Olá a todos, vou contar uma história que marcou bem nossa vida de casal.
Me chamo Fernando e minha esposa Julia, temos 32 e 28 anos respectivamente. Estamos juntos fazem 10 anos e não sabemos nos nomear, se somos liverais, swiggers ou sei la o que, não temos muitas regras e procuramos sempre gozar.
Em nossa cidade havia um jovem senhor, 53 anos segundo falam, que era conhecido como adestrador de esposas.
Eu ri quando ouvi esse nome na primeira vez. Basicamente ele era conhecido por esculachar a mulher no sexo em um nivel extremo, que depois da mulher obedecer tudo que ele pedia, ela ficava "adestrada" para o marido. Por meses eu e a Julia ficavamos abismado com os boatos de outros casais com esse senhor. Começamos a maquinar em nosso pensamento isso, pois todos os relatos eram iguais, os maridos adoraram ver a sua esposa no limite e as esposas disseram ser uma experiência única, mas que talvez não repetiriam, pois em algumas partes era extremamente cansativas ou "difíceis" de fazerem, além do pós sexo, que causava alguns danos e levavam alguns dias para recuperar.
Mesmo com todos esses pontos incertos, todas as mulheres que falaram com a Julia, recomendaram, disse que se ela estivesse dispostas a abrir mão da dignidade por 1 hora ou um pouco menos, valeria a pena.
Meses nós ficávamos pensando nesse encontro, mas confesso que nem eu e nem ela estávamos tão animados ao ponto de sair do pensamento e ir pra a realidade, até que em um encontro de casais liberais um churrasco no sítio de um colega, um video desse senhor "trabalhando" surgiu pra nos, um video curto de 40 segundos, muito raro, pois o acordo com o adestrador de esposas incluía zero filmagens e fotos. O vídeo que eu e a Ju vimos, foi nossa colega Katia, tentando engolir uma rola gigantesca preta, onde ele conseguia ate metade, e recuava gorfando, se escutava ele dizendo: "Vc nao vai sair daqui até engolir esse cacete todo Caralho, se esforça puta!". Em seguida ele deu um tapa de alerta, e ela tentou novamente indo um pouco mais fundo, faltando 2 dedos ainda, ela travou na posição mal respirando pela boca, quando ele segurou a base do pau e com a outra mão que estava segurandkno cabelo dela como um coque, empurrou o cacete garganta a dentro, fazendo ela gorfar agua ou sei la o que, mas conseguindo chegar no fim, tocando o púbis dele como nariz, e escutava a comemoração do marido gravando a cena e o senhor falando que agora sim, ela era um puta de verdade.
O video acaba ai, e confesso que jeito que ele tratou a Katia no video, me deu muita curiosidade, mas pensei que talvez esse tipo de experiência fosse muito forte para a Julia, virei pra ver a reação dela e vi que os olhos brilhavam, abriu um sorriso e eu ja tinha entendido tudo, ela aceitaria o desafio.
Pegamos o contato dele, marcado como "Robson Adestrador" e em cada enviamos mensagem. Ele respondeu com um audio, perguntando quem eramos e o que queriamos, e quem passou o contato. Explicamos tudo direitinho e queriamos saber quanto custava o serviço, local etc...
Para nossa surpresa a mensagem com valor era R$1000,00. Local era uma chácara dele, e vinha com umas dicas ou preparações para antes do encontro.
Como higiene, tomar bastante água, comer coisas leves, xuca, entre outras coisas de menor relevância. Lendo a mensagem parecia realmente um profissional um tanto quanto diferente, Julia ficou um pouco em dúvida sobre os pedidos mas nada que apagasse dela o fogo de ter essa experiência. Marcamos para uma sexta a noite, pois ela teria sábado e domingo pra se recuperar caso necessário.
Assim que marcamos ele enviou um video, compilado de 1 minuto, mostrando o que ele faria, e foi bem chocante kkkk Julia assistiu meio pausando e analisando as coisas, disse que deu um medinho, mas iria sim.
O dia chegou, avisamos ele que estávamos saindo de casa e em 40 minutos estaríamos lá. Julia tinha passado a semana inteira inquieta, ora animada, ora receiosa.
Chegando ao local, mandei mensagem pra ele, o portão era automático todo chapado de ferro, com muros altos, parecia filme de terror, porém como conhecíamos tantos que foram, que o visual não causou nada em nós.
