As Aventuras de Isa – Parte 6( A Loira Burra Platinada Gastando Fortuna pra Ser Arrombada e Engatada por Cães de Rua na Sala da Casa)

Um conto erótico de cadelinha loira burra
Categoria: Zoofilia
Contém 1064 palavras
Data: 04/03/2026 20:18:54
Assuntos: Zoofilia

Oi meus amores, a loira burra de vocês voltou mais safada e mais destruída do que nunca. Não sei vocês, mas eu estava morrendo de saudade de contar tudo, de me abrir sem pudor, porque sou a cadelinha platinada que vocês adoram é o que me faz gozar de verdade. Esses dias foram uma loucura: depilação atrás de depilação, clientes sentando na maca com bucetas lisinhas que eu cuidava com todo capricho, mas o plug anal grosso me esticando o tempo todo, me lembrando que no fundo eu só queria ser preenchida por um nó grosso e porra quente. Mas segunda-feira eu disse: chega de trabalho. Tirei o dia pra ficar ainda mais loira burra pros meus machos de rua.

Acordei nua, só com a coleira preta de argola brilhante apertando o pescoço e os saltos altos pretos clicando no chão frio da cozinha. Preparei o café preto forte, sentei na banqueta de pernas bem abertas, sentindo o ar na buceta lisinha e inchada, e tomei devagar, imaginando os paus vermelhos cutucando minha garganta. Antes de sair, peguei o balde, joguei ração barata misturada com carne crua gordurosa e ossos velhos bem espalhados no quintal, perto da porta que deixei escancarada de propósito. "Vem logo, seus putos... a mamãe vai voltar mega gostosa pra ser estuprada sem dó", murmurei, já pingando só de pensar.

Fui pro salão e me entreguei total. Horas na cadeira: descoloração pesada, matização pra chegar nesse loiro platinado clarinho, ondas longas e perfeitas caindo até a bunda, balançando como se gritassem “puxa meu cabelo enquanto me monta”. Maquiagem pesada: olhos pretos esfumados com glitter, cílios postiços longos, batom vermelho sangue que mancha tudo na hora da putaria. Gastei mais de 1300 reais só nisso, mas o melhor veio depois: comprei o vestido novo de veludo preto colado, decote mergulho que deixa os peitos quase pulando pra fora, comprimento curtíssimo que mal cobre a bunda empinada. Nas pernas, meia-calça de arrastão preta rasgada de propósito, mostrando a pele clara. Nos pés, botas over the knee pretas de salto finíssimo, couro brilhante subindo até o meio da coxa, clicando alto enquanto ando. E a coleira nova: strass prateado grosso com argola grande na frente, perfeita pra ser puxada como guia. Tudo isso mais de 2000 reais no total – gastei uma fortuna pra ser a puta mais cara e suja pros cães de rua.

Tirei fotos no salão: de costas mostrando as ondas platinadas caindo pelas costas nuas, de lado com o vestido subindo e revelando a bunda sem calcinha, selfie de frente com os peitos quase fora e sorriso safado. Mandei pro álbum secreto e saí correndo pro carro, buceta molhando o banco de couro, coração disparado.

Cheguei em casa e abri a porta – o cheiro de animal já tomava conta. Lá estavam eles: cinco machos de rua grandes e sujos – dois pretos musculosos com pelos desgrenhados, um cinza com sarna nas costas, um marrom fedendo a mato, e um amarelo magro mas com pau enorme já saindo da bainha, pingando. Latindo baixo, olhos famintos fixos em mim, farejando o perfume caro misturado com meu tesão escorrendo pelas coxas.

“Entre, seus filhos da puta… a loira burra gastou dois mil pra ser estuprada por vocês hoje”, falei rouca, tirando o vestido devagar no meio da sala, deixando só a coleira nova brilhando, as botas over the knee e a meia-calça rasgada. Deitei no tapete de barriga pra cima, pernas escancaradas, buceta lisinha brilhando e implorando. O preto maior veio primeiro, língua áspera lambendo da bota até a buceta, raspando no clitóris inchado até eu gozar esguichando na cara dele, molhando o focinho sujo.

Depois montou, patas arranhando minhas coxas claras, pau vermelho pontudo cutucando, acertou e meteu tudo de uma vez. “Porraaaa, me rasga, caralho!”, urrei alto, sentindo-o bombar selvagem, o nó inchando rápido e travando na entrada da buceta. Porra quente jorrou em golfadas grossas, enchendo até transbordar, escorrendo pelas coxas e pingando no tapete caro da sala.

Enquanto estava engatada, o amarelo veio pela frente, pau pingando pré-gozo na minha cara maquiada. Abri a boca larga, engoli o pau dele inteiro, chupando voraz, língua enrolando na ponta vermelha inchada, sentindo o gosto salgado e animal. Babava tudo, engasgando enquanto ele empurrava fundo na garganta, o nó inchando na boca, forçando meus lábios pintados de vermelho a se esticarem ao máximo. “Boquete de cadela platinada”, gemi com a boca cheia, saliva grossa escorrendo pelo queixo misturada com pré-gozo.

O cinza subiu nas minhas costas, forçando o cu já vazio. Meteu seco, o nó pressionando o ânus apertado, esticando até eu achar que ia rasgar de vez. Dor virou prazer extremo, eu urrava com o pau do amarelo na garganta, gozando de novo só com a dupla penetração. O nó no cu travou, o nó na buceta ainda preso, porra jorrando dos dois lados, enchendo minha barriga até inchar, vazando em poças brancas grossas e quentes no tapete.

Os outros revezavam sem parar: boquete duplo – dois paus vermelhos na boca ao mesmo tempo, eu chupando alternado, lambendo as bainhas sujas, engolindo o que pingava, garganta latejando de tanto forçar. Um mijou na minha cara enquanto eu chupava, jato quente amarelo acertando os olhos, boca aberta bebendo o salgado misturado com porra grossa. “Mija mais, marca sua puta loira platinada!”, implorei, engolindo tudo, batom borrado escorrendo pelo rosto.

Outro mijou direto na buceta aberta, o jato forte misturando com a porra que vazava, eu gozando esguichando no chão, corpo tremendo. Fiquei engatada por horas: nós me prendendo um atrás do outro, buceta e cu latejando abertos e vazando sem parar, boquetes intermináveis com paus forçando garganta profunda, baba, porra e mijo escorrendo pelo corpo todo, cabelo platinado grudado na pele melada de porra, botas sujas de patas e sêmen, coleira puxada como guia enquanto eles me montavam sem dó.

Gozei incontáveis vezes, gritando rouca até a voz falhar, barriga inchada de porra, buceta piscando, cu piscando, boca inchada de tanto chupar pau canino. Quando finalmente saíram, latindo satisfeitos, lambendo os próprios paus, eu fiquei estirada no tapete destruído, corpo coberto de camadas de sêmen seco e fresco, urina grudenta, pelos colados, cheiro forte de sarna e sexo impregnado na pele que eu tinha acabado de perfumar no salão.

Sorri pro teto, rouca e feliz: “Segunda-feira perfeita, amores… gastei uma fortuna pra ser a cadelinha mais burra, mais loira e mais arrombada do mundo.

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