O que vou contar aqui é um caso verídico que aconteceu comigo enquanto trabalhava como motorista de aplicativo na madrugada.
Eu estava aguardando chamadas próximo a uma rua movimentada por bares. Recebi uma solicitação e, ao chegar, vi um casal saindo de um estabelecimento de mãos dadas. Ela tinha por volta de 30 anos, era uma morena clara de cabelos cacheados, corpo escultural e seios pequenos, porém firmes.
Quando ela abriu a porta para entrar no banco de trás, o marido a interrompeu:
— Senta na frente, querida. Eu vou atrás para esticar as pernas — disse ele.
Achei a situação estranha, já que o comum é o homem ir na frente ou o casal ir junto atrás. Assim que a corrida começou, ele encostou a cabeça no vidro e, aparentemente, pegou no sono (ou fingiu muito bem).
O silêncio durou pouco. Ela me olhou e começou a puxar assunto:
— É muito ruim usar sutiã, né? Incomoda demais — comentou ela, ajeitando a alça.
— Muitas passageiras reclamam disso — respondi, mantendo o profissionalismo.
— Pois esse ficou a noite toda me apertando. Posso tirar?
— Fique à vontade — eu disse, achando que ela o tiraria por baixo da blusa.
Para minha surpresa, ela simplesmente levantou a blusa e tirou o sutiã na minha frente. Olhei rapidamente pelo retrovisor e vi o marido "dormindo" profundamente.
— Ele quando bebe fica com um sono pesado. É difícil de acordar — ela sussurrou, notando minha preocupação.
Fiquei dividido entre o medo do cara acordar e a visão daqueles seios lindos. Ela vestiu a blusa novamente, mas continuou a provocação:
— Estava pensando em colocar silicone. Acho meus peitos muito pequenos. O que você acha?
— Para ser sincero, nem consegui ver direito, estava prestando atenção no trânsito — menti, querendo ver mais.
— Quer que eu tire de novo para você avaliar com calma? — ela perguntou, com um sorriso malicioso.
— Se não for te incomodar... quero ver se são pequenos mesmo.
Ela levantou a blusa novamente. Esqueci o trânsito por alguns segundos, hipnotizado.
— E então? Pequenos demais? — provocou ela.
— São perfeitos. Do jeito que eu gosto — respondi, já sentindo a ereção pulsar contra a calça.
Nessa hora, vi a mão dela descer e segurar o freio de mão. Eu peguei a mão dela e a levei direto para o meu volume. Ela começou a acariciar por cima do tecido.
— Fica apertado dentro da calça, né? — disse ela, baixando o tom de voz.
_ vou resolver isso
Aproximei o banco para trás, coloquei o pau para fora e ela começou a me masturbar enquanto eu dirigia até o destino. Alguns carros passavam ao lado e os motoristas conseguiam ver os seios dela expostos, mas ela não parecia se importar.
Ao chegarmos no endereço, parei o carro em um local escuro. Tentei puxar a cabeça dela para que ela me chupasse, mas ela recusou:
— Isso eu não faço — sussurrou, sem parar de me masturbar com calma.
Não aguentei. Puxei-a para perto, agarrei seus seios e comecei a chupá-los com vontade. Ela soltava gemidos baixos, e naquela altura eu já nem lembrava que o marido estava no banco de trás. Gozei enquanto me perdia nos seios dela, sujando as mãos dela de prazer.
Com toda a calma do mundo, ela pegou um pano que eu tinha no carro, limpou as mãos e depois me limpou. Assim que me recompus e guardei tudo dentro da calça, ela se virou para trás e chamou o marido:
— Acorda, amor. Chegamos.
O "corno" despertou, perguntou o valor da corrida, pagou em dinheiro e saiu do carro de mãos dadas com ela, como se absolutamente nada tivesse acontecido. Fiquei ali parado, processando o que acabara de viver.