Minha Mãe Professora se Tornou uma Puta Parte 16 -Domingo desagradável

Um conto erótico de ThomasCelt
Categoria: Heterossexual
Contém 7614 palavras
Data: 31/03/2026 14:14:22
Assuntos: Heterossexual

Era domingo. Acordei por volta das 7hda manhã, bem mais cedo que o normal. A casa estava silenciosa, o sol entrando fraco pelas cortinas. Meu corpo ainda sentia o peso da noite de sexta a bebida, a maconha, tudo que tinha acontecido com nós três.

Levantei devagar e fui até o corredor. A porta do quarto dela agora estava entreaberta, como se estivesse levantado ido no banheiro e deixasse daquele jeito. Não resisti. Me aproximei em silêncio e espiei pela fresta.

Minha mãe dormia profundamente, de bruços, completamente nua. A camisola que ela tinha usado para dormir estava embolada na cintura, deixando a bunda enorme exposta. As pernas estavam ligeiramente abertas, a buceta ainda vermelha e inchada do que rolou na noite anterior. Dava para ver claramente os lábios grandes um pouco abertos . Os seios pesados estavam espremidos contra o colchão, mamilos rosados visíveis de lado. Havia marcas roxas novas nos ombros, na bunda e na parte interna das coxas impressões de mãos, tapas e chupões.

Eu fiquei parado ali, o coração acelerado. O tesão voltou rápido. Meu pau endureceu dentro da cueca só de olhar para ela daquele jeito: vulnerável, marcada, usada. Lembrei de como tínhamos fodido ela juntos, de como a buceta dela tinha apertado nossos paus, de como ela gemeu mesmo inconsciente.

Comecei a me masturbar devagar, ali mesmo no corredor, olhando pela fresta. A mão subia e descia no pau duro enquanto eu observava a bunda enorme dela, a buceta inchada, os seios espremidos. Estava punhetando com meu pau na mão quando ouvi um gemido baixo vindo dela.

Ela se mexeu no sono, virou um pouco de lado. Uma perna ficou mais aberta, expondo ainda mais a buceta. Ela murmurou algo incoerente, o corpo tremendo levemente, como se estivesse sonhando.

Eu parei de me masturbar, o coração na garganta. Ela não acordou completamente, mas o movimento fez a camisola subir mais, revelando tudo.

Fiquei ali mais alguns segundos, pau latejando na mão, dividido entre o tesão insano e a culpa pesada que apertava o peito. Eu tinha abusado dela. Tinha deixado Allan participar. E agora estava ali, espiando ela dormir como um pervertido.

Antes que ela acordasse de verdade, recuei devagar e voltei para o meu quarto. Deitei na cama, o pau ainda duro, a cabeça girando.Não consegui dormir de novo. Fiquei olhando para o teto, sentindo o misto de desejo e vergonha me consumir.

Algum tempo depois, ouvi o barulho da porta do quarto dela se abrindo. Paula saiu, ainda sonolenta, vestida apenas com a camisola curta que usava para dormir. Ela passou pelo corredor sem me ver e foi para a cozinha.

Eu esperei mais uns minutos, depois levantei e fui atrás.

Quando entrei na cozinha, ela estava de costas, preparando café. A camisola subia um pouco, mostrando a curva inferior da bunda. Ela virou o rosto quando me ouviu.

— Bom dia… — murmurou, voz ainda rouca. — Dormiu bem?

Eu forcei um sorriso.

— Mais ou menos. E você?

Ela deu de ombros, servindo café para nós dois.

— Tô com uma dor de cabeça danada. Mas… ontem na praia foi bom, né? A gente precisava de um dia assim.

Sentamos à mesa. O clima estava estranho leve por fora, mas carregado por dentro. Ela não parecia lembrar de nada do que rolou com Allan na sexta à noite. Ou, se lembrava, fingia que não.

Enquanto tomávamos café, eu não conseguia parar de olhar para ela: os seios marcando a camiseta, as marcas roxas ainda visíveis no pescoço, o jeito como ela se mexia com dificuldade, como se o corpo inteiro doesse.

Ela percebeu que eu estava quieto.

— Você tá estranho hoje. Aconteceu alguma coisa?

Eu hesitei. Quase contei tudo. Mas as palavras não saíram.

— Nada não… só tô cansado.

Nós dois continuamos tomando café na cozinha em um silêncio estranho. Paula bebia devagar,os olhos um pouco inchados. A camisola que subia levemente nas coxas toda vez que ela se mexia na cadeira. Eu tentava não olhar.

Meu celular vibrou sobre a mesa. Era uma mensagem de Allan.

Allan:

“E aí, filhinho. Acordei agora. Tô destruído kkk. Como tá a Paula? Ela acordou bem? Depois me conta tudo…”

Eu li a mensagem rapidamente e guardei o celular sem responder na hora. Paula notou.

— Quem é? — perguntou ela, voz ainda rouca.

— O Allan.

Ela assentiu, sem muito interesse, e tomou mais um gole de café.

Depois do café, fizemos as coisas habituais de um domingo preguiçoso. Eu lavei a louça, arrumei um pouco a sala. Ela foi tomar banho. Quando ela saiu, estava com outra camiseta larga (dessa vez preta) e um shortinho de algodão curto que mal cobria a bunda. O cabelo loiro ainda úmido caía solto nas costas.

Eu me sentei no sofá da sala e liguei a TV em volume baixo, só para ter algum som no ambiente. Minha mãe terminou de se arrumar e veio se sentar ao meu lado, dobrando as pernas no sofá. A camiseta subiu um pouco, mostrando boa parte das coxas grossas.

Ficamos um tempo em silêncio, assistindo a um programa qualquer. Mas eu não conseguia me concentrar. Toda vez que ela se mexia, eu lembrava da noite de sexta: ela de quatro, gemendo, a buceta esticada ao redor do meu pau e do de Allan, a porra escorrendo. Meu pau começou a endurecer lentamente dentro da bermuda.

Paula percebeu que eu estava quieto e virou o rosto para mim.

— Você tá muito calado hoje. Tá tudo bem?

