O salão do bingo estava barulhento, o locutor cantando os números no fundo, mas na nossa mesa o jogo era outro. Minha mãe estava concentrada nas cartelas, mas a Margareth, com aquele batom vermelho e os olhos brilhando de malícia, não aguentou o segredo. Ela se inclinou para o lado da Célia e da Sandra, as outras amigas da minha mãe, e começou a sussurrar com uma voz que parecia um veneno doce.
— "Meninas, vocês não têm ideia do que esse rapaz é capaz..." — a Mag soltou, fingindo que falava de um conserto comum. — "Ele entrou lá em casa e não teve conversa. Pegou o problema de jeito, usou uma força que eu nem sabia que existia. Fiquei até bamba, tive que me segurar na mesa para não cair. Ele não para até ver a gente satisfeita."
A Célia e a Sandra arregalaram os olhos, olhando para mim de cima a baixo, sentindo o tesão subir só com o tom de voz da Margareth. Elas sabiam que não era de prateleira que a mulata estava falando. O clima na mesa ficou denso, o ar parecia faltar enquanto elas imaginavam meus 1,90m em ação.
Enquanto a Margareth cozinhava as amigas no desejo, a Sra. Renata estava em outro nível. Ela não queria só ouvir; ela queria sentir. A mão dela já estava firme na minha coxa por baixo da mesa, subindo cada vez mais perto do alvo. Aproveitando que minha mãe gritou um "Quase!" por causa de um número, eu agi com a audácia de quem domina a situação.
Com a mão esquerda por baixo da mesa, deslizei o zíper da minha calça jeans devagar. O som do metal abrindo foi abafado pelo barulho do salão. No momento em que a Renata sentiu a abertura, os olhos loiros dela quase saltaram. Eu peguei a mão dela e a guiei para dentro, fazendo os dedos dela entrarem em contato direto com a minha pele quente e o meu pau, que saltou para fora da cueca, latejante e grosso.
A Renata soltou um suspiro audível, fechando os olhos por um segundo. A mão dela, experiente e sedenta, envolveu meu membro com uma urgência absurda.
— "Meu Deus, Arthur..." — ela sussurrou no meu ouvido, enquanto minha mãe conferia a cartela vizinha. — "Você é uma montanha de homem. Como você esconde tudo isso nessa calça? Eu vi pela janela, mas sentir... sentir é uma loucura. Eu estou ficando ensopada aqui nessa cadeira."
— "Gostou do volume, Renata?" — provoquei, baixinho, enquanto sentia as unhas dela arranharem levemente a base do meu pau. — "A Margareth já provou e quase não aguentou o tranco. Se você continuar apertando assim, eu vou ter que te levar pro estacionamento agora mesmo e te mostrar o que é um conserto de verdade."
A Margareth, percebendo o movimento, chutou meu pé por baixo da mesa e piscou. Ela sabia exatamente o que a Renata estava fazendo.
— "Pois é, Silvana," — a Mag disse alto, para disfarçar. — "O Arthur tem um vigor que pouca gente tem. Se as meninas precisarem de uma 'ajuda' em casa, eu recomendo. Mas preparem o fôlego, porque ele é insaciável."
A Célia, já com o rosto corado, comentou:
— "Nossa, Arthur... se você tiver um tempinho na semana, minha pia está com um 'vazamento' horrível. Acho que só um rapaz forte como você para dar conta."
A mão da Renata apertou com mais força, começando um movimento de sobe e desce frenético sob a mesa, me levando ao limite. Eu estava ali, cercado pelas amigas da minha mãe, com o meu pau na mão da vizinha loira, enquanto a manicure mulata descrevia minhas proezas. O tesão era tanto que eu mal conseguia focar nos números do bingo.
— "Fica calma, Renata..." — sussurrei, sentindo o prazer subir pela espinha. — "Se você não parar, eu vou gozar na sua mão aqui mesmo, na frente de todo mundo. E aí você vai ter que explicar pra minha mãe o que é esse 'creme' que tá escorrendo pelos seus dedos."
