Mamei o melhor amigo do meu irmão na frente dele

Um conto erótico de André Martins
Categoria: Gay
Contém 5568 palavras
Data: 01/03/2026 15:03:11
Última revisão: 01/03/2026 17:52:04

Pra contar como mamei Cadu, primeiro preciso falar um pouco do meu irmão, Henrique.

Naquela época, nós morávamos em Brás de Pina, subúrbio do Rio de Janeiro, nossa mãe era cuidadora de idosos na Gávea e estava acostumada a passar muitos dias fora de casa. Ela era daquelas que dormiam no trabalho, a gente se falava por telefone e eu acabava passando mais tempo com o Henrique do que com ela, então posso dizer que acostumei e me apeguei a ele.

Mas acho que nossa mãe deveria ter passado mais tempo com a gente, sabe? Porque, sei lá, ficar com meu irmão mexeu comigo de um jeito diferente. Quando eu era mais novo ok, não tinha maldade e passava batido, mas aí fui crescendo, vem puberdade, adolescência, hormônios e feromônios da juventude bombardeando a corrente sanguínea, minha mentalidade mudou.

O bairro de Brás de Pina nem era tão perigoso naquele tempo, porém a coroa era essa mulher que trabalhava fora, se preocupava em excesso e transmitia muito dessa preocupação pro meu irmão, que por sua vez ficava em casa só pra eu não fugir pra rua. Henrique era gente fina e sempre me tratou bem, mas logo entendi que ficar comigo tomava muito tempo dele, e às vezes ele deixava de fazer as coisas que gostava por causa disso, mesmo depois que eu completei 18.

Ele é mais velho, tinha seus 25 anos e foi minha primeira grande referência masculina na vida. Lembro que a maioria dos moleques da minha idade no bairro era tudo um bando de novinho liso, espinhento e sem graça, enquanto meu irmão se destacava com seu corpo peludão, desenvolto, volumoso e chamativo. Henrique era moreno claro e fortinho, uma mistura de parrudo com braçudo, porém não necessariamente musculoso.

Já viu aquele cara que não tem barriga, mas também não é magro? Ele tinha “sustância”, o molho. Bigode grosso, sem barba, e olhar de cara boa pinta, o típico jovem respeitador e bom moço que as vizinhas da rua queriam chamar de genro, não é à toa que sempre era convidado pra ser príncipe no aniversário da filha dos outros. Acho que é porque meu irmão tinha uma coisa galã, sabe? Bonito de rosto, com feições de homem clássico num corpo de modelo.

- Já terminou aí, Léo? Tá muito tempo nesse banho, moleque. – ele bateu na porta do banheiro e me apressou.

- C-Calma, tô saindo! Não entra!

- Tá gaguejando por quê? Já tive tua idade, seu punheteiro! Hehehe!

- Aff, sai fora! Você fala como se fosse muito mais velho que eu, porra. Não são nem-

- Não responde, eu sou mais velho. Bronheteiro! Termina logo a punheta e vê se lava o boxe, escutou? Já não basta tomar conta de tu, não vou limpar a porra de ninguém.

- Chato à beça, mete o pé. – reclamei e ele saiu da porta.

Se o Henrique tivesse entrado no banheiro nessa tarde, ele teria me visto cheirando as cuecas dele e comeria meu fígado. Agora você entendeu a razão de eu dizer que minha mãe deixou nós dois muito tempo sozinhos em casa. Se ela passasse mais tempo com a gente, eu provavelmente prestaria menos atenção no meu irmão e não me sentiria atraído sexualmente por ele da forma estranha como me sentia.

Não sei o que é pior, quando Henrique ficava em casa comigo e eu tinha que ver esse macho beliscar a pica por cima do calção a todo instante, ou se era quando ele ia jogar futebol com os colegas e me deixava sozinho, daí eu podia me masturbar sentindo o cheiro das roupas dele sem medo de ser pego no flagra.

O complicado mesmo era quando ele voltava da peladinha encharcado de suor e com a piroca armada no calção, aí sentava no sofá, removia as chuteiras e exalava aquele azedume saboroso do meio dos dedos. Minha rola empedrava na hora, era certo ficar galudão no chulé do Henrique. Como pode?

Até o cheiro “ruim” dele me deixava torto de tesão, tiro e queda. Existe uma explicação pra esse efeito? Só podia ser coisa de feromônio mesmo, já que era o odor do corpo de outra pessoa causando efeitos no meu.

