Renata, ou Rê, como só Júlia a chamava, tinha 38 anos, pele branca leitosa, cabelos pretos longos e lisos que chegavam até a cintura. Quem a via na capital achava que era a esposa perfeita: elegante, educada, sempre bem-arrumada. Mas poucos sabiam da verdade.
No interior de Minas, onde cresceu, Renata sempre se fez de santa. Ia à missa todo domingo, usava saia longa, falava baixo e nunca deixava nenhum garoto passar da mão. Mas no fundo era uma putinha fogosa. Aos 16 anos já se masturbava pensando nos peões da fazenda, nos corpos suados e nos paus grossos que imaginava. Aos 19, na festa de uma prima, deixou um primo distante comer ela no banheiro, de pé, gemendo baixinho para não ser descoberta. Depois fingiu que nada tinha acontecido. Era assim: safada por dentro, santinha por fora. A sociedade do interior cobrava isso.
Quando se mudou para a capital aos 24 anos, aproveitou um pouco. Saiu com alguns caras, transou em motéis baratos, sentiu gosto de pau de verdade. Mas o dinheiro era curto e a vida dura. Foi então que conheceu Danilo, o médico feio, baixo, barrigudo e meio bobo. Ele tinha dinheiro, consultório particular e uma casa enorme em um terreno grande e isolado na zona sul — muros altos, vizinhos distantes, nenhum som chegava até a rua. Renata viu a oportunidade e agarrou. Casou-se em menos de um ano, sorrindo no altar como a esposa ideal. Dentro dela, sabia: estava ali só pelo conforto. Sexo com Danilo era uma merda desde o começo — rápido, sem graça, sem força. Depois de quinze anos, o casamento virou gelo. Ele mal a tocava.
Júlia, a amiga loira, peituda e solteira, sempre soube disso. E tinha inveja. Inveja da reputação de “mulher direita” que Renata carregava. Todo mundo via Renata como a esposa certinha do médico. Júlia, que vivia de homem em homem, odiava essa imagem. Quando Renata desabafou, chorosa, que o casamento estava morno e que Danilo não dava mais conta, Júlia sorriu por dentro. Era o momento perfeito. Ela já tinha o plano pronto.
Tudo começou numa cafeteria chique no shopping. Júlia chegou com Marcos, um policial negro, 1,95m, corpo de academia, músculos definidos, pele escura brilhando, voz grave e olhar de quem sabe exatamente o que quer.
— Rê, esse é o Marcos. Amigo meu. Policial, daqueles que resolvem tudo com a mão firme — disse Júlia, piscando.
Marcos estendeu a mão grande e apertou a dela devagar, o polegar roçando a palma de forma quase imperceptível. Renata sentiu um calor subir entre as pernas.
Depois disso, Júlia começou a chamar a Renata para “barzinhos casuais”. Sempre com Marcos junto. Ele se aproximava como amigo: conversava, ria, elogiava o vestido dela, encostava a mão na lombar quando ajudava a sentar. Toques leves, mas intencionais. A Renata saía de cada encontro com a calcinha molhada, o coração acelerado, mas resistia. “Eu sou casada”, repetia para si mesma.
Até que chegou a noite da balada.
Júlia e Marcos a levaram para uma casa noturna agitada. Dessa vez, Mateus — amigo do Marcos, também negro, sarado, ombros largos e sorriso safado — foi junto. A Renata bebeu além da conta: caipirinhas, shots, cerveja. Dançou colada em Marcos, sentindo o volume duro dele roçar sua bunda. Ele sussurrava no ouvido dela:
— Você tá tremendo, Rê… relaxa. Curte a dança!
Ela ficava corada, ria nervosa, mas resistia. Júlia, observando de longe, mandou uma mensagem para Marcos: “Hoje é o dia. O marido dela viajou. Leva essa puta pra a casa dela e fode ela na cama do corno”.
No meio da noite, Júlia se aproximou:
— Rê, o Danilo tá viajando, né? Vamos continuar bebendo na sua casa? Só nós quatro, bem mais íntimo. Lá ninguém escuta nada, o terreno é enorme.
Renata, bêbada, excitada pelo perigo e quente pela bebida, topou.
Chegaram na casa grande, com jardim amplo, piscina e vizinhos tão distantes que nem os gritos mais altos seriam ouvidos. Assim que entraram, Júlia puxou Mateus pelo braço:
— Vem, Mateus, vou te mostrar a casa. Tem uma vista linda da varanda dos fundos.
