A Vizinha Curiosa

Um conto erótico de Freud Sincero
Categoria: Heterossexual
Contém 2044 palavras
Data: 31/03/2026 12:53:10

Os gritos que ecoavam do nosso apartamento despertaram mais do que a preocupação da vizinha nova. Despertaram uma curiosidade que a levaria para dentro do nosso quarto, com uma regra muito clara e quase impossível de cumprir.

Este é um dos clássicos do nosso diário, uma aventura que define a espontaneidade da nossa vida com a Martha e, por isso, faz parte da Seleção Especial que compartilhamos aqui. É uma história sobre o poder do voyeurismo, sobre testar limites e o que acontece quando a curiosidade fala mais alto. Será que ela conseguiu apenas... assistir?

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Martha está entediada com o filme que assistem na sala. Para passar o tempo, ela começa a acariciar o cacete de Freud sobre a bermuda. Ele reage:

-Não gostou do filme, Martha?

-Tá chato…

-Quer que mude?

-Não, pode deixar…

O ritmo do filme não muda e o cacete reage às carícias. Martha olha para o volume na bermuda e faz um pedido:

-Tire a bermuda.

Freud troca o filme por música, tira a bermuda e assume o comando:

-Chupe meu pau, putinha!

-Não quero ser putinha hoje. Quero ser namoradinha…

Freud acaricia os cabelos loiros e sorri para ela. O beijo é demorado. Ele segura firme seus cabelos pela nuca, afasta o rosto dela do seu e comanda, com mais firmeza:

-Chupa!

Ela reclama, mas obedece:

-Namoradinha, eu disse…

Ela passa a língua pelo cacete e acaricia as bolas com as mãos. Abre a boca e enfia a cabeça na boca. Tenta engolir inteiro. Capricha no boquete. Ele geme:

-Namoradinha não engole o cacete todo…

Ela tira o pau da boca e responde:

-Hoje eu sou namoradinha! Já falei!

Freud se levanta e é firme:

-Eu vou beber água. Quando eu voltar da cozinha, quero te encontrar com sua joia na bunda, sem roupas e de quatro no sofá, pronta para eu te comer.

Ele se dirige à cozinha e a ouve saindo da sala. Ele espera alguns minutos e volta para a sala. Martha está como ele pediu e com uma surpresa: o cinto de couro dobrado em cima do sofá. Freud sorri.

-Muito bem. Gosto quando minha putinha obedece.

Freud passa as mãos na bunda dela. Sabendo o que vem pela frente, ela se prepara:

-Devagar.

Ele não dá ouvidos e bate. Um tapa de cada lado. Firme, forte, ritmado. São mais de vinte tapas. Ao estalo dos tapas se juntam os gemidos e gritos dela.

-Ai, tá doendo! Devagar! Calma! Ai minha bunda!

Freud pega o cinto e passa sobre as costas dela. Ela se arrepia. As cintadas estalam na sua bunda. Os gritos agora são mais altos que a música.

-PUTA QUE PARIU! MINHA BUNDA TÁ DOENDO! DEVAGAR!

Sua buceta está molhada, Freud sente quando passa a mão. Ele direciona o cacete e penetra de uma vez. Ela reage:

-Ai! Assim machuca! Devagar! Assim eu não aguento!

Ele mantém o ritmo do vai e vem, alternando as cintadas em sua bunda. Ela não resiste:

-EU VOU GOZAR! EU TÔ GOZANDO!!!!

Com o cacete enfiado até o fundo, ele sente seus tremores de prazer. Freud retira o plugue e mira o pau no seu rabinho. Ela reage, enquanto liga seu sugador.

-Passa gel.

-Hoje não precisa. Você aguenta!

A penetração é dolorosa e os gritos sobem de volume. Ela pede:

-QUERO LEITINHO NO MEU RABO! ENCHE MEU RABO DE PORRA!

Com o tesão nas alturas, ele atende:

-Sente meu cacete inchando, sente! Vou gozar na sua bunda! Ah, tô gozando! Que delícia!

Ele se joga no sofá. Ela se levanta. A caminho do banheiro, mostra sua preocupação:

-Acho que exagerei. Os vizinhos devem ter ouvido meus gritos.

-Você vai virar assunto no grupo do condomínio.

Na cama, depois do banho, prontos para dormir, Martha avalia:

-Hoje você me bateu muito forte.

-Você aguentou.

-Sim, foi bom. Mas quase falei a palavra de segurança.

Acariciando seus cabelos, ele reconhece o esforço dela:

-Foi uma delícia. Você está cada dia melhor! Te amo.

-Também te amo. Boa noite, querido.

Na manhã seguinte, Martha encontra a nova vizinha esperando o elevador.

