Cap. 05: À flor da pele - O jogo dos estranhos.

Da série À flor da pele.
Um conto erótico de Gustavo Prado Torres
Categoria: Heterossexual
Contém 3152 palavras
Data: 05/03/2026 18:28:52

A manhã do terceiro dia começou com uma inversão de papéis. Gustavo acordou primeiro.

Lembrando-se da forma como ela o havia acordado no dia anterior, ele sorriu. Deslizou lentamente para baixo dos lençóis. Marina despertou com um calor úmido e ritmado entre as pernas. A língua de Gustavo explorava cada milímetro da buceta já molhada de Marina, retribuindo o prazer e a submissão da manhã anterior.

Ela não abriu os olhos de imediato. Apenas arqueou as costas, afundando os dedos nos cabelos dele, deixando um gemido longo e preguiçoso escapar. Quando finalmente gozou, tremendo sob os lábios do marido, ela puxou o rosto dele para cima e o beijou profundamente.

— Bom dia, meu amor... — sussurrou, com um sorriso satisfeito.

Marina levantou-se e seguiu para o banho. Gustavo aproveitou a deixa.

— Vou descer rápido na recepção para resolver um detalhe — avisou da porta.

Mas ele não foi à recepção. Seguiu direto para a charmosa boutique no térreo do hotel. O objetivo: repor a peça deixada na maçaneta do quarto 402. Escolheu um biquíni branco, minúsculo.

Quando retornou, Marina recém-saía do box, enrolada na toalha. Ele estendeu a pequena sacola.

— O que é isso? — ela perguntou, curiosa.

— Uma reposição. E um pequeno incentivo para o dia de hoje.

Marina abriu. Ao ver o tamanho do tecido, seus olhos brilharam de malícia. Ela deixou a toalha cair e vestiu a peça ali mesmo. O contraste do tecido branco com a pele que já ganhava um tom dourado de sol era espetacular. A calcinha, um fio dental agressivo, sumia entre as nádegas, deixando a bunda quase completamente exposta.

— Você tem certeza de que quer me exibir assim hoje? — ela provocou, virando-se de costas para o espelho.

— Absoluta.

A programação do dia era um passeio de barco exclusivo, com poucas pessoas a bordo. O vento, o balanço do mar e a brisa salgada ditavam o ritmo. Marina caminhava pelo convés consciente do impacto que o biquíni branco causava. Os olhares inevitavelmente escorregavam para ela, e Gustavo, acomodado com um drink, observava tudo com aquele misto de ciúme e tesão que alimentava a fantasia de ambos.

Foi durante o almoço servido no próprio barco que o celular dela vibrou.

Uma mensagem. Uma foto.

Uma garrafa de espumante no gelo, duas taças, e a praia ao fundo.

A legenda: “O dia está lindo, mas sinto que falta a melhor vista. Onde você está?”

Gustavo leu a mensagem ao lado dela.

— Ele é persistente.

Marina sorriu, pegou a própria taça de vinho branco e levantou-se devagar.

— Vamos dar a ele uma vista, então. Vem aqui.

Ela caminhou até a proa do barco, apoiou-se na grade de proteção e virou-se de costas para Gustavo. Empinou levemente o quadril, deixando o sol iluminar a pele bronzeada e destacar o fio dental branco que quase desaparecia.

— Tira a foto. Bem de perto — ela ordenou.

Gustavo obedeceu, sentindo o pau endurecer sob a bermuda ao registrar aquela imagem quase devassa da própria esposa. A foto ficou perfeita. Ousada. Sem rosto, apenas mar, pele e muita provocação.

Ela pegou o celular de volta e enviou.

A resposta não demorou dez segundos.

“Puta merda...”

“Assustei você?”

Marina escolhia a dedo as palavras ao repetir a frase dele quando lhe enviou a foto apenas de cueca.

“Hahaha. Você sabe provocar. Que visão deliciosa. Quem tirou essa foto??”

Marina olhou para Gustavo, os olhos faiscando de excitação antes de digitar a resposta.

“Meu marido. Eu pedi para ele tirar para eu poder ver como a parte de trás do meu biquíni tinha ficado no corpo.” Seguido de um emoji de piscadinha.

Gustavo soltou uma risada baixa ao ler. O golpe psicológico era perfeito. O homem do outro lado da tela devia estar rindo, achando que Gustavo era o maior idiota do mundo por fotografar a bunda da esposa enquanto outro homem se masturbava com a imagem.

