Playboy da Praia Tá Fazendo De Tudo Para Comer Minha Esposa - 4

Um conto erótico de Mais Um Autor
Categoria: Heterossexual
Contém 2297 palavras
Data: 05/03/2026 13:06:31

Chegamos ao hotel, e eu me joguei na cama, ainda puto com a ideia daquele luau ridículo, fingindo mexer no celular para ignorar a animação da minha esposa. Carol, por outro lado, parecia uma criança no Natal — pulando do banheiro para o armário, experimentando roupas, rindo sozinha no espelho. "Vai ser tão legal, amor! Fogueira na praia, música ao vivo, gente jovem... A gente precisa disso, né?"

Resmunguei algo baixinho — tipo "precisa uma ova" —, mas não quis começar outra briga. Fiquei só olhando enquanto ela se arrumava, sofrendo como se tivesse um caroço entalado na garganta.

Ela escolheu um vestidinho branco curto, de alcinhas finas, com decote profundo que quase fazia os seios pularem para fora — tecido leve e transparente o bastante para revelar o contorno do biquíni quando a luz incidia nos lugares certos. A saia rodada, curta pra caralho, expunha as coxas branquinhas. Nos pés, rasteirinhas simples; cabelos ruivos soltos caindo pelas costas; batom vermelho que fazia os lábios dela parecerem gigantescos. "Gostou?", perguntou ela, girando devagar para exibir o visual.

Ela estava linda… gostosa para um caralho. Ainda assim, tentando me preservar, soltei: "Ah... talvez fosse melhor algo mais comportado. A gente nem conhece essas pessoas."

Ela parou diante do espelho, girando o corpo para admirar o reflexo da bunda, e deu um sorrisinho safado. "Amor, é praia, é verão... Todo mundo vai estar assim. Me deixa vestir uma coisa bonitinha. Você sempre diz que eu devo me soltar mais, não é? Relaxa, é só para ouvir música e beber um pouco." Carol interpretava um personagem inocente, mas de boba não tinha nada. Ela queria se sentir desejada.

Chegamos à praia com o céu já escurecendo, o sol se afogando no mar e tingindo tudo de um tom alaranjado. A fogueira crepitava alta no centro da areia, cercada por umas vinte pessoas espalhadas em cangas e cadeiras de praia, com uma caixa de som tocando uma playlist de sertanejo e funk. O cheiro de maconha infestava o ar; copos plásticos vermelhos nas mãos de todos. Bianca nos viu de longe e veio abraçar minha esposa, dando dois beijos estalados em cada bochecha — como se ela fosse carioca.

"Que bom que você está aqui! Vem, vem, a galera tá ali!", exclamou ela, puxando Carol pela mão e me deixando para trás como se eu fosse um mero acessório. Já arrependido de estar ali, fui seguindo, olhando fixamente as costas da minha esposa.

Quando finalmente paramos, olhei a minha volta, e o que eu vi, quase me fez cair estatelado no chão. Murilo estava lá, com os mesmos amigos babacas de antes, agora misturados às clones loiras de Bianca. Todos de camisas brancas abertas, exibindo peitos depilados.

Fiquei observando, curioso para ver a reação de Murilo ao nos ver. Ao perceber minha esposa na festa, um sorrisinho filho da puta surgiu no rosto dele. Veio em nossa direção, parou diante dela, abriu os braços, esperando que ela se jogasse neles.

Carol permaneceu rígida; mesmo quando ele forçou o abraço, os braços dela ficaram inertes ao redor do próprio corpo, o rosto virado para o lado, querendo encerrar aquilo o quanto antes.

"Que bom te ver de novo, Carolzinha...", murmurou ele no ouvido dela, forçando uma voz grave. "Mas número falso é sacanagem, hein?"

Carol baixou os olhos para o chão imediatamente, as bochechas corando de constrangimento, os olhos verdes piscando rápido, como se quisesse sumir dali. Murilo finalmente pareceu notar minha existência — virou o rosto para mim e estendeu a mão, com um sorriso falso.

"Você deve ser o namorado! Prazer, sou Murilo."

"Marido", corrigi seco, apertando a mão dele com força e encarando seus olhos — mensagem clara: "Tira a mão da minha mulher ou eu quebro essa cara de playboy". Um tom carregado e o corpo inteiro tenso.

Murilo deu uma risadinha, virando-se quase de costas para falar com a Carol, como se eu fosse feito de ar. "Parabéns, Carolzinha! O noivado de vocês foi rápido, né?" Ele piscou para ela, ignorando completamente minha cara de ódio. "Vou pegar uma bebida para nós três, para comemorar o novo casal."

Ele foi até o cooler, pegou garrafas e começou a preparar os drinks nos copos de plástico. Fiquei ali, o ciúme corroendo como ácido. Carol se aproximou de mim devagar e murmurou baixinho, os olhos ainda em direção ao chão: "Tá, amor... talvez você tivesse razão. Esse luau não é a nossa praia."