- Já voltou do futebol? Nem vi você sair, mano. – era nessas horas que eu pagava de inocente, me jogava no colo dele e o derrubava pra trás no sofá, só pra ficar por cima e sentir o suor de perto.

- Calma lá, moleque, tô suado. – ele reclamava.

- E daí? Sou teu irmão, não tenho nojo.

Aquele odor de ferrugem masculina que só quem curte sovaco cabeludo conhece, já sentiu? Até o cecê do filho da puta era gostoso de cheirar, embora nossa mãe reclamasse de ele não usar antitranspirante. Ela dizia que nenhuma mulher ia querer Henrique assim, mal sabia a coitada que eu era doido pra pegar meu próprio irmão.

Durante os abraços no sofá, eu me mexia em cima dele, sentia o volume da pica crescer na minha coxa e confesso que fazia de propósito, mas durava pouco. Logo o moreno desfazia o contato, como se soubesse que não era algo comum eu ficar rebolando em seu colo. Vai ver, ele tinha medo de acabar de pau duro com meus estímulos, já pensou?

- Vou tomar banho. Lavou o boxe do jeito que eu mandei, Léo? – ele levantou da poltrona, ficou de pé e eu reparei no volume da caceta empenada no short, apontando pro lado.

- Lavei, por quê? Agora é você que vai lá chamar na punheta, é? – debochei.

- Se orienta, moleque! Sou teu irmão mais velho, tem que me respeitar! Pega teu rumo, anda. Se adianta. – Henrique deu um pulo pra frente e tentou pegar meu braço, mas eu corri e desviei.

- Bahahah! Tô brincando, mano.

- Tá brincalhão demais pro meu gosto, tu. Vou tomar banho.

- E eu vou lá na praça tomar Ice com os moleques, já é?

- Olha lá, Léo. Não vai voltar bêbado, tá escutando?

- Duvido, é só uma. Não demoro. Daqui a pouco tô em casa.

Ele foi pro banheiro, eu esperei um pouco e não resisti, tive que cair de nariz nas chuteiras que ficaram largadas no tapete da sala. É a maior doideira pensar que eu me masturbava sentindo o chulé de outro cara, especialmente do meu irmão de sangue, tipo, bagulho absurdo e meio obtuso, né? Mas ao mesmo tempo havia muito prazer e tesão no tabu, no proibido, no criminoso. Criminoso no sentido de eu saber que só podia fazer escondido, caso contrário daria escândalo familiar.

É por isso que eu esperava Henrique se mandar pro banho, só então me sentia seguro o bastante pra farejar o chulé dele tal qual um vira-lata no cio. Era um cheirão de ferrugem puxado pro doce, muito quente e com textura que panca as narinas, tá ligado? Você dá uma fungada firme e sai zonzo, chega a tomar nocaute se puxar com muita pressão. Meu nariz entupiu já na segunda inalada, a respiração pegou fogo, os olhos avermelharam e eu chorei na potência do chulé.

Foi que nem fumar maconha e chapar, só que a droga ali era o cheiro dos pés do meu irmão depois do futebol, ou seja, testosterona chumbando os pulmões e fervendo meu cérebro. Não há nada melhor do que respirar dentro da chuteira e seu hálito virar a pura chulezada do macho, e olha que eu não havia lambido as palmilhas ainda.

Eu nem tinha aberto a boca e saí da sala com bafo de chulé. Poderia simplesmente levantar e ralar dali, mas resolvi passar na porta do banheiro e, pro meu deleite, Henrique não fechou. Meus olhos atravessaram a fresta, minha visão chegou em seu corpo moreno e torneado debaixo chuveiro, e eu tive que me segurar na parede pra não cair pra trás, porque além de pentelhudaço, meu irmão se revelou caralhudo dos bons.

- “CACETE! Isso não existe!” – minha mente disparou.

A prova de que o Henrique não aguentava mais passar os dias em casa comigo é que ele tava batendo a punheta mais concentrada e necessária que já vi um cara bater. Sua mão toda fechada ao redor do porrete, a cabeça vermelha lambuzada de cuspe, 21cm de zarabatana apontada pro teto do banheiro, as veias largas e o prepúcio borrachudo mais moreno que a pele dele. E o sacão? Enorme, pesadaço de leite e precisando esvaziar urgente.

Meu irmão tinha que arranjar uma namorada urgente, não dava mais pra perder tempo socado em casa.