Mas a verdade era que Gustavo era o diretor da cena.

“Mas você não comentou do meu biquíni novo? Ficou bom?” provocou Marina.

“Adorei. Combina com minha sunga nova.” A mensagem foi seguida de uma foto. Agora não era discreta ou disfarçada. Era o desenho perfeito do pau dele duro dentro de uma sunga branca. O cós da sunga levemente aberto pressionado pela cabeça do pau prestes a sair.

Marina molhou na hora. Ontem ela havia visto o pau de outro homem. Mas nada se comparava ao que parecia ser o pau dele.

Gustavo acompanhava tudo de perto. Percebendo o transe em que se encontrava Marina, brincou: — Cuidado para não babar na tela do celular.

Ela respondeu na mesma moeda.

— Eu já estou babando. Mas não na tela do celular.

Eles riram alto.

“Preciso guardar essa foto com cuidado. Muito revelador. Melhor meu marido não ver. Até mais.”

Marina bloqueou a tela.

— Precisamos encontrar uma baladinha para hoje, né? Temos assuntos a resolver. — falou Marina enquanto aproveitava o seu drink.

— Como você imagina hoje? — ele perguntou.

Ela apoiou o pé na perna dele.

— Eu entro sozinha.
Finjo que estou solteira.
Você observa.

— E até onde vamos?

Marina levou a taça à boca de forma sensual.

— Até onde for excitante.

Ela não estava mais apenas executando uma fantasia.

Estava escolhendo.

No retorno ao hotel, um cartaz no elevador chamou a atenção:

“Tonight – Pop Rooftop Party – 22h”

Marina olhou para Gustavo.

— O universo sempre nos ajuda.

Ele riu.

— Jogo dos Estranhos?

Ela assentiu.

— Hoje.

O olhar dela estava decidido.

Gustavo tomou banho. Saiu arrumado. Camisa ajustada. Perfume leve.

Marina ainda estava de toalha, mexendo na mala em busca da roupa perfeita para a noite.

Ele se aproximou, abraçou por trás, mãos deslizando devagar pela lateral do corpo dela. Beijou o pescoço. Deslizou os dedos até encontrar sua buceta.

— Que tal já chegar na balada molhada? — Gustavo deitou Marina, ajoelhou-se no chão, e começou a chupar a buceta dela lentamente. Ela estava nua, cabelos molhados. Ele vestido pra sair. Sem pressa. Sem comando. Ele só queria dar prazer para ela.

— Preciso estar bem relaxada hoje — sussurrou.

Ele reduziu a intensidade da chupada. Não queria que ela gozasse.

— Acho que vou querer este aquecimento antes de toda saída. — comentou Marina, já se levantando e dando um beijo em Gustavo.

Depois afastou-se.

— Agora desce.

Ele franziu a testa.

— Como assim?

— Quero me arrumar sozinha. Afinal, estarei solteira hoje. Você me encontra depois. Lá na balada.

Tom calmo. Mas definitivo.

— E o que eu faço?

— Fica no bar da recepção. Quando eu subir pro RoofTop lhe aviso. Quinze minutos depois que eu avisar.

Ele entendeu. Caminhou até a porta.

— Maridinho, hoje eu só volto a ser sua quando entrarmos novamente neste quarto.

Aquela palavra ativou uma chave nos dois. O domínio era todo dela.

Gustavo já estava no segundo drink no bar do lobby quando a mensagem finalmente chegou.

“Saindo. 15 minutos. Nem um segundo antes.”

15 minutos cronometrados e Gustavo entrou no Rooftop.

Ambiente escuro. Música alta. Luzes coloridas. Piscina refletindo a cidade.

Gustavo sentou-se no bar.

Coração acelerado. Olhos atentos.

Então viu.

Do outro lado.

Marina.

Vestido curto. Mais curto que o da primeira noite.
Costas nuas. Cabelo solto.

Salto fino alto. Tornozeleira dourada.

Maquiagem leve.
Taça na mão.

Conversava com a garçonete como se estivesse ali sozinha.

Ela não o olhou. Mas ela sabia que ele tinha chegado.

Marina segurava a taça com a mão esquerda em uma posição específica que chamava a atenção de Gustavo. Ele percebeu. Faltava um detalhe. A aliança não estava ali. O peito dele gelou. O pau dele esquentou.

