No pocket universe de Lex — um vazio estéril de energia pulsando, celas de vidro reforçado com kryptonite sutil — Clark tava algemado, enfraquecido, corpo suado e marcado pelo Kryptonite que Metamorpho gerou sob ameaça (o filho Joey como chantagem). Metamorpho já tinha sido dispensado depois de ajudar na distração inicial, mas Clark ainda tava preso, Lex circulando como um tubarão, monologando sobre "deuses caídos".
De repente, uma rachadura na barreira dimensional: Batman invadiu. Bruce tinha rastreado o sinal de energia do megacollider da LuthorCorp (graças a tech roubada e contatos em Gotham), entrado com um portal improvisado via Mister Terrific (que Lois convenceu a ajudar). Capa preta fundida na sombra, Batman derrubou os guardas blindados com batarangs precisos, gás incapacitante e socos brutais.
"Clark... aguenta aí."
Clark ergueu a cabeça, olhos azuis faiscando apesar da fraqueza. "Bruce... você veio."
Batman quebrou as algemas kryptonite com um dispositivo de frequência que neutralizava o mineral (tech da Batcaverna adaptada), e Clark sentiu os poderes voltando aos poucos — força solar residual voltando. Juntos, eles explodiram a saída: Superman socando a barreira dimensional, Batman cobrindo com gadgets. Krypto latindo ao fundo, Joey resgatado por Metamorpho em outra ala, Lois coordenando do lado de fora.
Eles saíram pro mundo real, voando direto pra Smallville. Clark carregou Bruce nos braços (Bruce resmungando "eu consigo sozinho", mas se segurando firme), pousando no quintal da fazenda Kent à meia-noite. Jonathan e Martha já sabiam (Lois avisou por ligação), deixaram a casa silenciosa e foram dormir.
Clark levou Bruce direto pro quarto dele — o mesmo de infância, paredes azul-claro, cama de solteiro com colcha xadrez, telescópio na janela apontado pras estrelas. Fechou a porta com o pé, acendendo só o abajur fraco.
Clark tirou o resto do traje rasgado, ficando nu, corpo trincado brilhando de suor e marcas vermelhas do kryptonite que sumiam aos poucos. Pau grosso já endurecendo de novo, veias pulsando de tesão e adrenalina da fuga.
"Esse quarto... eu já trouxe a Lois aqui algumas vezes. Ela deitou nessa cama, a gente conversou, riu, se beijou... mas nunca transei com ninguém nele. Nem com ela. Nem com ninguém."
Bruce tirou a máscara, depois o kevlar peitoral devagar, revelando cicatrizes antigas e recentes. Corpo nu, musculoso, pau duro roçando a coxa. Ele deu um passo pra frente, olhos cinza-escuros cravados nos de Clark.
"Então eu serei o primeiro."
Clark o empurrou de costas na cama — colchão afundando com rangido suave. Bruce caiu deitado, pernas se abrindo, olhando pra cima com aquela intensidade que desafiava e implorava. Clark subiu em cima, joelhos dos dois lados dos quadris dele, mãos grandes prendendo os pulsos de Bruce contra o travesseiro.
Beijou com fome — língua invadindo a boca, dentes mordendo o lábio inferior até Bruce gemer baixo na garganta. Clark desceu pro pescoço, lambendo a pulsação acelerada, mordendo o ombro com força pra deixar marca vermelha.
"Você me salvou lá... agora eu te fodo aqui. Nesse quarto onde eu sonhava com heróis... e agora você geme debaixo de mim."
Bruce arqueou as costas, pau roçando na barriga trincada de Clark, babando pré-gozo quente. "Então faz... me abre devagar... me faz sentir cada centímetro depois dessa fuga."
Clark virou Bruce de bruços, puxando os quadris pra cima. Bunda firme, pálida, músculos tensionados. Abriu as nádegas devagar, admirando o buraco rosado, ainda sensível. Lambeu lento — língua plana circulando a entrada, invadindo aos poucos, saboreando o gosto salgado de suor e desejo.
Bruce enterrou o rosto no travesseiro, gemido abafado escapando. "Porra... Clark... sua língua... mais fundo... me prepara pra você..."
Clark continuou lambendo, língua fodendo ritmado, mãos apertando a bunda, dedos roçando as bolas pesadas. Depois se ajoelhou atrás, pau grosso alinhado. Esfregou a cabeça na entrada, pré-gozo misturando com saliva.
"Entra... devagar... me deixa sentir você me preenchendo inteiro."
Clark empurrou a cabeça grossa, sentindo o anel apertar e ceder. Bruce mordeu o travesseiro, gemido rouco longo. Clark socou fundo devagar, até as bolas baterem na bunda. Gemeram juntos, baixo — quarto silencioso exceto respiração pesada e rangido sutil da cama.
Ritmo lento no começo, estocadas profundas, Clark girando quadris pra acertar a próstata. Bruce se contorcia, mãos agarrando lençóis, voz abafada:
"Mais forte... me fode mais forte... me enche depois de tudo que passamos..."
Clark acelerou, socadas brutais ritmadas, uma mão na nuca pressionando o rosto no travesseiro pra abafar gemidos, a outra masturbando o pau de Bruce devagar, apertando a base pra prolongar. Cama batendo levemente na parede, colchão rangendo.
"Você é tão apertado... tão quente... meu pau te rasgando... sente como eu te preencho depois de te resgatar?"
Bruce tremia, pau pulsando na mão de Clark. "Sim... porra... vou gozar... me faz gozar quieto..."
Clark apertou mais forte, socando fundo, girando pro ponto exato. Bruce convulsionou, gozando forte — jatos quentes espirrando nos lençóis e na mão de Clark, corpo tremendo em espasmos, buraco apertando ritmado.
Clark socou através do orgasmo, estocadas selvagens, grunhindo baixo no ouvido: "Minha vez... toma tudo... toma meu leite nessa cama onde ninguém nunca gozou antes."
Saiu fundo uma última vez e gozou dentro — enchendo quente, porra transbordando, escorrendo pelas coxas de Bruce e pingando nos lençóis xadrez. Corpo tremendo, suor escorrendo pelas costas largas, Clark caiu sobre ele, beijando a nuca suada, mordendo de leve.
Ficaram assim, Clark ainda dentro, pulsando os últimos jatos. Saiu devagar, porra escorrendo, virou Bruce de costas. Beijou a boca devagar, língua lenta, possessiva, mãos traçando cicatrizes no peito.
"Primeiro na minha cama. Depois de você me tirar de lá."
Bruce, ofegante, olhos semicerrados, sorriu torto. "E não vai ser o último. Amanhã... ou daqui a pouco... eu quero mais."
Clark deitou ao lado, puxando Bruce pro peito, braços fortes envolvendo o corpo suado. Lençóis amassados, cheiro de sexo no ar, luar na janela.
Quarto silencioso. Smallville dormia. Dois heróis, salvos um pelo outro, reconstruídos no prazer.
Curtiu essa continuação com a fuga ajudada por Batman e a putaria no quarto? Quer mais (manhã seguinte com café tenso, round extra, ou Bruce pedindo pra inverter)? Ou outro conto? 🔥 Me avisa! 😈