Eu forcei um sorriso.

— Tô sim. Só cansado.

Ela ficou me olhando por alguns segundos, depois suspirou.

— Olha… eu sei que você ficou preocupado comigo esses dias. Desculpa. Eu exagerei na bebida. Mas você também não pode exagerar, tá? Vi as garrafas ontem. Você ainda é jovem, não faz bem beber tanto assim. Mas se por algum acaso se for beber prefiro que seja em algum ambiente controlado.

Eu baixei os olhos, sentindo um aperto no peito. A culpa misturada com o tesão ainda latejava.

— Eu sei… — respondi baixo. — Vou tomar mais cuidado.

Ela esticou a mão e apertou meu joelho de leve, um gesto maternal.

— A gente tá bem, né? Eu não quero que a gente fique distante. Se tiver alguma coisa te incomodando, pode falar comigo.

Eu assenti, mas não disse nada sobre o que realmente estava me incomodando. O silêncio voltou, mas agora um pouco menos pesado.

Paula ficou mais um tempo no sofá, depois se levantou para ir ao quarto.

— Vou deitar um pouco. Ainda tô com dor de cabeça.

Ela saiu da sala. Fiquei mais um tempo sozinho no sofá, mexendo no celular sem muita vontade. A casa estava silenciosa. Abri o Instagram por hábito e, sem pensar muito, digitei o nome dela na busca.

O perfil dela apareceu. Era aberto.Eu nunca tinha olhado o Instagram dela antes ela não postava quase nada e eu nunca tinha me interessado. Mas agora, com tudo que estava acontecendo, cliquei.

O perfil era simples: poucas fotos, apenas três fotos publicadas. Poucos seguidores — menos de 200. O nome era apenas “Paula S.” com uma foto de perfil normal, sorrindo.

Rolei as fotos.

A primeira era recente: ela na praia, de biquini vermelho, mais comportado que estava usando no dia anterior. Ela estava de lado, sorrindo para a câmera, a bunda enorme ocupando boa parte da imagem.Mesmo o biquini sendo maior, ele desaparecia completamente entre as nádegas, deixando quase tudo à mostra. A legenda era simples: “Sol e mar ❤️”

A segunda foto era ainda mais ousada. Ela estava em um bar, sentada em um banco alto, pernas cruzadas, usando um vestido curto preto decotado. O vestido subia nas coxas, mostrando boa parte delas, e o decote era profundo, revelando o vale entre os seios. Ela sorria de lado, olhar provocante para a câmera. A foto tinha sido curtida por várias pessoas entre elas, Caio, Rafael e Davi. Os três tinham dado like e Caio tinha comentado: “🔥🔥”.

A terceira foto era a mais sexual. Ela estava em um quarto com iluminação baixa, deitada de lado na cama, usando apenas uma lingerie preta rendada. O sutiã mal cobria os seios pesados, e a calcinha fio dental marcava a curva da bunda. Ela olhava para a câmera com um olhar sensual, mordendo o lábio inferior. A foto tinha sido curtida por Caio, Rafael, Davi e mais uns dez homens que eu não conhecia. Caio tinha comentado: “Minha favorita 😈”.

Meu estômago revirou. O perfil era aberto. Qualquer um podia ver. E ela tinha postado aquilo.

Fiquei olhando as fotos por um longo tempo, o coração acelerado. O tesão veio misturado com uma raiva quente. Ver minha mãe posando daquele jeito, sendo curtida por Caio e os primos, sendo desejada por tantos homens… era demais.

Enquanto eu rolava as fotos novamente, ouvi o barulho da porta do quarto dela se abrindo. Guardei o celular rapidamente.

Paula apareceu na sala, ainda com a camiseta larga, cabelo solto. Ela parecia um pouco melhor, mas ainda cansada.

— Vou fazer um lanche. Quer alguma coisa? — perguntou ela, voz normal.

Eu balancei a cabeça.

— Não, obrigado.

Ela foi para a cozinha. Eu fiquei no sofá, o celular queimando na mão, as imagens das fotos ainda na cabeça.

Guardei o celular, levantei do sofá e fui até a cozinha. Ela estava de costas, cortando uma maçã na bancada. A camiseta larga subia um pouco nas coxas toda vez que ela se mexia.

— Mãe… — chamei, voz mais firme do que eu pretendia

Ela virou o rosto, surpresa com o tom.

— Que foi?

Eu respirei fundo.

— Eu vi o seu Instagram..

Eça parou de cortar a maçã. A faca ficou parada no ar por um segundo. Ela colocou a faca na bancada devagar e se virou completamente para mim.

— O perfil é aberto. Eu vi duas fotos. A da praia, a do bar, a de lingerie. Vi quem curtiu. Vi os comentários do Caio.

O silêncio que caiu foi pesado. Minha mãe baixou os olhos por alguns segundos, depois soltou um suspiro longo, cansado.

— Eu… não sabia que você olhava meu Instagram.

— Não olhava. Hoje olhei.

Ela encostou na bancada, cruzando os braços por baixo dos seios. A camiseta subiu um pouco mais nas coxas.

— Eu estava com a autoestima muito baixa — disse ela, voz baixa, quase envergonhada. — Depois que seu pai foi embora, eu me senti… invisível. Velha. Inútil. Comecei a postar aquelas fotos pra ver se alguém ainda me achava bonita. Pra sentir que eu ainda existia. Foi idiota. Eu sei.

Eu fiquei olhando para ela, o peito apertado.

— E o Caio? Os primos dele? Eles curtiram tudo. Comentaram. Você sabe disso, né?

Paula assentiu, sem levantar os olhos.

— Eu não sei mexer direito. Foi um erro. Eu me senti desejada… e acabei me deixando levar. Mas eu vou trancar e excluir o perfil agora. Hoje mesmo. Não quero mais isso.

Ela pegou o celular que estava na bancada, abriu o Instagram na minha frente e mudou a conta para privada e excluiu as três fotos. Depois me mostrou a tela.

— Pronto. Ninguém mais vai ver.

Eu não disse nada. O silêncio voltou. Ela me olhou, os olhos cansados.