Na mesa atrás de Gustavo, um grupo comemorava. Jovens. Risos altos. Energia de vestibular recém-passado.

Gustavo percebeu comentários.
Olhares.

Um deles — alto, corpo de surfista, sorriso confiante — olhou duas vezes.

Terceira.

Tomou um gole.
E foi. Os outros ficaram acompanhando como quem assiste a uma partida de futebol.

Marina viu a aproximação pelo reflexo do vidro.

Esperou.

— Posso dizer que você é a mulher mais bonita aqui ou é clichê demais? — ele disse.

Ela riu.

— Depende. Essa cantada funciona sempre?

— Não costumo errar. — respondeu com a prepotência comum da juventude.

— Então talvez hoje você erre.

O sorriso dela não era defensivo.
Era convite calculado.

— Eu sou o Beto. E você?

— Marina. Prazer. Mas você já tem idade para estar aqui, Beto? Bebendo, ainda mais? — zombou Marina da cara jovem do rapaz.

— Tenho idade pra muito mais… posso lhe mostrar se topar… — respondeu, estendendo a mão em um convite para a pista de dança.

Ela aceitou.

Gustavo acompanhava incrédulo. Estava adorando aquela cena. Ser espectador da sua própria esposa sempre esteve nos seus sonhos. E Marina estava se saindo melhor do que o esperado.

Os jovens próximos a Gustavo foram ao delírio quando Beto levou Marina para o meio da pista. Os 10 anos de diferença dos dois pareciam muito mais. O cabelo bagunçado, o rosto liso e as roupas excessivamente joviais de Beto contrastavam com o vestido sensual e o porte elegante de Marina.

— Beto sempre consegue as mais gatas. — comentou um dos jovens.

Gustavo riu por dentro. Eles achavam que Marina era o troféu. Mas ele sabia… Beto era o brinquedo.

Do outro lado do bar, o celular de Gustavo vibrou.

“Estou solteira. Você não.”

Ele olhou em volta.

Uma mulher havia se aproximado do banco ao lado.

— Está sozinho?

Antes que respondesse, outra mensagem chegou.

“Você é só meu. A liberdade é minha.”

Ele sorriu.

Marina estava no comando.

— Na verdade, estou esperando minha esposa — respondeu ele, mostrando a aliança à mulher ao lado.

Ela agradeceu e se afastou.

Do outro lado, Marina observava.

Aprovou com um leve aceno quase invisível.

A pista estava cheia.

O jovem segurava a cintura dela com segurança.
Ela permitia. Guiava o ritmo. Movimentos sincronizados.
Quadris próximos. Olhares diretos.

Marina não olhava para Gustavo o tempo todo. Mas sabia exatamente onde ele estava.

A cena era extremamente excitante para Gustavo.

Sua esposa em um vestido sensual, de costas, rebolando ao som da música, o jovem encostado, não na cintura, nitidamente roçando seu pau lentamente nela. O casal destoava dos demais. A cada comentário que Beto fazia no ouvido de Marina, um beijo suave no pescoço e um sorriso de Marina.

Percebendo a aceitação de Marina, Beto girou seu corpo, abraçou forte, e aproximou-se para um beijo. No último segundo, Marina desviou, falou algo em seu ouvido e se afastou.

Passou atrás de Gustavo como em câmera lenta. Uma leve olhada para o marido. Os bicos dos seios marcando o vestido sem sutiã entregavam a excitação.

Gustavo acompanhou tudo.

O celular de Gustavo vibrou.

“Precisei vir no banheiro tomar um fôlego. Ele acha que vai me beijar.”

Segundos depois:

“E talvez eu deixe.”

Gustavo sentiu o corpo reagir.

Mas não era perda.
Era entrega.

Ela estava conduzindo.

“Ainda bem que aqui está escuro. Estou de pau duro quase explodindo na calça vendo vocês dois…” Gustavo fez questão de mostrar toda sua excitação para Marina.

“Hum, meu maridinho tá gostando, é? Saiba que não é só o SEU pau que está duro…”

“Safada. E até onde você vai?”

“Vamos descobrir? Mas e você… quer colocar algum limite?” questionou Marina.

“Meu limite é o seu tesão. Você pode tudo o que você quiser, meu amor.”

“Hum. Maridinho tá doido pra ver a esposa nos braços do novinho, né. Então, me aguarde. Quando me beijar no quarto vai precisar descobrir qual foi o meu limite.”

