Alex acordou com o sol alaranjado de Andros entrando pela janela do dormitório coletivo dos Doadores. Aos 30 anos, ele já era uma lenda entre os homens do planeta. Pele branca e completamente lisa, corpo definido e compacto de 1,70 m e 70 kg, músculos desenhados pelas sessões diárias de treino e prazer. Seu pau de 20 cm era grosso, pesado, com veias salientes mesmo em repouso. O saco era grande, liso e macio, duas bolas cheias que balançavam sensuais quando ele andava. Mas o que realmente o tornava famoso eram os mamilos: grandes, rosados, bicudos e extremamente sensíveis, coroando peitorais firmes e bem definidos. Bastava um toque para eles endurecerem e enviarem ondas diretas de tesão até a ponta do pau.Ele se levantou nu, sentindo o peso do próprio saco entre as coxas, e foi até o banheiro compartilhado. Lá já estavam Marcus e Liam, os dois amigos mais próximos.Marcus, alto e moreno, tinha peitorais maciços e mamilos escuros e grossos que ele adorava exibir. Liam, mais jovem e esguio, possuía mamilos rosados e salientes que ficavam vermelhos com facilidade. Os três eram Doadores — a função mais respeitada e desejada de Andros. Homens nascidos com corpos especialmente sensíveis e libido elevada, treinados para oferecer prazer sem limites aos outros cidadãos. Em festas, clubes, bailes ou sessões privadas, eles entregavam mamilos, paus, bocas e bundas para realizar qualquer desejo. Não havia obrigação de dor, mas também não havia proibição. O lema era simples: “Se for prazer, é permitido”.“Hoje é o Festival das Sombras”, disse Marcus enquanto passava óleo nos próprios mamilos para deixá-los brilhantes e sensíveis. “O salão vai estar lotado. Eles só vão ver nossos peitorais e mamilos através dos buracos na parede. Alguns vão querer só chupar… outros vão querer testar até onde aguentamos.”Liam riu nervoso, já aplicando o mesmo óleo nos bicos rosados. “Eu ouvi que tem um grupo novo de sádicos vindo. Dizem que eles gostam de apertar, torcer… morder um pouco.”Alex sorriu, sentindo os próprios mamilos endurecerem só de imaginar. Ele passou o óleo devagar nos bicos grandes e rosados, circulando os dedos até eles ficarem brilhantes e protuberantes. Seu pau de 20 cm já começava a subir, grosso e pesado. “Eu quero sentir tudo hoje. Quero que eles usem meus mamilos como quiserem.”Os três se prepararam juntos: ducha fria para deixar os bicos bem eretos, óleo especial que aumentava a sensibilidade, tanga mínima que mal cobria o pau e o saco grande e liso. Eles trocaram toques leves, corpos roçando, paus semi-duros se encostando em brincadeira. Era a rotina dos Doadores antes de cada grande evento — uma forma de aquecer o corpo e a mente.No Grande Salão das Sombras, a parede central tinha dezenas de buracos na altura do peito. Alex escolheu o número 7, seu favorito. Ajoelhou-se do lado dos Doadores, pressionou o peito contra a parede fria e ajustou o corpo para que apenas os peitorais definidos e os mamilos grandes e rosados ficassem expostos do outro lado. Seu pau de 20 cm e o saco grande e liso também podiam ser acessados por um buraco menor mais abaixo, se alguém quisesse.O sino tocou. A passarela do outro lado encheu-se de homens.Os primeiros toques foram leves e reverentes. Dedos quentes traçaram os contornos dos peitorais de Alex, polegares roçando os mamilos rosados com carinho. Uma língua quente lambeu devagar o bico esquerdo, chupando com suavidade. Alex gemeu baixo, o pau endurecendo instantaneamente.Mas conforme o salão lotava, os toques ficaram mais intensos.Um homem de mãos grandes apertou os dois mamilos ao mesmo tempo, girando devagar. Alex arqueou as costas, sentindo a pressão subir. Outro se juntou, chupando forte o mamilo direito enquanto torcia o esquerdo com os dedos. A sucção era voraz, dentes roçando a pele sensível.Então veio um sádico mais experiente. Ele segurou o mamilo esquerdo entre o polegar e o indicador e apertou com força crescente, esticando a carne rosada. Alex soltou um gemido longo. O homem sorriu do outro lado da parede e começou a torcer, puxando o bico para fora como se quisesse arrancá-lo. A dor era quente e profunda, mas o pau de Alex pulsava mais forte, pré-gozo pingando no chão.Outro homem se aproximou e mordeu o mamilo direito — primeiro leve, depois com mais pressão, dentes afundando na carne inchada. Alex gritou de prazer, o corpo tremendo. Eles alternavam: um torcia, outro mordia, outro apertava a base dos mamilos com força. Os bicos de Alex estavam vermelhos, inchados e brilhantes de saliva, latejando a cada toque.No final da noite, dois homens trabalharam juntos: um chupava e mordia o mamilo esquerdo com fome, o outro torcia e puxava o direito sem piedade. Alex gozou pela primeira vez sem ninguém tocar seu pau — jatos grossos e abundantes espirrando pelo buraco inferior. Eles não pararam. Continuaram sugando, mordendo e torcendo até Alex gozar novamente, o corpo inteiro tremendo de prazer intenso.Quando o sino final tocou, Alex estava ofegante, mamilos vermelhos e inchados, corpo coberto de suor. Marcus e Liam, nas cabines ao lado, também gemiam de êxtase.No vestiário, os três se olharam, mamilos destruídos e sorrisos satisfeitos.“Primeiro festival do ano… e já foi épico”, disse Alex, tocando os bicos latejantes.Marcus riu. “E isso foi só o começo. Amanhã tem mais.”Alex sorriu, sentindo o pau ainda semi-duro.Em Andros, o prazer nunca acabava.E ele estava apenas começando a descobrir até onde seu corpo podia ir.
Capítulo 2: O Primeiro Festival
Da série Andros planeta do prazer (GAY)
Um conto erótico de Alex Montenegro
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 914 palavras
Data: 05/03/2026 16:59:59
Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Nipples a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