- SSSS! Dá não, vou brotar da Jaqueline qualquer hora dessa. – ele tremeu na hora de gozar, fez cara de sofrimento e agonizou de prazer, até dobrou os dedos dos pés antes de encher o boxe de porra.

As jatas de gala explodiram no blindex molhado e eu contei mais de sete escarradas que ficaram grudadas no vidro, não escorreram com a água caindo. Leite cheiroso, perfumado de cloro, da textura consistente e pegajosa. Mesmo de longe, deu pra ver que era concentrado, pois criou teias e pontes de meleca branca entre os dedos do meu irmão no fim da punheta.

- Mmmm... Esvaziei o tanque, que isso... – o danado respirou aliviado.

Torci pra ele esquecer de limpar o blindex e eu ter a chance de ver o mingau de perto, mas Henrique lavou a melecada, voltou normalmente pra baixo do chuveiro e só me restou ficar de pau durão com a cena da tromba cabeçuda diminuindo de tamanho aos poucos, conforme ele se lavava.

Foi nesse dia que entendi de onde vinha o cheiro de água sanitária que eu sentia no banheiro de vez em quando, e também o motivo de sempre ter um monte de papel higiênico grudado de catarro na lixeira: rastros de masculinidade aflorada que o Henrique sem querer deixava pela casa.

Um dos meus momentos preferidos era quando Cadu gritava meu irmão no portão e eles iam pra rua jogar bola. Eu ficava quase uma hora direto sentado na calçada de casa vendo aquele bando de moleque correr pra lá e pra cá, Henrique destacado no meio deles e as chibatas balançando pra tudo quanto é lado nos calções sem cueca.

O esporte preferido deles era futebol e o meu era observá-los, a ponto de ser capaz de passar horas e horas afinco ali. Sempre tinha coçada de saco, puxada no short, suor escorrendo e calção grudando na cintura, e o melhor é que depois eles vinham beber água comigo, todos borbulhando de calor, sem blusa, as cinturas de fora e o dedo puxando a cueca da virilha.

O bando sentava perto de mim, armava a roda na calçada e rolava papo furado quando o futebol terminava, já era certo a rodinha de conversa no fim da tarde. Perdi a conta de quantas vezes Cadu encostava no muro, sentava no chão e seu calção folgado abria na saída das pernas, mostrando quase tudo que havia lá dentro. Acontecia direeeto, e o que me dava tesão é que o filho da puta nunca usava cueca, então eu via seu saco branco, liso e fanfarrão quase esparramar pra fora do short.

Enquanto meu irmão era moreno e fortinho, Cadu era branco, loiro, menos forte e mais puxado pro magro. Meio marrentinho e tirado a playboy filhinho de papai, mas melhor amigo do Henrique e um gostoso do caralho. Ele devia ter 22 pra 23 anos e eu recordo vividamente de suas pernas cabeludas, lotadas de pelos enroladinhos e tão loiros quanto os da cabeça dele. Os das axilas e da barbicha no queixo também eram, os moleques até zoavam Cadu de Gringo por culpa dos pelos claros.

Teve uma vez que a roda de conversa dissipou e restamos apenas eu, meu irmão e Cadu na calçada de casa. Henrique lembrou de comprar pão e café na padaria, pegou a carteira, avisou que voltaria num pulo e saiu, levando mais ou menos o tempo de cinco minutos que eu fiquei sozinho com o amigo dele no portão.

- É, Léo... Só eu e tu. E aí, tá pegando muita minazinha ou tua mãe ainda marca em cima? – ele puxou assunto.

- Minha mãe é chatona, Cadu, você sabe. Henrique fala, não é novidade. Se deixar, ela me prende em casa.

- É foda... E tu fez 18, não fez? Nem comeu a primeira buceta ainda, ou já comeu? – o loiro se aproximou, curioso.

- Pra que você quer saber? Vai ficar me zoando que nem o Henrique, é?

- Calma, mano, relaxa. Hehehe! Sou zueiro, mas nem tanto.

- Sei... Adora me gastar, isso sim.

- É que sei lá, nunca te vejo com nenhuma mina. Daqui a pouco vão perguntar se tu é viado, moleque. Hehehe! – Cadu me viu envergonhado.

Ele soube me deixar tenso, principalmente quando levantou, virou pro poste, ergueu a saída da perna do calção e botou o piruzão pra fora. Daí mirou a tromba no mato, abriu a torneira e fez questão de arregaçar o cacete enquanto me olhava e mijava, tudo ao mesmo tempo.

