Os gritos que ecoavam do nosso apartamento despertaram mais do que a preocupação da vizinha nova. Despertaram uma curiosidade que a levaria para dentro do nosso quarto, com uma regra muito clara e quase impossível de cumprir.
Este é um dos clássicos do nosso diário, uma aventura que define a espontaneidade da nossa vida com a Martha e, por isso, faz parte da Seleção Especial que compartilhamos aqui. É uma história sobre o poder do voyeurismo, sobre testar limites e o que acontece quando a curiosidade fala mais alto. Será que ela conseguiu apenas... assistir?
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Martha está entediada com o filme que assistem na sala. Para passar o tempo, ela começa a acariciar o cacete de Freud sobre a bermuda. Ele reage:
-Não gostou do filme, Martha?
-Tá chato…
-Quer que mude?
-Não, pode deixar…
O ritmo do filme não muda e o cacete reage às carícias. Martha olha para o volume na bermuda e faz um pedido:
-Tire a bermuda.
Freud troca o filme por música, tira a bermuda e assume o comando:
-Chupe meu pau, putinha!
-Não quero ser putinha hoje. Quero ser namoradinha…
Freud acaricia os cabelos loiros e sorri para ela. O beijo é demorado. Ele segura firme seus cabelos pela nuca, afasta o rosto dela do seu e comanda, com mais firmeza:
-Chupa!
Ela reclama, mas obedece:
-Namoradinha, eu disse…
Ela passa a língua pelo cacete e acaricia as bolas com as mãos. Abre a boca e enfia a cabeça na boca. Tenta engolir inteiro. Capricha no boquete. Ele geme:
-Namoradinha não engole o cacete todo…
Ela tira o pau da boca e responde:
-Hoje eu sou namoradinha! Já falei!
Freud se levanta e é firme:
-Eu vou beber água. Quando eu voltar da cozinha, quero te encontrar com sua joia na bunda, sem roupas e de quatro no sofá, pronta para eu te comer.
Ele se dirige à cozinha e a ouve saindo da sala. Ele espera alguns minutos e volta para a sala. Martha está como ele pediu e com uma surpresa: o cinto de couro dobrado em cima do sofá. Freud sorri.
-Muito bem. Gosto quando minha putinha obedece.
Freud passa as mãos na bunda dela. Sabendo o que vem pela frente, ela se prepara:
-Devagar.
Ele não dá ouvidos e bate. Um tapa de cada lado. Firme, forte, ritmado. São mais de vinte tapas. Ao estalo dos tapas se juntam os gemidos e gritos dela.
-Ai, tá doendo! Devagar! Calma! Ai minha bunda!
Freud pega o cinto e passa sobre as costas dela. Ela se arrepia. As cintadas estalam na sua bunda. Os gritos agora são mais altos que a música.
-PUTA QUE PARIU! MINHA BUNDA TÁ DOENDO! DEVAGAR!
Sua buceta está molhada, Freud sente quando passa a mão. Ele direciona o cacete e penetra de uma vez. Ela reage:
-Ai! Assim machuca! Devagar! Assim eu não aguento!
Ele mantém o ritmo do vai e vem, alternando as cintadas em sua bunda. Ela não resiste:
-EU VOU GOZAR! EU TÔ GOZANDO!!!!
Com o cacete enfiado até o fundo, ele sente seus tremores de prazer. Freud retira o plugue e mira o pau no seu rabinho. Ela reage, enquanto liga seu sugador.
-Passa gel.
-Hoje não precisa. Você aguenta!
A penetração é dolorosa e os gritos sobem de volume. Ela pede:
-QUERO LEITINHO NO MEU RABO! ENCHE MEU RABO DE PORRA!
Com o tesão nas alturas, ele atende:
-Sente meu cacete inchando, sente! Vou gozar na sua bunda! Ah, tô gozando! Que delícia!
Ele se joga no sofá. Ela se levanta. A caminho do banheiro, mostra sua preocupação:
-Acho que exagerei. Os vizinhos devem ter ouvido meus gritos.
-Você vai virar assunto no grupo do condomínio.
Na cama, depois do banho, prontos para dormir, Martha avalia:
-Hoje você me bateu muito forte.
-Você aguentou.
-Sim, foi bom. Mas quase falei a palavra de segurança.
Acariciando seus cabelos, ele reconhece o esforço dela:
-Foi uma delícia. Você está cada dia melhor! Te amo.
-Também te amo. Boa noite, querido.
