O sol de sábado nasceu pesado sobre a Tijuca, filtrando-se pelas persianas da sala e iluminando o rastro de guerra que a noite de Merlot e luxúria havia deixado no tapete persa. No motel da Barra, eu e mamãe nos vestíamos em um silêncio cúmplice, trocando sorrisos de quem sabia que o mundo que deixamos ontem não existia mais.
Quando estacionei o carro da minha mãe na garagem do prédio, o relógio marcava nove da manhã. Subimos o elevador com sacolas de uma padaria artesanal, o cheiro de pão fresco servindo como o disfarce perfeito para o aroma de sexo que ainda impregnava nossas peles por baixo das roupas sociais. Girei a chave com uma lentidão sádica.
O cenário na sala era uma obra-prima de culpa e devassidão oculta. Vitória estava sentada à mesa, vestindo um camisete largo de Mariana, com os cabelos levemente desgrenhados e as mãos em torno de uma xícara de café que tremia visivelmente. Ana Beatriz lia um jornal com uma calma glacial, enquanto Mariana, com um sorrisinho de canto, terminava de arrumar a mesa.
— "Bom dia, família! O café chegou," — anunciei, minha voz ecoando com um vigor que fez Vitória dar um sobressalto, quase entornando a bebida.
— "Bom dia, meus amores! Como foi a reunião? Conseguiram fechar com o investidor?" — Mariana perguntou, a voz carregada de um deboche que só eu e mamãe conseguíamos decifrar.
Camila aproximou-se da mesa com a elegância de uma rainha, depositando as sacolas e inclinando-se para dar um beijo na testa de Vitória.
— "Foi exaustivo, Mari. Mas valeu a pena. O João foi impecável na negociação, como sempre," — mamãe disse, a mão demorando-se um segundo a mais no ombro de Vitória, sentindo a tensão muscular da nora. — "E você, Vitória querida? Dormiu bem? Parece um pouco pálida... as meninas cuidaram bem de você?"
Vitória levantou os olhos castanhos, e neles eu vi o abismo. Havia medo, havia uma culpa corrosiva, mas, escondido bem no fundo das pupilas dilatadas, havia o brilho do prazer proibido que minhas irmãs haviam despertado.
— "Sim... dona Camila. As meninas foram... ótimas companhias. Nós só... conversamos e bebemos um pouco de vinho," — ela mentiu, a voz falhando, enquanto desviava o olhar para mim, buscando o "porto seguro" que ela mal sabia ser o capitão do seu naufrágio.
Eu me aproximei por trás dela, deslizando minhas mãos pelos seus ombros e descendo até o início dos seus seios, sentindo seu coração disparar contra as minhas palmas.
— "Que bom, meu amor. Eu senti sua falta," — sussurrei no seu ouvido, sentindo o cheiro do sabonete que ela usara para tentar lavar o rastro de Ana e Mariana, sem sucesso. — "O semestre acabou, o Direito ficou para trás. Agora, temos todo o tempo do mundo para focar no que realmente importa: o nosso amor."
As férias de julho transformaram meu apartamento em uma armadilha perfeita. Sem as aulas de Direito para distraí-la, Vitória passava os dias mergulhada na rotina da nossa casa, acreditando estar vivendo um sonho doméstico, sem perceber que o "Éden" era, na verdade, um matadouro de inocência.
A perseguição das minhas irmãs tornou-se um esporte silencioso. Em uma tarde chuvosa, enquanto eu fingia analisar contratos na biblioteca, ouvi o som da TV no quarto de hóspedes onde Vitória estava instalada. Mariana entrou lá com duas taças de licor e a desculpa de "fofocar sobre os vizinhos". Quinze minutos depois, o volume da TV subiu, mas não o suficiente para abafar o som rítmico da cabeceira batendo na parede e os soluços abafados de Vitória, que tentava resistir enquanto Mariana a devorava entre as cobertas.
