De Irmã Protetora a Puta Depravada. Capitulo 4

Um conto erótico de drjack66
Categoria: Heterossexual
Contém 5428 palavras
Data: 31/03/2026 16:25:12

A rotina tinha tomado conta, sempre depois das aulas eu ia encontrar eles no motel, estava me perdendo cada vez mais, eles me provocavam e eu ia até o limite. Até que um dia eles tinham mandado mensagem mais cedo. O moreno, com aquele tom liso que me fazia tremer: *"Hoje tem. Motel. Sete horas. Vem."* Eu li, senti o corpo responder, e com raiva guardei o celular. Não respondi. Não ia. Ia ficar no ginásio, ia limpar a piscina, ia fazer qualquer coisa que não fosse me encontrar com eles.

O celular vibrou de novo. Depois de novo. Depois de novo. Eu ignorei.

Terminei a aula, os alunos foram embora, a piscina ficou vazia. Fui para o vestiário, para tomar uma ducha, ainda vestia o maiô azul marinho que usava para as aulas. O tecido colado no corpo molhado, e fiquei ali, parada, me secando com a toalha, ouvindo o silêncio da academia vazia. O eco dos meus próprios passos nas paredes de azulejo me fazia companhia. O cheiro de cloro, que antes me acalmava, agora parecia denso, pesado, como se o ar estivesse prenunciando algo que eu não queria admitir.

— Oi, gostosa. — A voz do moreno veio primeiro, macia como seda e cortante como navalha.

Meu coração disparou. Eu sabia quem era antes de ver. O corpo já tinha respondido antes que meu cérebro processasse o som. Os mamilos endureceram contra o tecido do maiô. A buceta umedeceu. Senti raiva de mim mesma.

Ele entrou. Depois o alto, depois o baixo.

— O que vocês estão fazendo aqui? — minha voz saiu mais dura do que eu queria. A toalha estava nas minhas mãos, e eu a segurava na frente do corpo como um escudo. — Isso é vestiário feminino. Vocês não deviam estar aqui.

— A gente mandou mensagem — Rodrigo disse, fechando a porta atrás deles. O trinco estalou, e o som ecoou no vazio. — Você não respondeu.

— Eu não vou hoje.

— Você não foi mas a gente veio. E por conta da sua insubordinação hoje terá que ser castigada.

Dei um passo para trás. O frio dos azulejos tocou minha pele nua das pernas. — Já fiz o que vocês pediram. O que mais querem de mim, por que me perseguem. Vão embora por favor.

O moreno riu. Um riso baixo, gutural, que percorreu minha espinha como um arrepio. Ele não se apressava. Nenhum deles se apressava.

— Acha que acabou? — ele disse, dando um passo em minha direção. — Acha que a gente vai deixar você ir agora?

— Eu posso... posso ir na polícia... — minha voz tremeu.

— Pode. — Rodrigo se aproximou, e eu recuei mais um passo. Ele caminhava devagar, como um predador que sabia que a presa não tinha para onde fugir. — Pode ir. Contar que bateu em três alunos? Que depois foi num motel com eles? Que mamou eles? Que adorou cada segundo?

— Eu não adorei...

— Seu corpo adora. A gente viu. A gente sabe. Você não consegue esconder, Luíza. Seu corpo não mente.

Ele passou a ponta do dedo nas costas da minha mão, um toque leve, quase casual. Meu braço se arrepiou inteiro. Eu tentei recuar, mas não havia mais espaço. O frio dos azulejos nas costas, o calor dele na frente.

O moreno se aproximou por trás. As mãos dele agarraram meus braços, não com força, apenas com firmeza.

— Solta!

— Não.

— Solta, seus filhos da puta!

O tapa veio seco. No rosto. A dor ardeu, e eu senti os olhos marejarem.

— Cala a boca — o moreno disse, a voz baixa, perto do meu ouvido. — Você sabe o que acontece se você não obedecer.

— Os vídeos — Rodrigo completou, agora bem na minha frente. Ele ergueu o celular, e a tela brilhou por um segundo, mostrando uma imagem borrada de mim. — Seu irmão. Sua mãe. Seu trabalho. Todo mundo vai saber que a irmã do minhoca é uma puta.

— Não chama ele assim. — A voz saiu mais forte do que eu esperava, um fio de raiva que ainda restava em mim. — Ele não tem nada a ver com isso.

— Tem sim. — O moreno apertou meus braços. — Foi por causa dele que você veio. Foi por causa dele que a gente descobriu você. Ele é o minhoca. E você é a irmã do minhoca.

— Não chama ele assim! — eu tentei me soltar de novo, a raiva subindo.