— Desculpa se te magoei. Eu não queria que você visse aquilo. Eu só… tava me sentindo sozinha.

Ela saiu da cozinha e voltou para o quarto. Eu fiquei ali, sozinho, olhando para o lugar vazio onde ela estava.

Era meio-dia e pouco. O sol já estava forte. Paula saiu do quarto vestida de forma simples, mas que chamava atenção: uma blusa branca de alças finas, decotada o suficiente para mostrar o vale entre os seios, e uma saia jeans curta que mal chegava ao meio das coxas grossas. A saia era justa, marcando a bunda enorme e redonda. Nos pés, chinelos simples. O cabelo loiro estava solto, ainda um pouco úmido do banho anterior. Ela não estava maquiada, mas as marcas roxas no pescoço ainda apareciam levemente.

— Vamos ao mercadinho? — sugeriu ela. — Preciso comprar algumas coisas pra fazer almoço. Depois a gente pode passar um tempo juntos, só nós dois.

Eu aceitei. Saímos caminhando lado a lado pela rua. O sol batia quente. Paula andava com passos leves, a saia jeans curta balançando a cada passo, a bunda enorme chamando atenção de todos que passavam. Homens de todas as idades viravam o rosto: alguns discretamente, outros de forma descarada. Um rapaz que vinha de bicicleta quase perdeu o equilíbrio ao olhar. Um senhor mais velho parou no meio da calçada só para vê-la passar. Paula parecia não notar, ou fingia não notar, mas tinha um leve sorriso no rosto.

Chegamos ao mercadinho da esquina. Assim que entramos, o atendente um homem de uns 35 anos, moreno, barba bem feita cumprimentou com um sorriso largo.

— Bom dia! Em que posso ajudar?

Ele foi extremamente atencioso com ela. Acompanhou nós dois pelos corredores, perguntando se precisava de ajuda para pegar algo nas prateleiras mais altas, sorrindo o tempo todo. Quando Paula pegou uma garrafa de vodka na prateleira de bebidas, ele comentou:

— Boa escolha. Se quiser algo mais suave, tenho uma opção nova de vodka com limão. Quer que eu mostre?

Paula sorriu educadamente.

— Pode ser. Obrigada.

Enquanto ela escolhia as frutas (morangos, kiwi, limão), o atendente ficou perto, conversando sobre o tempo, sobre como o mercadinho estava movimentado aos domingos. Os olhos dele desciam discretamente para o decote e para as pernas dela. Quando ela se abaixou para pegar um pacote de batata no chão baixo, a saia subiu um pouco, revelando a curva inferior da bunda. O atendente olhou sem disfarçar.

Voltamos para o caixa. Ele passou os itens devagar, comentando:

— Vocês fazem um belo par mãe e filho. Aproveitem o domigo.

Ela agradeceu com um sorriso. Pagamos e saímos.

No caminho de volta para casa, eu carregava a maioria dos itens e ela carregava uma sacola leve e disse:

— Vou fazer um almoço gostoso. Frutas, salada, talvez uma carne. E comprei cerveja e vodka pra gente relaxar um pouco depois. Mas você vai beber comigo hoje, tá? Prefiro que você beba na minha supervisão. Não quero que exagere sozinho.

Eu assenti, sem muita escolha.

Chegamos em casa. Ela foi direto para a cozinha, colocou as compras na bancada e começou a preparar o almoço. Eu ajudei a guardar as coisas. O clima entre nós estava mais leve que nos dias anteriores, mas ainda havia uma tensão silenciosa.

Enquanto ela cortava as frutas, eu não conseguia parar de olhar para ela: a blusa decotada, a saia curta, o corpo que chamava atenção de todos na rua.

O almoço estava quase pronto quando ela virou para mim e sorriu.

— Vamos comer e depois relaxar um pouco. Só nós dois.

Eu assenti.

Depois do almoço, Ela lavou a louça enquanto eu arrumava a sala. O sol da tarde entrava pelas janelas, deixando o apartamento mais claro e quente. Quando terminamos, ela abriu a geladeira, pegou duas latas de cerveja gelada e uma garrafa de vodka pequena que tinha comprado, e colocou tudo na mesinha de centro.

— Vamos beber um pouco? — perguntou ela, com um sorriso leve. — Mas devagar, tá? Só pra relaxar.

Eu assenti. Sentamos no sofá, um ao lado do outro. Ela abriu uma lata de cerveja para mim e outra para ela, depois serviu um pouco de vodka com refrigerante em dois copos.

Tomamos o primeiro gole em silêncio. Paula deu um suspiro longo, recostou-se no sofá e olhou para o teto por um momento.

— Não acredito que já tô bebendo com o meu filho… — murmurou ela, nostálgica. — Parece que foi ontem que você era um menino pequeno correndo pela casa. O tempo passa tão rápido… Eu piscava e você já estava maior que eu.

Eu sorri de lado, tomando mais um gole.

— É… o tempo voa mesmo.

Ela virou o rosto para mim, os olhos um pouco brilhantes.

— Lembra quando você era criança e a gente fazia pipoca pra assistir desenho juntos? Eu achava que ia durar pra sempre. Hoje eu tô aqui, tomando cerveja com você… e você já é um homem. Às vezes eu me sinto velha.

— Você não tá velha, mãe. Você tá… linda — respondi, sincero, mas com a voz um pouco baixa.

Ela riu baixinho, um riso genuíno e nostálgico.

— Obrigada, filho. Você sempre foi fofo comigo.

Conversamos por um bom tempo. Falamos de várias coisas: de quando eu era pequeno e tinha medo de trovão, das viagens curtas que fizemos quando era pequeno, de como ela se sentia sozinha depois que meu pai foi embora, de como ela tentou ser forte por mim. Ela contou algumas histórias engraçadas da época em que era professora recém-formada e eu ainda era bebê. Eu contei sobre a escola, sobre Allan e Diogo, sobre como às vezes me sentia perdido.