Na manhã seguinte, foi a vez de Ana Beatriz. Vitória estava na área de serviço, dobrando algumas roupas, quando a advogada a encurralou contra a máquina de lavar. Eu observava pela fresta da porta da cozinha. Ana não pediu licença; ela simplesmente ergueu o short de pijama de Vitória e começou a dedilhá-la com uma frieza técnica, sussurrando sobre como o corpo de Vitória "exalava o cheiro do desejo proibido". Vitória chorava silenciosamente, mas suas pernas se abriam sozinhas, buscando o toque da cunhada.
A cada "recaída", a alma de Vitória se fragmentava. Ela me buscava à noite com uma sofreguidão doentia, me beijando como se tentasse transferir para mim a sujeira que sentia por desejar as irmãs. Ela não imaginava que, enquanto eu a possuía, eu sentia o gosto do brilho labial de Mariana na sua pele e o perfume de Ana Beatriz nos seus cabelos. O que Vitória não percebia era o olhar da minha mãe. Camila a tratava com uma doçura maternal quase divina, oferecendo-lhe sucos e carinhos, enquanto secretamente desfrutava de ver a nora se afogar em culpa. Muitas vezes, Camila sentava-se ao lado dela e dizia: "Você é tão pura, Vitória... o João tem sorte de ter uma mulher que valoriza tanto a família". Era o golpe de misericórdia psicológico.
Eu observava aquela cena do batente da porta, vendo Vitória forçar um sorriso enquanto a mão de minha mãe acariciava seus cabelos. A máscara da minha namorada estava rachando. Naquela noite, quando Camila finalmente nos deixou a sós e as luzes do corredor se apagaram, encontrei Vitória na cozinha, de costas, bebendo água em silêncio no escuro. Aproximei-me sem fazer barulho, sentindo a tensão que emanava do corpo dela. Colei meu peito nas suas costas e envolvi sua cintura, sentindo seu coração disparar sob as minhas palmas.
— "Você está no limite, meu amor," — sussurrei, lambendo o lóbulo da orelha dela e sentindo-a estremecer por inteiro. — "O que está te matando por dentro?"
As pernas dela fraquejaram. Ela se virou, os olhos castanhos transbordando de uma dor insuportável. — "João... eu não aguento mais mentir. Eu sou um monstro. Eu traí você... com a Mari, com a Ana... eu me deixei tocar, eu gostei! Eu não mereço estar nesta casa!"
Eu a segurei pelos ombros, impedindo que ela desabasse no chão da cozinha. Seus soluços eram pesados, carregados de uma moralidade que estava sendo estraçalhada.
— "Shhh... olha para mim, Vitória," — eu disse, com uma voz aveludada, a mesma que eu usava para fechar os negócios mais difíceis na imobiliária. — "Você não é um monstro. Você é humana. O desejo não é uma escolha, é uma força. Você acha que eu te odiaria por descobrir o prazer com as pessoas que eu mais amo no mundo?"
— "Mas João... elas são suas irmãs! Eu te traí com a sua própria família!" — ela balbuciou, escondendo o rosto no meu peito. — "Eu estraguei tudo o que a gente tinha."
— "Você não estragou nada," — sussurrei, acariciando o cabelo dela. — "Você apenas abriu uma porta que sempre esteve destrancada. Eu não estou bravo, Vitória. Eu estou orgulhoso de você ter se permitido sentir."
Nesse momento, a porta da cozinha se abriu suavemente. Não houve invasão, apenas uma entrada coreografada. Camila veio à frente, com um olhar de compaixão que desarmaria qualquer exército, seguida por Mariana e Ana Beatriz, que mantinham expressões serenas, quase angelicais. Vitória tentou se afastar de mim, o pânico voltando aos seus olhos ao ver a sogra e as cunhadas reunidas.
— "Dona Camila... me perdoa... eu não..." — Vitória começou, mas minha mãe colocou um dedo suavemente sobre os lábios dela.
