? Tem um lindo aqui perto e dizem que é lindo nessa época do ano.
– Ok. Vamos lá então!
– Oba! – Comemorou Carla e depois acrescentou: – Isso vai ser tão divertido! Você não acha?
– É o que eu espero.
– Lógico que vai ser. Afinal, é impossível para você não se divertir quando está comigo, não é?
– Isso é verdade. – Concordei pensando que, apesar de ser isso mesmo, havia o incômodo de me sentir excitado com as provocações dela.
De repente, a ideia de um simples passeio no parque se transformou em um piquenique. Carla se encarregou de preparar os lanches e sucos enquanto eu fui trocar de roupa. Quando voltei, ainda ajudei ela terminar sua tarefa e, quando tudo ficou pronto, perguntei:
– Você vai ao piquenique usando essa saia? Não seria melhor trocar para uma calça jeans ou um short?
Essa pergunta aconteceu porque Carla usava uma saia de couro justa e muito curta e uma blusa branca de mangas compridas. Ela respondeu:
– Hã! Por quê? Tem algo errado com minha saia?
– Lógico que não! Só acho que pode ficar incômodo você se sentar no chão com ela. Mas, você que sabe?
No íntimo eu estava torcendo para que ela ficasse do jeito que estava. Seria impossível ela se sentar no chão sem mostrar o que tinha debaixo daquela saia. Mas, para meu azar, ela concordou e foi em direção ao quarto que tinha sido destinado a ela, voltando a seguir com um short jeans e uma camiseta marrom claro, de mangas e muito discreta. O que não estava nada discreto era o tamanho do short que usava que, de tão pequeno, permitia que as dobrinhas de sua arrebitada bundinha ficassem aparecendo.
– Tá bom assim? – Perguntou ela com um sorriso maroto em seus lábios enquanto fazia uma volta completa me mostrando suas formas perfeitas.
– Acho que está bom. Só me pergunto se não está apertando demais.
– De jeito nenhum! Está perfeito e, além disso, é confortável.
– Se você diz, então tá. Vamos?
Ela pegou a cesta de piquenique e se dirigiu para a porta da frente que manteve aberta enquanto falava para mim:
– Você primeiro, titio.
O parque era realmente perto porque eu morava em um condomínio do centro e ficava em uma região totalmente desabitada. Era bem conservado e tinha uma cachoeira que era a sua principal atração.
Quando chegamos Carla e eu caminhamos por uma boa distância até que ela avistou umas árvores e comentou:
– Uau! É ainda mais bonito do que eu imaginava! Olha que lindo aquelas árvores.
– Vamos aproveitar que não tem ninguém por perto e ficarmos sob a sombra delas. – Sugeri.
– Ótima ideia! – Falou Carla já se dirigindo ao local e, quando lá chegamos, ela olhou em volta e elogiou o cenário: – Perfeito, não é?
– Eu que o diga. – Respondi enquanto olhava a polpa da bundinha dela que estava aparecendo, sem saber se me referia à beleza do ambiente ou à paisagem que tanto encantava minha sobrinha.
– Então vamos comer antes que eu morra de fome!
– Então vamos. – Disse eu com os olhos fixos na bunda arrebitada dela quando se abaixou para estender a toalha sobre a grama.
– Hum! – Suspirou satisfeita Carla depois de tomar um gole de suco na boca da garrafa e depois dizer: – Isso está maravilhoso. Muito obrigada, tio Hugo. Obrigada por me trazer aqui.
– Também estou gostando. A única coisa chata é esse povo todo olhando para a gente. O que será que eles estão pensando?
– Não liga não, tio. Eles só estão com inveja da gente.
– Ou talvez me condenando por acharem que estou me aproveitando de uma garota com idade para ser minha filha.
– Ah! Isso é uma grande bobagem! Quem liga para o que eles pensam?
– Eu pensei que isso te incomodasse.
– Por que? Porque eu sou mais nova que você? Mas você não é meu pai, sabia?
– Não. Não sou seu pai, mas sou o seu tio.
– É verdade, só que eu não te vejo como um tio de verdade. Para mim você é mais um amigo. – Carla, ao falar isso, sorriu inclinando a beleza se tornando ainda mais provocante e depois concluiu: – É um amigo muito, mas muito legal mesmo.
– Amigo é? Só amigo? – Por mais que eu tentasse, não conseguiam dizer essas palavras sem deixar que um tom de decepção as acompanhasse.
– Claro. Eu gosto muito de você. Acho até uma pena que não é permitido que eu fique apaixonada. – Essa frase também tinha um toque de decepção e Carla, muito viva, percebeu isso e, imediatamente, mudou de assunto falando: – Vamos dar uma volta. Quero conhecer mais desse parque maravilhoso.
Caminhávamos lado a lado olhando para a natureza quando um bando de pássaros, fazendo uma algazarra enorme em volta de jambeiro, chamou nossa atenção. Mas quando estávamos andando na direção deles, vi uma bola de basquete caindo e sua trajetória indicava que atingiria Carla. Sem pensar, me atirei sobre ela e caímos ambos no gramado e, como girei o corpo, fiquei de costa na grama e ela de bruços sobre meu corpo. Um pouco constrangida, ela falou:
– Desculpe tio. Você consegue se levantar?
– Não com você deitada sobre mim. – Respondi sorrindo.
Só que Carla não se levantou imediatamente. Antes ela perguntou se eu estava machucado e, quando disse que não, ela movimentou o corpo para que seu rosto ficasse próximo ao meu, porém, não foi isso que me assustou. O que me deixou preocupado foi o fato de que, nesse momento, sua buceta estava encostada no meu pau que imediatamente reagiu ficando duro e foi como se a roupa que estávamos usando não impedisse que eu sentisse o calor que emanava dela. Era impossível ela não sentir minha ereção e isso ficou claro quando ela fixou seus olhos nos meus e sorriu, antes de se levantar com uma lentidão torturante.