Os dois estávamos felizes naquele momento. Havia uma leveza que fazia tempo não existia entre nós. Ela ria das minhas piadas, eu ria das lembranças dela. Bebíamos devagar ela mais devagar que eu, como se realmente quisesse controlar. De vez em quando ela tocava meu braço ou meu joelho, um gesto carinhoso e maternal.

O sol da tarde foi baixando devagar. A conversa fluía, leve e gostosa. Por alguns momentos, parecia que tudo estava normal só mãe e filho passando um domingo tranquilo juntos.

A tarde foi passando devagar. Nós dois continuamos bebendo no sofá, a conversa fluindo entre lembranças leves e silêncios confortáveis. Eu já estava levemente alcoolizado não bêbado, mas com a cabeça quente, o corpo solto e as inibições baixas. A cerveja e a vodca que ela tinha comprado faziam efeito, e eu me sentia mais corajoso, mais impulsivo.

Enquanto ela falava sobre uma viagem que tínhamos feito quando eu era criança, eu peguei o celular sem pensar direito. O tesão da noite anterior ainda latejava baixo, misturado com o álcool. Abri o WhatsApp e mandei uma mensagem para Allan:

Eu:

“Mano… pode rolar hoje de novo. Tô pensando naquilo o dia inteiro. Se você quiser vir mais tarde, ela tá em casa.”

Enviei sem reler. Assim que a mensagem foi enviada, meu coração acelerou. Eu me arrependi quase imediatamente, mas o álcool e a excitação não deixavam a culpa crescer o suficiente para apagar.

Allan respondeu rápido, com dois emojis de fogo:

Allan:

“Caralho, sério? Tô dentro. Chego umas 20h. Não fala nada pra ela ainda. Quero ver a reação dela kkk”

Guardei o celular rapidamente. Ela continuava falando, alheia a tudo, rindo de uma lembrança antiga. Eu forcei um sorriso, mas por dentro meu corpo estava quente, o pau semi-duro só de imaginar Allan chegando de novo e o que poderia acontecer.

A conversa entre nós continuou por mais algum tempo, leve e nostálgica. Ela tomou mais um gole pequeno de cerveja, eu tomei um maior. O álcool me deixava mais solto, mas também mais ansioso.

Por volta das 19h, Paula bocejou.

— Acho que vou tomar um banho e descansar um pouco antes do jantar. Tô cansada.

Ela se levantou, a camiseta larga subindo um pouco nas coxas, e foi para o quarto. Eu fiquei no sofá, olhando o celular, esperando a resposta de Allan ou qualquer sinal de que ele estava vindo.

Eu fui para o meu quarto, mas não era só para descansar. No fundo, eu tinha uma esperança boba e doentia de que ela pudesse voltar para mim de algum jeito como na noite anterior, mesmo que fosse errado. Deitei na cama, ainda levemente alcoolizado, o corpo quente, a cabeça girando com imagens dela.

Algum tempo depois, ouvi o barulho do chuveiro ligado. Fiquei esperando, o coração acelerado. Quando a porta do banheiro abriu, eu me levantei e fui até o corredor.

Paula saiu do banho completamente arrumada para sair.

Ela estava vestida de forma provocante: uma blusa preta decotada e justa que marcava os seios pesados, um decote profundo que mostrava o vale entre eles e parte das marcas roxas que ainda não tinham sumido totalmente. Uma saia curta, preta, colada nas coxas grossas e na bunda enorme, subindo perigosamente quando ela andava. Nos pés, sandálias de salto médio. O cabelo loiro estava solto e ondulado, maquiagem feita batom vermelho vivo, sombra escura, cílios bem marcados. Ela parecia outra pessoa: mais sensual, mais irresponsável, menos a mãe maternal de algumas horas atrás.

Eu senti um aperto forte no peito , com ciúmes misturado com ansiedade e tesão.

— Mãe… você vai sair? — perguntei, voz rouca.

Ela parou no corredor, ajustando a bolsa no ombro.

— Vou sim. Encontrar a Jéssica de novo. Só um pouco, não vou exagerar como antes.

Eu dei um passo à frente, o álcool ainda deixando minha voz mais direta.

— De novo? Você acabou de chegar destruída sexta. Agora vai sair de novo, toda arrumada assim? Isso não é igual ao que aconteceu antes?

Paula suspirou, mas o tom dela estava mais leve, quase despreocupado diferente da mãe mais maternal que tinha aparecido mais cedo.

— Relaxa. Eu já te disse que hoje não vou exagerar. Só vou conversar com ela, tomar uma coisa leve. Eu tô bem. Não precisa se preocupar

Eu insisti, a voz saindo mais alta do que eu queria:

— Mas você falou a mesma coisa ontem. E chegou em casa quase desmaiando. Eu vi o estado que você tava. Não quero que aconteça de novo.

Ela me olhou por um segundo, depois sorriu de lado, um sorriso que não chegava aos olhos.

— Eu sei que você se preocupa. Mas eu sou adulta. Sei o que tô fazendo. Hoje vai ser diferente. Prometo. Não vou beber tanto.

Ela se aproximou, deu um beijo rápido na minha testa e passou por mim em direção à porta.

— Não espera por mim pro jantar, tá? Qualquer coisa eu te mando mensagem.

Antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, ela abriu a porta e saiu. O salto batendo no corredor, a saia curta balançando, a bunda enorme chamando atenção mesmo de costas.

Fiquei parado na janela da sala, olhando para a rua. Alguns minutos depois, vi ela sair do prédio. Ela caminhou até a calçada e parou. Um carro escuro (um sedã preto com vidros fumê) parou ao lado dela. A porta do passageiro abriu. Ela entrou rapidamente. O carro arrancou e desapareceu na esquina.

Eu fiquei ali, olhando o lugar vazio onde o carro tinha parado. O ciúme apertou forte no peito.

Não demorou muito para a campainha tocar. Abri a porta.

Allan estava lá. Ele tinha se arrumado: regata branca justa que marcava o peito largo e os braços definidos, bermuda jeans escura e tênis branco. O cabelo loiro estava penteado para trás, ainda úmido do banho. Ele cheirava a perfume forte e tinha um sorriso ansioso no rosto.