— "Não há nada para perdoar, minha filha," — Camila disse, a voz soando como música. — "Nesta casa, o amor não é uma linha reta, é um círculo. O que você sentiu com as meninas... o João sempre soube. Ele permitiu, porque ele sabia que você precisava desse batismo para entender quem nós somos de verdade."
Vitória recuou até bater as costas no balcão de granito, os olhos alternando entre o meu rosto e o de mamãe. O choque era visível; ela parecia um animal acuado tentando entender se estava diante de salvadores ou de algo muito mais sombrio.
— "O João sempre soube?" — ela repetiu, a voz num fio. — "Vocês... vocês armaram isso para mim? Isso é loucura! Como podem agir como se isso fosse normal? Vocês são uma família!"
Ana Beatriz deu um passo à frente, com a calma de quem apresenta um argumento final, mas com uma suavidade que só a intimidade permitia.
— "Não foi fácil para nós também, Vi. No início, a culpa nos consumia como está consumindo você agora," — Ana confessou, cruzando os braços de forma acolhedora. — "Eu e a Mari lutamos contra isso por anos. Achávamos que éramos doentes, que nossa família estava amaldiçoada. Vivemos uma vida de mentiras, sorrindo em jantares de domingo enquanto escondíamos o que realmente sentíamos pelo nosso irmão."
— "Até que entendemos que o João não era o problema," — Mariana continuou, aproximando-se e tentando segurar a mão trêmula de Vitória. — "Ele era a cura para o caos que vivíamos. O mundo lá fora é um labirinto de regras hipócritas que nunca nos trouxeram paz. O João trouxe o equilíbrio. Ele nos deu um lugar onde podíamos ser nós mesmas, sem máscaras. Ele uniu o que a moralidade tentou separar."
Vitória balançou a cabeça, as lágrimas escorrendo sem parar, a confusão nublando sua percepção. — "Mas... e a senhora, dona Camila? Como a senhora permite que suas filhas... que o seu filho..."
Mamãe sorriu, um sorriso sábio e denso. Ela se aproximou de Vitória, ficando a poucos centímetros dela.
— "Eu sou a raiz dessa árvore, Vitória. E vi cada uma das minhas filhas sofrer tentando ser o que a sociedade esperava. Eu mesma sofri tentando ser a mãe perfeita e exemplar," — mamãe disse, a voz marcada por uma seriedade cortante. — "Foi o João quem me libertou. Ele me mostrou que a nossa felicidade valia mais do que o julgamento alheio. Nós cansamos de viver na sombra, querida. Nós amamos você... e não queríamos mais que você vivesse a mesma mentira que nós vivemos por tanto tempo. Queremos você inteira conosco."
Vitória arregalou os olhos, soltando-se do contato de Mariana com um solavanco. O rosto dela empalideceu de um horror súbito. O silêncio da cozinha tornou-se cortante conforme as peças do quebra-cabeça se encaixavam em sua mente jurídica.
— "Espera... o João libertou a senhora?" — Vitória balbuciou, olhando para mim com um pânico renovado. — "O que vocês estão dizendo? Que vocês... com ele? Com o próprio irmão? Com o próprio filho?"
A sensação de traição a atingiu em cheio. Ela não se sentia mais acolhida; ela se sentia uma peça manipulada em um tabuleiro que ela sequer conhecia. O choque do incesto revelado — a confirmação de que eu era o centro de todas elas — foi a marretada final na sua sanidade.
— "Você me traiu..." — ela sussurrou para mim, a voz rouca. — "Cada beijo, cada promessa... era tudo um jogo enquanto você se enfiava nelas? Você me trouxe para este hospício e me assistiu ser corrompida!"
Eu não me exaltei. Não levantei a voz. Pelo contrário, dei um passo calmo na direção dela, mantendo as mãos visíveis, as palmas abertas em um gesto de paz. Usei aquele tom baixo, firme e extremamente charmoso que eu sabia que a desarmava.