— Minhoca — ele sussurrou no meu ouvido. — Minhoca. Minhoca. O que você vai fazer?

A raiva queimava, mas o corpo já estava quente, já estava molhado. Os mamilos doíam contra o tecido do maiô. Eu sentia cada palavra deles como um toque, cada vez que chamavam meu irmão daquele apelido idiota — e eu odiava. Odiava que meu corpo respondia.

— Por desobedecer — Rodrigo disse, tirando a coleira da mão do baixo. O couro preto brilhou sob a luz fria. — Você vai ser castigada.

— Castigo? Você não foi ao motel. Não respondeu às mensagens. Achou que podia escolher. — Ele deu um passo à frente, a coleira pendurada num dedo, balançando. — Mas você não pode escolher, Luíza. Seu corpo já escolheu por você.

O moreno segurou meus braços. Rodrigo se aproximou. A coleira fria tocou meu pescoço, e eu tremi.

— Não...

— Veste.

— Não! — eu tentei me soltar, tentei empurrar, tentei fugir. Meu corpo se debatia contra o deles, mas era inútil.

— Não vou usar isso! Não vou!

— PAAH! — o tapa na bunda veio forte.

— Aahin!

— Veste.

— Não!

— PAAH! PAAH!

— Aahn! Aahiinn!

— Veste puta.

Eu parei de lutar. O corpo tremia. As lágrimas escorriam. O moreno soltou meus braços, e eu fiquei ali, imóvel, enquanto Rodrigo passava a coleira no meu pescoço. A pele ardeu, o couro gelado contra o calor do corpo.

— Pronto — Rodrigo disse, dando um passo para trás. — Agora tira o maiô.

Minhas mãos tremiam. Os dedos encontraram a alça do maiô. Puxaram devagar. A alça deslizou pelo ombro. A outra veio depois. O maiô desceu, enroscou nos quadris. Eu olhei para o espelho: os seios enormes saltando, os mamilos já duros, roxos. As marcas dos dedos ainda estavam ali, vermelhas, roxas, recentes.

— Puxa para baixo — Rodrigo ordenou.

O maiô caiu. Fiquei nua. Coleira. Argola. Nada mais.

— Seus mamilos já tão duros. Seu corpo já sabe o que o espera.

O alto se aproximou, passou os dedos nos meus seios, apertou devagar. O gemido escapou. Eu não queria gemer. Mas escapou.

— Agora — Rodrigo disse — você vai mostrar que é nossa cadela. Vai balançar essa bunda.

— Não.

— Vai.

— Não vou.

— PAAH! — o tapa veio.

— Aaiin!

— BALANÇA CADELA!

Comecei a mexer os quadris. Devagar. A bunda balançando, os seios balançando, a coleira tilintando.

— Isso. Mais.

Acelerei. Os quadris em círculos, a bunda empinada, a buceta escorrendo. Eles me olhavam.

— Para — Rodrigo disse.

Parei. Ofegante. O corpo quente. O sexo molhado.

— Agora o castigo. Você vai passear. Pelos corredores. De quatro.

— Não. Alguém pode ver. Tem aluno... tem professor...

— É o risco. Por isso é castigo.

— Por favor... — minha voz saiu fraca. — Por favor, não...

— PAAH! — a bunda ardeu novamente, balançando pra cima e pra baixo.

— Aahn!

— De quatro cadela!

Caí de joelhos, como se estivesse hipnotizada, meu corpo agia sozinho novamente, empinei a bunda, as mãos no piso frio e a buceta pingando.

— Isso. Boa menina.

Abriram a porta. O corredor estava vazio. Escuro. Só as luzes de emergência acesas no final.

— Vai.

— Não... por favor...

— PAAH!

— Aaun! — o tapa me desarmou. Comecei a andar.

De quatro. Como uma cadela. A coleira balançando. Os peitões balançando. O som dos meus joelhos no chão ecoava no corredor vazio.

— Mais devagar — o moreno provocou. — Uma cadela não tem pressa.

Diminui. Passei pela piscina vazia. Pelo corredor dos fundos. Pelas salas de aula, todas vazias. Todas escuras.

— Ali — Rodrigo apontou. — Passa ali.

Era o corredor principal. As salas de aula. Algumas com luz acesa.

— Tem gente — sussurrei. — Tem aluno...

— Passa devagar cadela.

Passei. A bunda balançando. Passei pela primeira sala. Luz acesa. Alunos. Professor.

— Mais devagar.

Passei. A segunda sala. Luz acesa. Vozes. A voz de Pedro.

Meu coração parou.