- Mmmm... – Cadu encheu os pulmões de ar e relaxou.

A cara de alívio que ele fez, o gemido que esse puto soltou, as linhas brancas no prepúcio de quem passou a tarde suando e jogando bola na rua, a quentura da mijada fresca respingando em mim, o cheirão de sal masculino... Foram muitos detalhes me atacando num intervalo curto de tempo.

- Fala tu, Léo. Tá com vergonha, mano? Dá o papo, tá entre amigos. Sabe que sou teu parceiro, não sabe? – ele puxou a pele pra trás, passou o dedo na cabeça rosinha e dedou o babão elástico. – Pode confiar em mim.

- Eu confio, Cadu. – tremi na base, suei frio pra não manjar.

Qualquer olhadela e o desgraçado teria a confirmação da minha sexualidade, por isso fiquei tão tenso. Olhei de rabo de olho, tentei observar cada centímetro da rola e o mínimo contato foi suficiente pra apetecer meu paladar. Era imensa, mais comprida do que larga e grande igual à jeba do meu irmão. O mais surpreendente é que tava molenga pós mijão e já tinha proporções chamativas, eu quase vacilei tentando não olhar diretamente pra ela.

- Por um segundo, eu achei que tu... – Cadu esfregou o dedo na linha branca ao redor da glande, limpou o rastro do queijo e continuou me olhando, me testando.

- Achou o quê? – fiquei curioso.

- Nah, esquece. Depois eu falo, moleque. Teu irmão tá voltando aí.

Assim que Henrique apareceu na esquina, Cadu escondeu a rola de volta no short e meu corpo pegou fogo por dentro. Ele sabia que aquele era um assunto que devia morrer entre nós e isso meio que criou uma intimidade gostosa na gente, com interações que só aconteciam quando meu irmão não tava perto.

Uma vez eu joguei CS no computador do Henrique, o PC deu pau e não queria mais ligar, daí meu irmão pediu pro Cadu dar um pulo lá em casa e nós passamos a tarde tentando resolver o problema. Num dado momento, meu mano saiu pra mijar e eu fiquei sozinho com o amigo dele, o cenário perfeito pro Cadu entrar naquele assunto de novo.

- O que tu arrumou nesse computador, Léo?

- Já falei, eu tava jogando CS e de repente deu pau.

- Deu pau e tu não mamou?

- Cadu, Cadu... Olha a graça, cara. Hahahah.

- Aposto que tu tava vendo pornô. Fala a verdade, mente pro teu parceiro não. Não quer contar pro Henrique, tudo bem, eu entendo, mas pra mim tu sabe que pode dar o papo. Pesquisou o quê, pornô gay?

- Eu... – meu coração veio na boca, olhei pro lado e vi que meu irmão ainda tava no banheiro. – Eu... Só joguei CS, nada mais. Só isso. Juro.

- Nada mais, tem certeza? E se eu ligar o computador e encontrar vídeo de homem dando a bunda, faço o quê? – o sacana beliscou a pica, mexeu a perna meio nervoso e riu.

- Só vai encontrar esse tipo de vídeo se o Henrique baixar, porque eu não baixo.

- Baixa não, tu só assiste.

- Nem assisto. Não tô entendendo qual é a tua, Cadu.

- Quero que tu saia do armário, moleque. Tehehe. Já falei pra confiar em mim, tu não quer.

- Mas eu não tenho nada pra tirar do armário, doido.

- Tu não é boiola, Léo? Vai negar, papo reto? – ele levantou da cadeira, ficou frente a frente comigo e não parou de patolar o pau.

- Não sou. – menti.

- Não é viado?

- Não. – menti de novo e engoli a seco pra não manjar.

- Então se eu coçar o saco e botar a mão na tua cara agora, tu vai sentir nojo? – o loiro passou a mão dentro do calção, deu cinco punhetadas grosseiras e ameaçou segurar meu rosto em seguida.

Na boa? Nunca tremi tanto na vida. Minha maior vontade era chupar os dedos do Cadu e sentir a quentura, o sabor e o cheiro da piroca dele, ainda que indiretamente, mas é claro que não caí nesse truque. Mais uma vez ele estava me testando, e mais uma vez lutei comigo mesmo pra não dar o braço a torcer.

- QUE NOJO, CUZÃO! SAI FORA! HAHAHA! – levei na esportiva.

- Qual foi? Que nojo o quê? – Henrique saiu do banheiro e viu nossas risadas.