— "Vitória, meu amor... olhe para mim," — pedi, com uma serenidade absoluta. — "Não houve jogo. Houve cuidado. Você diz que eu te traí, mas eu nunca estive tão presente. Eu te trouxe para o meu mundo porque eu não suportava mais a ideia de ter uma vida inteira com elas e apenas uma fração com você. Eu te amo demais para te deixar de fora da nossa verdade."
— "Verdade? João, isso é... é contra tudo!" — ela balbuciou, mas já não gritava.
Ana Beatriz aproximou-se, colocando a mão suavemente no ombro de Vitória. — "A lei é apenas um conjunto de regras criadas por homens que têm medo do que não conseguem controlar, Vi. Nós estudamos isso. Mas a vida... a vida é o que sentimos. Você acha mesmo que somos infelizes? Olha para a nossa casa. Olha para o equilíbrio que nós temos."
— "Nós éramos como você, Vitória," — Mariana disse, com os olhos brilhando. — "Vivíamos presas em segredos que nos matavam. O João não nos corrompeu; ele nos deu o eixo. Ele foi o único capaz de assumir a responsabilidade por toda essa família. Ele é o nosso porto seguro, e agora pode ser o seu também. Você não precisa mais carregar o peso do que fez ontem como um pecado. Ontem foi apenas você sendo amada por nós... como o João nos ama."
Mamãe deu o toque final, aproximando-se com a elegância de quem já atravessou todos os desertos morais e encontrou o oásis. Ela segurou o rosto de Vitória com as duas mãos, uma carícia de sogra que carregava um segredo de amante.
— "Eu sei que é difícil processar, querida. O mundo lá fora diria que somos monstros. Mas aqui dentro, nós somos a única coisa real que temos," — Camila disse, com uma doçura magnética. — "Eu escolhi o João. Eu escolhi ser dele, porque ninguém mais cuidaria de nós com tanta dedicação. Você prefere um namorado 'normal', que te trairia com estranhas na rua, ou um homem que constrói um império para as mulheres que ama e divide tudo com elas? Nós amamos você, Vitória. E queremos que você pare de sofrer por ser desejada."
Vitória olhou para cada um de nós. A raiva estava sendo lentamente substituída por uma confusão exausta. Ela estava cercada por uma lógica sedutora, por olhares que transbordavam um afeto proibido, mas genuíno. Ela olhou para mim, buscando o namorado que conhecia, e encontrou o homem que comandava aquele universo com um sorriso calmo.
— "Eu me sinto... perdida," — ela confessou, as pernas fraquejando.
Eu a envolvi nos braços, desta vez sem resistência. — "Não está perdida. Você finalmente foi encontrada. Esquece o que os livros dizem. Sente o que o seu coração — e o seu corpo — estão gritando. Você quer ser a nossa peça que falta, Vitória? Quer que a gente cuide de você, sem mentiras, para sempre?"
Ela escondeu o rosto no meu pescoço, soltando um longo suspiro. O tabu estava quebrado. A traição fora perdoada pela necessidade de pertencer.
Vitória tremia, um tremor que nascia no centro do peito e morria na ponta dos dedos. Ela via o mundo que construiu na faculdade de Direito desmoronar, substituído por uma realidade de carne e instinto. Eu a puxei para o meu colo no sofá, sentindo o calor das coxas dela contra a minha calça. Com uma calma deliberada, abri o zíper e libertei meu membro, que pulsava com a urgência de quem sabia que o xeque-mate estava próximo.
— "João... por favor... as meninas estão vendo..." — ela sussurrou, mas sua voz não tinha autoridade. Era um lamento de quem já se sabia vencida.
Eu não respondi com palavras. Segurei-a pela cintura e a guiei para baixo, sentindo o momento exato em que a ponta da minha pica encontrou a entrada da sua intimidade, já ensopada. Eu a penetrei lentamente, centímetro por centímetro, ouvindo o som da carne se ajustando ao meu tamanho. Vitória soltou um suspiro longo, fechando os olhos enquanto eu começava um movimento de sobe e desce, rítmico e profundo.