— Para — o moreno sussurrou, se ajoelhando atrás de mim. — Fica aí.

Fiquei. De quatro. A poucos metros da sala onde meu irmão estudava. A buceta escorrendo. Os seios balançando com a respiração ofegante.

— Escuta — ele disse. — Escuta seu irmão.

A voz de Pedro. Explicando alguma coisa. Normal. Tão normal. Ele ali, estudando. Eu aqui, pelada, de quatro.

— Vamos cadela — Rodrigo disse.

Continuei. Passei pela sala. Pela voz de Pedro. A bunda ainda balançando.

Chegamos no final do corredor. Uma parede vazia.

— Agora se masturba.

— O quê?

— Se masturba. Ali.

— Não. Não vou.

— PAAH! — dessa vez o tapa foi na minha tetona.

— Hummm! — Gemi quase gozando, meu corpo me traia cada vez mais.

— Agora putinha.

Caí de joelhos. As pernas não me obedeciam mais. Não sei se foi o cansaço, se foi a vergonha, se foi o desejo que já não conseguia esconder. Minha mão desceu sozinha, os dedos encontraram o sexo molhado, e eu senti o mel quente escorrendo entre eles enquanto começavam a se mover. Devagar no começo, como se ainda pudesse controlar alguma coisa. Depois mais rápido, porque o corpo já não esperava pela minha permissão.

— Aahn... aahn...

Os gemidos escapavam entre os dentes, baixos, roucos, e eu não sabia se eram de prazer ou de vergonha. Os dedos se moviam sozinhos, encontrando o ritmo que eles tinham me ensinado, a pressão que eles tinham descoberto no meu corpo antes mesmo de eu saber que existia. Minha cabeça caiu para trás, os cabelos grudaram no pescoço suado, os olhos se fecharam. A parede branca desapareceu. A luz da sala onde Pedro estudava desapareceu. O corredor desapareceu. Só restaram os dedos, o clitóris pulsando, o prazer crescendo como uma onda que eu não podia mais parar.

Os quatro estavam em silêncio. Eu sabia que estavam me olhando. Sentia os olhos deles queimando minha pele nua, minha boceta exposta, meus seios balançando a cada movimento. E em algum lugar ali perto, meu irmão. Estudando. Sem saber que a irmã estava ali, naquele corredor, nua, de coleira, os dedos enfiados dentro de si, gemendo baixinho para não ser ouvida.

O orgasmo começou a se formar, lento, pesado, e eu tentei segurar. Tentei parar os dedos, mas eles não obedeciam. O corpo não obedecia. O corpo queria gozar. E eu queria gozar também, e era isso que me matava — saber que eu queria. Que eu não estava sendo forçada. Que aqueles dedos eram meus, e eu podia parar quando quisesse. Mas não queria.

— Aahn... aahn...

— Goza — Rodrigo disse, e não era uma ordem. Era uma permissão.

Os dedos aceleraram. O corpo arqueou. A onda cresceu, tomou conta de mim, e eu gozei ali, no chão frio do corredor, a poucos metros da sala onde meu irmão estudava. Os jatos escaparam, molhando minha mão, minhas coxas, o chão. Meus olhos reviraram, a boca se abriu, e o gemido que escapou foi mais alto do que eu queria, mais longo, mais verdadeiro.

Quando passou, eu fiquei ali, caída para o lado, ofegante, os dedos ainda dentro de mim. A vergonha veio na mesma hora, mas vinha fraca agora. Cada vez mais fraca.

O orgasmo ainda ecoava pelo meu corpo quando a voz de Rodrigo cortou o silêncio.

— Agora marca território. Que nem cadela.

Eu demorei a entender. A cabeça ainda estava leve, os olhos ainda não focavam direito. Ele se ajoelhou na minha frente, segurou meu queixo, ergueu meu rosto para que eu olhasse para ele.

— Marca território. Aí na parede. Sua cadela vai marcar que esse lugar é seu. Que você passou por aqui de quatro, nua, gozando para os seus donos.

O medo voltou, agudo, cortando o torpor do orgasmo. Minha mão ainda estava molhada do meu próprio gozo, e eu a fechei num punho.

— Não. Não vou.

— Vai.

— Não. Alguém pode ver. Pelo amor de Deus... — minha voz saiu fraca, quase um sussurro.

O moreno me ajeitou de joelhos, abriu minhas pernas com as mãos. Minha boceta ainda estava exposta, ainda molhada, ainda pulsando. A parede estava ali, branca, lisa, fria, a poucos centímetros do meu rosto.

— Ergue a perna. Que nem cadela.

— Não...

— PAAH! — o tapa veio rápido, e a dor acordou alguma coisa no meu corpo que já não era mais medo.

