A noite em Balneário Camboriú pulsava quente, o som do funk carioca misturado ao grave da house eletrônica fazendo o chão da balada tremer. Letícia dançava colada no namorado, o vestido branco curto colando no corpo suado, o quadril de 127 cm girando devagar, provocante, como sempre fazia para atiçar ele. Ele segurava a cintura dela — agora fina, esculpida em 65 cm de pura definição —, mas o ritmo acelerou, os corpos se esfregaram mais forte no meio da multidão.
Foi aí que sentiu. Um volume duro, insistente, pressionando exatamente na curva alta do seu glúteo direito. Não era o namorado — ele estava na frente. Virou o rosto devagar, o cabelo loiro platinado chicoteando o ar, e viu: um cara baixinho, no máximo 1,65 m, magro, mas com olhos famintos fixos nela. Ele não recuou. Só apertou mais, o pau já rijo roçando a carne macia através da legging fina dela.
Curiosidade queimou no peito dela como brasa. O namorado distraído com os amigos, rindo alto. Ela deu um passo sutil para o lado, fingiu tropeçar na multidão, e sumiu entre os corpos suados. O baixinho — Alan — a seguiu como predador, sem pressa.
No corredor escuro dos banheiros VIP, longe das luzes estroboscópicas, ela o encostou na parede fria. “Mostra”, sussurrou, voz rouca de tesão e álcool. Ele abriu o zíper sem cerimônia. O pau saltou grosso, veias saltadas, cabeça inchada brilhando de pré-gozo. Letícia arregalou os olhos. Nem conseguia fechar a mão ao redor — os dedos mal se tocavam na metade da circunferência. Era desproporcional, obsceno, maior que qualquer coisa que já tinha visto ou sentido.
Ajoelhou ali mesmo, o chão pegajoso esquecido. Abocanhou a cabeça, língua rodando devagar, depois engoliu o quanto pôde — metade, no máximo. Chupava com fome, babando, os lábios esticados ao limite, garganta se contraindo em espasmos. Ele segurou o cabelo dela com as duas mãos, fodia a boca ritmado, gemendo baixo. Quando gozou, foi violento: jatos quentes, grossos, intermináveis. Encheu a boca dela primeiro, depois escorreu pelo queixo, pingou nos seios, no vestido branco agora manchado e transparente. Ela tossiu, engasgou, mas engoliu o que pôde. O rosto inteiro estava coberto — impossível voltar para a pista assim, maquiagem borrada, esperma escorrendo pelo pescoço como gloss derretido.
Ele não parou. Puxou ela de pé, virou de costas, rasgou a legging na virilha com um puxão seco. Enfiou na buceta sem aviso, esticando as paredes úmidas até o limite. Letícia mordeu o próprio braço para não gritar alto demais, as unhas cravadas na parede. Ele socava forte, o pau batendo no fundo, o corpo pequeno colado nas costas dela, mãos apertando os glúteos gigantes como se quisesse marcá-los. Gozou dentro dela em golfadas quentes, enchendo-a até transbordar pelas coxas.
Mas ele queria mais. Virou-a de novo, empurrou-a contra a parede, ergueu uma perna dela. Cuspiu na mão, esfregou no cu apertado. Letícia sentiu a pressão e travou.
— Não… espera… é muito grande… muito grosso… vai rasgar tudo — murmurou ela, voz tremendo, tentando fechar as pernas e empurrar o quadril para frente.
Alan não recuou. Apertou mais os glúteos, separando-os com força, e empurrou devagar no início. A cabeça entrou com um estalo úmido, esticando o anel de músculos ao limite. Letícia mordeu o lábio até sangrar, um gemido abafado escapando.
*Meu Deus… isso não cabe… vai me destruir… por que eu tô deixando?* pensou, o cérebro em curto-circuito entre dor lancinante e um prazer sujo que subia pelas costas como eletricidade. *É maior que qualquer coisa que já senti… o namorado nunca chegou nem perto… dói tanto… mas tá batendo em lugares que eu nem sabia que existiam…*
Ele meteu mais fundo, centímetro por centímetro, ignorando os protestos. Sangue quente escorreu pela coxa interna dela, fino e escuro, misturando-se ao gozo que já pingava da buceta. Alan grunhiu baixo, segurando a cintura fina de 65 cm como alavanca, e começou a socar ritmado, cada estocada fazendo os glúteos gigantes tremerem.
*Ele tá me rasgando… sinto o pau pulsando dentro… abrindo tudo… eu devia gritar, pedir pra parar… mas tô empinando mais… por quê? Porque é errado… porque é enorme… porque eu nunca me senti tão cheia… tão usada…*
As lágrimas borravam o rímel, mas ela não resistia mais. O corpo traía: o cu se contraiu ao redor do pau, apertando como se quisesse sugar ele inteiro. Alan acelerou, os quadris pequenos batendo contra a carne macia, o som molhado ecoando no corredor vazio. Quando gozou, foi profundo, jatos quentes enchendo o interior dela até transbordar, escorrendo em filetes brancos misturados ao sangue.
Ele saiu devagar, o pau ainda grosso pingando. Letícia desabou de joelhos, ofegante, o cu latejando, aberto, ardendo. Alan pegou o celular do bolso, digitou rápido e estendeu um papelzinho amassado.
— Meu número. Me liga quando quiser repetir. Sem frescura.
Ela pegou o papel com dedos trêmulos, guardou no decote manchado de porra.
Minutos depois, Letícia emergiu de volta à pista. O vestido branco estava destruído: manchas brancas secando no peito, legging rasgada na virilha, maquiagem borrada, cabelo desgrenhado. Caminhou devagar, pernas bambas, tentando manter a pose. O namorado a viu de longe e correu até ela, preocupado.
— Amor, cadê você? Tá tudo bem? Você tá… estranha.
Ela forçou um sorriso, voz rouca.
— Tava passando mal… deve ser o calor. Vamos embora?
Ele a abraçou, sem desconfiar, beijou a testa suada. Letícia sentiu o pau mole dele contra a coxa — pequeno, inofensivo — e um arrepio de desprezo misturado a culpa. Enquanto saíam da balada de mãos dadas, ela apertava o papelzinho no decote, o número de Alan queimando contra a pele.
Dias depois, o vídeo caiu na net. Alguém tinha filmado tudo do ângulo perfeito: o corredor escuro, ela de quatro contra a parede, o pau gigante desaparecendo no cu apertado, esticando as paredes rosadas até o limite, veias saltadas visíveis na tela tremida. A câmera capturou o momento exato em que ele meteu fundo, o corpo dela tremendo, o sangue escorrendo pela coxa bronzeada, e o gozo final: jatos grossos enchendo o interior, vazando em volta do pau ainda enterrado, pingando no chão sujo. O rosto dela aparecia borrado de lágrimas e prazer, boca entreaberta em um gemido silencioso.
O clipe viralizou rápido nos grupos de zap de Balneário Camboriú, depois no Twitter, depois em sites adultos. Legenda anônima: “A musa fitness de 127 cm levando rola monstro no cu. Corno nem desconfia.”
Letícia viu o vídeo numa madrugada sozinha, dedo tremendo na tela. Não denunciou. Só salvou no privado e mandou uma mensagem para o número no papelzinho:
“Quando você pode repetir?”