— E aí, filhinho. Cadê ela? — perguntou ele, entrando sem esperar convite.

— Ela saiu — respondi seco.

Allan parou no meio da sala, o sorriso sumindo do rosto.

— Saiu? De novo? Porra… — Ele passou a mão no cabelo, visivelmente frustrado. — Eu vim aqui pra gente repetir aquilo de sexta. Tava louco pra ver ela de novo. E ela sai justo hoje?

Ele ficou com raiva. Andou de um lado para o outro na sala, apertando o pau por cima da bermuda, como se tentasse aliviar a frustração.

— Caralho, eu tava imaginando a gente os três de novo… ela toda molhada, gemendo… — murmurou ele.

Allan pegou o baseado que tinha trazido, acendeu e deu um trago longo. Depois ofereceu para mim.

— Fuma. Vai te acalmar.

Eu aceitei. Dei um trago fundo. A maconha era forte. Em poucos minutos eu já estava chapado a cabeça leve, o corpo quente, o tesão voltando misturado com a raiva.

Ficamos esperando. 21h… 22h… 23h. Ela não dava sinal de vida. Nenhuma mensagem, nenhuma ligação.

Allan estava cada vez mais impaciente. Ele andava pela sala, conversando, bebendo cerveja direto da lata, apertando o pau de vez em quando, visivelmente frustrado.

— Tá, já tô sem paciência. Vou embora. Se ela chegar, me avisa

Ele me deu um abraço rápido, ainda cheirando a maconha e cerveja, e saiu.

Fiquei sozinho no apartamento.

A maconha tinha batido forte. Eu estava bem chapado a sala girava levemente, o corpo quente, o pau meio duro sem motivo aparente. Deitei no sofá, olhando para o teto, a cabeça cheia de imagens: minha mãe entrando naquele carro escuro, a bunda dela balançando, o que ela poderia estar fazendo agora.

Levantei, fui até a cozinha e peguei a garrafa de vodka que ainda tinha sobrado na geladeira. Servi um copo cheio, quase até a borda, e voltei para o sofá. Tomei o primeiro gole grande. O líquido desceu queimando, quente na garganta. Tomei outro. E mais outro.

O álcool subiu rápido, misturando-se com o efeito residual da maconha. Fiquei muito bêbado e chapado. A sala parecia balançar devagar, o corpo pesado, a cabeça flutuando. Meu pau dava sinais aleatórios de excitação, latejando sem motivo aparente.

Peguei o celular com a mão trêmula e mandei mensagem para Paula:

Eu:

“Onde você tá? Já é tarde. Responde.”

Não teve resposta.Esperei alguns minutos. Nada.

Mandei outra:

“Mãe, responde. Tô preocupado.”

Silêncio.

O álcool e a maconha me deixaram num estado estranho: excitado, triste, raivoso e impotente ao mesmo tempo. Meu pau estava meio duro dentro da bermuda, mas eu nem tinha energia para fazer qualquer coisa com isso. O celular escorregou da minha mão e caiu no chão. Eu fechei os olhos, a cabeça girando forte, o corpo pesado.O apartamento estava escuro e silencioso.

Eu adormeci no sofá, completamente destruído pela mistura de vodka e maconha. O corpo pesado, a cabeça girando, o celular caído no chão ao lado. O sono foi profundo, sem sonhos, só um vazio escuro e quente.

Acordei com o barulho da chave na porta. Eram quase 2h da manhã. O apartamento ainda estava escuro, só a luz fraca do corredor entrando pela fresta.

A porta se abriu com dificuldade. Minha mãe entrou primeiro, cambaleando forte, quase caindo. Ela estava muito bêbada e parecia ter usado muita droga olhos vermelhos e vidrados, pupilas dilatadas, riso solto e descontrolado. A blusa decotada estava aberta, um seio quase escapando, a saia curta torta e subida nas coxas. Atrás dela entraram Caio e os dois primos.

Caio era magro, negro, cara de chapado, olhos vermelhos e semicerrados, sorriso torto e preguiçoso, gingando devagar como se o mundo fosse lento demais para ele.

Davi, 25 anos, negro, corpo de academia, braços largos e musculosos, camiseta justa preta marcando o peito definido. A pele negra brilhava de suor, o olhar firme, quase intimidador.

Rafael, 23 anos, moreno magro, estilo cantor de rap, tatuagens descendo pelos braços e pescoço, cabelo em tranças curtas, sorriso fácil e folgado, daquele tipo que sempre tem uma resposta pronta e engraçada.

Os três entraram como se a casa fosse deles. Minha mãe ria alto, tropeçando entre eles. Caio segurava ela pela cintura com uma mão, Rafael pelo outro braço, Davi fechando a porta atrás.

Caio olhou para mim no sofá e deu um sorriso debochado.

— Olha só o filhinho acordado. Tá curtindo a festa?

Davi foi direto para a mesa, pegou a garrafa de vodka que ainda tinha sobrado e serviu um copo para si mesmo, sem pedir.

— A gente trouxe tua mãe de volta. Ela tava devendo uma graninha pra gente… aquela coisinha branca que ela curte. Mas hoje ela pagou bem, né, Paula?

Rafael riu, apertando a bunda dela por cima da saia.

— Pagou com juros. Mas ainda falta um pouco, né? A gente vai cobrar depois.

Minha mãe riu grogue, tentando se equilibrar.

— Para… meu filho tá aqui…

Caio olhou para mim com desprezo.

— Relaxa, filhinho. A gente só trouxe ela pra casa.

Davi e Rafael terminaram a bebida, riram da cara de bêbado que eu tinha e saíram, batendo a porta. Caio ficou.

Ele se sentou no sofá ao meu lado, como se fosse dono do lugar, e olhou para Paula, que ainda cambaleava no meio da sala.

— E aí, professora? Vai me servir ou vai ficar babando?

Minha mãe riu, mole, e tentou dar um passo, mas quase caiu. Caio não se levantou para ajudar. Só ficou olhando, com aquele sorriso torto de quem sabia que tinha o controle.