Acredito que aquela situação, apesar do sorriso dela, acabou por deixá-la também constrangida, pois assim que ficamos em pé ela falou:
– Isso foi muito ruim. Talvez seja melhor a gente terminar nosso piquenique e ir embora antes que rolem outros acidentes.
– Isso é mesmo uma pena. Mas sim. Vamos embora.
Pegando a toalha de mesa e a enfiando de qualquer jeito na cesta, ela começou a andar rapidamente em direção ao local onde meu carro estava estacionada, me apressando para segui-la, o que fiz lamentando intimamente por minha falta de sorte, pois aquele começo de tarde estava se mostrando promissor.
Enquanto dirigia fazendo o percurso de volta para minha casa perguntei:
– Gostou do passeio?
– Claro que gostei. Foi muito divertido.
– Que bom que você gostou. Tudo para agradar à minha sobrinha preferida.
– Não seja falso titio. Eu sou sua única sobrinha.
Rimos do comentário dela e depois ficamos em silêncio até que ela falou:
– Acho que estamos quase chegando...
– Sim. É logo ali.
Entretanto, não me limitei a responder. Em vez disso, parei o carro sob a sombra de uma árvore ao lado de uma praça e, antes que dissesse qualquer coisa, Carla perguntou:
– Ei! Por que você parou?
– Só queria olhar para você vestida assim mais uma vez. Você está linda.
– Ah! Obrigada!
Notei que Carla, ao agradecer o elogio, evitou o contato visual e seu rosto ficou corado. Então perguntei:
– Por que você faz isso?
– Isso o que? Eu não estou fazendo nada!
– Não? Você me leva para um piquenique vestida com essa roupinha que te deixa super sensual e vem me dizer que não está fazendo nada?
– Sabe o que foi? Eu me senti meio estranha. Aquelas pessoas todas olhando para nós...
– Mas não foi você que perguntou quem é que liga para o que eles pensam?
– Então. Na hora eu pensei assim. Mas depois fiquei reparando e isso me senti estranha.
– E agora? Você ainda está se sentindo estranha?
– Não! – Carla suspira pesadamente e depois se corrige: – Quer dizer, estou sim me sentindo meia estranha. É difícil explicar, sabe?
– Então, pelo menos tente. Faça isso que eu preciso entender.
– É que... eu nunca tinha pensado em mim mesma como alguém que não fosse sua sobrinha. Então, quando você começou a agir de forma diferente... tipo, me dando sua atenção, isso me deixou desconfortável.
– Isso quer dizer que você não gostou?
– Não é isso. – A garota balançou a cabeça com força e depois continuou: – Eu adoro passar meu tempo com você. É só que... não consigo pensar nisso como algo errado.
– O que é que você acha errado?
– Bem. Você é meu tio. – Um novo suspiro profundo antes de continuar: – Acho que estou com medo das pessoas pensarem que a gente está fazendo algo errado. Como aquelas no parque.
– Só que elas estavam pensando exatamente isso.
– Eu sei. Eu não quero que pensem assim. Nem quero que a gente pense assim. Você está me entendendo?
– Não. Não estou entendendo nada. Não pensar assim como? Por exemplo, me diga o que é que você está pensando.
– Nada. Não estou pensando nada! Para com isso!
A postura de Carla, cruzando os braços sobre seus seios, indicava que ela estava na defensiva.
– E o que você acha que eu estou pensando?
Essa pergunta atingiu o alvo. Se Carla já estava desconfortável, ela ficou totalmente vermelha e respondeu gaguejando:
– É que... você é homem. Então, provavelmente você está... sabe... pensando besteiras.
– Pode usar as palavras certas Carla. Que tipo de besteiras?
– Ai Meu Deus! Você tá sendo tão chato! – Disse Carla cobrindo o rosto com as mãos.
– Foi você que puxou esse assunto. Então vamos esclarecer as coisas.
– Beleza. Tudo bem. – Ela tirou as mãos do rosto e finalmente me encarou, começando a dizer: – Você tá pensando besteira porquê... bem, porque eu tô com uma roupa sexy e você tá me olhando de um jeito agora...
Ao falar isso, a garota apontou de forma acusadora para o meu rosto.
– Você acha que estou querendo te levar para a cama? É isso?
Carla joga as mãos para cima em um ato de desespero e dispara:
– Sim. É isso aí.
– Carla. Quantos anos você tem?
– Dezoito. – Ela inclina a cabeça e um traço de confusão aparece em sua voz quando pergunta: – Por que você está me perguntando isso?
– Você nunca transou? Você é virgem?
A pergunta atingiu Carla como se eu tivesse lhe dado um soco. Ela abriu a boca, mas não emitiu nenhum som. Depois de um instante, desviou o olhar e voltou a adotar a postura defensiva, novamente cruzando os braços sobre os seios. Quando finalmente conseguiu falar, sua voz saiu carregando um tom de raiva:
– Isso... Isso não é da sua conta!
– Pode até não ser. Mas gostaria que você respondesse, pois acho que chegamos a um ponto em que não há mais volta.
– Não. Nunca transei e sim, eu sou virgem.
– Bom. Vamos considerar que isso não é normal, mas pelo menos é aceitável.
Entendendo mal o que eu disse, ela perguntou com os olhos semicerrados, demonstrando estar confusa e muito ofendida:
– O que você quer dizer com ‘aceitável’?
– Que você tenha chegado virgem na sua idade.
Foi pior ainda. Agora, além da expressão de raiva, ela ficou vermelha e disse no mesmo tom de voz:
– Isso não quer dizer nada, viu! Não tem nada de errado com as meninas que esperam!