Olhei para ela, surpreso com a admissão tão rápida. "Então vamos embora agora, antes que esse babaca volte com as bebidas."

Carol hesitou, mordendo o lábio inferior daquele jeito que me deixava louco — metade inocente, metade safada. "É... mas a Bianca tá ali e vai achar falta de educação se a gente sumir logo que chegou. Vamos ficar só um pouquinho, tomar essa bebida e dar tchau. Prometo que não demora."

Antes que eu pudesse rebater, Murilo voltou, com três copos na mão — cheios até a borda de uma mistura colorida que cheirava a vodka barata e frutas. Ele entregou um para Carol primeiro — os dedos roçando de propósito nos dela —, depois me passou o meu como. "Para comemorar o casamento relâmpago!", brindou alto, batendo o copo no de Carol com força demais e fazendo o líquido respingar no decote dela. “Vou ficar feliz de ser o responsável por dar o primeiro porre de vocês como marido e mulher!”

Minha esposa deu uma risada nervosa, limpando o peito com a mão. "Obrigada, Murilo... mas, na real, a gente só veio dar uma passadinha."

Murilo fez cara de cachorro abandonado. "Ah não… A noite tá só começando! Olha a fogueira, a música... Você não pode ir embora assim, Carolzinha.", disse ele, a voz baixa e rouca, cravando os olhos nos dela.

Instintivamente, cerrei o punho, a vontade de socar a cara dele era quase irresístivel. Me contive, dando um gole grande na bebida — que por sinal estava forte pra um caralho. Carol tomou um gole do seu copo e fez uma cara feia. "Bom, talvez só um pouquinho… Não é como se tivéssemos algum compromisso, né, amor?", ela murmurou, olhando para o fogo em vez de para mim.

Acabamos ficando bem mais que o "pouquinho" prometido. Murilo voltou com mais rodadas de bebida; Bianca surgiu puxando Carol para o meio das amigas. Formaram um círculo, falando de plásticas, dietas, viagens à Grécia, e Carol mergulhou na conversa como se nunca tivesse saído daquele mundo. Fiquei ali ao lado, bebendo cerveja atrás de cerveja, respondendo com monossílabos a qualquer um que tentava conversar comigo.

Minha esposa sempre foi fraca para bebida. Duas caipirinhas bastavam para deixá-la corada, rindo alto, olhos vidrados. Em pouco tempo, ela estava soltinha, dançando sozinha perto da fogueira — quadris rebolando no ritmo do funk, vestidinho branco subindo e descendo nas coxas a cada giro — enquanto os caras viravam a cabeça não tão discretamente para assistir. Eu me distraí por um segundo com um papo idiota sobre cripto, e quando vi, Murilo já se aproximava dela, como tubarão farejando sangue.

Ele chegou por trás, colocando as mãos na cintura dela como se não fosse um completo desconhecido. Carol não parou de dançar, mas virou o rosto para ele com expressão meio irritada, aumentando a distância entre os dois. Levantei devagar, fingindo ir pegar outra cerveja, e me aproximei de fininho para ouvir o que os dois conversavam.

"E aí, Carolzinha... curte dançar assim?", ele murmurou no ouvido da minha esposa. Um papo ridículo de rei do camarote, o corpo quase grudando nas costas dela.

Carol bufou, mas não se afastou imediatamente. "Para com essa história de Carolzinha, cara. Carol já basta."

Murilo riu com o corpo inteiro, a mão se aproximando — sem tocar — da cintura dela. "Opa, desculpa aí, senhorita Carolina. Você sabe o que eu tô louco para fazer agora?"

Ela parou de dançar, pensou por um segundo e repsondeu: "Pode falar."

"Tô doido para pular no mar pelado. Já fez isso alguma vez?"

Carol fez uma careta de desgosto, deu um passo se afastando ainda mais dele e rebateu na lata: "Que nojo, Murilo. Ninguém aqui é obrigado a ver isso."

Ele riu e chegou perto de novo, sem se ofender. "Aposto que tem gente morrendo de vontade de ver, sim."

"Talvez… só te garanto que eu não sou uma dessas pessoas", rebateu ela, o tom firme, afastando-se dele e voltando para o círculo das amigas como se nada tivesse acontecido. Respirei aliviado por um segundo, certo de que ela havia cortado a investida.

Mas a realidade era incapaz de abalar aquele homem. Depois de levar aquele toco da minha mulher, ele gritou: "Quase meia-noite, galera! Hora de comemorar de verdade!" Saiu correndo para o mar, jogando as roupas no caminho, como um animal descontrolado.

Todo mundo riu e aplaudiu. Eu não tirei os olhos da reação da Carol. Na minha cabeça aquilo era mais um teste para saber se aquela fantasia que ela propôs na hora do sexo era só uma brincadeira mesmo, ou se no fundo, realmente tinha algo dentro dela que buscava testar nossos limites.