Eu estava destruído. O álcool e a maconha tinham me deixado em um estado pesado, lento, a cabeça girando devagar, o corpo quente e sem força. Sentado no sofá, eu olhava para minha mãe e mal a reconhecia.

Não parecia mais a mesma mulher de algumas horas atrás aquela que tinha feito café, falado sobre o tempo na praia e tentado ser maternal. Agora ela estava ali, estava com Caio e os primos, rindo de forma solta e estúpida, o corpo mole e descontrolado. A blusa decotada aberta, os seios quase saltando, a saia curta subida nas coxas, a calcinha preta aparecendo. Ela parecia uma puta completa, sem vergonha, sem controle. Era como se a mãe que eu conhecia tivesse desaparecido e restasse só isso: uma mulher que se deixava usar, que ria enquanto era humilhada.

Caio tirou um baseado grosso do bolso, acendeu e deu um trago longo.Depois olhou para mim com desprezo.

— Fuma, filhinho. Não vai ficar de fora não.

Ele se aproximou, segurou meu queixo com uma mão e enfiou o baseado na minha boca. Eu tentei recusar, mas ele pressionou.

— Fuma, porra. Não seja viadinho

Eu dei um trago forçado. A fumaça desceu pesada. Em poucos segundos o efeito subiu ainda mais forte, misturando-se com o álcool. F

Fiquei ainda mais chapado, a visão borrada, o corpo pesado, o tesão latejando de forma doentia.

Caio passou o baseado para Paula. Ela pegou e fumou como se fosse normal, dando tragos fundos, tossindo e rindo depois. Os olhos dela ficaram ainda mais vidrados.,

Ele então pegou o controle da tv sala, conectou no youtube e colocou uma playlist de funk proibidão, batida rapida, grave forte, letra explícita sobre putaria, buceta, cu e sexo sem limites. A sala inteira pulsou com o som sujo.

Minha mãe, muito alterada, riu alto e tentou dançar, mas estava tão bêbada que mal conseguia ficar em pé. Ela deu dois passos e caiu sentada no chão da sala, bem no meio, entre o sofá e a mesa de centro.

Sentada no chão, pernas abertas de forma obscena, a saia curta subida até a cintura, a calcinha rosa de renda completamente à mostra, grudada na buceta inchada. A blusa decotada aberta, um seio quase todo exposto. Ela ria, a cabeça pendendo, o corpo mole balançando levemente no ritmo da música, como se não tivesse noção do que estava fazendo.

Caio olhou para ela sentado no chão e riu, debochado.

— Olha só pra isso… a professora sentada no chão como uma cachorra.,

Paula murmurou algo incoerente, rindo, os olhos quase fechando.

Eu não aguentei mais. O álcool, a maconha e o nojo subiram de uma vez. Levantei do sofá cambaleando e corri para o banheiro. Mal cheguei na pia e vomitei tudo a vodka, a cerveja, o lanche que tinha comido mais cedo. O corpo inteiro tremia. Fiquei ali um tempo, apoiado na pia, respirando pesado, a cabeça girando, o gosto amargo na boca.

Quando voltei para a sala, ainda tonto e com o corpo fraco, a cena que encontrei me acertou como um soco.

Minha mãe estava sentada no colo de Caio, de frente para ele. A saia curta estava toda subida, mas a roupa continuava no corpo a blusa decotada aberta no colo, a calcinha de renda rosa visível. Ela roçava devagar a buceta por cima da calcinha contra a calça dele, era percepitível que estava de pau duro pressionando o tecido fino da renda. O movimento era lento, mole, descoordenado, mas claramente sexual. A calcinha rosa de renda estava escura de umidade, grudada nos lábios grandes da buceta.

Caio segurava a bunda enorme dela com as duas mãos, guiando o roçar, apertando a carne com força. Ele olhou para mim quando entrei na sala e sorriu com desprezo.

— Olha só quem voltou do banheiro. Vai pro teu quarto, filhinho. Deixa os adultos brincarem.

Eu fiquei parado na entrada da sala, as pernas fracas, sem me mexer.

Caio riu baixo, ainda fazendo minha mãe roçar nele. A calcinha rosa de renda deslizava para cima e para baixo sobre a calça dele, deixando um rastro úmido.

— Não ouviu? Vai pro quarto. Ou quer ficar aí assistindo tua mãe se esfregar no meu pau?

Paula gemeu rouco, o corpo balançando devagar no colo dele, a cabeça pendendo para o lado, olhos semicerrados. A calcinha rosa estava visivelmente molhada, o tecido fino marcando os lábios inchados da buceta.

Caio apertou a bunda dela com mais força e olhou para ela.

— Fala pra ele, vadia. Manda teu filho ir pro quarto. Ou quer que ele veja como você gosta de levar pau.

Paula, voz embolada e grogue, murmurou quase sem força:

—Filho.... vai pro quarto… por favor…

Eu continuei parado, não obedeci. O álcool e a maconha me deixavam lento, mas a humilhação e o tesão me mantinham ali.

Caio riu, debochado, e deu um tapa forte na bunda dela por cima da saia.

— Olha só… nem o próprio filho obedece mais. Continua roçando, vai. Mostra pra ele como a mãe dele é puta quando tá cheia de porra de três.

Minha mãe continuou o movimento lento e mole, a calcinha rosa de renda esfregando contra o pau dele, gemendo baixinho, o corpo tremendo de vez em quando.

Caio olhou para mim novamente, o sorriso cruel se alargando enquanto apertava a bunda dela.

— Pode ficar aí assistindo se quiser. Mas não atrapalha. Hoje tua mãe vai sentar direitinho no meu pau de novo…

De repente, Caio deu um tapa na bunda dela, te a empurrou para o lado no sofá. Minha mãe caiu de lado, gemendo baixinho, as pernas abertas, a calcinha rosa de renda toda encharcada e grudada nos lábios grandes da buceta.

— Vou no banheiro — disse Caio, seco, levantando e fechando a calça. Ele saiu da sala sem olhar para mim.

Eu aproveitei o momento. Sentei no sofá com dificuldade, ainda bêbado e chapado, e me aproximei de Paula.

