O início da sala da UOL parte 7

Um conto erótico de Tuts
Categoria: Heterossexual
Contém 1537 palavras
Data: 04/03/2026 19:53:22

O sábado amanheceu com aquele mormaço típico do Rio, mas o calor que subia pelas paredes da minha casa não era do sol. Minha mãe, Silvana, estava num alvoroço só. Era dia de bingo beneficente com as amigas, e ela não dava um passo sem estar com a unha impecável.

Às 9h da manhã, a Margareth chegou. Ela entrou em casa tentando manter a pose de profissional, mas quando nossos olhos se cruzaram na cozinha, vi que ela ainda estava em choque com o "serviço" do dia anterior. O vestido dela hoje era discreto, mas o batom vermelho entregava que a safadeza estava ali, guardada.

Enquanto minha mãe foi buscar a bolsa no quarto, a Mag começou a arrumar os esmaltes na mesa da copa. Eu passei por ela, fingindo que ia pegar um café, e apertei a coxa dela por baixo da mesa. Ela soltou um suspiro pesado.

— "O conserto de ontem ficou bom, Mag? Ou precisa de um ajuste matinal?" — sussurrei, sentindo o cheiro de fêmea dela.

— "Você é um perigoso, Arthur... eu não dormi nada, só sentindo o seu rastro em mim," — ela devolveu, com os olhos castanhos brilhando.

Minha mãe gritou lá do quarto: — "Mag, vou demorar cinco minutinhos aqui procurando meu sapato, vai adiantando aí!"

Foi a deixa. Puxei a Margareth pela mão e levei ela pro banheiro do corredor. Tranquei a porta e, sem falar nada, baixei a bermuda. Meu pau saltou, já latejante. Ela não hesitou. Ajoelhou no chão de azulejo, segurou com as duas mãos — aquelas unhas vermelhas contrastando com a minha pele — e começou a chupar com uma vontade que parecia que queria me engolir inteiro. O som da boca dela, o calor... eu tive que morder o lábio para não gemer alto e denunciar tudo para a minha mãe na sala.

— "Engole tudo, Mag... mostra que você aprendeu a lição," — ordenei, sentindo o prazer subir.

Eu estava quase no limite quando ouvi os passos da minha mãe no corredor. Margareth limpou a boca num segundo, ajeitou o cabelo e saiu do banheiro como se estivesse apenas lavando as mãos. O cinismo dela era de profissional.

Mais tarde, lá fomos nós para o clube do bingo. O salão estava cheio de senhoras, mas o que me interessava era a mesa de canto. Sentamos eu, minha mãe, a Sra. Renata (a vizinha loira de 50 anos) e mais duas amigas delas, a Célia e a Sandra. A Margareth chegou logo depois, sentando-se do meu lado esquerdo.

A Renata estava radiante. Usava uma blusa de cetim champanhe que deixava os ombros de fora e o perfume dela era inebriante. Toda vez que ela me olhava, eu via o filme da foda de ontem passando na cabeça dela. Ela não conseguia disfarçar o interesse no "filho da Silvana".

— "Arthur, que cavalheiro você acompanhando sua mãe," — a Renata disse, com uma voz aveludada, cruzando as pernas e deixando o shortinho subir. — "Mas me conte... você anda fazendo muita 'manutenção' por aí? Ouvi dizer que você é muito prestativo com as vizinhas."

Eu dei um sorriso cínico. — "Sempre que alguém precisa de um conserto pesado, Sra. Renata, eu estou à disposição. Gosto de deixar tudo bem firme."

Por baixo da mesa, o jogo começou. A Margareth, do meu lado esquerdo, passava a mão na minha coxa, mas quem me surpreendeu foi a Renata. Ela deixou a cartela de lado e, com uma audácia que eu não esperava de uma vizinha de 50 anos, deslizou a mão por baixo da mesa. Ela não foi na coxa; ela foi direto no alvo.

A mão da Renata envolveu meu pau por cima do jeans. Ela apertou com força, sentindo a grossura e o comprimento que ela tinha visto pela janela ontem. Eu travei o maxilar, fingindo que estava marcando os números do bingo: — "B-22!" — gritou o locutor.

— "Nossa, Arthur... que 'canetão' grande você tem para marcar esses números," — a Renata sussurrou, chegando perto do meu ouvido, enquanto a mão dela trabalhava por baixo do pano, fazendo círculos no meu glande. — "Eu adoraria ver como você usa esse instrumento na minha casa..."

No meio daquela loucura, meu celular vibrou no bolso. Era o MSN.

FerRecep39 diz: "Arthur, não paro de pensar no seu leite escorrendo por dentro de mim ontem no hospital. Hoje é minha folga e eu estou em casa, sozinha, só de calcinha e sutiã, esperando você. Se você vier agora, eu prometo que vou te fazer gozar tanto que você vai esquecer o próprio nome. Quero sentir você me preenchendo até o talo de novo. Vem?"

