Na rua uma dama, no quarto uma putinha viciado em sexo

Um conto erótico de Bianca
Categoria: Heterossexual
Contém 1781 palavras
Data: 04/03/2026 14:59:04

Oi amores. Voltei para contar mais uma aventura sexual. Dessa vez com um macho só (risos). Mas digo que é um sexo bem safadinho.

Depois de realizar meus últimos fetiches, tive algumas relações, mas muito monótonas. E com o tempo o tesão, a vontade de uma fazer um sexo com muita safadeza vai se acumulando. Como diz aquele ditado, chega o tempo que a gente está "subindo pelas paredes".

Num final de semana, passei em frente a um barzinho aqui perto de casa. De longe vi um amigo de longas datas, que estava sozinho à mesa. Assim que mim viu, se levantou e veio em minha direção, mim cumprimentou e chamou para sentar à mesa com ele. Jonas o nome dele. Começamos a conversar, tinha algumas semanas que não falava com ele.

Ao conversar percebi que ele estava um pouco inquieto, tenso. Perguntei o que se passava. Ele então falou que ele e a namorada dele tinham dado um tempo. Na verdade, ele não estava suportando mais o relacionamento, que a namorada não queria nada com ele. Que só ficavam quando ela queria, e quando ele procurava, ela ficava se esquivando.

Ao ouvir isso, já comecei a pensar besteira (risos)

Uma mulher subindo pelas paredes, e um homem que não estava saciado pela namorada, não poderia terminar de outra forma. Então comecei a mim interessar pela conversa, queria chegar no sexo, para assim arranjar uma oportunidade de saciar ele, e eu também ficar saciada, óbvio (risos).

Jonas tinha aproximadamente um metro e setenta centímetros, fazia academia, tinha um corpo definido, mas nada exagerado. Era jovem também, ainda chegando aos trinta anos, a idade não lembrava mais ao certo. Naquele momento eu já estava era planejando dar tudinho bem gostoso para ele.

Então questionei a quanto tempo tinha interrompido o relacionamento. Ele falou que na terça-feira, e que desde aquele dia, havia apenas conversado com ela uma vez.

Então fui abrindo as intimidades. Perguntei se ela não estava satisfazendo ele sexualmente ou no relacionamento em geral. Ele respondeu que no geral não tinha o que reclamar. A namorada não era grudenta, e ela gostava disso, mas sempre que ele procurava sexo, precisava ficar implorando. Mas quando ela queria transar, ele estava sempre disposto.

Ele citou que deram um tempo justamente por isso, que a última vez que ele transou com ela foi na quarta-feira da semana passada, fazia dez dias já, e devido a abstinência, na terça-feira desta semana, ele mesmo tratou de interromper o relacionamento, depois dela recusar ficar com ele.

Depois dessa conversa, ele perguntou sobre a minha vida, sobre relacionamentos. Eu disse que estava solteira. Que no momento estava curtindo um pouco a vida. Ele se interessou muito em saber como. Eu disse que tinha ficado com umas pessoas, mas algo casual. Percebi já um interesse dele enquanto falava isso. Eu também já estava mim oferecendo para ele. Depois de um bom papo ele perguntou como eram meus encontros casuais. Eu mim limitei a dizer.

- Com muito sexo - ri.

Completei dizendo:

- Se quiser eu mostro.

Naquele momento seus olhos brilharam, como quem achou água no deserto.

Ele então disse que queria muito ficar comigo. Que eu estava muito bonita, e gostosa, pedindo licença da palavra, mal sabendo ele o quanto estava me agradando, e o que faria comigo ainda naquele dia.

Então combinei de encontrar com ele mais tarde, ao anoitecer. Eu não estava preparada para um encontro quando sair de casa. Precisa mim produzir para ele, pois marquei para o fim do dia. Era o tempo de ir para casa, tomar um banho, ficar toda cheirosinha e limpinha. Ele também. Eu pensei.

Ele aceitou passar às 17 horas perto de casa e a gente ir num motel. Não quis ir na casa dele, com medo de a ex-namorada, ou sei lá o que ela era, aparecer do nada.

Às 17h estava pronta. Bem comportada socialmente, um vestido longo, mas que realçava minha bunda e os peitos. Mas por baixo, uma lingerie preta, fio dental. Muito safadinha.

Chegando ao motel, ele de calça e camisa gola careca, beijei ele logo pelo pescoço e disse que estava cheiroso.

Começamos a nos beijar loucamente, eu pegava pela bunda dele com uma mão e com a outra mão já apertava o pau dele por cima da calça.

Ele pegava na minha bunda com tanto gosto, que mim pressionava com força contra o corpo dele. Após muitos amassos, comecei a tirar meu vestido, enquanto ele tirava a camisa. Quando ele mim viu só de lingerie preta e fio dental, vi o volume do seu pau por baixa da calça. Já fui mim ajoelhando e beijando a barriga dele. Tirei o cinto dele e abrir o zíper da calça, enquanto ele mim chamava de linda, gostosa, tesuda. Acho que naquele momento ele gastou todos os adjetivos dele.

Enquanto isso, tirei a calça e seu pau não estava nem segurando dentro da cueca mais.

Botei a mão por dentro da cueca, e puxei aquele pau maravilhoso. Era aproximadamente uns dezesseis centímetros.

Já fui beijando e colocando aquela delícia de pau gostosa na minha boca. Lambi primeiro a cabecinha de leve. Depois engoli aquele pau gostoso. Engoli tudo que pude, sem fazer garganta profunda, porque não gosto. Mas, para compensar, faço questão de chupar bem babado e gostoso, fazendo aquele barulhinho gostoso chupando aquela delícia de pica.