-Bom dia, Patrícia.

-Bom dia, Martha.

O elevador chega e elas entram. A vizinha questiona:

-Você está bem, Martha? Precisa de alguma ajuda?

-Estou ótima, querida. Tive uma noite ótima ontem.

-Eu não pude deixar de ouvir. Fiquei até preocupada…

-Ah, vizinha, não se preocupe. Eu apanhei, sim, mas foi consensual.

-Eu imaginei, até por isso não fiz nada ontem. Só queria ter certeza.

-Obrigado, amiga. Feliz de ter uma vizinha cuidadosa.

-E curiosa! Um dia você me conta sobre essas surras consensuais…

O elevador chega ao térreo e Martha convida:

-Eu vou tomar café na padaria. Me acompanha? Daí te conto sobre as surras. Ou está atrasada?

-Não tenho muito tempo, mas te acompanho sim. A curiosidade é grande.

As duas dirigem até a padaria.

Sentadas à mesa, Martha resume sua relação com Freud:

-Somos namorados. Ele mora em outra cidade. Nossa relação é aberta e adoramos explorar nossos limites. O fetiche dele é bater na bunda. E eu aprendi a gostar. Ontem foi uma surra mais intensa, por isso gritei tanto.

-E não dói, amiga? Pelos gritos, acho que dói.

-Claro que dói! E dá um tesão danado! Ontem eu cheguei perto de usar a palavra de segurança.

-Eu vi num filme. Se você falar, para tudo, né?!

-É isso. Tô vendo que não sou só eu que gosta desse tipo de filme, né?!

-Ah, Martha. Me pegou! Sim, eu gosto. Mas estou só na teoria. Não tenho a sua prática. Meu ex-marido não se empolgava com isso.

-Foi por isso que se separou?

-Não. A gente se dava bem na cama. Claro, sempre há algo a ser ajustado, mas não foi isso. Foram nossas divergências em relação ao crescimento pessoal. Sou ambiciosa, quero crescer, viajar, conhecer o mundo. Ele passou num concurso público e parece que chegou ao ápice da carreira. Seu sonho é se aposentar. Não tivemos filhos e terminamos numa boa.

-Faz tempo?

-Seis meses. E há dois meses me mudei para cá, promovida pela empresa. Uma boa oportunidade de recomeçar.

-E os contatinhos? A cidade tem seus encantos…

-Martha, ainda estou sem sexo desde que me separei, acredita?!

-Nossa, amiga. Eu não conseguiria.

-É claro que sinto falta! Mas priorizei a mudança. A conversa sobre a promoção começou logo que me separei e fiquei focada em oficializar o divórcio, vender o nosso apartamento e fazer a partilha. Aqui, equipe nova, cidade nova, ainda estou me ambientando.

-E vai procurar um novo marido?

-Talvez. Mas não agora. Semana passada me inscrevi num aplicativo e estou conversando com algumas pessoas. Ainda não me senti segura para um encontro, mas logo vai acontecer.

-E gostou do que ouviu ontem?

-Gostei! Vocês deram um show! Queria ser uma mosquinha para assistir, confesso.

-A gente gosta de plateia. Quer nos ver hoje à noite?

A amiga quase derruba o café.

-Nossa, é sério isso?!

-Sério. Já viu alguém transando?

-Já, mas sem querer. Entrei no quarto da pousada quando a amiga estava com o peguete no Carnaval. Mas saí logo e esperei eles terminarem. Assistir, assim, ao vivo, nunca.

-Quer?

Patrícia termina o café devagar, deixando Martha em suspense.

-Quero. Mas não sei como funciona.

-Bata na porta às nove em ponto. Deixe o resto comigo.

-Tu é doida, vizinha!

Martha entra em casa e Freud a recebe na porta:

-Como foi o seu dia, querida?

-Tudo bem no trabalho, querido. Mas fiz uma loucura com a nossa vizinha.

-O que você aprontou, Martha?

-Eu a convidei para assistir nossa transa de hoje, Freud.

-Ué?! Eu nem estava sabendo da nossa transa de hoje e já tem até plateia?

-Até parece que não me come todos os dias, né?! Sim, tem plateia. Combinei às nove.

-Eita que tem até hora marcada!

O casal se prepara. Martha capricha no banho, se perfuma, espalha creme pelo corpo e coloca uma lingerie de renda preta que Freud adora. Ele aproveita o banho e se depila. Às nove em ponto, batidinhas na porta.

-Patrícia, esse é o Freud.

Eles se cumprimentam e Martha percebe o nervosismo da amiga.

-Freud, abre um vinho pra gente. Amiga, senta aqui, vamos conversar um pouco.

A amiga senta e dispara:

-Então foi nesse sofá?