As mensagens pararam.

Marina saiu do banheiro desfilando. O semblante mudou. Seu olhar estava determinado, como uma leoa faminta. Reduziu o passo ao passar ao lado de Gustavo. Aproximou-se do balcão. Sem olhar para ele, deixou algo ao lado do seu copo e seguiu para os braços do Beto.

Era sua calcinha.

Gustavo sentiu um choque. Primeiro ao perceber o quão molhada ela estava. Segundo em imaginar que agora aquele garoto iria encoxar a sua esposa sem calcinha. Somente com a calça dele e o vestido dela de barreira…

Beto falou algo no ouvido de Marina, pegou-a pela mão e foram em direção à saída.

Antes de sair, Marina parou, olhou rapidamente para o marido.

Um beijo.

Não foi ele que a beijou. Foi o contrário.

O beijo foi em Beto. Mas era pra Gustavo.

Ela queria ter certeza de que o primeiro contato físico com outro homem seria aos olhos do marido.

Beto passou a mão na bunda de Marina, percebendo a ausência da calcinha.

— Safada. — sussurrou no ouvido dela.

— Você não viu nada. — respondeu Marina em sussurro, olhando diretamente nos olhos de Gustavo ao longe.

Saíram do RoofTop.

Gustavo viu. Coração disparou. Não sabia o que aconteceria. Não estava no roteiro.

E era exatamente isso que tornava tudo intenso.

“O que eu faço agora?”

“Me espere. E se comporte.”

Foram as últimas mensagens trocadas.

Fora da balada, Beto guiava Marina até o estacionamento.

— Vamos para o meu carro.

— Não, tenho uma ideia melhor.

Marina passou a guiar Beto até o vestiário ao lado do SPA. O mesmo lugar em que, no dia anterior, havia sido comida pelo seu marido aos olhos de um observador.

Ele encostou-a na parede.

O beijo veio.

Intenso.
Exploratório.
Carregado de curiosidade.

Foi Marina quem baixou uma alça do vestido e guiou a cabeça dele para seu peito.

— Chupa. — Não foi um pedido. Foi uma ordem enquanto explorava o pau daquele jovem ainda por cima da calça.

— Mais forte. Me deixa marcada. — Marina queria levar uma recordação para Gustavo.

Ela gemia de dor misturada com tesão.

As mãos dele percorreram as costas, cintura, coxas, até encontrarem uma buceta lisa, livre e molhada.

— Até mais cedo tinha uma calcinha aqui, não tinha? — ironizou Beto.

— Não quis lhe dar trabalho. Tão novinho… poderia não saber tirar a calcinha. — revidou Marina.

— Vou lhe mostrar o que este novinho sabe fazer!

Beto se abaixou, levantou uma das pernas de Marina sobre seu ombro e chupou sua buceta intensamente. As pernas dela chegaram a falhar.

Era a segunda vez que era chupada em poucas horas por dois homens diferentes.

Mas ela não queria gozar. Sabia que o gozo dela era de Gustavo, pelo menos hoje.

Empurrou ele…

— Agora é minha vez.

Ajoelhou-se. Abriu a calça de Beto e retirou um pau maior que o do marido, não muito grosso.

— Fecha os olhos e aproveita. Isso é tudo que você terá hoje.

Ele obedeceu.

Marina aproveitou o momento. Colocou o celular no chão. Uma chamada estava ativa. Gustavo estava do outro lado da linha.

— Só escuta e sente…

Beto estava tão imerso no boquete que estava para receber que não percebeu que aquela frase era pra Gustavo do outro lado da linha.

Já Gustavo demorou poucos segundos pra entender o que acontecia.

Marina chupava de forma extravagante. Babava. Fazia barulho. Esfregava o pau dele no rosto. Estava em êxtase.

Falava putaria. O quanto aquele pau era gostoso. Principalmente, como era grande.

— Nunca chupei um pau deste tamanho. Fode minha boca com este pauzão.

Marina estava excitada. Porém, maior que a excitação, era a vontade de voltar para Gustavo e contar tudo que aconteceu em detalhes.

Ela engolia o máximo que conseguia, deixando a saliva escorrer livremente pelo queixo enquanto o som molhado e obsceno preenchia o vestiário. Queria que cada detalhe, cada engasgo intencional e cada chupada voraz chegassem com perfeição aos ouvidos do marido.

Resolveu acelerar.