Na manhã seguinte, Martha encontra a nova vizinha esperando o elevador.
-Bom dia, Patrícia.
-Bom dia, Martha.
O elevador chega e elas entram. A vizinha questiona:
-Você está bem, Martha? Precisa de alguma ajuda?
-Estou ótima, querida. Tive uma noite ótima ontem.
-Eu não pude deixar de ouvir. Fiquei até preocupada…
-Ah, vizinha, não se preocupe. Eu apanhei, sim, mas foi consensual.
-Eu imaginei, até por isso não fiz nada ontem. Só queria ter certeza.
-Obrigado, amiga. Feliz de ter uma vizinha cuidadosa.
-E curiosa! Um dia você me conta sobre essas surras consensuais…
O elevador chega ao térreo e Martha convida:
-Eu vou tomar café na padaria. Me acompanha? Daí te conto sobre as surras. Ou está atrasada?
-Não tenho muito tempo, mas te acompanho sim. A curiosidade é grande.
As duas dirigem até a padaria.
Sentadas à mesa, Martha resume sua relação com Freud:
-Somos namorados. Ele mora em outra cidade. Nossa relação é aberta e adoramos explorar nossos limites. O fetiche dele é bater na bunda. E eu aprendi a gostar. Ontem foi uma surra mais intensa, por isso gritei tanto.
-E não dói, amiga? Pelos gritos, acho que dói.
-Claro que dói! E dá um tesão danado! Ontem eu cheguei perto de usar a palavra de segurança.
-Eu vi num filme. Se você falar, para tudo, né?!
-É isso. Tô vendo que não sou só eu que gosta desse tipo de filme, né?!
-Ah, Martha. Me pegou! Sim, eu gosto. Mas estou só na teoria. Não tenho a sua prática. Meu ex-marido não se empolgava com isso.
-Foi por isso que se separou?
-Não. A gente se dava bem na cama. Claro, sempre há algo a ser ajustado, mas não foi isso. Foram nossas divergências em relação ao crescimento pessoal. Sou ambiciosa, quero crescer, viajar, conhecer o mundo. Ele passou num concurso público e parece que chegou ao ápice da carreira. Seu sonho é se aposentar. Não tivemos filhos e terminamos numa boa.
-Faz tempo?
-Seis meses. E há dois meses me mudei para cá, promovida pela empresa. Uma boa oportunidade de recomeçar.
-E os contatinhos? A cidade tem seus encantos…
-Martha, ainda estou sem sexo desde que me separei, acredita?!
-Nossa, amiga. Eu não conseguiria.
-É claro que sinto falta! Mas priorizei a mudança. A conversa sobre a promoção começou logo que me separei e fiquei focada em oficializar o divórcio, vender o nosso apartamento e fazer a partilha. Aqui, equipe nova, cidade nova, ainda estou me ambientando.
-E vai procurar um novo marido?
-Talvez. Mas não agora. Semana passada me inscrevi num aplicativo e estou conversando com algumas pessoas. Ainda não me senti segura para um encontro, mas logo vai acontecer.
-E gostou do que ouviu ontem?
-Gostei! Vocês deram um show! Queria ser uma mosquinha para assistir, confesso.
-A gente gosta de plateia. Quer nos ver hoje à noite?
A amiga quase derruba o café.
-Nossa, é sério isso?!
-Sério. Já viu alguém transando?
-Já, mas sem querer. Entrei no quarto da pousada quando a amiga estava com o peguete no Carnaval. Mas saí logo e esperei eles terminarem. Assistir, assim, ao vivo, nunca.
-Quer?
Patrícia termina o café devagar, deixando Martha em suspense.
-Quero. Mas não sei como funciona.
-Bata na porta às nove em ponto. Deixe o resto comigo.
-Tu é doida, vizinha!
Martha entra em casa e Freud a recebe na porta:
-Como foi o seu dia, querida?
-Tudo bem no trabalho, querido. Mas fiz uma loucura com a nossa vizinha.
-O que você aprontou, Martha?
-Eu a convidei para assistir nossa transa de hoje, Freud.
-Ué?! Eu nem estava sabendo da nossa transa de hoje e já tem até plateia?
-Até parece que não me come todos os dias, né?! Sim, tem plateia. Combinei às nove.
-Eita que tem até hora marcada!
O casal se prepara. Martha capricha no banho, se perfuma, espalha creme pelo corpo e coloca uma lingerie de renda preta que Freud adora. Ele aproveita o banho e se depila. Às nove em ponto, batidinhas na porta.