Renata e Marcos ficaram na sala. Minutos depois, curiosos, foram atrás. Pela fresta da porta do quarto de hóspedes, viram: Júlia de joelhos, loira e gulosa, chupando o pau grosso e preto de Mateus com vontade, babando, engolindo fundo.
A Renata ficou paralisada, boca aberta. O choque, o tesão e a bebida misturaram tudo.
Marcos aproveitou o instante. Agarrou ela por trás, virou seu rosto e deu um beijo lascivo, quente, invadindo sua boca com a língua grossa. A Renata resistiu meio segundo… depois retribuiu com fome, gemendo, colando o corpo no dele.
Ele a carregou para o quarto principal — o quarto dela e de Danilo, com cama king size e janelas que davam para o terreno escuro e silencioso — e jogou na cama de casal. Arrancou o vestido, a calcinha, e abriu as pernas dela.
— Agora eu vou chupar você todinha, sua gostosa — rosnou Marcos, enfiando dois dedos grossos na boceta molhada. — Eu sabia que você queria, sua cachorra casada!
Ele começou a lamber a buceta da Renata com vontade, arrancando gemidos dela que o coitado do Danilo jamais havia conseguido.
A Renata ofegava na cama, apertando os lençóis e se revirando toda de tesão.
Até que ela não aguentou mais e falou baixinho: - Me come!
O Marcos parou de chupar e falou: - Peça mais alto!
- Me come! Fode minha buceta, com vontade!
Ele encostou a cabeça na entrada da bucetinha casada dela e roçou, sem camisinha mesmo!
Ela olhou assustada e, ele percebendo, empurrou fazendo entrar a cabeça!
- Nada de camisinha! Hoje você vai levar porra de macho na buceta, sua gostosa!
E enfiou o resto de uma só vez, arrancando um grito da Renata.
Depois ele começou a foder ela com força bruta. Primeiro de frente: segurou as ancas dela com as duas mãos grandes e poderosas, os dedos cravando na carne branca macia. Puxava o quadril dela contra o seu com violência, enfiando o pau enorme até o talo de uma só vez, fazendo as bolas pesadas baterem contra a boceta dela com um som molhado e alto. Depois tirava quase tudo, só a cabeça grossa ficando dentro, e metia de novo com rapidez e força, como um pistão. Cada estocada profunda fazia o corpo dela tremer inteiro na cama.
A Renata gritava sem parar, os olhos revirando de prazer. Ela se sentia uma puta sendo currada por um cavalo — aquele pau negro grosso e longo a rasgava de um jeito que o marido nunca tinha feito, esticando suas paredes internas ao limite, batendo fundo no colo do útero a cada investida. Era bruto, animalesco, e ela amava cada segundo.
Marcos virou ela de lado, ainda segurando firme pelas ancas. Uma perna dela ficou levantada, aberta ao máximo, enquanto ele continuava metendo com a mesma velocidade selvagem: puxava o corpo dela para trás e enfiava tudo, tirava quase inteiro e socava de novo, sem dar tempo para ela respirar. O suor escorria do corpo musculoso dele sobre a pele clara dela.
Depois ele subiu nela, prensando-a contra o colchão com todo o peso. Segurou nas ancas novamente, levantando um pouco a bunda de putinha da cama para ter melhor ângulo, e fodeu ainda mais fundo, rápido e sem piedade. As estocadas eram tão fortes que a cama rangia e batia contra a parede. A Renata gozava sem parar, um orgasmo atrás do outro, o corpo convulsionando, a boceta apertando o pau dele enquanto ela gritava palavras desconexas:
— Aaaahh… tá me matando… me come gostoso, forte, vai, assim!
Marcos sorria, suado, e rosnava no ouvido dela:
— Grita, putinha casada. Fala que gosta de pica! Fala que você é uma vagabunda que gosta de macho e tá com esse o marido banana só pelo dinheiro.
Ela obedecia, voz rouca e quebrada pelo prazer:
— Só pelo dinheiro… ahhh… ele é um banana, um corno que não sabe foder uma mulher!
Marcos virou ela de quatro, cuspiu no cu apertado e forçou a cabeça do pau enorme.
— Não… o cu não… — Ela tentou deitar de bruços na cama, fechando as pernas.
Marcos jogou o peso do corpo musculoso em cima dela. A cabeça grossa pressionou e passou, abrindo o cuzinho virgem de casada.
A Renata perdeu as forças e sequer conseguiu gritar, sentindo uma dor forte na bunda que a fez respirar fundo.