-Sim, foi aqui que ele arregaçou minha bunda ontem.

As duas caem na risada. Freud volta com o vinho e puxa o brinde:

-Saúde! Às nossas aventuras!

Depois de alguns goles e amenidades, Martha entra no assunto:

-Patrícia, você pode nos assistir, desde que cumpra algumas regrinhas.

-Ah, tem regras?! Quais são? Deixa eu avaliar…

-A primeira é que você só pode assistir. Não pode tocar em nós e nem se tocar. Hoje é só para treinar seu lado voyeur.

-Essa é fácil. Qual a próxima?

-A segunda é que se você quebrar a primeira, o Freud fará com você o que estiver fazendo comigo na hora.

-Eita que agora ficou difícil! E o que mais?

-Só isso. Vamos?

Patrícia serve mais vinho na taça, toma de um gole só e responde:

-Vamos!

O ar-condicionado ligado deixa o quarto com o clima bem agradável. Um abajur à meia luz completa o ambiente. Freud acende um incenso e coloca a playlist do casal tocando baixinho.

Martha aponta a poltrona virada para a cama.

-Pode se sentar ali, vizinha. Relaxe e aproveite.

Patrícia se senta. Freud abraça Martha, retira seu vestido e a deita na cama, de bruços, com a cabeça voltada para a poltrona. Ele tira a camiseta, a calça jeans e se senta sobre as pernas dela, com um óleo nas mãos. O silêncio no quarto só é quebrado pela música suave. Patrícia assiste em absoluto silêncio.

Freud massageia Martha, espalhando o óleo pelo seu corpo. Dedica um bom para massagear seus pés. Quando ela está bem relaxada, Freud pega o plugue e o lambuza com gel. Ele puxa a calcinha dela para o lado e olha para Patrícia, antes de enfiar. Ela o encara, morde os lábios e mantém o silêncio. Freud enfia e Martha reage:

-Ai, Freud! Enfiou forte! Doeu!

Ele ajeita a calcinha e pega o cinto. As cintadas na bunda ecoam pelo quarto. Patrícia acompanha, quase sem piscar. Sente que seus batimentos estão acelerados e que sua calcinha está molhada. E mantém o combinado.

Martha fez sua parte no show, com gritos e gemidos. Freud a coloca de quatro e tira sua calcinha. Ele passa gel em seu cacete, alisando e olhando para Patrícia. Filho da puta!, ela pensa. Freud mete em Martha e pressiona seu rosto no colchão. Ela abre os braços, encosta o rosto e os peitos na cama, enquanto mantém a bunda empinada. Patrícia se delicia com aquela visão. Martha anuncia seu orgasmo:

-Eu vou gozar! Tá muito gostoso! Mete, mete forte!! TÔ GOZANDO!!!

Freud se delicia com os tremores da amada e retira seu cacete de dentro dela. Aproveita para retirar o plugue, sob o olhar atento de Patrícia. Ele passa mais gel no pau e aponta para o rabo da Martha. Ela pega o sugador e pede:

-Devagar, Freud. Minha bunda está doendo de ontem.

Ele olha para Patrícia. Segura o cacete e enfia no rabo dela. Faz isso devagar, mas com firmeza. E sempre olhando para Patrícia. Freud começa o entra e sai no rabo de Martha. A vizinha não resiste, levanta e enfia a mão dentro da saia, se tocando. Quando Martha vê, Patrícia reage:

-Ops…

______________________________

E com um simples 'Ops...', a regra foi quebrada. Imagino o turbilhão de pensamentos passando pela cabeça da nossa vizinha – e pela sua. O que acontece agora?

A resposta para essa pergunta, assim como a continuação dessa e de centenas de outras noites, está guardada no nosso diário completo. Aqui, vocês têm um vislumbre, uma Seleção Especial das nossas aventuras. Mas é no nosso site oficial que a história continua, sem cortes, na ordem cronológica em que tudo aconteceu.

Decidimos manter o acervo integral lá por uma questão de intimidade e organização. É o nosso espaço, onde o diário da nossa vida a dois (e às vezes a três...) é contado do início ao fim.

https://aventurasdefreudemartha.com/casa

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Foto de perfil de Freud SinceroFreud SinceroContos: 45Seguidores: 9Seguindo: 27Mensagem O Freud Sincero. Autor do blog Aventuras de Freud e Martha. Aqui na Casa dos Contos, publico uma Seleção Especial dos nossos clássicos e rapidinhas. O Diário Oficial, com a cronologia completa, centenas de aventuras e os relatos inéditos da semana (sem censura), é exclusivo do nosso site. Acesse aventurasdefreudemartha.com/casa para destravar a coleção total gratuitamente.

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