O clima na mesa do bingo tinha cruzado a linha do perigo e entrado direto no território da depravação. A mão da Sra. Renata trabalhava freneticamente por baixo da mesa, e o movimento de sobe e desce, somado aos sussurros da Margareth sobre a minha "ferramenta", foi o gatilho final.
Eu travei o corpo, os músculos da coxa saltando, e não consegui segurar. Senti o jato quente e forte atingir a palma da mão da vizinha loira. Gozei tanto que o leite começou a transbordar pelos dedos dela, escorrendo pelo pulso.
A Renata, num ato de puro exibicionismo e luxúria, não limpou no guardanapo. Ela trouxe a mão para cima da mesa, fingindo que estava ajeitando o cabelo, e passou os dedos lambuzados de porra no rosto, na bochecha e perto dos lábios, deixando aquele rastro branco e brilhante na pele madura.
— "Nossa, Renata, o que é isso no seu rosto?" — perguntou minha mãe, Silvana, parando de marcar a cartela por um segundo e olhando curiosa.
A Renata nem piscou. Olhou direto para mim com uma malícia que faria um santo pecar.
— "Ah, Silvana... é um creme importado que o Arthur me recomendou," — ela disse, passando a língua no canto da boca, saboreando o meu leite na frente de todo mundo. — "É um tratamento intensivo, sabe? Deixa a pele firme, viçosa... e o melhor de tudo é que é aplicado na hora, bem quente. É revigorante, não é, Arthur?"
A Margareth soltou uma risadinha abafada, quase engasgando com o suco, enquanto a Célia e a Sandra se inclinavam para frente, com os olhos brilhando de desejo. Elas sabiam exatamente de que "creme" a Renata estava falando.
— "Gente, que maravilha!" — disse minha mãe, totalmente inocente. — "Arthur, meu filho, por que você não me deu desse creme também? Minha pele está precisando de uma hidratação dessas. Dá um pouco pra mim, Renata!"
A Célia soltou uma gargalhada carregada de segundas intenções:
— "Ih, Silvana... esse creme aí é exclusivo! O Arthur só aplica em quem tem o 'problema' certo. Eu mesma já estou com uma lista de lugares na minha casa que precisam dessa... aplicação."
A Renata, aproveitando a confusão, passou o dedo sujo de porra no canto da boca da minha mãe, como se estivesse limpando uma sujeira, mas na verdade estava fazendo ela provar o meu gosto sem saber.
— "Experimenta, Silvana... sente como é consistente," — provocou a Renata, rindo baixo enquanto eu fechava o zíper da calça por baixo da mesa.
A Sandra, que estava calada, se inclinou e sussurrou no meu ouvido:
— "Arthur, eu moro sozinha e meu chuveiro está 'vazando' faz tempo. Se você for lá amanhã aplicar esse 'creme' em mim, eu prometo que te deixo usar a minha boca como depósito."
A Margareth, para não ficar atrás, chutou minha canela:
— "Não esquece que o meu conserto ainda não terminou, garoto. Eu quero mais daquele tratamento no cu, igual ontem, mas dessa vez quero que a vizinha assista da janela de novo para ela aprender a técnica."
— "Calma, meninas," — eu disse, com a voz mais grave e confiante do mundo. — "Tem 'creme' para todas. Eu sou um rapaz muito prestativo e não gosto de ver nenhuma vizinha insatisfeita. Só precisam marcar o horário da 'manutenção'."
Minha mãe, sem entender nada, ainda insistia:
— "Mas Arthur, onde você comprou esse produto? É caro?"
— "É caríssimo, mãe," — respondi, piscando para a Renata, que já estava com a mão de volta na minha coxa, apertando com força. — "Mas para as amigas da senhora, eu faço um preço especial... o pagamento é em prazer."
O bingo terminou, mas a verdadeira sorte grande estava saindo dali comigo. Três maduras em chamas, uma vizinha loira lambuzada de porra e a manicure da minha mãe querendo round dois.