- Nada. Hehehe! – Cadu desconversou e voltou a dar atenção ao conserto do computador.

O auge dessas interações sexuais com o amigo do meu irmão aconteceu numa noite de sexta pra sábado. Eles foram comemorar o aniversário de um amigo numa boate famosinha da Barra da Tijuca e Henrique não avisou pra nossa mãe que Cadu ia dormir lá em casa, porque ela não podia saber da noitada. Capaz da coroa sair da Gávea só pra dar esporro no meu irmão, se descobrisse.

Eu sabia que a noite seria boa antes mesmo de eles saírem de casa, só de ver aqueles dois se aprontando. Henrique foi pro banheiro, Cadu circulou de cueca na minha frente durante algum tempo e fez questão de se patolar, como se quisesse captar minha atenção. Teve uma hora que ele sentou do meu lado, fez pose de machão e flexionou os bíceps, querendo se exibir.

- Fala tu, tô gostosinho ou não tô?

- Como vou responder uma coisa dessa? – me neguei.

- Respondendo, ora porra. Se tu fosse uma mulherzinha e eu chegasse em tu na balada, diria sim pra mim?

- Que perguntas são essas, Cadu? Cê não desiste, né? Hahaha.

- Tô perguntando de boa, moleque. Diria sim ou não?

- Ah... Sei lá, depende do momento. Depende da balada também, e da pista de dança. Mas olhando assim... Talvez.

- Boa. Já não é um “não”. Heheheh. – ele gargalhou, apertou minha cintura e pulou em cima de mim pra morder meu braço.

- Sai! Hahaha! Pelo visto, tem alguém animado hoje.

- Tem mesmo, Léo. Mó tempão que não dou uma gozada, bagulho tá doido. É hoje que eu panho duas, três. Tu vai ver se não vou voltar de saco vazio.

- Você vem dormir aqui depois?

- Venho. Teu irmão liberou, não preciso voltar pra casa de madrugada. Lá vai acabar tarde.

- Show. Tomara que pegue várias, então.

- É hoje, moleque. Vou passar o rodo. – apertou o meninão na cueca, bateu palmas em ritmo de funk e começou a se vestir pra sair.

Ali estava a dupla perfeita de machos.

De um lado, um moreno fortinho, do bigode grosso e todo elegante na calça jeans com blusão social, seus braços destacados nas mangas e o malote peso pesado contornando a silhueta da cintura. Do outro, o branquinho com perfume amadeirado, trajado de doze molas, camisa da Lacoste e bermuda tactel, de relógio no pulso, boné na cabeça e cordãozinho de ouro, típico cria de Brás de Pina.

- Tranca a porta. E ó, nada de rua hoje. Escutou, Leonardo? Tô falando sério. – Henrique apontou o dedo na minha cara.

- Escutei, relaxa. Não vou sair, vou jogar videogame.

- Escutou mesmo, seu Leonardo? – Cadu quis pagar de mandão e repetiu o gesto de apontar o dedo no meu rosto.

- Cadu, Cadu... – resmunguei e ele riu.

Eles foram embora, fiquei sozinho em casa e adivinha o que eu fiz? Fui cheirar as roupas que os dois tiraram e deixaram largadas no quarto, lógico. Coloquei os meiões com cheiro de ferrugem do Henrique na narina esquerda, inalei a cueca com restos de mijão do Cadu na direita, respirei fundo e meu cérebro pancou, o efeito da dopamina foi imediato.

- Mmmm! – os neurônios queimaram, a testa esquentou, mês olhos encheram d’água e a rola subiu na medida que o cu piscou.

Acho que nem preciso dizer que tive que bater um punhetão e leitar nas roupas íntimas do meu irmão e do amigo dele, né? Depois deixei tudo revirado como tava, liguei o ar do quarto e agradeci que eles só voltariam de madrugada, dava tempo de sobra pra porra secar.

Quando foi por volta das cinco da manhã, antes do céu clarear, eu acordei no susto e sozinho no meu quarto. Escutei barulho na cozinha, lembrei que não havia ninguém em casa e bateu aquela apreensão sinistra, aí levantei e saí do quarto na pontinha dos pés, fazendo o menor ruído possível. Chego na sala e me deparo com aquele espetáculo de macho loiro largado no sofá.

- Ah, é você? Que susto, Cadu.

- Que assaltou a geladeira? Eu mesmo, moleque. Achei que tu tava dormindo. – ele bateu a mão na minha, visivelmente bêbado.