— Ahhhiii!

— Ergue.

De forma automática Levantei a perna. Devagar. A posição me abria por inteiro, me expunha ainda mais. Eu sentia o ar gelado nos lábios da boceta, sentia o mel escorrendo, descendo pela coxa, pingando no chão. Meu rosto estava a centímetros da parede. Eu podia ver os pequenos arranhões no reboco, as marcas de outros tempos, outras vidas.

— Agora mija cadela.

Fechei os olhos. O corpo já estava tenso, esperando. A bexiga doía de tanto que eu tinha segurado, e agora não havia mais por que segurar. O jato veio quente, forte, batendo nos azulejos com um som que ecoou no corredor vazio como um tiro. Escorreu pela parede, formando um filete brilhante que desceu devagar até o chão, até se juntar ao mel que eu já tinha derramado ali.

— Olha isso — o moreno disse, e havia admiração na voz. — Olha como ela é uma vagabunda hahaha.

Abri os olhos. O filete ainda escorria. Eu vi minha urina descendo pela parede, e em algum lugar dentro de mim alguma coisa se rompeu. Não era mais vergonha. Não era mais raiva. Era outra coisa. Algo que eu não sabia nomear, mas que crescia no meu peito como fogo.

— Boa cadela — Rodrigo disse, passando a mão na minha cabeça. — Agora volta.

E eu voltei. De quatro. Passando pela minha própria urina, pelo meu próprio gozo, pela marca que eu tinha deixado no corredor onde meu irmão estudava. E em algum lugar, muito no fundo, eu sabia que nunca mais ia ser a mesma.

A porta fechou com um estalo seco, e o silêncio que se seguiu foi tão pesado quanto as mãos que me haviam tocado, tão definitivo quanto a coleira que ainda apertava meu pescoço. Caí no chão como um peso que finalmente se solta, deitada de lado, as pernas dobradas, os seios espalhados no piso frio. Eu não tinha mais forças para me mexer, para pensar, para ser quem eu era antes. Mas o corpo ainda tinha. A mão desceu sozinha, como se tivesse vida própria, como se os dedos já soubessem o caminho antes mesmo que minha mente pudesse processar. Encontraram a buceta ainda aberta, ainda escorrendo, ainda pulsando do último orgasmo, e começaram a se mover. Devagar no começo, quase hesitantes, como se eu ainda pudesse fingir que não era eu quem estava fazendo aquilo. Depois mais rápido, porque não havia mais hesitação. Não havia mais fingimento.

— Olha ela — o moreno riu, e eu ouvi o banco de madeira ranger com o peso dele. — Tá se esfregando de novo. A cadela não aguenta nem cinco minutos sem se tocar.

— Deixa — Rodrigo disse, e havia uma satisfação na voz, um orgulho de criador. — Deixa ela gozar. A gente quer ver.

Os dedos se moviam, rápidos, frenéticos, e eu não mandava mais neles. Eles mandavam em mim. O corpo arqueava, os quadris se erguiam do chão, buscando o toque que já estava ali, que sempre esteve ali. Meus olhos estavam fechados, mas eu sabia que eles estavam olhando. Eu queria que eles olhassem. Eu queria que eles vissem o que tinham feito de mim.

— Aahn... aahn...

— Fala, cadela — Rodrigo ordenou, a voz calma, dona de tudo. — Fala o que você é.

— Sou... sou a cadela de vocês... — as palavras saíam entre gemidos, entre vergonha e desejo, entre o que eu fui e o que eu estava me tornando. — Sou uma puta... vou proteger meu maninho... a cadela que se masturba no chão do vestiário...

— Goza — ele disse, e era uma ordem, mas também era uma permissão.

— Aaah! Gozei! To gozando de novo...

O orgasmo veio como um soco, o corpo se contraiu, os jatos escaparam, molharam minha mão, minhas coxas, o chão. Eu gritei, mas não havia ninguém para ouvir além deles, e eles queriam ouvir. Eles queriam que eu gritasse.

Fiquei ali, ofegante, a mão ainda entre as pernas, os dedos ainda dentro, o corpo ainda tremendo. Rodrigo se ajoelhou na minha frente. O rosto dele estava perto do meu, e eu vi meus olhos refletidos nos dele — vidrados, perdidos, felizes.

— Pronto — ele disse, e havia uma doçura na voz que me desarmava mais do que qualquer tapa. — Agora você é nossa. De verdade.

— Não — eu consegui dizer, a voz fraca, a última mentira. — Não sou...

— É sim. Seu corpo já sabe. Sua boca já sabe. Você já sabe.