— Mãe… para com isso. Isso não tá certo. Você tá bêbada, drogada… ele tá te usando. Vamos parar, por favor.

Paula estava totalmente entregue ao prazer. Os olhos semicerrados, o corpo mole e quente, a respiração pesada. Ela nem parecia me ouvir direito. A buceta inchada pulsava visivelmente, a calcinha rosa de renda escura de umidade. Ela murmurou algo incoerente, o quadril se mexendo levemente no sofá, como se ainda sentisse Caio dentro dela.

— …mais… — gemeu ela baixinho, voz rouca e distante, sem olhar para mim. O corpo tremia de leve, entregue ao tesão residual, como se o mundo ao redor não existisse

Antes que eu pudesse dizer mais alguma coisa, Caio voltou do banheiro.Ele se aproximou, segurou minha mãe pelos cabelos loiros e puxou a cabeça dela para trás. Depois deu um tapa médio no rosto dela, não muito forte, mas o suficiente para fazer a cabeça balançar.

— Acorda um pouco, vadia. Olha pro teu filho. Ele tá tentando te proteger.

Ela gemeu, os olhos ainda desfocados, mas o corpo reagiu ao tapa o quadril se mexeu de novo, a buceta pulsando.

Caio riu, olhando para mim.

— Tá vendo? Ela nem liga pra você. Tá toda molhada só de lembrar do meu pau. Vai pro teu quarto. Deixa os adultos brincarem.

Caio deu um tapa forte na bunda dela de lado.

O som ecoou na sala. A mão dele acertou em cheio uma das nádegas enormes de Paula, fazendo a carne pesada tremer violentamente.

Ela soltou um gemido rouco de surpresa e dor;

— Levanta — ordenou Caio, voz baixa e agressiva. — Fica de pé e dança pra gente. Rebola essa bunda gorda enquanto eu termino de fumar.

Minha mãe, muito bêbada e drogada, tentou obedecer. Levantou-se cambaleando, as pernas tremendo, a saia curta toda subida. Caio deu outro tapa forte na bunda dela, fazendo ela gemer e dar um passo desajeitado.

— Dança. Não fica parada aí.

Ele se levantou, tirou a calça e a camiseta, ficando só de cueca preta justa. Caio era um ano mais velho que eu, mas o corpo magro e negro contrastava com o pau que marcava a cueca de forma impressionante muito maior e mais grosso que o do que o meu. O volume era pesado, longo, a cabeça grossa empurrando o tecido, criando um contorno obscenamente grande e intimidante.

Caio sentou de novo no sofá, acendeu o baseado e deu um trago longo, soltando a fumaça devagar enquanto olhava para ela.

— Rebola. Mais devagar. Mostra pra teu filho como você dança quando quer provocar macho.

Paula tentou dançar. O corpo mole balançava descoordenado, a saia subindo e descendo, a bunda enorme tremendo a cada movimento. Caio dava tapas ritmados na bunda dela toda vez que ela diminuía o ritmo tapas fracos, mas que faziam a carne pesada sacudir e deixavam marcas vermelhas na pele clara.

— Isso… rebola mais. Olha como essa bunda gorda balança. Tua mãe dança melhor quando tá cheia de porra.

O corpo dela, mole e descoordenado por causa do álcool e das drogas, tentava seguir o ritmo pesado do funk proibidão que tocava no som. Os quadris se mexiam de forma lenta e pesada, a bunda enorme balançando com um peso quase hipnótico. A cada movimento, as nádegas grossas subiam e desciam, a carne tremendo em ondas suaves, a calcinha rosa de renda desaparecendo completamente entre as nádegas, engolido pela bunda farta. A saia curta subia e descia, revelando flashes da calcinha molhada, grudada nos lábios grandes da buceta inchada.

Ele puxou a calcinha rosa de renda para o lado com dois dedos, expondo completamente a buceta inchada e brilhando.

— Olha como a buceta da tua mãe tá molhada só de dançar pra mim. Fala em voz alta: “A buceta da minha mãe tá molhada pra caralho.

Respondi, chapado e humilhado, murmurou com a voz tremendo:

— A… a buceta da minha mãe tá molhada pra caralho…

Ele continuou fumando, dando tapas ritmados na bunda enquanto Paula dançava desajeitada, a buceta exposta, o corpo tremendo a cada tapa.

Eu estava hipnotizado. O tesão era tão forte que doía. Ver a bunda dela tremendo, a calcinha rosa grudada na buceta molhada, o jeito como ela rebolava desajeitada e submissa para Caio… era a coisa mais excitante e humilhante que eu já tinha visto. Eu me odiava por estar gostando. Me odiava por estar de pau duro enquanto via minha própria mãe ser tratada como uma vadia na minha frente.

De repende a musica parou para exibir um anúncio, ela murmurou algo incoerente e foi andando devagar em direção à cozinha, segurando na parede para não cair. A saia curta estava torta, a blusa decotada aberta no colo, a calcinha rosa de renda aparecendo a cada passo instável.

Eu estava sentado no sofá com a sala girava levemente, o corpo pesado, a cabeça quente.

Caio com o baseado na boca viu Paula indo para a cozinha e se levantou devagar, com aquele sorriso torto no rosto. Ele foi atrás dela em silêncio.

Minha mãe chegou na bancada da cozinha e se apoiou nela com as duas mãos, tentando se equilibrar. A cabeça baixa, o corpo balançando. Caio se aproximou por trás, colou o corpo magro contra as costas dela e segurou a cintura com as duas mãos.

Ele começou a roçar devagar de cueca. O pau dele, já duro, pressionava contra a bunda enorme dela por cima da saia curta. Ele inclinou o rosto perto do ouvido dela e murmurou coisas baixas que eu não conseguia ouvir da sala palavras sujas, ordens, provocações. Ela gemeu baixinho, o corpo tremendo, mas não tinha força para se afastar.

Caio continuou roçando, apertando a bunda dela com as mãos, o quadril se movendo devagar contra ela. Depois de um tempo, ele abriu a cueca e tirou o pau para fora escuro, magro mas longo, com a cabeça grossa e roxa, veias aparentes. Estava completamente duro, latejando, maior do que eu esperava para o corpo magro dele.