No tapete, a poucos centímetros de nós, o espetáculo era dantesco. Mariana e Ana Beatriz, agora completamente nuas, se devoravam em um 69 agressivo. O som das línguas explorando as frestas uma da outra e os gemidos das irmãs criavam uma trilha sonora que acelerava o coração de Vitória. Camila, sentada em uma poltrona lateral, afastou o vestido e começou a se masturbar com os dedos, seus olhos azuis fixos em mim enquanto eu possuía a nora dela.
— "Olha para elas, Vi. Olha o que nós somos quando ninguém está olhando," — sussurrei.
Nesse momento, Camila levantou-se. Com a elegância de uma matriarca que domina cada milímetro daquela casa, ela se aproximou do sofá. Ela segurou o queixo de Vitória, forçando-a a desviar os olhos do sexo das irmãs para encará-la. Camila selou os lábios de Vitória em um beijo profundo, explorando a boca da nora com uma fome que não tinha nada de maternal. Ao mesmo tempo, minha mãe puxou o decote de Vitória e abocanhou seu mamilo esquerdo, sugando-o com força enquanto eu a arrombava por baixo.
Vitória deu um solavanco, o corpo arqueando no meu colo. Ela estava sendo duplamente possuída: pelo namorado e pela sogra. A confusão em seu rosto era deliciosa. Eu a sentia apertar minha pica com espasmos involuntários enquanto os dedos de Camila agora desciam para massagear o clitóris dela, que já estava em brasa.
Eu a retirei do meu colo e a deitei de bruços no tapete.
— "Agora, Ana. Mariana. Cuidem dela," — comandei.
Enquanto as duas irmãs se revezavam beijando o tronco e o pescoço de Vitória, eu decidi que o impacto visual precisava ser definitivo. Vitória estava deitada de lado, com uma perna erguida, o que dava a Camila o ângulo perfeito para se ajoelhar entre as coxas da nora e mergulhar o rosto naquela intimidade.
Aproveitei a posição e me coloquei logo atrás da minha mãe. Puxei a cintura de Camila, forçando-a a inclinar o tronco ainda mais sobre o corpo de Vitória, e a possuí por trás com estocadas lentas e ruidosas. O cenário era uma engrenagem de carne: eu arrombava a minha mãe enquanto ela, com as mãos espalmadas no tapete para se equilibrar, usava a língua com uma perícia devastadora no clitóris da Vitória.
Vitória assistia a tudo a poucos centímetros de distância. Ela via o rosto da sogra se contorcer de prazer a cada estocada minha, ao mesmo tempo em que sentia a boca de Camila sugando sua própria buceta. O choque fora substituído por um prazer animal e caótico. Vendo o namorado possuir a própria mãe com aquela fúria possessiva, Vitória perdeu o controle; o corpo dela arqueou violentamente e ela teve um squirt colossal sob a língua de Camila, ensopando o rosto da sogra e as fibras do tapete persa.
Eu mudei o alvo para não dar tempo de a razão voltar. Puxei Ana Beatriz para o sofá e a coloquei na posição de papai e mamãe, com as pernas dela jogadas sobre os meus ombros, e a esfolava sem piedade, fazendo o couro estalar. Enquanto isso, Mariana assumia o lugar da mãe entre as pernas de Vitória, mantendo a morena no ápice. No final desse ato, chamei Vitória. Ela se arrastou pelo tapete e se ajoelhou diante de mim, os olhos agora brilhando com a aceitação absoluta da sua nova natureza. Eu gozei jatos espessos e quentes, inundando sua boca. Ela engoliu cada gota, limpando o rastro de sêmen com o dedo e lambendo-o, selando sua entrada definitiva na matilha.
— "Isso foi o aperitivo. Agora, vamos para onde o nosso império realmente se une,"
— sentenciei, guiando a matilha para o quarto principal.
