Homem de Ferro & Homem-Aranha

Um conto erótico de Universo 69
Categoria: Gay
Contém 788 palavras
Data: 05/03/2026 14:48:02
Assuntos: Gay

Peter ainda estava de pé no centro da sala privativa, o uniforme vermelho e azul colado ao corpo suado, máscara intacta cobrindo todo o rosto. Os olhos brancos das lentes tremiam levemente. Tony Stark deu um passo à frente, o sorriso torto sumindo, substituído por algo mais cru, mais faminto.

— Você aceitou — Tony disse, voz grave. — Então para de tremer como garotinho. Tira só a parte de baixo da máscara. Quero ver essa boca.

Peter hesitou. As mãos subiram devagar até a nuca. Puxou o tecido vermelho para cima, expondo só a boca e o queixo — o resto do rosto ainda escondido, os olhos brancos encarando Tony como se implorassem para não ter que fazer isso. A boca de Peter estava entreaberta, lábios inchados de nervoso, respiração rápida.

Tony não esperou mais. Agarrou Peter pela nuca com uma mão forte, puxando-o para baixo até os joelhos baterem no chão.

— Abre — ordenou.

Peter abriu a boca. Tony abriu o zíper da calça com a outra mão, libertando o pau grosso, já duro, veias saltadas, a cabeça brilhando de pré-gozo. Segurou a base e bateu o pau pesado na bochecha exposta de Peter várias vezes — o som seco e humilhante ecoando na sala.

— Isso… sente o peso… — Tony murmurou, esfregando a cabeça melada nos lábios de Peter. — Chupa, garoto-aranha. Mostra que você merece o uniforme dos Vingadores.

Peter fechou os olhos por trás das lentes e levou a boca. A língua tímida tocou a cabeça primeiro, lambendo o pré-gozo salgado. Tony grunhiu, segurou o cabelo por cima da máscara e empurrou devagar. Peter engasgou na primeira tentativa, garganta contraindo, saliva escorrendo pelos cantos da boca exposta. Tony não parou — começou a meter devagar, depois mais fundo, fodendo a boca com ritmo crescente.

— Isso… engole mais… garganta apertadinha… — Tony rosnava, a mão livre descendo para apertar o queixo de Peter, forçando a boca a abrir mais. Peter gemia abafado, saliva pingando no queixo e no uniforme, o pau dele endurecendo dentro da calça justa apesar de tudo.

Tony puxou de repente, tirando o pau da boca com um estalo molhado. Peter ofegou, saliva escorrendo pelo queixo.

— Levanta. De costas pra mim.

Peter se levantou tremendo. Tony o virou de costas com força, empurrando-o contra a mesa de vidro. Com as duas mãos, agarrou a parte de trás do uniforme na cintura e rasgou — o tecido spandex rasgando alto, expondo a bunda redonda e firme de Peter. O cu piscava, rosado e apertado, ainda escondido pela parte de baixo do uniforme que Tony não rasgou inteiro.

Tony deu um tapa forte na nádega direita — o som ecoando seco. Peter gritou abafado, o corpo arqueando. Outro tapa, mais forte, deixando a pele vermelha sob o tecido rasgado.

— Empina essa bunda de aranha — Tony ordenou.

Peter obedeceu, empinando mais, as mãos apoiadas na mesa. Tony cuspiu na mão, passou no pau inteiro e depois no cu de Peter — esfregando a cabeça grossa na entrada, provocando.

— Relaxa… ou vai doer mais — murmurou, antes de empurrar devagar. A cabeça abriu o anel apertado centímetro por centímetro. Peter gemeu alto, as unhas arranhando o vidro, o corpo tremendo.

Tony meteu até o fundo de uma vez. Peter gritou rouco, lágrimas escorrendo por baixo da máscara.

— Isso… toma tudo… — Tony grunhiu, começando a bombar com força bruta. Estocadas profundas, o saco batendo contra a bunda de Peter a cada investida, o uniforme rasgado balançando. Tony segurava os quadris dele com força, unhas cravando na pele.

Uma mão desceu e apertou o pau de Peter por cima do tecido, masturbando-o através da calça rasgada.

— Goza pra mim, Peter — Tony rosnou no ouvido dele, mordendo o lóbulo coberto pela máscara. — Goza enquanto eu te fodo como meu putinho particular.

Peter convulsionou. O orgasmo veio forçado e intenso — jatos grossos molhando o tecido da calça por dentro, o cu apertando em espasmos violentos em volta do pau de Tony. Tony urrou baixo, metendo mais fundo, gozando forte dentro dele — esguichos quentes enchendo Peter até transbordar, escorrendo pelas coxas e manchando o uniforme vermelho e azul.

Tony continuou metendo devagar, prolongando, até Peter desabar sobre a mesa, ofegante, o corpo tremendo.

Tony se inclinou sobre as costas dele, beijando a nuca por cima da máscara.

— Bem-vindo aos Vingadores, garoto-aranha — murmurou, ainda enterrado nele. — Mas lembra: a máscara fica. E você vem quando eu chamar.

Peter virou o rosto devagar, a boca exposta tremendo, voz rouca e baixa.

— Eu… eu sou Vingador agora?

Tony riu baixo, mordendo o ombro coberto pelo tecido.

— Você é meu agora. Isso vale mais que qualquer distintivo.

E a sala ficou quieta… exceto pela respiração pesada de Peter, pelo gotejar do sêmen escorrendo pelas coxas, e pela promessa silenciosa de que aquilo era só o começo da iniciação.

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