– E foi exatamente isso que eu quis dizer com ‘aceitável’.
Minha explicação pareceu resolver, pois ela franziu a testa e desviou o olhar enquanto concordava comigo. Isso me deixou livre para dar o próximo assunto naquela conversa:
– Agora, preste muita atenção que vou te dizer como vai ser o nosso relacionamento daqui pra frente.
– O que você quer dizer com ‘como vai ser nosso relacionamento’?
Parece que aquela pergunta fez com que ela ficasse curiosa, pois abandonou a postura defensiva de antes e me encarou nos olhos ao fazê-la.
– Você já vai entender. Só que antes quero lhe dar um conselho.
– Que tipo de conselho? – Perguntou ela me olhando com desconfiança.
– Do tipo que você ouve e aprende.
– Tá bom... – Quase desisti ao notar que ela concordou revirando os olhos.
– Quando você não estiver sexualmente interessada em um homem, não fique agindo perto dele como se estivesse. Ok?
– Como assim?
Fiquei admirado com a capacidade de Carla em mudar de humor. Mais uma vez ela franziu a testa e sua voz deixava transparecer sua irritação.
– Você tem o costume de me abraçar e quando faz isso, pressiona esse seu corpinho delicioso contra o meu e demora tempo demais para se afastar. Isso me deixa excitado e é impossível que você não tenha notado isso. Notado não, percebido. E não diga que é mentira porque eu já notei, e mais de uma vez, você olhando na direção de meu pau ao se afastar de mim.
Carla ficou vermelha indicando que seu rosto estava em brasas naquele momento e só conseguiu balbuciar:
– É então...
– Então, não faça isso. E quando for me beijar, não beije tão perto da minha boca.
– Por que?
Essa pergunta foi feita em voz baixa, mas o contato visual não foi desfeito e notei que os olhos dela estavam semicerrados.
– Porque isso dá a entender que o que você quer é um beijo na boca.
– Ah! Desculpa... eu nunca percebi isso.
– O caralho que você não percebeu!
– Não precisa gritar comigo. – Falou Carla se encolhendo toda.
– Eu não estou gritando com você. E tem mais.
– Tem mais? O que?
– Bom. Já que você percebeu que conseguiu despertar o meu interesse por você, se não quer nada comigo, então está na hora de parar com isso.
– Para com o que?
– Pare de se esfregar em mim. Pare de beijar meu rosto perto da boca. Melhor ainda, pare de me beijar. E pare de usar roupas provocantes, principalmente quando estiver só você e eu. Melhor ainda, evite ficar no mesmo espaço que eu quando seus pais não estiverem presentes.
– Tá bom. Vou fazer isso.
Acendi a cabeça assentindo e coloquei o carro em movimento.
– O que você quis dizer? – Perguntou ela.
– Com relação a que? – Perguntei sem saber a que ela se referia.
– A evitar ficar no mesmo espaço que você. E sobre minhas roupas. E tudo o mais.
– Que a gente só pode interagir quando estivermos em família. Fora disso, fique longe de mim.
– E por que você não quer ficar a sós comigo?
Notei que a voz dela tremeu ao fazer essa pergunta e isso foi o suficiente para que eu não a mandasse para a puta que pariu, pois depois de tudo o que foi falado, não havia nenhum sentido nessa pergunta. Então tentei ser didático.
– Porque você já fez que nascesse em mim um desejo incontrolável por você e eu não vou fazer nada que você não queira. Em resumo, porque eu não sou de ferro.
Ficamos ambos em silêncio e só o zumbido do ar condicionado do carro era ouvido. Eu prestava atenção no trânsito, porém, pude perceber pelo canto dos olhos que ela me encarava. Um longo momento se passou até que ela falou com voz insegura:
– Então... você realmente... me quer?
– Isso eu já deixei bem claro.
– Hummm! – Aquele gemido foi acompanhado por um sorriso. Pequeno, mas mesmo assim irradiou o ambiente.
– Hummm o que?
– Nada não. Eu só... Quer dizer, eu pensei que você só estivesse me provocando ou algo assim.
Parei novamente o carro e, de onde estávamos, já dava para ver minha casa. Então me inclinei para o lado dela que se encolheu toda, porém, eu só queria abrir a porta do lado que ela estava e foi o que fiz enquanto falava:
– Pare de brincar comigo, Carla. Saia do meu carro agora e fique longe de mim.
– E você vai aonde agora?
– Vou rodar por aí e volto quando me acalmar. Diga aos seus pais que tive que ir ao supermercado comprar bebidas.
– Não, espere. – Pediu ela batendo a porta e permanecendo dentro do carro. – Não vá embora ainda. Desculpe se te aborreci. Eu só estava tentando ser engraçada.
– Engraçada? Isso é sério garota! Saiba que para mim isso não tem graça nenhuma.
– Desculpe mais uma vez. Posso ir ao supermercado com você? – Antes que eu respondesse, ela se movimentou ficando bem próximo a mim e começou a se explicar: – Eu realmente não queria te deixar bravo. É só que eu não achei que você estivesse falando antes... você sabe, quando disse que queria sair comigo.
– E?
– Fale a verdade. Você estava falando sério?
– Muito sério. Falei sério quando disse que te queria e estou falando sério agora para você ficar longe de mim.
– Mas por que? Eu sou sua sobrinha caipira do interior. Você deve conhecer centenas de garotas melhores que eu que fariam de tudo para ficarem com você.
– Pode até ser que tenha. Só que nenhuma é tão bonita e que eu goste tanto como gosto de você.
– Ah! Pare com isso, seu bobo! – Com um sorriso lindo nos olhos, ela deu um leve tapa no meu braço direito e depois falou: – Você não precisa ficar falando essas coisas.
– Preciso sim. Estou falando apenas a verdade.