A cama de mamãe era um campo de batalha de lençóis de seda egípcia, exalando um cheiro de luxúria acumulada que parecia impregnado nas paredes. Ali, o tempo parou. Começamos com uma formação de centopeia humana que desafiava qualquer resquício de moralidade: eu possuía Vitória no sexo anal, uma penetração lenta e cruel, lubrificada com o suor e a saliva que transbordavam de nós. Vitória estava deitada de bruços sobre o corpo de Camila, com o rosto enterrado entre os seios da sogra, abocanhando os mamilos da matriarca com uma sede nova, enquanto mamãe segurava a cabeça da nora com uma ternura perversa.
Nas laterais, Mariana e Ana Beatriz agiam como sentinelas do prazer, explorando cada frestinha disponível com dedos e línguas, garantindo que não houvesse um centímetro de pele de Vitória que não estivesse sendo reivindicado pela família.
— "João... ahhh! Dói... mas é tão bom... me rasga! Me faz ser sua de verdade!" — Vitória gemia, a voz rouca, a mente finalmente entregue ao abismo.
Eu não tinha pressa; cada movimento era uma afirmação de posse. Mudei a posição, colocando Vitória e Mariana de quatro, lado a lado no centro do colchão, formando um altar de nádegas que oscilavam sob o meu comando. Comecei a alternar entre as duas com uma velocidade frenética, uma penetração alternada que fazia o meu caralho carregar o fluido de uma para dentro da outra, fundindo o mel da minha irmã com o da minha namorada em cada estocada. Eu entrava em Vitória até a base e, no segundo seguinte, afundava em Mariana, sentindo o calor das duas fêmeas se misturar no meu membro latejante.
Enquanto eu as esfolava por trás, Camila e Ana Beatriz não ficaram apenas assistindo. Minha mãe e minha irmã mais velha se posicionaram logo acima de nós, na cabeceira da cama. Elas se atracavam em uma tesoura selvagem, com as pernas entrelaçadas sobre as minhas costas, de modo que o suor e os fluidos que transbordavam delas pingavam diretamente sobre o meu corpo e sobre as bundas de Vitória e Mariana, como um batismo de perversão que nos unia em uma única poça de luxúria.
O som no quarto era um coro de carnes batendo, gemidos agudos e a respiração pesada de cinco pessoas que haviam abandonado qualquer rastro de civilidade. Vitória, sentindo o peso da minha mãe e da cunhada sobre nós e o meu caralho a arrombando em revezamento com Mariana, perdeu completamente o controle da própria sanidade.
O sexo era uma exploração exaustiva. Em um momento de domínio absoluto, coloquei Vitória em pé, com uma perna apoiada sobre a cômoda de carvalho, e a possuía com estocadas que faziam os perfumes e frascos de cristal de mamãe tilintarem. Enquanto eu a esfolava, Camila a beijava com a língua e as irmãs massageavam suas nádegas, deixando marcas avermelhadas que seriam os troféus daquela madrugada. Era um emaranhado de cinco corpos onde as identidades se dissolviam: não havia mais sogra, nora ou irmãs, apenas as fêmeas da minha República.
— "Diz quem é o seu dono, Vitória! Diz a quem você pertence agora!" — eu rugia, dando tapas rítmicos e sonoros nas suas coxas morenas, que já tremiam de exaustão.
— "Você! Só você, João! Eu sou sua... eu sou delas... eu sou da nossa República!"
— ela gritava, o corpo arqueando em um orgasmo colossal que parecia não ter fim, jorrando jatos de prazer que se misturavam ao suor do lençol.
No auge da madrugada, eu as reuni em um monte de carne, membros entrelaçados e respiração ofegante. Gozei novamente, uma explosão de vida que distribuí entre os seios de mamãe e o ventre de Vitória, enquanto as irmãs colhiam o que restava com os dedos.