— Putinha casada tem que dar a bunda pro macho também — ele grunhiu, enfiando devagar até o talo.
Ela gemeu alto, dor e prazer misturados. Ele começou a aumentar as estocadas, fodendo o cu com força, batendo fundo.
— Grita, vagabunda! Fala que o marido é corno! Assume que você é uma puta corneteira!
— Ele é corno! Eu sou puta… puta de corno…ahhh…eu gosto de pica de macho!
Marcos sorriu, ainda com o pau enterrado no cu dela, olhou na porta e viu o Mateus assistindo a cena. Ele então encostou no ouvido da Renata e falou:
- Hoje a putinha casada vai provar duas picas. Olha pro lado puta!
A Renata olhou assustada ao ver o Mateus se aproximando. Ela pensou em falar algo, mas ele encostou a pica na sua boca e falou:
- Cala a boca puta! Chupa logo essa pica, vagabunda casada!
Isso virou uma chave na Renata. Ela sempre quis se sentir uma vagabunda completa. Isso a excitava de uma forma intensa. Ela então ligou o foda-se e resolveu aproveitar aquela pica enorme na sua frente e aqueles dois machos gostosos.
O Mateus segurou os cabelos pretos dela com uma mão firme e puxou o seu rosto para cima, obrigando-a a olhar para o pau negro, grosso e latejante que balançava na frente da sua boca.
— Olha pra mim, putinha casada — disse Mateus com voz rouca. — Agora eu vou te mostrar como um macho de verdade começa a foder uma vagabunda como você.
Sem esperar resposta, ele esfregou a cabeça grossa do pau nos lábios dela, pintando-os com o pré-gozo brilhante. Naná abriu a boca instintivamente. Mateus enfiou devagar, só a metade primeiro, sentindo a língua quente dela enrolar na glande. Ele gemeu grave e começou a foder a boca dela com estocadas curtas e ritmadas, segurando a cabeça com as duas mãos, empurrando um pouco mais fundo a cada vez, fazendo ela babar e engasgar levemente.
Enquanto isso, Marcos ainda metia devagar no cu dela, mantendo-a de quatro. Mateus então tirou o pau da boca dela, cuspiu na própria mão e se deitou, mandando ela sentar no seu pau e rebolar feito uma puta!
Ela subiu nele, esfregou na boceta já molhada e aberta e começou a descer. O Marcos se posicionou novamente atrás dela, e enfiou o pau todo de uma vez na sua bunda, esticando-a ao máximo. Ela gritou novamente de dor e prazer, sentindo os dois paus enormes — um no cu, outro na buceta — preenchendo ela completamente pela primeira vez.
Marcos começou a foder com força desde o início: segurou a cintura dela com as duas mãos grandes, puxando o corpo dela contra o seu a cada estocada profunda, batendo as bolas pesadas contra a boceta. Ele alternava o ritmo — rápido e violento por alguns segundos, depois lento e fundo, girando o quadril para roçar cada centímetro dentro dela.
Enquanto isso o Mateus socava rápido e forte na sua buceta por baixo, fazendo ela tremer e gozar quase imediatamente, esguichando um pouco no pau dele.
— Isso, goza pra mim, vagabunda — rosnou Mateus. — Sente como eu te abro toda.
Eles a foderam de todas as formas depois disso: dupla penetração em várias posições — um na buceta, outro no cu —, de quatro, de lado, cavalgando os dois ao mesmo tempo. Naná se soltou completamente, pedindo mais, gritando:
— Fode a vagabunda de vocês… me enche… quero mais um na minha boca!
Eles gozaram: primeiro na cara dela, jatos grossos de porra branca escorrendo pelos cabelos pretos e pelos lábios. Depois dentro do cu e dentro da buceta, enchendo a casadinha até escorrer.
Enquanto isso, escondida no corredor, Júlia filmava tudo no celular, sorrindo com inveja satisfeita. Em pensamentos, repetia:
“Finalmente essa puta mostrou quem ela é de verdade. A santinha do interior era só fachada. Agora todo mundo vai saber.”
Os dois machos saíram do quarto suados, rindo. A Renata ficou deitada na cama do marido, corpo marcado, porra escorrendo da buceta e do cu, rosto lambuzado, respirando fundo na casa silenciosa do terreno grande.
Júlia guardou o celular e entrou no quarto com um sorriso doce:
— E aí, Rê… quer mais?
A noite estava só começando.