Chupava alternando a cabecinha dele, às vezes o pau todo e descia lambendo até o saco.

Depois de chupar bem gostoso. Subir esfregando nele e passando a língua. Ele então falou que nunca tinha sido chupado daquele jeito, e perguntou o que precisava fazer para retribuir.

Eu então, toda safada, respondi:

- Mim chupe todinha também, tudo que você puder e quiser.

Ele bem safado já foi tirando o sutiã, e pegava em minha bunda, mamando em meus peitos. Também mamava babado, eu adoro isso.

Falava que eu tinha um rabão gostoso, enquanto mamava e pegava na minha bunda.

Eu, safada como sempre, disse que o meu rabo ficava maior ainda de quatro.

- Eita! - Respondeu ele surpreso com tamanha safadeza de minha parte.

Subir na cama, empinei minha bunda tudo o que pude, deixando à mostra aquele paraíso para ele, coberto discretamente com a calcinha fio dental preta. De tão fininha, cobria parcialmente o meu cuzinho, enquanto a bucetinha ficava totalmente exposta, só com um fiozinho preto passando por dentro.

Ele então começou a beijar minha bunda, passava a língua, desceu pela beirada do meu cuzinho, que piscou na hora, e parou enterrando a língua dentro de minha buceta.

Chupou a minha buceta, enquanto outras vezes fazia movimentos com a língua, deixando toda babadinha. O prazer era demais, gozava feito uma louca, que sentia o molhinho da minha buceta se misturar com a saliva da boca dele. Enquanto isso, meu cuzinho piscava e ele viu. Ele então perguntou se eu gostava de sexo anal. Eu respondi prontamente que meu cuzinho tava piscando de desejo.

Ele então subiu passando a língua, molhada de saliva e gozo de buceta, por cima do meu cuzinho. Eu dei um gemido tão gostoso. Ele percebeu e fez de novo e dessa vez passou a língua bem no centro do cuzinho e fez movimentos de todos os lados. Naquele momento meu tesão era tanto, que meu corpo relaxou em cima da cama. Então pedir para ele comer minha bucetinha, vindo por cima.

Eu fiquei deitadinha enquanto ele mim beijava e comia minha buceta, e dizia que eu era maravilhosa.

Às vezes mim questionava o que eu era mais capaz de fazer. Eu disse: - Tudo que você pode imaginar.

O tesão nosso era tanto, que a rola dele toda lambuzada de buceta fazia barulhos entrando e saindo. Eu pegava ele pela bunda e puxava para cima de mim, enquanto ele metia gostoso na minha bucetinha.

A rola dele era muito gostosa, eu sentia, mesmo com camisinha, cada detalhe dela entrando e saindo da minha buceta. Ele dizia que a minha buceta era muito gostosa, muito molhadinha e quentinha. Eu gemia de tesão e gozo nos braços dele. Ele mim beijava e comia minha buceta gostosa.

O sexo estava gostoso, e sabia que poderia ficar mais. Então, sussurrei bem baixinho no ouvido dele:

- Dentro daquela bolsa minha, tem um lubrificante. Eu adoro ele bem quentinho no meu cuzinho.

Ele disse: - Você é safada demais, já veio preparada para tudo. Quem ver na rua nem imagina que você faz todas essas loucuras.

Eu respondi: - Como diz aquele ditado, "a mulher deve ser dama na rua, e precisa ser puta na cama".

Enquanto ele saiu para pegar meu lubrificante na bolsa, eu empinei novamente minha bunda de quatro, deixando meu cuzinho totalmente à mostra para ele. Ao voltar, antes de passar o lubrificante, beijou meu cuzinho, topando bem gostoso aquela língua molhada dele no centro do meu cuzinho. Eu gemia igual uma doida.

Depois de lubrificar bem gostoso, senti a cabecinha dele entrar no meu cuzinho, e depois todo aquele pau bem gostoso, sem trabalho nenhum.

O cuzinho estava lubrificado, a rola dele também, pois além da camisinha lubrificada, minha buceta já tinha gozado tudo que tinha naquele pau gostoso, deixando bem melado.

Sentia a rola dele preencher meu cuzinho. Era maravilhoso, ele também comeu bem cuidadoso. Socava gostoso, sem violência, a gente sentia o prazer do sexo. Cada detalhe do pau dele no decorrer de todo o meu cuzinho.

Não demorou dois minutos senti ele se agitando. Então eu disse: - Goza gostoso na minha boquinha que eu mim lambuzo e engulo tudo.

Ele quase goza só de mim ouvir falando isso.

Já foi tirando o pau do meu cuzinho, tirando a camisinha e o gozo já quase saindo. Só deu tempo mim ajoelhar e abrir a minha boquinha.

Foi uma gozada gostosa, eu mexia com a língua todo o leitinho dentro da minha boca, enquanto ele mim olhava fixamente com aquele pau dele já tonto balançando na minha frente.

Deixei um pouco de gozo cair nos meus peitos e engolir o restante, mostrando a boquinha para ele. Ainda chupei o pau meio bambo dele, deixando todo limpinho.

Eu lembro que, no início não gostava de sexo anal nem gozada na boca, mas quando o sexo é bom, prazeroso e o homem faz sem frescura, a gente se permite tudo.

Depois chamei ele para o banho. Tomamos um banho bem safado. Enquanto eu lavava a rola dele, ele lavava minha buceta e minha bunda. Eu também passei sabão na bunda dele e enquanto isso nos beijávamos.

Depois desse início de noite maravilhosa, fomos embora, deixei a minha vida de putinha dentro daquele quarto de motel, e voltei a ser uma dama na rua.

Beijos amores, até o próximo relato gostoso.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Bianquinha 8904 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários