Capítulo 2: O Julgamento da Puta

Da série Putty de Karola
Um conto erótico de Brazo Japa
Categoria: Lésbicas
Contém 2225 palavras
Data: 04/03/2026 14:07:42

Aviso: Este é o segundo capítulo da saga Putty de Karola...

Antes de prosseguir, leia o Capítulo 1: O Convento Proibido!

No grande salão vazio do Tribunal Supremo de Karola, o ar já cheirava a tensão e buceta reprimida. No centro do piso frio havia um círculo marcado no chão.

Putty foi trazida algemada por uma policial loira, a mesma que havia recebido uma avalanche de merda na cara durante sua prisão no Convento.

A loira empurrou Putty até o centro.

— Anda, sua vadia louca — rosnou a policial, tirando as algemas.

No segundo em que as algemas caíram, Putty agarrou o rosto da loira com as duas mãos e enfiou a língua até o fundo da garganta dela num beijão selvagem.

Babava sem parar, chupando a língua da policial como se quisesse sugar a alma dela. A loira gemeu contra a boca de Putty, os olhos arregalados.

De repente, a policial pegou um bastão fálico-taser e enfiou na barriga de Putty. O choque violento fez Putty desgrudar com um estalo molhado. A baba voou pra todo lado, com fios grossos e brilhantes de saliva ligando as duas bocas.

Putty caiu no chão, o corpo convulsionando num orgasmo imediato. O gozo jorrou da buceta dela em esguichos fortes e longos, espirrando direto na cara, no peito e no uniforme da policial, encharcando tudo.

— Aaaahhh porraaa! Gozei só com o choque, sua filha da puta! Meu cu tá piscando de tesão! — gritou Putty, rindo enquanto gozava e lambia os próprios lábios babados.

A policial, com o rosto vermelho, a buceta latejando e o gozo escorrendo pelo queixo, apertou um botão grande e redondo no painel de controle que estava ao seu lado.

Um círculo de energia luminosa azul subiu ao redor de Putty, formando uma barreira invisível de três metros de diâmetro. Ela podia se mexer dentro, mas não sair.

As dez testemunhas sentadas no canto começaram a burburinhar alto:

— Caralho, ela gozou na cara da guarda inteira!

— Olha a quantidade de gozo... tá pingando até no chão!

Inquisidora Zara, alta e magra, o corpo coberto apenas por um pano preto que descia como uma fantasia de fantasma do pescoço aos pés, levantou a voz:

— Silêncio! O julgamento vai começar!

O burburinho continuou. De repente a Juíza — uma enorme cabeça azul holográfica sólida flutuando no ar — berrou com voz trovejante:

— CALEM A PORRA DA BOCA AGORA OU EU MANDO TODAS VOCÊS PRO EXÍLIO!

O salão ficou em silêncio mortal.

Zara ajustou o pano preto sobre o corpo magro, as tetas flácidas e compridas balançando por baixo do tecido fino.

— Putty, você é acusada de crimes sexuais extremos contra a moral de Karola. Vamos rever as provas.

Um telão gigantesco se acendeu no ar. A primeira cena surgiu: o salão do Convento Sagrado da Pureza Absoluta, momentos antes da Polícia chegar. A filmagem tinha áudio perfeito, cheio de gemidos, sons molhados e xingamentos.

No telão, Putty estava sentada com o cu aberto bem na boca de Lilu, cagando uma avalanche grossa e quente de diarreia direto na garganta da noviça baixinha.

— Toma toda minha merda, sua putinha! Engole fundo, caralho! Suga meu cu com força! — gritava Putty, rebolando o quadril.

Lilu, com o corpo mole e tremendo, engolia ruidosamente, a garganta trabalhando sem parar, enquanto vomitava jatos grossos e ácidos direto no cu de Putty, que piscava de prazer.

— Mmmhh... mais... tô me cagando toda... aaaahhh tô gozando enquanto engulo merda e vomito no teu cu!

Deva, a freira gótica, estava com o rosto enterrado no cu de Lilu, chupando diarreia quente com fome, enquanto enfiava o punho inteiro na própria buceta, fazendo sons molhados.

— Porra, Lilu, sua merda é deliciosa... me dá mais, sua vadia reprimida! Engole tudo dessa puta enquanto eu chupo teu cu!

A Madre, com seus peitos enormes balançando, estava sentada no chão, chupando um dos próprios pés com gula animalesca — o pé lambuzado de diarreia, vômito e suor brilhava na boca dela.

Com a outra perna esticada, enfiava o segundo pé, também melado de merda e baba, fundo na boca de Putty.

— Chupa meu pé suado e cagado, porra! Mama ele com força, sua piranha nojenta! Lambe entre os meus dedinhos, sinta o gosto da nossa sujeira toda misturada! — gemia a Madre, chupando os próprios dedos.

Lilu explodiu de prazer: vomitou mais forte direto no cu de Putty enquanto cagava na boca de Deva. Sons de BLORSH, SPLASH, GLUCK GLUCK enchiam o áudio.