Ao descer do carro, ele estava de pé na porta, um senhor de 53 anos, com um corpo tipo falso magro, negro, 1,78 + ou - de altura, eu era mais alto que ele, tenho 1,83, então julgo que a altura era mais ou menos isso.
Tinha um cavanhaque bem feito e cabelo curto, nada de mais, bem educado, tratou nós dois muito bem, o que quebrou a expectativa vista nos vídeos. Julia até indagou ele certo momento em que ele me passava a chave pix, e ele disse que o Robson é um e o Adestrador é outro, que começa e acaba no quarto, um personagem. Ela deu uma risada meio de nervoso e pagamento concluído. Perguntou se queríamos algo pra beber, me deu um copo com whisky e disse que era pra curtir o momento tomando, aceitei e vamos pro quarto.
O quarto era um quarto diferente, um tamanho bem maior para um quarto comum. Tinha um sofa de 3 lugares, uma poltrona de frente para a cama, uma cama king size, espelhos, alguns adereços e brinquedos em uma prateleira e alguns pendurados no canto, tinha mais coisas que sinceramente não me lembro. O que me chamou a atenção era que tinha 2 pequenas janelas na parte alta da parede, e só. O banheiro do quarto não tinha porta, mas estava bem limpo, completinho, até com uma banheira. Julia brincou dizendo que depois iria usar a banheira pra se recuperar e ele disse: " a banheira é só pra quem consegue fazer tudo o que mando"
Ela sorriu com a boc fechada pra mim, arregalhando os olhos.
Ele caminhou até a porta que entramos e a trancou. Colocando a chave pendurada próximo ao banheiro.
Ele sentou no sofa e disse: "vamos começar, puta qual o seu nome? "
"Julia"
"Errado, qual a porra do seu nome?"
"Ju..lia, Julia meu nome". Dando um sorrisinho envergonhada
"Não, seu nome agora é putinha do Adestrador, entendeu?"
"Sim"
"Se aproxime, quero te ver melhor..."
Ela levantou e foi caminhar ate ele, quando ele a interrompeu.
"De quatro, puta anda de quatro!"
Assim foi ela de quatro até ele, se aproximando ele mordiscou o pescoço dela, passou a mão pelo corpo, subiu o vestido que ela estava usando, podendo ver uma calcinha sexy que comprou pra esse dia, deu uns tapas na bunda dela, segurou com as duas mãos a sua cabeça, cada mão em uma orelha, frente a frente, e lambeu do queixo a testa dela, se inclinou com o pescoço para trás e cuspiou no rosto dela, perguntando:
" por que você nao abriu a boca? Puta não sabe ser puta? Vou ter que ensinar então..."
E deu um tapa em seu rosto, novamente se inclinou para trás e instantaneamente Julia abriu a boca e colocou a língua pra fora, recebendo o cuspe, agora recebendo pequenos tapinhas no queixo de parabéns.
Robson falou pra Julia tirar sua calça e cueca, enquanto ela desabotoava o cinto, Robson me perguntou:
"A puta não ta te obedecendo muito bem? Se não tiver, vai sair daqui uma belezinha!"
Dei uma risadinha e falei que obedecia mais ou menos.
Ele falou vamos ver se não vai obedecer.
Ela tirou toda a roupa dele, e o pau estava meia bomba, Julia agarrou com a mão para bater uma, e foi levou um tapa.
"Puta, vai punhetar no seco? Abre a boca..."
Julia abriu a boca sem saber o que aconteceria, e ele colocou 2 dedos na boca dela pra ela quase gorfar, enchendo sua boca de saliva e assim cuspindo no pau dele, e então começou a punhetar.
O pau foi crescendo e engrossando, ja passava das duas mãos segurando ele, Julia então olhou pra ele disse:
"Posso chupar?"
Ele deu um sorrisinhi e virou pra mim, perguntando:
"Ela também pede pra te chupar?"
Eu disse não. Eu estava entrando no jogo também.
Ele respondeu:
"Ta vendo como elas aprendem rápido "? E disse que poderia chupar.
Julia segurava com as duas mãos e chupava mais a cabeça, ele até então estava deixando ela bem a vontade chupando.
Continuarei o conto em breve, finalizando nossa experiência.