Por um longo momento, Carla ficou calada até que, olhando diretamente em meus olhos, falou:
– Sabe o que mais? Eu queria ficar a sós com você. Só que não desse jeito.
– E de que jeito você quer ficar?
– Eu só quero poder relaxar com você sem sentir que preciso me segurar. – Diante do meu olhar inquisitivo, ela deu de ombros e continuou: – Tipo assim, quando a gente tá junto com nossa família, eu posso te abraçar e brincar sem me preocupar com... sei lá, com essas coisas que você falou.
– Ah! Então eu estou certo. Você só tem agido assim para me provocar!
– Não! Bem, talvez um pouco. – Ela parou de falar e mordeu os lábios inferior ficando tão desejável que por pouco não a agarrei ali mesmo, então continuou: – Eu só estava brincando. Tipo assim, flertando um pouco.
– Pois é. Só que agora estamos só nós dois aqui e você não tem motivo para se segurar.
– O que você quer dizer com isso? – Falou ela com voz insegura.
– Que agora você pode fazer e falar tudo o que tiver vontade.
Ela hesita um segundo e depois se ajoelha no assento do banco e se inclina para o meu lado falando:
– Quer dizer então que posso fazer isso?
Ao dizer isso, ela se inclinou mais e beijou meu rosto e, nesse gesto, seus seios ficaram encostados no meu ombro e deu para sentir como os mamilos estavam durinhos.
– Isso é uma coisa que você pode fazer em qualquer lugar.
Ela sorri, se afasta um pouco e pergunta:
– E isso?
Em um gesto rápido, ela monta no meu colo ficando de costas para o volante e, com as duas mãos no meu ombro, olha fixamente nos meus olhos. Surpreso, perguntei:
– Isso o que?
Ela tirou a mão direita do meu ombro e começou a enrolar uma mecha de cabelos em seu dedo parecendo tomar coragem, até que falou:
– Esse tipo de coisa.
– O que? Sentar-se no meu colo? Isso é outra coisa que você não deve fazer na frente de seus pais.
Então fui pego de surpresa. Sorrindo e com um brilho de travessura nos olhos, ela se inclinou e pressionou seus lábios ao encontro dos meus. Ficou imóvel por alguns segundos e depois se afastou perguntando:
– E isso?
Aquilo me deixou louco. Sem pensar que podíamos ser vistos, segurei firmemente a nuca dela com as duas mãos e puxei seu rosto de encontro ao meu. O beijo começou como o anterior, porém, logo forcei minha língua contra os lábios dela tentando invadir aquela boquinha inocente e sensual. Ouvi um gemido baixo vindo dela e em seguida seus lábios se entreabriram dando acolhida para minha língua que logo entrou em contato com a dela, começando a se movimentar, me deixando na dúvida se aquele realmente era seu primeiro beijo.
Aquele beijo foi se tornando mais intenso e a reação dela foi maravilhosa. Cruzando as mãos na minha nuca, ela deixou o peso de seu corpo cair de vez sobre meu colo e começou a movimentar os quadris, sentindo a dureza de meu membro. Empurrei o corpo dela que se afastou e falei:
– Eu te quero muito, minha linda.
– Eu também te quero... só acho que não devia.
O brilho de desejo nos olhos verdes de Carla confirmava que ela estava falando a verdade.
– Lógico que não devia. Eu também não. Mas o que fazer com esse desejo enorme que sinto por você?
– Eu não sei. – Disse ela voltando a morder o lábio inferior e continuando a rebolar no meu colo sentindo toda a minha ereção.
Ao ouvir o que ela disse, a consciência retornou em mim e a afastei de mim fazendo com que ela se sentasse sobre meus joelhos e falei:
– Você está certa. É melhor parar com isso. Eu não quero ser o cara que vai tirar sua virgindade.
– E por que não? – A pergunta foi feita com a testa franzida e a boca fazendo um biquinho.
– Porque você é nova, linda e merece alguém melhor que eu.
– Alguém melhor que você? Como assim? – A mágoa existente em sua voz e olhos era nítida.
– Alguém da sua idade. – Respondi sem encontrar nada melhor para dizer.
– Ah! Por favor, vai! Não comece de novo com esse papo de idade. – A expressão voltou a mudar e ela revirou os olhos.
Fiquei com vontade de rir da forma como ela deixava seu humor transparecer em suas expressões e de como esse humor mudava a cada segundo. Senti que era a pior coisa que poderia fazer e, me controlando, comecei a explicar:
– Veja bem gatinha. Se você não tivesse confessado que é virgem, nesse momento eu já estaria te levando pra um motel.
Nova transformação. Agora suas bochechas ficaram rosadas, mas no olhar uma determinação que não tinha surgido até aquele momento e ela falou com voz firme:
– Escute bem. Eu te falei sim que sou virgem. Mas isso agora não importa mais. E eu quero que você seja o meu primeiro homem.
– Carla. Você ouviu o que disse?
– Ouvi sim. E qual o problema?
– O problema é que virgindade você só tem uma. E se depois você se arrepender?
– Isso nunca. Eu quero muito isso. E quero com você.
– Há quanto tempo você quer?
– Desde sempre. Na verdade, até já sonhei com isso. Quero dizer, sonhei com nós dois fazendo isso.
– Então me convença que devo te levar para um motel.
Carla levanta a cabeça e em seu olhar havia uma determinação nova. Com voz suave, mas firme, ela disparou:
– Você deve me levar a um motel porque eu te amo.
– Oh! Querida. Eu também te amo muito.
Ao ouvir isso, seus olhos se arregalaram e ela, com um sorriso surgindo aos seus lábios, perguntou:
– E está esperando o quê? Você acabou de dizer que me ama!
– Que você saia do meu colo. Não dá para dirigir com você aí.
Ela se movimentou indo ocupar o banco do passageiro e falou:
– Eu saí. Só que a gente ainda está namorando, não está?
– A gente namora quando chegarmos lá.
– Tá bom então. – Diz ela e depois sorriu para mim parecendo mais aliviada e feliz.
Sai dali e fui em direção à uma avenida que sabia existir vários motéis. Chegando lá, escolhi o melhor deles. Carla olhava para a janela mordendo os lábios para controlar sua ansiedade. Quando eu parei na recepção do motel, ela voltou a falar e perguntou:
– Por que estamos aqui?
– Porque aqui é um motel, oras!
– Eu sei disso. Você está pensando o que? Que eu sou uma criança inocente? – Enquanto falava ela olhava para a arquitetura do prédio a nossa frente, ficou calada por alguns segundos e depois falou o que a perturbava: – É que eu pensei que a gente ia para sua casa!
– Você está brincando comigo, garota? – Perguntei decepcionado.
– Não! Eu não tô não! – Com suas mãozinhas se retorcendo em cima de suas pernas, ela tomou coragem e falou: – É só que… a gente está na mesma casa e eu acho que não precisamos vir aqui. A gente podia fazer isso em casa.
– De jeito nenhum. Lá com certeza vamos ser ouvidos.
– Mas aqui parece ser tão caro!
Aquela preocupação dela me deixou feliz. Os pais de Carla viviam com dificuldades e ela tinha aprendido a ser modesta até nos seus desejos de consumo e ela não tinha ideia do quanto minha situação financeira era tranquila. Então falei:
– Não se preocupe com isso. O dinheiro que gastar aqui não vai me fazer falta.
– Você tem certeza?
– Certeza absoluta. Além disso, não tem nada nesse mundo que você não mereça.
– Ah! – Ela olha para mim enquanto absorvia a informação e depois agradeceu: – Obrigada!
Entramos na suíte e a reação da garota foi a que eu já esperava. Parecia uma garotinha dentro da fábrica de chocolate, olhando tudo como se estivesse em um cenário totalmente irreal. Fiquei olhando admirado e a amando ainda mais. Depois de examinar os principais detalhes, ela finalmente falou:
– Uau! Nunca estive num quarto de hotel tão chique assim!
– Gostou? – Perguntei sem corrigir o lapso dela que se referia a um hotel enquanto estávamos em um motel.
– Sim! – Se afastando de mim, ela correu para a enorme cama e se atirou sobre ela para depois falar: – Eu nunca dormi em uma cama tão grande assim. Obrigada titio. O que posso fazer para te agradecer?
– Pode me agradecer parando de me chamar de tio. E também pode me beijar de novo.
Ela estende os dois braços em um convite que aceitei me deitando na cama em uma posição perpendicular à dela, com nossos rostos muito próximos um do outro. Sem me conter, confessei:
– Como você é linda! E que boca macia você tem!
Carla sorri e levanta a cabeça me oferecendo sua boca, ao mesmo tempo que me envolvia em seus braços.
– Você beija muito bem, Carla! Quem foi que te ensinou a beijar assim?
– Ninguém!
A resposta seca e direta dela me alertou para o fato de que aquele não era um assunto sobre o qual ela se sentiria à vontade para falar. Então mudei de assunto:
– Agora levanta que eu quero ver esse seu corpinho lindo.
Depois de me olhar com surpresa, ela ficou com uma expressão tímida. Notei quando ela respirou profundamente como se a encontrar coragem no ar, o que parece ter dado resultado, porque em seguida ela ficou de joelhos na cama e levantou o braço olhando para mim que logo entendi o que ela queria. Me ajoelhei ao lado dela e arranquei a camiseta que usava pela cabeça.
Fiquei paralisado diante daquele corpinho ajoelhado na minha frente usando apenas um minúsculo short e quase tive um ataque do coração. Seus seios pequenos e firmes, com os mamilos durinhos apontando diretamente para mim, era um convite à perdição.
– Você também precisa tirar a roupa. – Disse ela sorrindo timidamente.
Arranquei a camiseta pela cabeça e atirei longe. Já sem a sua, Carla veio me abraçar e me beijou a boca novamente.
– Mmmmmm.
O beijo apaixonado daquela ninfeta, com sua língua explorando minha boca me deixava sem fôlego. Depois de um longo beijo apaixonado, ela afasta sua boca da minha e pergunta timidamente:
– E agora?
– Agora eu vou tirar o seu short e beijar seu corpo todo.
Os olhos dela se abriram lhe dando uma expressão que teria provocado o riso se eu não estivesse com tanto tesão. Mas ela não protestou e me ajudou a tirar o short que, de tão apertado, ao ser arrancado levou sua calcinha junto. Provando que era sua primeira vez, ela repetiu a pergunta:
– E agora?
– Agora você vai se deitar na cama.
Ela concordou e obedeceu e, ao se deitar, olhou para mim e perguntou:
– E a sua roupa?
– Calma. Primeiro vamos cuidar de você, tá bom? – Dizia isso enquanto começava a abaixar minha calça. Para isso, me livrei do sapato com movimentos dos pés os atirando longe. Só de cueca, me deitei de bruços ao lado daquela pequena deusa em uma posição que meu corpo ficava perpendicular ao dela e meu rosto acima do dela que me olhava nos olhos com uma carinha que ia da ansiedade ao receio em questão de segundos. Para deixá-la mais tranquila, comecei a fazer carinhos em seus seios apertando com suavidade seus mamilos que denunciavam a excitação que a dominava.
– Mmmm. Isso é tão gostoso – Disse ela arqueando seu corpo e levantando seu quadril do colchão.
– Você que é gostosa, minha linda. – Falei antes de começar a deslizar minha boca pelo pescoço dela. Seu corpo reagia ficando todo arrepiado, mas quando cheguei ao seu seio direito e prendi o mamilo entre meus lábios ela emitiu um gritinho:
– Ahhh! Isso… Isso é… booommmm demais!
Chupei um e depois fui chupar o outro enquanto sentia a pressão de sua mãozinha em minha cabeça fazendo pressão para demonstrar que queria que eu chupasse mais forte. Mas eu me livrei dessa pressão e comecei a deslizar minha boca por seu abdômen até chegar ao umbigo ao qual dei uma atenção especial usando minha língua:
– Ohhh! Ai titio! Assim você me ma…
Parei de chupar, olhei para ela e pedi:
– Não me lembre que sou seu tio. Me chame de Hugo. Apenas Hugo.
– Sim. Sim. Ai… Assim Hugo. Está bom demais!
Finalmente cheguei aos pelos púbicos claros e macios, do mesmo tom castanho de seus cabelos. Ela bufou e depois pediu com voz tremida:
– Não, espera! Segurando minha cabeça para que eu parasse de fazer aquilo, ela explicou: – Não precisa fazer isso. Você não tem que… Aiiiii.
Um leve apertão em seu mamilo direito e uma mordida suave na pele que seus pelos escondiam foi o que fez Carla parar de falar e eu provoquei:
– Não tem o que?
– Não precisa beijar lá embaixo. – Ela balançava a cabeça em sinal de negação com veemência enquanto seu rosto agora vermelho ardia de vergonha. Mesmo assim continuou: Eu não preciso disso. Apenas continue a fazer o que estava fazendo antes. Por favor.
Levantei meu corpo me apoiando sobre meus braços esticados e, olhando em seus olhos, expliquei:
– Querida, você hoje vai aprender como fazer sexo é bom. Mas para ser bom, tem que ser completo. Isso sem falar que fazer isso é uma coisa com a qual venho sonhando há muito tempo.
– Tá bom então. Eu confio em você. – Falou ela e depois, como que por encanto, deixou sua cabeça apoiada nos dois travesseiros para ter uma visão do que eu fazia, exalou um longo suspiro e concluiu uma declaração de confiança: – Sabe que você é a pessoa que mais confio nesse mundo, Hugo.
Como se para provar que estava sendo sincera, Carlinha abriu as pernas sem que eu precisasse pedir e fiquei frente a frente com a buceta mais linda que já tinha visto nesse mundo. Seus grandes lábios eram ocultos e o que eu via era um traço que começava com um pequeno relevo que era o seu grelinho inchado e brilhante por já estar úmido em cima e um buraquinho embaixo de uma cor rosa bem escuro, do tipo que nas paletas de cores são denominadas de ‘fúcsia’. Sem resistir, passei minha língua começando na altura do buraquinho e fui até seu grelinho. Ela quase que gritou:
– Ai meu Deus…
Animado com a reação dela, fiz o caminho de volta, desta vez forçando a língua e usando os dedos para poder ver os lábios daquela bucetinha que surgiram diante de mim brilhantes, com os sucos de seu tesão fluindo com abundância. Isso fez com que me demorasse mais na viagem de volta, pois queria sentir o sabor e o cheiro de sua intimidade.
– Ai, ai… aiiii! Mmmm. – Gritou ela novamente contorcendo seu corpinho.
Para provocar, parei e perguntei:
– Está doendo? Quer que eu pare?
– Nãããoooo. Por favor… continue!
Para mim aquilo era um sinal verde para ir em frente. Ataquei sua bucetinha com minha boca ávida, sentindo o sabor de sua excitação e depois prendi o pequeno grelinho em minha boca e suguei como se minha existência dependesse disso. A reação dela, apesar de ser esperada, superou qualquer expectativa que eu pudesse ter tido. Com as duas pernas dobradas e os pés apoiados na cama, ela levantou seu quadril por cerca de vinte centímetros, obrigando-me a fazer um enorme esforço para não deixar que minha boca e seu grelo se desconectaram.
Mesmo sem olhar, senti o tremor que invadiu todo seu corpo. Era como se Carla tivesse enfiado o dedo em uma tomada de duzentos e vinte volts e estava recebendo uma potente descarga elétrica. De sua boquinha, sons que com muito custo consegui decifrar como sendo:
– Sim… Mais… Sim, é isso… ai… isso que eu… precisou!
Então o quarto ficou em completo silêncio. Não porque ela parasse de gritar, gemer e pedir mais, mas sim pelo fato dela estar exercendo uma forte pressão com suas pernas em meus ouvidos que eu fiquei impossibilitado de ouvir alguma coisa.
Satisfeito pelo prazer que proporcionei àquela jovem deusa, me arrastei até que nossos rostos se alinhassem, mas quando fui beijar sua boca ela virou o rosto para o lado evitando o contato. Estranhando essa atitude dela, perguntei levantando a cabeça:
– Ei! O que foi? Fiz alguma coisa errada? Você não quer me beijar?
– Eu quero sim. Quero muito. Mas é que você está com a boca…
– Boca o que?
– Ah! Você sabe.
– Mas quero ouvir vindo de você. Fale, por favor.
– Sua boca está… suja!
Sem conseguir me conter, comecei a rir, o que provocou nela uma reação que eu adorei. Fingindo estar ofendida, falou:
– Você está rindo de mim, não é? Eu sabia que você ia me tratar como uma garotinha boba depois que fizesse o que fez comigo.
– Sua bobinha. Isso não é nada sujo porque é seu. É o suco emitido pelo prazer que você sentiu. Experimente que você vai ver como é bom.
– Eca… Para de falar essas coisas.
– Anda. Vire essa boquinha pra cá e me beije. Garanto que você vai gostar.
Relutante, ela concordou e deu um selinho nos meus lábios. Reclamei:
– Você chama isso de beijo?
