Tudo começou, quando num final de tarde conversava com a minha esposa Paula, sobre fetiches. Ela me perguntava qual era o meu e eu depois de muita insistência, e meio encabulado, respondi que era vê-la transar com outro cara. Ela riu-se e respondeu que o fetiche dela era o mesmo, transar com outro cara, comigo assistindo. Fiquei chocado e perguntei se ela era capaz. Respondeu que achava que não.
Nos meses seguintes pesquisei muito na net e percebi que era um fetiche muito comum a outros homens e que era até muito normal. Eu e a Paula vimos muitos filmes porno do género e isso nos excitava muito.
Depois de muita conversa, ela aceitou que eu tratasse de tudo, mas com algumas condições, ser noutra cidade, para não corrermos o risco de sermos descobertos por alguém conhecido e ela usaria uma mascara negra. Disse para ela que por mim tudo bem. Combinámos então que seria no dia de aniversário dela e que seria o meu presente de aniversário.
Contactei então com um cara já de alguma idade, que me pareceu muito educado e que era o gerente de uma casa de gigolos. Ele me sugeriu um gigolo que era muito apreciado pelas clientes, chamado de touro, mas que antes tinha de lhe enviar umas fotos, pois esse cara não aceitava uma mulher qualquer.
No dia seguinte enviei algumas fotos dela em bikini e o touro terá gostado, pois o gerente no mesmo dia telefonou-me para combinar o dia.
No dia combinado, a minha esposa levou mais de uma hora a arranjar-se. Receando não chegarmos na hora agendada, insisti com ela para se apressar, mas ela nem me ouvia.
Fomos recebidos pelo gerente, numa sala ampla, com um sofá verde enorme e duas poltronas em frente. O gerente me pediu o pagamento adiantado pelo serviço completo e depois conversou connosco. Ele elogiou muito a minha esposa e depois conversou com ela explicando que ele teria também de assistir, pois essas eram as regras da casa, uma vez que tinha de garantir que o desempenho dos seus funcionários era como previamente acordado e que se ela não se sentisse confortável, era só fazer sinal que ele mandava o seu funcionário parar.
Eu e o velho sentámo-nos nas poltronas e a minha esposa no sofá grande e aguardámos cerca de 10 minutos pelo gigolo. Dava para perceber que ela estava nervosa.
Quando ele entrou, ela se levantou e os dois se cumprimentaram com um beijo de cada lado, bem na nossa frente. Na altura endendi porque ele era apelidado de touro. De seguida ele veio cumprimentar-me e eu pedi-lhe que tratasse bem a minha esposa, pedindo por favor para a comer. Ele me garantiu que eu ficasse descansado, pois sabia bem como fazer gozar uma mulher. De seguida o cara perguntou ao chefe se podia começar, ao que o velho respondeu que sim.
Aí o touro beijou a Paula na boca, enquanto enchia as mãos nos seios dela por cima da blusinha de alças. Foi a Paula que tomou a iniciativa e tirou a blusinha, ficando só de soutien. As mãos do touro logo amassaram os seios dela por cima do soutien, para depois passarem para trás das costas e abrirem o fecho, tirando-o com uma ligeireza própria de um cara com muita experiencia. O velho ao meu lado vendo os seios da Paula, exclamou: "PUTA QUE PARIU, QUE GRANDES TETAS".
O touro apertou então os seios dela e chupou os bicos que logo endureceram, a fazendo soltar um gemido. Depois o cara, sem mais demoras começou a despir-se e ela tirou também as calcinhas, permanecendo com uma saia muito curta, talvez por algum pudor e com umas sandálias de salto alto. Quando o cara ficou completamente nu na frente dela, ela admirou o seu corpo malhado, passando a mão pelo peito dele, para depois fixou o olhar na sua enorme rola. A Paula estava estupefata, com o seu tamanho, e lógico que como qualquer mulher, sentiu tesão pelo que estava vendo.
O cara pegou então na mão dela e a levou até à sua rola, enquanto falava para ela aproveitar e desfrutar, pois o que tinha pago era para isso. Ela primeiro olhou para mim, como procurando um sinal de aprovação e depois se baixou e levou a rola até à sua boca, a esfregando primeiro nos seus lábios e depois começando a lambê-la lentamente, enquanto puxava a pele para trás. A rola do touro logo ficou dura e ela começou a mamar nela.