Todas as quatro rolavam no lago fundo de merda líquida, mijo dourado, vômito ácido e leite quente, gemendo, xingando e gozando sem parar, os corpos escorregando uns nos outros.

As testemunhas do Tribunal estavam boquiabertas, algumas com a mão na boca, outras apertando as coxas.

Putty, dentro do círculo, gritou:

— Como caralho vocês filmaram isso? Não tinha ninguém lá, suas vacas!

Zara respondeu seca:

— Detalhes irrelevantes. Cale a boca.

— Vai se foder, sua magrela de tetas moles! Eu ainda vou enfiar meu cu na tua cara e cagar até você engasgar com merda quente!

A Juíza cabeçona berrou:

— SILÊNCIO, PUTTY!

— E você, sua cabeça flutuante filha da puta? Quando eu sair daqui, vou mijar na tua boca holográfica até você vomitar pixels!

As imagens apagaram. Zara continuou:

— Próximo crime.

O telão mostrou Putty vestida de enfermeira safada numa clínica. Várias pacientes semi-desmaiadas pelo gás anestesiante estavam espalhadas no chão, cobertas de camadas grossas de merda, vômito e mijo.

No centro, uma mulher grávida de barrigão enorme estava na cadeira ginecológica, com as pernas abertas nos estribos.

Putty estava com o rosto enterrado na buceta inchada e molhada dela, chupando o clitóris com fome, a língua entrando fundo.

— Delícia de xota grávida inchada... — murmurava Putty no vídeo, babando.

De repente o cu da grávida abriu e uma cachoeira grossa de merda pastosa quente começou a cair direto no chão, formando uma poça enorme. Putty, sem tirar a boca da buceta, enfiou o punho inteiro no cu dilatado da grávida.

A merda continuou jorrando em volta do braço dela, escorrendo pelo cotovelo, pingando no chão com sons de diarreia sendo batida.

— Isso, sua grávida safada, caga tudo enquanto eu chupo tua buceta! Meu punho tá nadando na tua merda quente! — gritava Putty no vídeo, com o punho entrando e saindo.

A grávida, atordoada, de repente gritou. A bolsa estourou: uma explosão de líquidos viscosos, placenta e mijo jorrou direto na boca de Putty, que engoliu tudo sem parar de chupar.

Zara desligou o telão rápido.

— É melhor parar por aqui. Já foi o suficiente.

Putty, dentro do círculo, estava sentada de pernas abertas, o punho inteiro enfiado na própria buceta, se masturbando violentamente, com gozo por todo o braço.

— Porra, que dia inesquecível! O gosto de placenta fresca misturado com mijo quente de grávida é foda! Ainda lembro do cheiro doce e azedo na minha língua!

Uma das testemunhas, uma morena magrinha, não aguentou: vomitou um jato grosso direto na nuca da mulher da frente.

— Que nojo... caralho...

A Juíza ordenou:

— Vocês duas, saiam e se limpem agora!

As duas saíram correndo, sujas.

Zara continuou, a voz tremendo um pouco:

— Próximo crime.

O telão mostrou Putty no meio da Praça Central, completamente nua, a buceta enfiada no punho cerrado da estátua da Líder Máxima do planeta Karola. Ela cavalgava enlouquecida, quicando forte, com os peitos balançando.

— Isso, sua estátua filha da puta! Fode minha buceta com teu punho de pedra! Mais fundo, caralho! — berrava Putty.

De repente ela começou a cagar: jorros grossos e longos de diarreia quente voavam da bunda dela, caindo em cascatas na multidão abaixo.

Mulheres gritavam, vomitavam, desmaiavam enquanto a merda líquida escorria pelos rostos e bocas abertas.

— Engulam tudo, suas puritanas de merda! Tomem minha diarreia quente na cara! — gritava Putty, cavalgando e cagando sem parar, as poças se formando no chão da praça.

No Tribunal, Putty estava agora de quatro dentro do círculo, com o punho na buceta, e começou a se cagar violentamente. A diarreia quente jorrava da bunda dela em jatos contínuos, formando uma poça enorme que vazava para fora do círculo, espalhando pelo chão do salão inteiro, um cheiro forte subindo.

— Aaaahhh... tô me cagando toda só de lembrar... olha que poça deliciosa de merda quente! Querem provar?

A Juíza berrou:

— Pare com isso agora, Putty!

— Vem aqui me parar, sua cabeça flutuante idiota! Enfia essa cara na minha bunda e bebe direto!

De repente, gemidos altos vieram das testemunhas. Uma ruiva peituda tinha a mão dentro da própria saia, se masturbando freneticamente, os dedos entrando e saindo da buceta com sons deliciosos de safadeza.

— Porra... não aguento mais... que gostoso ver tanta merda...

Outra testemunha, uma morena alta, arrancou a roupa toda e pulou em cima da ruiva, enfiando a boca na buceta dela e chupando com força animalesca, a língua fodendo fundo.

— Toma o meu gozo, vadia! — gritava a ruiva, gozando instantaneamente, esguichando um jato forte e quente na garganta da morena.