Eu olhei para a mensagem, olhei para a Margareth me apertando de um lado e para a mão da Renata me massageando do outro. Eu estava no paraíso da putaria.

— "Mãe, acho que vou precisar sair rapidinho... um amigo da faculdade teve um problema com um 'trabalho' e precisa da minha ajuda," — menti, sentindo a mão da Renata dar um aperto final, quase me fazendo gozar ali mesmo na frente de todas as amigas da minha mãe.

— "Vai lá, meu filho, não demora!" — disse minha mãe, focada na cartela.

Levantei da mesa sentindo o sangue pulsar. Dei uma olhada de cima para baixo na Renata, deixando claro que o "açúcar" dela ia ser entregue em breve, e pisquei para a Margareth, que estava com os olhos pegando fogo.

O sábado estava só começando. Agora o destino era a casa da Fernanda, para deixar ela lambuzada como ela pediu.

Saí do clube do bingo com o pau latejando sob o jeans. O toque da Renata ainda queimava na minha coxa, mas o chamado da Fernanda era uma ordem. Peguei um táxi e, em quinze minutos, eu estava na porta do prédio dela.

A Fernanda abriu a porta e o cenário era de filme: ela estava apenas de sutiã de renda e uma calcinha minúscula, com um copo de vinho na mão. No momento em que a porta fechou, eu a prensei contra a parede. Meus 1,90m contra o corpo dela que já estava pedindo por socorro.

— "Você falou que queria ficar marcada, não falou, Fer?" — rosnei, enquanto arrancava a calcinha dela com uma mão só.

Levei ela pro quarto e não teve preliminar. Joguei ela na cama de quatro e entrei com tudo, sem dó. O som da carne batendo era seco e ritmado. Eu a pegava com uma força que fazia a cabeceira da cama bater na parede.

— "Isso, Arthur... me quebra no meio! Me deixa assada!" — ela gritava, enterrando o rosto no travesseiro.

Virei ela de lado, de frente pro espelho, para ela ver o estrago que eu estava fazendo. Depois, puxei-a pelos cabelos e foquei no cuzinho dela, que já estava piscando de desejo. Entrei devagar, sentindo o aperto absurdo, até enterrar cada centímetro. A Fernanda gemia num tom agudo, de puro êxtase. Eu a fodi ali até sentir que ia explodir.

Puxei-a pela nuca e ordenei que ela abrisse a boca. O jato de porra foi violento, cobrindo o rosto dela, o pescoço e os seios. Mas não parei ali. Gozei tanto que o leite escorreu pelo corpo dela, lambuzando a entrada do cuzinho que ficou todo sujo e brilhante de porra. Deixei ela lá, ofegante, com as pernas tremendo e a pele vermelha de tanto atrito.

De Volta ao Bingo, tomei uma ducha rápida, me vesti e voltei para o clube. Quando cheguei na mesa, o clima estava ainda mais quente. A Margareth estava com aquele sorriso de quem sabia o que eu tinha ido fazer, e a Renata... a Renata parecia estar em transe.

— "Olha ele aí! O nosso herói voltou," — disse a Renata, com os olhos brilhando enquanto eu sentava entre ela e minha mãe.

— "Pois é, Silvana," — continuou a Renata, virando-se para minha mãe. — "A Margareth estava me contando agora mesmo como o seu filho é um rapaz 'prestativo'. Ela disse que o conserto que ele fez na casa dela ontem foi... impecável. Disse que ele tem uma 'ferramenta' que resolve qualquer problema."

A Margareth deu uma risadinha nervosa, bebendo o chá dela:

— "É verdade, Sil. O Arthur é muito esforçado. Ele não para até deixar tudo... no lugar. Eu nunca vi um rapaz tão dedicado."

A Célia e a Sandra, as outras amigas, entraram no coro:

— "Ah, Silvana, você tem muita sorte! Hoje em dia os jovens não querem saber de nada, e o seu filho está aqui, lindo, forte, acompanhando a mãe no bingo e ainda ajudando as vizinhas."

Minha mãe, toda orgulhosa, me deu um tapinha no braço:

— "Ele é um bom menino, sempre foi."

Por baixo da mesa, a mão da Renata voltou a atacar. Dessa vez, ela não só apertou, como deslizou os dedos pelas minhas costas, sentindo o suor que ainda secava do meu encontro com a Fernanda. Ela se inclinou para perto de mim:

— "Sabe, Arthur... minha máquina de lavar também está fazendo um barulho estranho. Acho que vou precisar que você dê uma olhada nela hoje à noite... mas tem que ser um conserto bem 'profundo', entende?"

Eu olhei para ela, depois para a Margareth, sentindo o poder de ter todas aquelas maduras na palma da minha mão. O bingo era só uma fachada; a verdadeira sorte grande eu já tinha tirado.

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