Mas o sono não veio de imediato; a eletricidade da revelação e do prazer ainda estalava no ar. Ficamos ali, sentados e escorados na cabeceira da cama gigante, um emaranhado de pernas e braços suados. No centro de tudo, Vitória parecia pequena, encolhida entre o meu peito e o ombro de mamãe. O olhar dela estava fixo no lençol bagunçado, uma mistura de exaustão e uma timidez residual que tentava processar o que acabara de acontecer.
— "Eu... eu não sei nem como olhar para vocês amanhã no café," — Vitória sussurrou, a voz ainda trêmula, escondendo o rosto entre as mãos.
Eu segurei seu queixo, forçando-a a me encarar com uma ternura dominadora. — "Amanhã você vai olhar para nós como a mulher que finalmente se libertou, Vi. O que aconteceu aqui não foi um erro, foi o alicerce do nosso futuro."
— "O João tem razão, querida," — Camila interveio, passando o braço pelos ombros da nora e puxando-a para um abraço lateral. — "Acabaram-se os segredos. As mentiras que nos separavam morreram naquele tapete da sala. Agora, o que existe é a nossa verdade. Esta casa, que era das três, agora é a casa dos cinco."
Ana Beatriz inclinou-se, beijando a bochecha de Vitória. — "Amanhã mesmo começamos a trazer suas coisas. Não faz mais sentido você ter outro endereço. O seu lugar é aqui, governando este império ao nosso lado."
Vitória deu um solavanco, olhando para a Ana e depois para mim com os olhos arregalados, o pânico relampejando em meio à luxúria exausta.
— "Mas gente... não é assim! Como eu vou deixar a casa dos meus pais do nada? O que eu vou dizer a eles? Eles são conservadores, João... Eles acham que eu estou aqui apenas passando as férias, focada no Direito. Se eu simplesmente me mudar, eles vão desconfiar, vão achar que eu enlouqueci ou que algo está errado!"
Eu dei um sorriso calmo, deslizando a mão pela nuca dela, puxando-a para um beijo tranquilo que exalava uma confiança absoluta.
— "Shhh... não se preocupe com isso, meu amor. Seus pais me adoram. Eles me veem como o exemplo de homem bem-sucedido e protetor que qualquer pai desejaria para uma filha. A confiança que eles têm em mim é cega," — sentenciei, com um tom de voz que não admitia réplicas. — "Eu vou conversar com eles. Vou explicar que você precisa de foco total para a última etapa da faculdade, que a estrutura da nossa casa — com a supervisão da 'Dona Camila' e a ajuda jurídica da Ana — é o ambiente perfeito para o seu sucesso. Deixa a persuasão comigo, Vi. Eu vou convencê-los de que entregar você aos meus cuidados é a melhor decisão que eles já tomaram."
— "O João sabe ser muito convincente, Vitória," — Mariana comentou, rindo baixo enquanto acariciava a perna da cunhada. — "Ele convenceu a todas nós, não convenceu? Seus pais serão apenas mais um contrato assinado."
Vitória suspirou, sentindo o peso daquela estrutura familiar fechando-se ao redor dela como um abraço protetor e proibido. Ela percebeu que, a partir daquele momento, sua vontade era uma extensão da minha.
— "Tudo bem..." — ela sussurrou, finalmente se entregando. — "Se você diz que consegue, eu acredito."
Começamos a planejar os detalhes da nossa rotina. Ana Beatriz sugeriu regras rígidas de discrição para quando estivéssemos fora do apartamento, mantendo a imagem da "família perfeita da Tijuca". Dentro daquelas paredes, porém, combinamos que a luxúria seria a única lei. Estabelecemos que haveria noites de entrega coletiva e momentos em que eu me dedicaria exclusivamente a cada uma, garantindo que o fogo da matilha nunca se apagasse.
Selamos o pacto com um beijo que circulou entre os cinco. Exaustos, dormimos pele com pele, fluidos com fluidos. A "santinha" do Direito fora enterrada ali; em seu lugar, despertaria a quinta fêmea da minha dinastia, pronta para os anos de glória que viriam.