Uma terceira testemunha vomitou de nojo, sujando as duas que fodiam, e desmaiando em seguida, se vomitando toda enquanto caía no chão.

A policial correu pra separar:

— Parem com isso, suas...

A morena estava com a bunda empinada pra cima e, de repente, um jato explosivo de diarreia quente saiu do cu dela direto na cara da policial.

Ela engoliu um bocado da pasta fedida, engasgou e começou a vomitar violentamente no chão, os jatos grossos saindo pela boca e nariz.

As testemunhas restantes saíram correndo aos gritos, as portas batendo.

As duas que fodiam agora rolavam no chão escorregadio, se cagando em jatos, vomitando uma na boca da outra e enfiando punhos inteiros no cu e na buceta, sons de putaria ecoando por todo lado.

— Me caga na boca enquanto eu chupo tua xota! — berrava a ruiva.

— Toma meu vômito quente na tua buceta, porra! — respondia a morena, convulsionando.

Zara, perplexa, deu um passo pra trás... e pisou na poça enorme de diarreia quente que vazava do círculo de Putty. Escorregou, caiu de bunda com força, e seu cotovelo bateu no painel de controle. O círculo de energia DESATIVOU com um bip alto.

Putty sorriu como uma louca e pulou pra fora. Correu direto pra Juíza cabeçona flutuante, pulou e agarrou a enorme cabeça azul, enfiando a buceta aberta e molhada bem na boca holográfica.

— Toma meu mijo, sua Juíza de merda! Bebe tudo! — berrou Putty, soltando um jato poderoso e quente de mijo direto na garganta da projeção, enchendo a boca até transbordar.

A Juíza emitiu sons gorgolejantes: Engasgava e vomitava jatos azuis holográficos que caíam em todo mundo.

Enquanto isso, em uma casa luxuosa bem longe dali, a jovem Juíza verdadeira caiu no chão da sala de estar, se contorcendo desesperada. Vomitava violentamente por todo lado, jatos grossos saindo pela boca e nariz sem parar.

— Não... porra... isso não pode estar acontecendo... aaaahhh que nojo... caralhooo! — gritava ela, indignada, enquanto o cu abria sozinho e uma avalanche de diarreia explodia.

Ela rolava no próprio vômito e merda, espirrando fluídos pra todo lado, as pernas tremendo, a voz misturando revolta e gemidos involuntários.

De volta ao Tribunal, Putty ainda montada na cabeça da Juíza, cagando diarreia pastosa em jatos grossos e contínuos direto na boca dela enquanto continuava mijando forte.

A cabeça vomitava tudo de volta em cascatas, molhando Putty, Zara, a policial e as duas testemunhas que ainda fodiam no chão, o salão inteiro virando um mar escorregadio de merda, mijo e vômito.

Zara tentava se levantar, mas escorregava no lago nojento.

— Que... que nojo... aaahh meu pé tá afundando na merda...

A policial, com o rosto coberto de merda, vomitava enquanto olhava Putty com tesão evidente.

De repente dezenas de policiais invadiram o salão. O lugar virou um caos absoluto: Putty gargalhava descontroladamente, as duas testemunhas gemiam e se fodiam sem parar, sons de putaria extrema por todo lado. Merda, mijo, vômito e gozo voando em todas as direções.

No dia seguinte, no pátio de lançamento, Putty estava algemada novamente, sendo levada por duas policiais — uma delas a loira que estava no Tribunal — até o foguete de exílio.

Assistindo estavam a Inquisidora Zara (pano preto ainda sujo de bosta), a Juíza em pessoa (olheiras profundas, pernas ainda tremendo), e as duas testemunhas que haviam fodido no julgamento (agora de mãos dadas, sorrindo safadas).

Na porta do foguete, a policial loira virou Putty de frente, agarrou o rosto dela e deu um beijão babado de língua profundo, chupando com vontade, a língua enrolando na de Putty, que arregalou os olhos, surpresa.

A loira terminou o beijo, e com os lábios brilhando de saliva, sussurrou bem perto:

— Até que foi gostoso, sua puta louca...

E deu um chute forte na bunda de Putty, jogando ela pra dentro do foguete. A porta selou com um clique.

O foguete decolou com um rugido ensurdecedor, subindo para o espaço infinito.

Enquanto o foguete desaparecia no céu, as mulheres no pátio ficaram olhando.

Zara murmurou baixinho, apertando as coxas uma na outra:

— ...queria ter provado aquela merda quente dela também... só mais um pouco...

A Juíza, ainda sentindo o gosto de mijo na boca, sussurrou:

— Nunca senti nada igual... porra...

As duas testemunhas se beijaram rápido e molhado.

— Vamos pra casa continuar o que começamos ontem... com mais merda dessa vez...

A policial loira lambeu o canto da boca, ainda sentindo o sabor de saliva, merda e tesão de Putty, e sorriu sozinha:

— Volta logo, vadia... a gente mal começou.

Continua...

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