Mas, diferente do resto, minha esposa ignorou por completo o show. Exausta de tanto dançar, ela se jogou numa canga, e parecia pronta para voltar ao hotel. Sentei do lado dela, passando a mão nos cabelos ruivos molhados de suor, num cafuné lento — marcando meu território. Ela encostou a cabeça no meu ombro por um instante, suspirando, e pensei que talvez a noite acabasse ali, quietinha, só nós dois.

O banho de mar de Murilo não durou muito tempo. Assim que pararam de prestar atenção nele, ele voltou, pingando água do mar, o corpo todo brilhando sob a luz da fogueira como se tivesse sido untado com óleo para uma competição de bodybuilding. O cara era alto, tinha um tanquinho, todos os músculos dele eram definidos como se ele fosse um boneco de uma aula de anatomia, e infelizmente, não era isso que mais chamava atenção naquele momento.

Ele tinha uma rola absurda — longa, grossa, a cabeça vermelha e inchada balançando a cada passo que ele dava na areia. Devia ter uns bons 15 centímetros mole, fácil. Todo mundo fingia não olhar, mas dava pra ver as amigas loiras da Bianca cochichando e rindo baixo.

Olhei para minha esposa, que parecia hipnotizada, os olhos verdes grudados no corpo daquele gorila, acompanhando cada passo, boca entreaberta, bochechas coradas. Mordia o lábio de leve, o corpo ainda balançando no ritmo da música, como se imaginasse algo que nem para si mesma queria admitir.

Ele veio direto na nossa direção, sem desviar o caminho, o pauzão ainda balançando, parando bem na frente da Carol, com aquela coisa a poucos centímetros do rosto dela. A sombra dele cobriu a gente, e o cheiro de mar e suor invadiu o ar.

Carol ergueu o rosto devagar, tentando não olhar diretamente para o pau dele, embora fosse quase impossível pela distância que estava. "Cansou já?"

Murilo sorriu. "Ah... chato ficar sozinho. Acho que eu tava precisando de companhia."

"Que pena", rebateu ela, seca, virando o rosto para o lado. "Tava bom você longe."

Ele riu alto e grave, como se a rejeição dela fosse uma piada particular dos dois. Num movimento brusco, sem aviso, abaixou-se e pegou-a no colo — os braços fortes em volta da cintura e das coxas, erguendo-a com facilidade como se fosse uma boneca de pano.

Carol gritou de surpresa, as pernas chutando o ar, o vestidinho subindo todo e mostrando a calcinha do biquíni por baixo. "Me solta, seu idiota!", berrou ela, as mãos batendo no peito dele sem força de verdade.

Murilo saiu correndo para o mar como um King Kong raptando uma donzela, rindo alto enquanto as ondas batiam nas canelas. Eu levantei num pulo, enfurecido e corri atrás, pronto para brigar. A única coisa que eu queria naquele momento era socar aquele playboy bêbado até ele aprender a respeitar os outros.

Eles entraram na água, Murilo ainda carregando-a no colo, e de repente deu um caldo nela — mergulhou os dois de uma vez, rindo como louco.

Carol se desvencilhou dele imediatamente, emergindo tossindo, os cabelos ruivos grudados no rosto, o vestido molhado colando no corpo todo, o rosto apavorado.

Eu entrei no mar com roupa e tudo, a bermuda encharcando na hora, xingando alto: "Seu filho da puta, tira a mão da minha esposa!"

Parti para cima dele, punhos cerrados, o coração martelando de raiva pura.

Murilo emergiu rindo, e nos empurramos e encaramos até sairmos da água. Só então percebi o quanto havia errado o cálculo. Aquele homem nu, com um pau gigantesco duro pra caralho, era uns 20 centímetros mais alto que eu, fora os ombros largos e braços grossos de academia — eu parecia um anão ao lado dele.

Ele me olhou de cima, o sorriso esmaecendo, mas sem medo, apenas esperando minha reação.

A turma do "chega disso" veio rápido — Bianca e uns amigos gritando: "Para com isso, galera!", "Brincadeira só, relaxa!". Alguém segurou meu ombro; outro puxou Murilo para trás.

Carol veio correndo da água, molhada dos pés à cabeça, o vestido agora transparente mostrando tudo — e o pior: os mamilos tão duros que pareciam prestes a romper o biquíni por baixo. Ela pegou minha mão com firmeza, os dedos frios da água entrelaçando nos meus, e murmurou baixinho, mas decidida: "Deu, amor. Tá na hora de irmos pra casa."

Eu ainda tremia de raiva, olhando para Murilo sendo puxado pelos amigos, rindo como se tudo não passasse de uma piada hilária.

Segurei a mão da minha esposa com força e saímos dali, andando pela areia fria, o barulho da fogueira ficando para trás. A noite acabara, mas algo dentro de mim sabia que aquilo era apenas o começo de uma merda maior.

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Comentários

Foto de perfil de OsorioHorse

Esse conto tem potencial.

Toma só cuidado pra não cair naquela do corno narrador, onde a esposa passa a se relacionar com o amante o corno vira um mero narrador sem participação.

Derrepente um capítulo no ponto de vista dela série algo interessante, isso aproxima e humaniza a personagem esposa.

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