-Patrícia, esse é o Freud.
Eles se cumprimentam e Martha percebe o nervosismo da amiga.
-Freud, abre um vinho pra gente. Amiga, senta aqui, vamos conversar um pouco.
A amiga senta e dispara:
-Então foi nesse sofá?
-Sim, foi aqui que ele arregaçou minha bunda ontem.
As duas caem na risada. Freud volta com o vinho e puxa o brinde:
-Saúde! Às nossas aventuras!
Depois de alguns goles e amenidades, Martha entra no assunto:
-Patrícia, você pode nos assistir, desde que cumpra algumas regrinhas.
-Ah, tem regras?! Quais são? Deixa eu avaliar…
-A primeira é que você só pode assistir. Não pode tocar em nós e nem se tocar. Hoje é só para treinar seu lado voyeur.
-Essa é fácil. Qual a próxima?
-A segunda é que se você quebrar a primeira, o Freud fará com você o que estiver fazendo comigo na hora.
-Eita que agora ficou difícil! E o que mais?
-Só isso. Vamos?
Patrícia serve mais vinho na taça, toma de um gole só e responde:
-Vamos!
O ar-condicionado ligado deixa o quarto com o clima bem agradável. Um abajur à meia luz completa o ambiente. Freud acende um incenso e coloca a playlist do casal tocando baixinho.
Martha aponta a poltrona virada para a cama.
-Pode se sentar ali, vizinha. Relaxe e aproveite.
Patrícia se senta. Freud abraça Martha, retira seu vestido e a deita na cama, de bruços, com a cabeça voltada para a poltrona. Ele tira a camiseta, a calça jeans e se senta sobre as pernas dela, com um óleo nas mãos. O silêncio no quarto só é quebrado pela música suave. Patrícia assiste em absoluto silêncio.
Freud massageia Martha, espalhando o óleo pelo seu corpo. Dedica um bom para massagear seus pés. Quando ela está bem relaxada, Freud pega o plugue e o lambuza com gel. Ele puxa a calcinha dela para o lado e olha para Patrícia, antes de enfiar. Ela o encara, morde os lábios e mantém o silêncio. Freud enfia e Martha reage:
-Ai, Freud! Enfiou forte! Doeu!
Ele ajeita a calcinha e pega o cinto. As cintadas na bunda ecoam pelo quarto. Patrícia acompanha, quase sem piscar. Sente que seus batimentos estão acelerados e que sua calcinha está molhada. E mantém o combinado.
Martha fez sua parte no show, com gritos e gemidos. Freud a coloca de quatro e tira sua calcinha. Ele passa gel em seu cacete, alisando e olhando para Patrícia. Filho da puta!, ela pensa. Freud mete em Martha e pressiona seu rosto no colchão. Ela abre os braços, encosta o rosto e os peitos na cama, enquanto mantém a bunda empinada. Patrícia se delicia com aquela visão. Martha anuncia seu orgasmo:
-Eu vou gozar! Tá muito gostoso! Mete, mete forte!! TÔ GOZANDO!!!
Freud se delicia com os tremores da amada e retira seu cacete de dentro dela. Aproveita para retirar o plugue, sob o olhar atento de Patrícia. Ele passa mais gel no pau e aponta para o rabo da Martha. Ela pega o sugador e pede:
-Devagar, Freud. Minha bunda está doendo de ontem.
Ele olha para Patrícia. Segura o cacete e enfia no rabo dela. Faz isso devagar, mas com firmeza. E sempre olhando para Patrícia. Freud começa o entra e sai no rabo de Martha. A vizinha não resiste, levanta e enfia a mão dentro da saia, se tocando. Quando Martha vê, Patrícia reage:
-Ops…
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E com um simples 'Ops...', a regra foi quebrada. Imagino o turbilhão de pensamentos passando pela cabeça da nossa vizinha – e pela sua. O que acontece agora?
A resposta para essa pergunta, assim como a continuação dessa e de centenas de outras noites, está guardada no nosso diário completo. Aqui, vocês têm um vislumbre, uma Seleção Especial das nossas aventuras. Mas é no nosso site oficial que a história continua, sem cortes, na ordem cronológica em que tudo aconteceu.
Decidimos manter o acervo integral lá por uma questão de intimidade e organização. É o nosso espaço, onde o diário da nossa vida a dois (e às vezes a três...) é contado do início ao fim.
https://aventurasdefreudemartha.com/casa
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