Foi quando eu ouvi.

— Lu?

A voz de Pedro. Do lado de fora. Tão perto que parecia estar dentro da minha cabeça, dentro do meu peito, dentro do lugar que eu ainda tentava guardar só para mim.

O mundo congelou. Os quatro pararam como se um interruptor tivesse sido acionado. O moreno soltou meus seios. O alto tirou o pau da minha boca, deixando um fio de baba pendurado entre meus lábios. O baixo parou de apertar meus mamilos. Eu fiquei ali, de quatro, nua, de coleira, a boceta ainda pulsando, o mel escorrendo pelas coxas, descendo devagar pelos joelhos, pingando no chão frio. O silêncio era absoluto. Até a respiração pareceu parar.

— Lu? — a voz de Pedro de novo, mais perto, e eu ouvi os passos na lajota do corredor. A maçaneta começou a girar.

— PEDRO! NÃO ENTRA!

Pulei como se tivesse levado um choque. As pernas tremiam tanto que eu mal conseguia me equilibrar. Cheguei na porta antes dele, apoiei as costas contra a madeira, senti o frio da tinta nos ombros, nas costas, na bunda. Segurei a maçaneta com as duas mãos, os dedos suados escorregando, mas eu apertei com tanta força que os nós ficaram brancos.

— Pedro! NÃO ENTRA!

— Lu? O que aconteceu? Eu vi sua moto na frente... — A voz dele estava confusa, preocupada. Ele tentou girar a maçaneta de novo, senti o metal se mexer contra a minha palma.

— Nada! — a voz saiu estridente, e eu tentei disfarçar, respirar fundo, ser a irmã que ele conhecia. — Tô me trocando! Só isso!

— Demorou tanto... achei que você já tivesse ido embora.

— É que... é que eu tava arrumando o filtro. Me molhei toda. Tô me trocando.

— Ah. Tá.

Ele ficou do lado de fora. Eu fiquei do lado de dentro. Pelada. De coleira. As marcas dos dedos deles ainda quentes na minha pele. O mel ainda escorrendo pelas coxas, pingando no chão. Os quatro atrás de mim, em silêncio.

— Demorou, hein — ele disse, e eu ouvi ele se mexer, talvez se encostando na parede do outro lado. — Quer que eu espere?

— Não! — a voz saiu aguda. — Não precisa. Vai pra casa. Eu já vou.

— Tá bom. Te espero lá.

— Tá.

Ele não foi. Eu ouvi os passos. Não se afastaram. Ele estava ali. Do lado de fora.

O moreno se aproximou por trás. Eu senti o calor do corpo dele nas minhas costas, a respiração quente na minha nuca. As mãos dele encontraram meus quadris, apertaram.

— Não — sussurrei, os olhos fixos na porta, no vão de luz que escapava por baixo, na sombra dos pés de Pedro do lado de fora. — Ele tá ali... por favor... não agora... isso não faz parte do combinado...

— Deixa ele — o moreno sussurrou no meu ouvido, os lábios roçando a orelha, a voz tão baixa que só eu podia ouvir. — Deixa ele ouvir. O combinado mudou.

— Não... por favor... ele vai ouvir...

Ele enfiou o pau na minha boceta. Por trás. Devagar.

A preocupação foi imediata, um nó apertado no peito, uma voz dentro de mim que gritava não, não agora, ele vai ouvir, ele vai saber. Minha mão apertou a maçaneta com mais força. Meu corpo inteiro se tensionou, tentando se fechar, tentando impedir a entrada. Senti a cabeça do pau pressionando a entrada, senti os lábios da boceta se abrindo contra a minha vontade.

— Não — sussurrei de novo, os olhos fixos na porta, no vão de luz. — Por favor... não agora... não foi combinado...

— Relaxa — ele sussurrou, as mãos firmes nos meus quadris. — Relaxa.

O pau entrou mais um pouco. A cabeça já estava dentro, grossa, quente, pulsando. Eu senti cada centímetro como uma invasão, como uma sentença. A boceta se contraiu, tentando expulsar, tentando se fechar. Mas já era tarde. Ele já estava dentro.

— Não consigo... ele tá ali...

— Relaxa.

Mais um centímetro. A haste do pau escorregou no mel que não parava de escorrer. Era grosso, muito mais grosso que os dedos que eu estava acostumada. Eu senti a pele esticando, senti a boceta se moldando à forma dele.

— Aahn! — o gemido escapou antes que eu pudesse segurar, e eu mordi o lábio com tanta força que senti gosto de sangue.

— Lu? Tudo bem? — a voz de Pedro, do outro lado.