– Desculpa é que eu… Ah! Tá bom então…
Depois de respirar fundo ela tentou novamente e dessa vez seu beijo, apesar de um começo relutante, foi se tornando cada vez mais intenso e ela foi se soltando até chegar ao ponto de lamber meu queixo, por onde o mel de sua buceta tinha escorrido. Depois voltou a me beijar com sua língua invadindo a minha boca e se movendo dentro dela colhendo e degustando a mistura de minha saliva com o sabor de sua buceta. Quando, depois de mais de dois minutos, encerrou o beijo, olhou para mim sorrindo e disse:
– Humm. Isso foi interessante. Gostei! Será que é sempre assim?
– Sempre assim como?
– Todas as outras mulheres. Será que é sempre assim?
– Não. Na grande maioria das vezes é gostoso, mas é quase como uma impressão digital, cada mulher tem um gosto diferente. Mas… Por que você quer saber? Já está pensando em provar alguma bucetinha?
– Pare com isso, Hugo! Seu depravado! – Apesar das palavras, ela sorria e o carinho que ela fazia em meu peito enquanto falava isso deixava claro que ela estava apenas brincando comigo, então concluiu o pensamento: – Eu vou sempre preferir beijar a sua boca.
– Mas você já estava beijando minha boca…
Ela inclinou-se para frente, prendeu meu lábio inferior entre seus dentes e começou a esfregar sua língua ágil nele. Quando soltou, falou:
– Assim, ó.
Depois ela ergueu seu corpo e ficou sentada na cama olhando fixamente para o meu pau que a qualquer momento ia romper o tecido da cueca e, levando sua mãozinha até ele e começando a acariciar, falou:
– Agora estou com um problema. Vou ter que retribuir o que você faz comigo e não sei se… é que… Eu não sei fazer isso, nunca fiz.
– Use seu instinto, querida! A única coisa que eu posso dizer para te ajudar é para que você evite que seus dentes me machuquem. Nós homens temos muita sensibilidade aqui.
– Isso eu já sei.
– Por que? Já treinou com alguém?
– Não seu bobo! Aprendi nas aulas de Educação Sexual.
– Ahh!
Nesse momento Carla já estava se posicionando e passou a usar suas mãozinhas para arrancar minha cueca. Quando conseguiu deixar meu pau livre, olhou para ele com a boca aberta em forma de ó, colocou a mão no queixo e ficou por vários segundos assim até que conseguiu falar:
– Nossa! É bem diferente do que aqueles que a gente vê nos livros.
– Bem mais feio, não é?
– Pare com isso. É lindo. Só que é maior do que eu imaginava.
– Esse é o tamanho médio. O mais comum. Você vai encontrar vários que são maiores ainda. E a grossura também muda, podendo ser mais grosso ou mais fino.
– É mais grosso quando é maior?
– Nem sempre. Grossura e tamanho não estão relacionados. Você vai encontrar maiores e mais finos e menores e mais grossos.
– Eu não quero encontrar nada, Hugo. Eu já tenho esse. – E olhando para mim, viu minha expressão de expectativa e falou: – É meu, não é?
– Todo seu, minha querida!
De maneira hesitante, Carlinha moveu a mão em direção ao meu pau com o dedo indicador esticado e tocou levemente na cabeça, dizendo com voz suave:
– É tão macio! Engraçado, é macio e ao mesmo tempo duro.
– É assim para poder te dar prazer.
Ela levou o dedo indicador à boca, chupou e depois de um gemido pediu:
– Posso provar?
– Você pode fazer tudo o que quiser, meu amor!
Feliz por ouvir eu chamá-la de ‘amor’, ela baixou a cabeça abrindo os lábios e, com a mão agora segurando a base do meu pau, movimentou-o para que ficasse na direção da sua boca e estendeu a língua lambendo o líquido do pré gozo que saía dela. Depois, sem eu pedir, forçou a cabeça pela frente e fez a cabeça sumir dentro de sua boquinha.
– Ahnnn! – Gemi sem conseguir me controlar.
Como se estivesse fazendo uma experiência, ela experimentou engolir um pouco mais de minha rola e, como a minha reação foi a de quem estava adorando, ela começou a movimentar sua cabeça para cima e para baixo. A prova de que estava gostando é que, apesar de estar com a boca cheia, ela conseguia soltar gemidos abafados. Comecei a dizer palavras de incentivo:
– Assim, meu amor. Chupa mais, vai. Está tão gostoso sentir essa sua boquinha tentando engolir meu pau!
Somando o tesão acumulado nos últimos, o fato de ter aquela ninfeta com seu corpinho perfeito totalmente nu na minha frente e a sensação daquela boca deslizando no meu pau para cima e para baixo, foi inevitável que o orgasmo acontecesse logo e, ao sentir que não ia mais conseguir segurar, avisei para ela na intenção que deixasse minha porra jorrar na minha barriga:
– Ai amor… para um pouco… Tira da boca que eu vou… Eu vou…
– Mmmm! – Gemer assim foi sua primeira reação e logo a seguir ela forçou sua cabeça para baixo em uma tentativa de engolir todo meu pau. Não conseguiu, mas esse gesto dela foi o tiro de misericórdia e jatos sucessivos de porra foram disparados dentro de sua boquinha.
– Mmmm! – Gemeu Carla novamente antes e depois de engolir toda a porra que despejei em sua boca.
Não satisfeita, usou o dedo para empurrar de volta para sua boca a porra que escapou pelos cantos de sua boca e no final chupou o dedo para não desperdiçar nem uma gota. Só de ver aquilo, meu pau deu um solavanco e começou a ficar duro novamente.
Sem dizer nenhuma palavra, ela se levantou. Perguntei aonde ela ia e a resposta foi a de que ia até a pia do banheiro lavar a boca e eu, lembrando da reação dela ao beijar minha boca com o gosto da buceta dela, resolvi que tinha que dar o exemplo e falei:
– E meu beijo? Você vai se limpar antes de me beijar?