- Tava, mas meu sono é leve. E aí, a noite foi boa?

- Boa merda, isso sim. Como, peguei ninguém. Nem resfriado o pai tá pegando, Léo. Heheheh... Enchi a cara, entornei o bico. Bebi pra caralho, perdi a linha.

- Vish... Passou mal?

- Não passo mal de beber, só fico nessa leseira do caralho. Quero dormir.

- Nossa, que diferente. Se tem uma coisa que eu não consigo fazer depois de beber é deitar e dormir. Fica tudo girando. – falei.

- E quem disse que eu consigo? Impossível, meu parceiro. Tem como dormir de saco cheio assim não. – ele afofou a mão na bermuda tactel, esfregou a pica e se esticou no sofá.

Com a esticada, a vara empenou na roupa, formou o volume da meia bomba e deu pra ver que não era mentira ou exagero, Cadu tava realmente de saco cheio. Me senti eufórico com as pulsadas dele e só então percebi que não se tratava de mais um daqueles momentos de papo sexual entre nós, como costumava ocorrer. Dessa vez foi diferente, havia algo a mais no olhar do amigo do meu irmão.

- Você... Não pegou ninguém? Tipo, sério mesmo? – não acreditei.

- Ninguém. Pra não dizer que morri na seca, dei só um beijinho numa morena peituda lá, mas foi o quê, um minuto? Dois? Nem conta. Deu nem tempo de sentir o grelinho dela babar no meu dedo, Léo. – ele fechou os olhos, falou devagar e baixinho, enquanto a mão seguiu apertando o piru. – Tô até agora imaginando o que eu faria na boca da pretinha, moleque, papo reto. Gamei nela. Ah, se eu pudesse...

Outra amassada na peça, o caralho aumentou de tamanho na bermuda e eu vacilei demais, não consegui não manjar. Meus olhos foram fatalmente atraídos em direção ao piruzão armado do Cadu, ele me encarou e não perdoou.

- Pena que tu não é viado. Se fosse... Ia pedir tua boca emprestada cinco minutinho pra eu dar uma esvaziada. Tô precisando.

- É isso que você quer, Cadu? Tem certeza?

- Quero mesmo, foda-se. Do jeito que eu tô, qualquer boca é boca. Balançou a rede, é gol.

Era tudo que eu precisava ouvir. Um lado acreditou que o Henrique tava roncando alto no quarto dele, o outro lado mandou eu sair da sala e ir lá conferir se meu irmão estava dormindo. O que você acha que eu fiz? Mergulhei de cabeça, claro. Não é todo dia que se tem a chance de mamar um loiro gostoso que nem o Cadu.

- Tá vendo aí como tu é bicha? Teheheh! Boqueteiro nato, você! FFFF! – o safado esticou o corpo quando sentiu minhas amídalas engraxarem a glande rosa.

- O foda é que você fica me cercando e eu não gosto disso, Cadu. Tem que me deixar solto, livre, sem pressão.

- Gosta, gosta sim. Tu gosta e muito, filhão. – ele apontou a vareta nos meus beiços e jogou de volta nas amídalas, necessitado de agasalho, de calor. – SSSS! Já que só tem tu, vai tu mesmo. Engole, enche a boca! Passa vontade não. Se tu quer piru, pode mamar o meu. Toma, guloso! Hmm!

Apoiou a mão atrás da minha cabeça, olhou ao redor e checou se estávamos sozinhos, pra garantir que Henrique não apareceria de surpresa. Parte do meu prazer foi ajoelhar nas pernas cabeludas do Cadu, olhar pra cima e ver ele dividir atenção entre meu boquete e a sala, na adrenalina de ser mamado.

- Demorou, mas até que enfim saiu do armário, hein? Lerdão. Hehehe!

- Agora eu entendi a insistência, seu puto. Hahaha.

- Gosta de picão?

- Demais! O seu, então, nem se fala.

- Então mama, vem. Isso! SSSS! Chupa a cabeça igual mamadeira, Léo. Boquinha gostosa que tu tem, hein?

Às vezes ele focava em mim, gemia alto e eu sabia que tava gostoso, porque o Cadu pulsava a piroca lá na garganta e babava a porra toda. Quando não me olhava, ele dava com o saco na minha cara, se atentava nos arredores e mandava eu não fazer barulho, o que criou uma atmosfera de clandestinidade na sala.

- Engole tudo, quero ver.