— Tudo! — Apertei os olhos com força, prendi a respiração, tentei afogar o gemido que subia. Os dedos apertaram a maçaneta, os braços tremiam. — Tô bem! Só... tropecei aqui...

O moreno bombava dentro de mim. Devagar. Fundo. Cada movimento era uma luta entre o meu corpo que queria se fechar e o meu corpo que já estava aprendendo a se abrir. O pau entrava e saía, a cabeça grossa roçando nas paredes da boceta, a haste inteira preenchendo cada espaço vazio.

— Aahn... — mordi o lábio com força, e o sangue escorreu pelo queixo.

— Lu, cê tá com a voz estranha — Pedro disse.

— É que... é que tô cansada... — as palavras saíam entrecortadas. — Muita aula hoje...

O moreno acelerou um pouco. O pau entrou mais fundo, bateu onde doía, onde ardia, onde começava a se transformar em outra coisa. Eu senti a cabeça roçando no fundo, senti a boceta se contraindo em volta da haste, apertando, massageando, pedindo mais. A preocupação começava a se misturar com outra sensação. Um calor que subia da barriga, que se espalhava pelas coxas, que fazia meus joelhos tremerem. Meu corpo já não tentava mais fechar. Meu corpo já estava se abrindo.

— Vou indo, Lu — Pedro disse. — Te espero em casa.

— Tá!

Passos se afastando. A porta do corredor abrindo e fechando.

— Aaah! — o gemido explodiu, e eu senti o pau do moreno preencher tudo, cada centímetro, cada espaço vazio.

— Para! — eu gritei, empurrando o moreno com os quadris, tentando me afastar, a mão ainda na maçaneta. — Para! Isso não! Isso não faz parte do combinado! Vocês prometeram! Só apalpar! Só tapas!

— O combinado mudou — Rodrigo disse, a voz calma.

— Não! — eu me virei, encarei ele, os olhos marejados de raiva. — Vocês prometeram!

— Você gozou no corredor — o moreno disse, ainda atrás de mim, o pau encostando na minha entrada, provocando. A cabeça grossa pressionava os lábios da boceta, abrindo, entrando, saindo. — Gozou pensando no seu irmão. Isso não estava no combinado.

— Foi... foi o corpo... eu não mandei...

— Manda agora. Manda parar.

Eu tentei. Apertei os olhos, cerrei os punhos, tentei pensar em qualquer coisa que não fosse o pau dele encostado na minha boceta, a cabeça grossa pressionando a entrada, a haste pulsando contra os lábios. Pensei em Pedro. Pensei na mãe. Pensei no que eles fariam se eu resistisse.

O corpo não obedeceu.

A boceta se abriu sozinha. Os lábios se separaram. O mel escorreu mais forte. Meu corpo pedia. Meu corpo queria. Meu corpo já tinha esquecido o medo.

— Eu... eu não consigo... — as palavras saíam fracas, vergonhosas. — Não consigo... por favor...

— Seu corpo sabe o que quer — Rodrigo disse, se aproximando, os dedos dele encontrando meus mamilos, beliscando de leve. — Seu corpo já escolheu.

O moreno enfiou de novo. Dessa vez não foi devagar. Foi fundo, de uma vez, a haste grossa entrando toda, preenchendo cada espaço, a cabeça batendo no fundo, fazendo meu corpo arquear.

— Aahn! — o gemido escapou, e eu não tentei segurar.

— Agora fala — Rodrigo disse. — Fala o que você é.

— Sou... sou a cadela de vocês... — a voz saiu num sussurro.

— Fala que você é a puta do minhoca.

— Não... — eu tentei resistir, a raiva subindo. — Não chama ele assim...

— Fala.

— Não... ele não tem nada a ver com isso...

— PAAH! — o tapa veio.

— Aahn!

— Fala.

— Não... por favor... não chama ele assim...

— Fala, cadela.

— Sou... sou a puta de vocês... — as palavras saíam entre lágrimas, entre vergonha, entre desejo. — Sou a puta dos valentões do meu irmão...

— Fala que você é nossa cadela.

— Sou... sou a cadela de vocês...

— Goza.

— Aaah!

O orgasmo veio. O corpo se contraiu, os jatos escaparam, e eu senti cada espasmo como uma onda que me levava para longe de mim mesma, para um lugar onde não havia medo, não havia vergonha. Quando passou, eu caí de joelhos, as pernas não aguentavam mais. O moreno ainda estava dentro de mim, e eu fiquei ali, de quatro, a bunda empinada, a testa encostada na porta fria.

— Ainda não — Rodrigo disse.

— Para — eu consegui dizer, a voz fraca, mas firme. — Para.