Depois de uns minutos em que ele deixou-a desfrutar da sua rola, mandou-a sentar-se no sofá, recostada para trás. Ele então ficou em pé em cima do sofá e colocou a rola na boca dela. A grossura da rola do touro era tal que mal entrava na boca da Paulinha. Foi então que ele começou A SOCAR A ROLA NA BOCA DELA, como se estivesse a foder uma buceta. Ela se engasgava e a saliva dela se misturava com a porra que o pau dele libertava, se derramando nos seios dela. Aí o velho se levantou e se aproximou dela e começou a dedilhar a buceta dela, para ajudar o touro, enquanto comentava para mim que a "PUTA ESTAVA TODA MOLHADINHA".
Foram talvez 2 ou 3 minutos com o touro a foder a boca da Paulina, até que o cara parou. Ela levou algum tempo a recuperar a respiração e a ajeitar a máscara enquanto se recostava no sofá. Por sua vez o touro colocava a camisinha, e o velho me explicava que eram normas da casa para não engravidar as clientes.
Depois o touro se deitou por cima dela, colocando uma das pernas dela por cima do seu ombro e encostou a rola na buceta da Paulinha, bolinou um pouco o pau na entrada e depois meteu até ao talo e começou a socar com força, quase parecendo um esturpo.
O velho só a elogiava, falando para mim que eu era um homem de sorte por ter um mulherão daqueles, que cavalona e ainda por cima tão bucetuda.
O touro fodeu ela com força durante uns bons minutos e depois sem tirar a rola de dentro dela, a colocou sentada de frente para ele. Aí ela começou a cavalgar na rola do touro, enquanto os seus seios baloiçavam bem na frente da cara dele, que os segurava e lambia e chupava como queria.
Quando ela abrandava o cara acoitava as nádegas e ela percebendo aumentava novamente o ritmo. Quando o cara meteu dois dedos no cuzinho dela, a estimulando, ela não aguentou e explodiu num orgasmo arrebatador, que a deixou exausta se abraçando ao cara, como se fosse ele o seu marido.
O velho satisfeito, comentava que o touro era o seu melhor funcionário e que sempre fazia as clientes gozarem e me explicou então, que eu tinha pago o serviço completo, e para eu me preparar para o que se seguiria.
Ela já recuperada, aceitou de forma submissa as ordens do touro se colocando de gatas no sofá e pedindo para ele ir com cuidado, para não a magoar. O cara de pé começou a bolinar o pau dele bem na entrada do cuzinho dela e já sem camisinha. O velho me explicou rindo-se que agora não precisava de camisinha, pois não existia o risco da safada engravidar.
Quando ele meteu a rola toda dentro do cuzinho da Paula ela gritou de dor e com as mãos afastou as nádegas, para abrir mais o cuzinho, facilitando a entrada do pau do touro. O touro começou então a martelar no cuzinho dela e os primeiros gritos de dor da Paulinha foram substituídos por gemidos. O touro falava no ouvido dela de como ela era rabuda, de como o cuzinho dela era apertadinho, de como o maridinho dela estava adorando ver outro enrabar a puta da sua esposa, e perguntava a ela se queria que ele continuasse a socar na sua raba e ela respondia baixinho que sim, e ele repetia a pergunta, pois NÃO TINHA OUVIDO A RESPOSTA e ela então gritando disse que SIM, PARA ELE SOCAR COM FORÇA NA RABA DELA.
Enquanto ele a enrabava, ela com uma mão se tocava e eu e o velho bem perto, observávamos tudo. O velho falava para mim, que já tinha tido muitas clientes, mas nenhuma tão safada como a minha esposa. Que mulherão, que cadela mais safada, exclamava ele, espantado com o que via e me perguntando se também podia meter nela. Admirado c9m o pedido, respondi que se ela deixasse por mim tudo bem.
Foi então que o velho mandou o touro tirar a rola do cuzinho dela. Então, o touro obedeceu ao patrão e se posicionou na frente dela metendo a rola na sua boca. O velho por sua vez, sem que a Paulinha sem pedir mas sem que ela recusasse, se colocou por trás dela e meteu o seu pau na raba da minha esposa. O pau do velho era bem mais pequeno e entrou com facilidade. Ela agora tinha uma rola na boca e outro no cuzinho enquanto com uma mão estimulava o clitoris. Percebi que ela gozava de novo e pouco tempo depois o touro gozava dentro da boca dela, a fazendo ensgasgar de tanta a porra que deitou. O velho gozava pouco depois dentro do cuzinho da minha esposa.
No regresso a casa, fizemos o caminho todo sem falarmos, mas sabíamos que tinha sido uma boa experiência para os dois, e que certamente iria fortalecer o nosso casamento.