- Assim? – fechei a boca no talo do porrete e senti as inchadas no fim da goela, cheguei a lacrimejar de nervoso. – GHHRR!

- AAARGH! SSSS! Porra, mané, covardia!

- Hahaha! Tô vendo que cê gosta.

- Faz de novo, vai. ISSO! GRRR!

De certa forma, não era pecado eu mamar Cadu. Tinha a questão de ele ser melhor amigo do meu irmão e da gente fazer putaria escondido? Sim, tinha. Mas, tecnicamente, tudo certo. Era apenas a união de um viado guloso com um cara que precisava esvaziar o tanque, nada mais. Tudo normal até então. O problema começou quando Caduzão se empolgou e prendeu as mãos na minha cabeça, foi aí que tudo desandou.

- OOORGH! TOMAR NO CU, LEONARDO! FFFF!

- Geme baixo, cara. Tá maluco? Se o Henrique acorda, ele mata a gente.

- Então segura a onda, porra! Mal começou e já quer que eu goze, moleque?

- Tá tão bom assim?

- Pra caralho, ó! – ele espremeu a giromba, extraiu filetes de babão e mostrou que eles já estavam abandonando a cor transparente pra adquirirem um tom esbranquiçado, grosso.

Nisso de apoiar as mãos na minha cabeça e forçar o pau na minha garganta, Cadu tomou impulso e começou a fuder minha boca, a ponto de erguer o corpo do sofá durante curtos segundos. Sempre que caía de volta na poltrona, ele fazia barulho, as molas rangiam e competiam com seus gemidos de molecão fudedor de goela.

- SSSS! TÔ QUASE GOZANDO, LÉO!

- Baixo, Cadu, já falei! Já pensou se... – olhei pro lado de rabo de olho, percebi o vulto no corredor e não acreditei no que vi.

Havia um homem escondido na sombra da cozinha, olhando pra gente e vidradão no meu boquete. Seus olhos acompanhavam cada engasgada minha na piroca do Cadu, seu pijama estava arriado na altura dos joelhos e a caceta cabeçuda sendo descascada lentamente entre os dedos, ele fazendo a maior cara de quem estava sofrendo com aquele flagrante inesperado.

- CHUPA, MOLEQUE, ENGOLE MEU PAU! SSSS! – o loiro me prendeu, suas bolas imprensaram meu queixo e eu senti uma mistura de luxúria com orgulho que até hoje nutre meus sentidos, dobra minha mente.

Esse homem que nos flagrou em pleno sexo oral era nada mais nada menos que Henrique, meu irmão. Até queria dizer pra você que não, mas ver a textura carnuda do prepúcio dele deslizar na cabeça do caralho acabou comigo. O desgraçado tava batendo punheta em vez de me repreender por chupar o amigo dele, e não era qualquer punheta, foi bronha das brabas.

- VOU ENCHER TUA BOCA DE LEITE, MOLEQUE! CONTINUA! SSSS! – Cadu virou fã da minha garganta, eu virei alvo e tomei só cabeçada furiosa na goela.

- GLOGH, GLOGH, GLOGH! – engasguei em um, bisbilhotei a bronha do outro e padeci no paraíso, foi um prazer intenso que se desenrolou dentro de mim.

As veias em alto relevo indicavam que Henrique com certeza estava sofrendo com o flagra, coitado. Ele provavelmente se sentiu culpado por ficar de pau durão vendo o próprio irmão pagar boquete, mas não teve o que fazer. A reação mais honesta foi arriar o short de dormir, sacar a pistola e fazer justiça à cena, ele só não percebeu que eu o notei.

- Mmmm! Quero leitinho, tô com sede. Esporra na minha boca pra eu engolir? – me empolguei no bola gato, bati punheta com a boca pro Cadu e confesso que esse gás foi efeito de ter visto meu irmão se masturbando escondido.

Se eu pudesse, sairia do sofá e iria de quatro até onde o Henrique tava socando punheta, mas como não podia, a boca encheu d’água e apliquei pressão na chupada pro melhor amigo dele como forma de compensar. Eu queria olhar nos olhos do meu irmão e engasgar na piroca no olho no olho, mas não quis assustá-lo ou intimidá-lo, então fingi que não vi ele ali.

- OOORGH! ABRE A BOCA, CUZÃO! – Cadu mandou.

Engoli o caralho, tomei leitada na garganta e melei a cueca chupando o bonitão. Enquanto ele enchia minha boca de gala cremosa e salgada, Henrique apontou a mandioca pra frente, parou a punha e escarrou grosso.