— Goza pra mim, goza. Quero beber a porra do novinho.

Ela sabia que essa frase ia gerar um impacto devastador em seus dois homens.

Beto gozou imediatamente. Marina engoliu tudo que podia. Uma gota escorreu pelo queixo e pingou no vestido, deixando uma pequena marca.

— Vou ficar com o gosto da sua porra em minha boca.

Fim da ligação.

— Eu quero mais.

— Acho que você já teve o suficiente por hoje, menino.

Marina já tinha o que queria.

Sua vontade agora era correr para o quarto para encontrar Gustavo.

— Você sai primeiro. Mais seguro. — orientou Marina.

Beto deu um último beijo em Marina. Um beijo sem graça. Quase um selinho. Marina entendeu. Tinha acabado de saborear uma farta gozada na boca. Ele não iria querer sentir o próprio gosto.

“Meninos… sempre inseguros.” pensou Marina.

Assim que ele saiu, Marina pegou o celular.

“Suba. Agora. Me espere. Pelado. Na cama.”

E mais uma.

“Nada de se tocar sozinho.”

Essa última era por pura perversão.

Marina caminhou para o quarto devagar. Fazer Gustavo esperar do jeito que ela mandou era parte do espetáculo.

Entrou.

Ele estava exatamente como ela mandou. O pau duro parecia que ia explodir.

Ela deu uma risada gostosa.

— Adoro meu maridinho obediente… aliás… agora oficialmente… adoro meu corninho obediente.

Ela se aproximou… baixou o vestido. Estava nua.

— Olha o que este garoto fez comigo. — comentou, alisando os seios, mostrando as marcas deixadas. — Me deixou toda marcada.

Direcionou o peito para a boca de Gustavo, que lambeu com dedicação.

Ele ameaçou levantar para agarrá-la. Foi contido por Marina.

— Calma, meu corninho. Ainda não.

Beijou o pescoço dele. Beijou a orelha…

— Quer saber tudo?

Ele assentiu.

— Você ouviu pelo celular?

Ele assentiu mais uma vez.

— Então você sabe que ele gozou na boquinha da sua esposa, né? Uma porra quente e grossa. Saborosa. Quer sentir o gosto dele? Ainda está na minha boca. — sussurrou.

Gustavo não conseguia falar. Apenas balançou a cabeça, assentindo mais uma vez.

Um beijo profundo e intenso se sucedeu. O objetivo não era beijar. Era passar todo o gosto de uma boca pra outra. Marina esfregava a língua em Gustavo. Passava o queixo que até então estava com uma mistura de baba e porra na boca do marido.

— E aí… sentiu?

— Seu beijo é uma delícia.

Ela riu. — Maridinho safado.

— Quer os detalhes? — perguntou, enquanto deslizava pelo corpo de Gustavo até encontrar seu pau explodindo de tesão.

— Sim. Quero saber tudo!

Ela começou a narrar.

— Sabe onde eu chupei ele? No mesmo lugar que você me comeu ontem. Que eu bebi a sua porra. Que aquele homem gozou olhando pra mim.

— Ele me colocou de joelhos e enfiou o pau na minha boca bem assim. — Engoliu o pau do marido completamente. — A diferença é que o dele não cabia todo na minha boca. — provocou, olhando nos olhos do marido.

Percebendo que Gustavo não aguentaria muito tempo, provocou mais um pouco...

— Meu maridinho já vai gozar? Meu garoto aguentou mais tempo, viu. Acho que vou precisar procurar ele novamente.

Gustavo gozou como nunca. Marina engoliu o que pôde. Mas permitiu-se sujar. Porra no rosto, no peito. Queria se sentir marcada.

Mantendo o olhar penetrante em Gustavo, subiu para encontrar sua boca em um beijo cheio de tesão...

— E aí, preferiu o gosto do primeiro beijo ou deste?

Gustavo só gemia.

O casal ficou largado na cama, recuperando a energia.

O celular de Marina vibrou. Uma mensagem.

“Sumiu… está aprontando? Risos.”

Marina olhou para o aparelho.
Depois para o marido.

Sorriu devagar. Meu menino gozou. Meu maridinho gozou. Eu não gozei. Será que precisarei chamar nosso amigo para me fazer gozar?

— Vamos resolver isso agora. — respondeu Gustavo, se encaixando em Marina de costas.

O desafio havia subido de nível.

E ainda iria ficar melhor.

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