O moreno parou. O silêncio se alongou. Eu respirei fundo, sentindo o pau dele dentro de mim, imóvel, quente. E então me virei. Encarei Rodrigo.

— Vocês querem me foder? — minha voz saiu baixa, mas cada palavra era um esforço de quem ainda tentava manter algum controle. — Querem me usar?

— Como assim putinha, onde você quer chegar com isso?

— Então parem de chamar ele assim. — Levantei a cabeça, olhei nos olhos dele. — Meu irmão não tem nada a ver com isso. Se vocês querem me foder, me fodam. Me usem. Me humilhem. Mas não usem ele.

O silêncio se alongou. Rodrigo me olhou, os olhos estreitos, avaliando.

— E o que você dá em troca?

— Um novo combinado. — As palavras sairam sem hesitação. — Agora podem foder minha buceta e usar meu corpo. É de vocês. Tudo de vocês.

— Você seria nossa puta. Nossa cadela. Isso?

*É por ele*, eu pensei. *Tudo o que eu faço é por ele. Para proteger ele. Para que eles não usem ele contra mim. Para que ele nunca saiba.*

— Serei a puta depravada de vocês — eu respondi, e a voz saiu firme, mesmo que por dentro eu mal me reconhecesse. — Eu assumo esse papel e vocês esquecem de manchar meu irmãozinho.

Rodrigo sorriu. Um sorriso lento.

— Fechado. Vamos acabar com essa sua bucetinha hoje.

Eu sorri de volta. Então me levantei. Fiquei de pé na minha frente, nua, de coleira, os seios balançando, a boceta escorrendo. Passei as mãos nos meus cabelos, joguei a cabeça para trás, me ofereci.

— Olha — eu disse, a voz baixa. — Olha o que vocês têm.

Passei as mãos nos meus seios, apertando, erguendo, mostrando. Os mamilos estavam duros, e eu belisquei um, sentindo o choque percorrer meu corpo.

— Esses peitões são de vocês. Podem fazer o que quiserem.

O moreno gemeu atrás de mim. Me virei para ele, empinei a bunda, mostrei.

— Essa bunda também é de vocês. Podem bater. Podem apertar.

— E a buceta? — o moreno perguntou, a voz grossa.

— A buceta é de vocês também. — Abri as pernas, mostrei os lábios inchados, o mel escorrendo. — A buceta é toda de vocês. Só esperando ser fodida.

— Tá se exibindo, cadela?

— Tô. — Me virei para Rodrigo, para o alto, para o baixo. Abri os braços. — Eu sou a puta de vocês. E eu quero que vocês me usem. É o que eu prometi.

Me ajoelhei na frente deles. Passei a mão no pau do moreno.

— Vocês querem foder a puta de vocês?

— Queremos.

— Então vem.

Me virei, apoiei as mãos no chão, empinei a bunda. Abri as pernas, mostrei a boceta escorrendo, pulsando, esperando.

— Fode minha boceta. Fode a boceta da sua cadela.

O moreno enfiou o pau na minha boceta de uma vez, fundo, a cabeça grossa abrindo os lábios, a haste preenchendo cada espaço vazio.

— Aaah! Isso! Isso!

— Gosta, cadela? Gosta dessa pica?

— Gosto! Gosto dessa pica! Gosto de sentir ela me preenchendo! Gosto de sentir a cabeça batendo no fundo! Gosto de ser fodida como a puta que eu sou!

O alto veio na frente, o pau na altura do meu rosto.

— Quer?

— Quero! — Abri a boca, a língua para fora, babando. — Quero sua pica na minha boca! Quero sentir o gosto! Quero engolir sua porra!

Ele enfiou. Até a garganta. Eu chupei com fome, com vontade, a baba escorrendo pelo queixo, pelos seios, pela barriga.

— Mmm... nhmm... aahn...

— Isso, cadela. Isso. Engole todo esse pau.

O moreno acelerou na boceta. Cada estocada fazia os seios balançarem, a bunda tremer, a boceta escorrer mais.

— Aaah! Aaah! Aaah!

— Goza, cadela!

— Aaah! Gozei! Gozei na pica do meu dono!

O moreno não parou. Continuou bombando, a porra ainda escorrendo da boceta, o mel misturando com o leite.

— Ainda não — Rodrigo disse. — A gente não acabou.

— Quero mais — eu pedi, a voz rouca. — Quero mais. Quero ser fodida mais. Quero gozar mais.

— Então fode. Fode com os quadris. Mostra que você é nossa cadela.