Ela parou e ficou de costas para mim. Notei que ela relutava entre a alternativa de atender ao meu pedido ou ir lavar a boca. Depois de um curto tempo que para mim pareceu uma eternidade, ela se virou e veio na minha direção enquanto falava:
– Está bom. Mas quero que você fique de olhos fechados.
Obedeci sem fazer mais perguntas e senti os movimentos do colchão quando ela subiu sobre a cama e engatinhou na minha direção. Logo senti o contato de seus lábios me dando um selinho, porém, eu tomei a iniciativa e segurei a nuca dela transformando em um beijo intenso e muito safado, com nossas línguas brigando por espaço em nossas bocas. Quando ela conseguiu se livrar do aperto de meus braços, voltou a se levantar e falou:
– Pronto. Agora você fica aí que vou rapidinho no banheiro e já volto.
Fiquei olhando aquele corpo de menina se afastando de mim, já ansioso por seu retorno, o que não demorou. Ao voltar, ela não permitiu que a visão que eu tinha de seus seios firmes e de sua xoxota que era um sonho se prolongasse, correndo até a cama e se atirando ao lado dela bem ao meu lado e falou:
– Pronto. Voltei.
– E agora? – Perguntei para deixar claro que ali só ia acontecer o que ela quisesse, sendo surpreendido por sua resposta.
– Agora eu quero que você faça amor comigo. – Estendeu então a mão para tocar meu rosto e fez aquele biquinho que sempre se repetia quando queria alguma coisa, falando com voz meiga: – Por favor.
– Você tem certeza disso?
– Certeza de que quero fazer amor? Lógico que tenho!
Era hora de dar a ela algum conselho e deixar bem claro para ela as consequências desse ato. Então, com voz paternal, comecei a falar:
– Olha Carlinha. Você não precisa fazer isso só para me agradar. Senão quiser fazer, eu entendo. Afinal, nós dois já gozamos e se você quiser preservar sua virgindade, não vou reclamar. Essa é uma decisão que só cabe a você.
– De jeito nenhum! Eu quero muito isso e quero com você.
– É que depois você pode se arrepender.
– Arrepender por que?
– Quando começar a gostar de um garoto de sua idade, vai se arrepender por não poder oferecer a ele a sua virgindade!
– Ah! Para com isso, Hugo! Todas as minhas amigas já não são mais virgens. Você acha que algum garoto hoje vai se importar com isso?
– Não estou preocupado com os garotos. Estou preocupado com você que não vai mais poder dar isso a eles!
– Você acha que se fosse para dar para eles eu já não tinha dado? Eles vivem me cantando e eu sempre consegui sair fora deles. Nem beijar direito como beijei você nunca aconteceu.
– Está vendo só? Você faz questão de se casar virgem. Acabou de confessar isso.
– Nossa tio. Para um homem de sua idade você é muito devagar. Olha aqui pra mim.
Carla falou isso segurando meu rosto com as duas mãos e forçando para que nosso contato visual não se desfizesse e então ela falou a frase que para mim equivalia a fazer a mega sena da virada. Sem piscar, sem gaguejar, com uma voz calma e tranquila e com uma expressão que a fazia parecer uma mulher adulta e segura, ela disparou:
– Eu me guardei esse tempo todo não foi para me casar virgem, Hugo. O motivo de eu ter feito isso é o que está acontecendo aqui e agora.
– Não entendi.
– Eu me guardei pra você, titio. Desde a primeira vez que senti uma coceirinha na minha buceta, eu sabia que meu primeiro homem seria você. Então...:
– Então?
– Então me fode logo, por favor!
Puxei Carla ao meu encontro e comecei a beijar sua boca e, sem desfazer o beijo, fui virando seu corpo para que ela ficasse deitada onde eu estava antes. Ela, entendendo qual era a minha intenção, colaborou e logo estava lá pronta. Até mesmo abrir suas pernas para que eu me encaixasse entre elas foi feito por iniciativa dela, não precisando de uma orientação minha. Ao sentir que eu me ajeitava para que meu pau ficasse na direção da entrada se sua xoxotinha, falou com voz rouca:
– Vem titio! Me faça mulher. Mate essa vontade de vários anos que eu tenho. Eu quero ser sua, só sua. Eu te amo!
Emocionado, fiquei momentaneamente sem reação. Carla não reclamou. Em vez disso, ela segurou meu pau com suas mãos macias e colocou na entrada de sua buceta, erguendo o quadril até que a cabeça conquistasse aquele espaço. Ao sentir a resistência do hímen, ela parou e deixou sua bunda descansar na cama, porém, fez isso sem soltar meu pau para evitar que houvesse um recuo no espaço conquistado. Em seguida voltou a falar com voz tremida:
– Eu te amo, Hugo!
Agora não tinha mais volta. Ela tinha me convencido a fazer algo que eu estava morrendo de vontade de fazer e, forcei usando o peso do meu corpo para fazer meu pau romper a barreira que transformou Carla em uma garota inteligente, divertida e doce, em uma mulher inteligente, divertida, doce e muito sensual, provando para mim que não sou nenhum estudioso, que a virgindade não tem o menor significado.
Meu pau se aprofundou nas carnes macias de Carla enquanto ela emitia gemidos que percebi ser de dor, o que fez com que eu parasse na metade. Nesse instante, ela provou o quanto queria isso, pois não permitiu aquela pausa, começando a rebolar e a levantar seu quadril em busca de um contato mais profundo, acabando de vez com minhas últimas resistências. Louco de desejo e tesão, comecei a movimentar meu pau dentro dela, indo da entrada de sua buceta até as profundezas de seu útero.
CONTINUA…