Ele puxou a calcinha rosa de renda para o lado com dois dedos, expondo a buceta inchada e molhada de Paula. Segurou o pau pela base e esfregou a cabeça grossa na entrada dela algumas vezes.

Paula tentou sair, murmurando algo fraco:

— Não… para…

Mas não tinha força. As pernas tremiam, o corpo mole se apoiando na bancada.

Caio empurrou devagar. A cabeça do pau abriu os lábios grandes e entrou. Ele meteu tudo de uma vez, até o fundo, com uma estocada única. Paula soltou um gemido rouco e longo, o corpo se curvando sobre a bancada.

Caio segurou a cintura dela com as duas mãos e começou a meter devagar, mas fundo, o pau escuro entrando e saindo da buceta dela. O som molhado era claro até na sala.

Eu estava sentado no sofá, vendo tudo via claramente: Caio atrás dela, o pau longo e grosso metendo na buceta da minha mãe enquanto ela se segurava na bancada, gemendo rouco, o corpo mole balançando a cada estocada.

Caio olhou para mim por cima do ombro dela, com um sorriso cruel e satisfeito, e continuou fodendo ela devagar, como se quisesse que eu visse cada detalhe.

Levantei do sofá cambaleando, o corpo pesado pelo álcool e pela maconha, a cabeça girando.

— Para com isso! — gritei, voz rouca e embargada. — Sai de cima dela! Isso não tá certo

Caio parou de meter por um segundo, ainda com o pau enterrado na buceta de Paula. Ele virou o rosto para mim, o olhar frio e cruel. Sem dizer uma palavra, ele puxou o pau para fora dela com um som molhado, deu dois passos rápidos na minha direção e me deu um soco forte no rosto.

O golpe foi seco, violento. Minha cabeça virou para o lado, o rosto queimando. Eu cambaleei para trás e caí sentado no sofá novamente, atordoado.

— Cala a boca, filhinho — rosnou Caio, voz baixa e ameaçadora. — Isso não é da tua conta

Ele voltou para Paula, que ainda estava apoiada na bancada, gemendo baixinho, o corpo mole. Caio segurou ela pela cintura com força, virou ela de frente para ele e a levantou no colo como se ela não pesasse nada. As pernas dela se abriram instintivamente ao redor da cintura dele. O pau duro de Caio, ainda brilhando de lubrificação, pressionava contra a buceta dela por baixo da saia subida.

Sem dizer mais nada, Caio começou a andar em direção ao quarto dela, carregando Paula no colo. O pau dele, longo e escuro, roçava na entrada da buceta dela a cada passo, a cabeça grossa quase entrando novamente

Minha mãe gemeu rouco, a cabeça pendendo no ombro dele, os braços moles ao redor do pescoço dele.

Eu tentei me levantar do sofá para impedir, mas o corpo não obedecia direito. O soco, o álcool e a maconha me deixaram tonto e lento. Consegui dar apenas dois passos antes de cair de joelhos no chão da sala.

Ele entrou no quarto com minha mãe no colo, fechando a porta atrás deles com um chute.

Eu deitei no chão da sala, o rosto ardendo do soco, o coração disparado.

Do quarto veio o primeiro som.

Um gemido rouco e longo de minha mãe profundo, quase animalesco. Depois o barulho molhado e ritmado de estocadas: o som da carne batendo contra carne, o pau de Caio entrando e saindo da buceta dela com força. A cama começou a ranger, primeiro devagar, depois mais rápido e violento.

Eu me arrastei até o sofá e me sentei, o corpo pesado demais para ficar em pé. O som vinha claro através da porta fechada:

— Ahh… mais… — gemia Paula, voz embolada, cheia de tesão inconsciente.

Caio ria baixo, rouco, entre as estocadas.

— Isso… toma meu pau, vadia. Rebola essa bunda gorda pra mim.

O ritmo acelerou. A cama batia contra a parede em um compasso constante e brutal. Os gemidos de Paula ficavam mais altos, mais desesperados, misturados com o som molhado e obsceno da buceta sendo fodida com força. De vez em quando ouvia-se um tapa o som da mão de Caio acertando a bunda enorme dela.

— Rebola mais… isso… tua buceta tá apertando pra caralho… — rosnava Caio.

Minha mãe respondia com gemidos longos e roucos, o corpo claramente reagindo mesmo ela estando grogue e quase inconsciente. A cama rangia cada vez mais forte, o ritmo ficando selvagem.

Eu estava deitado no sofá, as mãos tremendo, o pau latejando dentro da bermuda. O tesão era insano, misturado com uma humilhação tão profunda que doía no peito. Ouvir minha própria mãe gemendo daquele jeito, sendo fodida por Caio no quarto ao lado, enquanto eu não conseguia fazer nada… era demais.

Os gemidos dela ficaram mais agudos, quase chorosos. A cama batia contra a parede com força.

— Isso… goza pra mim, puta… — grunhiu Caio.

Ela soltou um gemido longo e trêmulo, o corpo claramente gozando. O som molhado aumentou por um instante, depois Caio gemeu alto, o ritmo ficando irregular enquanto ele gozava dentro dela.

Depois disso, os sons diminuíram. Apenas respirações pesadas, o rangido da cama quando eles se mexiam, e alguns gemidos baixos dela, como se ela ainda estivesse sentindo os últimos espasmos.

Eu fiquei ali, sentado no sofá, ouvindo tudo. O álcool e a maconha me deixavam lento, a cabeça pesada. Os sons do quarto continuavam — murmúrios baixos, o barulho de corpos se mexendo, outro gemido rouco de Paula.

Meus olhos foram fechando devagar. O cansaço, a bebida e o choque eram demais. Eu adormeci ali mesmo no sofá, o corpo caído de lado, ainda ouvindo os sons abafados do quarto enquanto o sono me puxava para baixo.

A última coisa que registrei foi um gemido longo e satisfeito de minha mãe, seguido da risada baixa e rouca de Caio.

Depois, só o escuro.

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