Eu comecei a me mover. Os quadris subiam e desciam, a boceta escorrendo, os seios balançando. O moreno só precisava ficar parado, e eu cavalgava ele, fodendo minha própria boceta, gozando, gozando, gozando.

— Aaah! Aaah! Aaah! Sou a puta de vocês! A cadela depravada!

— Isso, cadela. Isso. Fode essa pica. Mostra o que é ser puta de verdade.

O moreno gozou dentro de mim. Senti o jato quente, a porra escorrendo pelas paredes, escorrendo pelas coxas. Eu continuei me movendo, não queria parar.

— Quero mais — eu disse. — Quero ser fodida de novo.

O moreno saiu. O alto entrou na minha boceta. A pica diferente, mais grossa, entrando devagar, abrindo, preenchendo.

— Aaah! Essa pica! Essa pica é muito gostosa caralho!

— Rebola, cadela. Rebola nessa pica.

Eu rebolava. Os quadris em círculos, a pica girando dentro, o grelo esfregando na base.

— Aaah... aaah... aaah...

— Gosta?

— Gosto! Gosto de todas as picas! Gosto de sentir a diferença! Gosto de saber que todas me preenchem! Que todas me fazem gozar!

O moreno veio na frente, enfiou o pau na minha boca.

— Mmm...

— Os dois juntos. Cavala, cadela.

Eu cavalgava o alto, chupava o moreno. O baixo apertava meus seios, beliscava os mamilos. Rodrigo filmava.

— Aaah! Aaah! Aaah!

— Goza!

— Aaah!

O orgasmo veio. Depois outro. Depois outro. Eu perdi a conta. O tempo passou. Dez minutos. Quinze. Vinte. Meia hora. Os paus entravam e saíam, os orgasmos vinham e iam, e eu só pensava no meu irmão. *É por ele. Tudo é por ele. Para proteger ele. Para que eles não usem ele contra mim. Para que ele nunca saiba.*

Quando finalmente pararam, eu estava no chão. Deitada de lado. O corpo todo tremendo. A boca babando, a língua para fora. Os olhos revirados, só o branco. A boceta aberta, escorrendo porra, mel, suor. A coleira ainda no pescoço.

— Ahhh... aahn... Hhhhmm... gozei... gozei tanta ve... tanta ve...

Os quatro se vestiram. Pegaram as coisas. Rodrigo foi o último. Ajoelhou-se ao meu lado.

— Até a próxima, cadela.

A porta fechou.

Eu fiquei ali. Sozinha. O corpo ainda tremendo. A boca ainda babando. Os olhos fixos no teto, sem foco.

— Shhh... gozei... gozei... irmão... ele não sabe... ele não shabe... a irmã é... é...

As palavras saíam soltas, arrastadas, a língua pesada, a baba escorrendo.

— Shou a puta dele... a puta dos valentõe... shou a cadela... a boceta... a boca... tudo... tudo dele... tudo deles...

A mão desceu sozinha. Os dedos encontraram a boceta escorrendo, encontraram o grelo latejando, começaram a se mover devagar.

— Aahn... hmmmm... gozar... gozar mai... mai... quelo maix...

O orgasmo veio fraco, quase um soluço, mas o corpo se contraiu, os dedos ainda se movendo, a boca ainda babando.

— UHhhh... é por ele... tudo por ele... pra proteger... pa ele nunca shaber...

Desmaiei de tanto gozar. A mão ainda entre as pernas. A boca ainda babando. Os olhos ainda revirados.

Acordei 2 minutos depois, por sorte ninguém me viu hoje, me vesti do jeito que deu e fui embora, Pedro ainda me esperava la fora.

— Lu, você demorou — ele disse. — Eu esperei aqui.

— É. Demorei mais do que pensei.

— Eu vi o moreno, o alto e o baixo saindo agora. Eles estavam na escola?

O frio subiu na barriga.

— É? Não vi eles lá dentro. Deviam estar fazendo algum trabalho, sei lá.

As imagens vieram a mente, tudo que eu fiz, por que me sujeitei aquilo. Desculpa maninho, desculpa sua irmã mas eu vou te proteger a todo custo. Mesmo que isso me quebre.

— Vamos? — disse pra ele indo em direção a moto.

— Vamos.

NOTA DO AUTOR:

QUEM QUISER DAR UMA CONVERSADA E/OU VER FOTOS DOS PERSONAGENS NAS SITUAÇÕES DOS CONTOS, MINHAS REDES ABAIXO. SÓ ME MANDAR MENSAGEM QUE TAMBÉM FAÇO IMAGENS PERSONALIZADAS DOS PERSONAGENS NAS SITUAÇÕES DESCRITAS NOS CONTOS.

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