- Mmmm... – ele se concentrou pra não gemer alto, mordeu a boca por dentro e fechou os olhos.

Meu irmão atirou rastros e mais rastros de magma branco no chão do corredor, suou demais, respirou forte e ficou ofegante, aflito com tudo que viu. Parecia que havia corrido uma maratona, quando na realidade Henrique apenas descobriu que seu irmão é viado e especialista em garganta profunda.

Agora, é o seguinte: quando o irmão mais velho faz uma descoberta dessa e resolve apelar pra punheta, é sinal de que ele é um bom de um sem vergonha, concorda? Andei o tempo todo na linha pra não faltar com respeito ao Henrique em casa, mas acabei descobrindo que ele era tão sem pudores quanto eu e Cadu. Se eu soubesse, teria despirocado antes, bem antes...

- Tô de bucho cheio, cê gozou pra caralho. – mostrei a língua branquinha e a boca vazia.

- Do jeito que eu gosto, moleque. Tu me deixou leve, hehehe.

- Foda é que amanhã vou querer de novo, Cadu.

- Se eu tiver na seca, vem em mim que o leite é certo. Vou usar tua boca sempre que tu der mole, podes crer.

- Valeu à pena, então?

- Porra, demais! Agora dá pra dormir, Léo. Hehehe. Tamo junto, viado.

- É nós. Tô aí pra ajudar, conta comigo. – apertei o ombro dele antes de sair da sala.

Henrique não estava mais no corredor quando eu passei pro meu quarto, mas seus tiros de porra ainda estavam lá no chão, rajadas de macho que não fica em paz enquanto não alivia as bolas. E eu sabia que eram vestígios dele, porque só a porra do meu mano era grossa e pegajosa daquele jeito, do tipo que gruda quando você toca. Isso pra não falar do cheiro característico de cloro. Quase ajoelhei no chão pra lamber.

Fui pro quarto dormir, peguei no sono de língua quente e a goela amarrotada da passagem do Cadu, mas na minha mente só havia um único macho: o puto do meu irmão. Dormi e acordei pensando na imagem daquela lapa de pica morena, curvada e da cabeça vermelha sendo esbugalhada entre os dedos do Henrique, inclusive gozei durante o sono. Provavelmente sonhei com ele e não lembro, acordei meladão.

Mais tarde, quando levantei, Cadu já tinha ido embora e encontrei meu irmão sozinho na sala, em silêncio, vendo TV de cara amarrada. Assim que eu apareci, ele desligou a TV, mandou eu sentar no sofá e disse que precisava ter uma conversa séria comigo.

- Olha, Léo, vou ser sincero. Tu sabe que sou teu irmão mais velho e que tô do teu lado pra tudo, não sabe?

- Sei. O que eu fiz? – já me entreguei logo.

- Eu sei que tu é viado e não é de hoje. Cadu me contou o que rolou e, sinceramente, eu já tava desconfiado há tempos, foi só a confirmação pra mim. Só que a coroa não vai gostar de saber.

- Mas ela não precisa saber! Era pra ser segredo, ele não tinha que ter falado.

- É, mas falou. E tu tá ligado que não dá pra esconder nada da coroa, Leonardo.

- Ah, irmão, por favor! Você sempre me defendeu, agora vai ser o primeiro a me atirar no fogo? – levantei do sofá, sentei do lado dele na outra poltrona e botei seu pé no meu colo pra dar aquela massagem.

- Não, Léo, nem vem. Não adianta, a mãe vai ficar sabendo dessas putarias suas. Eu nunca trouxe uma mina pra cá e tu fica de sacanagem com o Cadu? Nós tem que ver isso daí, tá certo não.

- Poxa, mano... – alisei sua panturrilha, subi a mão pra coxa e sorri. – Tem certeza que cê quer contar pra ela? Sei lá, Henrique... Vai ver, tem alguma coisa que eu possa fazer pra impedir isso. Já pensou?

CONTINUAÇÃO NO DRIVE. Não tá no Privacy, esse tá no DRIVE. Lá tem mais de 200 contos completos pra você se acabar de ler. Chama no andmarvin@yahoo.com

Vem pro canal no Telegram: t.me/+FPr_O8v2VWg1NTFh

twitter/X @andmarvin_

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive André Martins a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil de André MartinsAndré MartinsContos: 300Seguidores: 437Seguindo: 0Mensagem https://privacy.com.br/Profile/andmarvip

Comentários