Me chamo Eduardo, tem minha descrição em outros contos que postei aqui no site, sou do tipo acima do peso, gordinho, me identifico como bissexual muito embora não tenha tido nenhum relacionamento sério e aberto com homens, somente com mulheres. A história que vou contar aconteceu a dois anos, eu tinha 38 anos na época.
Como já comentei, trabalho em escritório e no trabalho ninguém sabe dessa minha inclinação bissexual, embora ache que alguns desconfiam, sempre uso roupas masculinas, mas estava pela primeira vez me permitindo a usar, de forma muito escondida, lingeries femininas. Como não deve ser novidade pra quem compartilha esse fetiche, uso sempre calcinhas menores do tipo fio dental que tenham a parte da frente maior pra abrigar meu pau sem apertos, e quando estou usando me sinto feminina e sempre aquela roçadinha no meu cuzinho do fio dental. Sinto muito tesão com isso, mas não uso todos os dias na rua, prefiro deixar esse fetiche para quando chego em casa e já me visto com minhas roupinhas femininas. Já tenho uma parte do guarda-roupa com elas, que mesmo morando sozinho deixo trancada, sempre me dá muito tesão escolher o que vestirei a cada dia, normalmente uma camisola ou um baby doll, breve terei mais opções de roupa pois o fetiche vai crescendo.
No meu trabalho, na minha carteira de clientes atendo todos os perfis de empresários, mas busco evitar contatos ou conversas além do profissional, quando falam de futebol, religião e principalmente sobre política busco nunca entrar no assunto porque acho que cada um deve seguir e acreditar baseado na sua vivência e conhecimento, e misturar com o profissional pode me fazer perder clientes. A maior parte dos atendimentos isso corre bem e consigo me livrar das arapucas que aparecem, mas tem alguns clientes que insistem nisso e deixam claras suas posições.
Nessa época do conto eu estava solteiro, tinha me separado a alguns meses e estava com muito tesão acumulado, esses momentos eram propícios a conhecer homens novos e aventuras e elas aconteciam muito raramente. Neste contexto acabei conversando em um atendimento com um cliente, Sr. Jorge. Ele é um homem de 68 anos, divorciado e com filhos crescidos e distantes dele, possui uma área rural e tem o perfil de homem sério de família, católico e de direita. Tem 1,75, é branco, deve pesar menos de 70 kg, grisalho com cabelo mais branco e pelos no corpo que aparecem entre os botões das camisas sociais que geralmente usa, com calças jeans e sapato de couro. Um perfil que não deveria chamar tanta atenção minha, ainda mais por se tratar de um direitista daqueles que repassa mensagens políticas de grupo de WhatsApp, embora educado, inteligente e perspicaz, acredita em muita coisa sem filtros.
Em uma de minhas visitas ao escritório dele, fui recebido pela secretária, que devia ter uns trinta anos e era uma mulher bonita, que se vestia de maneira sóbria em tons neutros e não usava joias ou maquiagem estravagante. Nesse dia estava com tesão a mil e dei uma boa olhada enquanto aguardava o atendimento, claro que não faria nada, afinal se meter com secretária é pedir para perder cliente, mas me permiti a olhar mais demoradamente sem que ela percebesse, afinal olhar não machuca ninguém. Naquele dia fiquei me perguntando, será que meu cliente idoso tinha algo com ela? Pelo perfil dele de macho sério e dominante, falas sempre firmes, convicção e passando o dia naquele espaço com ela já pode ter rolado algo ali, fiquei com isso na cabeça porque sabia que Marlene, o nome dela, já trabalhava no posto a alguns anos. Senti um pouco de ciúme, mas ainda não sabia bem o porque esse pequeno sentimento aflorou, na hora não tive certeza de onde vinha isso e me esforcei para pensar outras coisas, peguei meu celular e fiquei respondendo questionamentos de outros clientes. A visita estava marcada para 16h e já eram quase 17h quando Marlene me chamou para ir para sala. Tinha trazido alguns documentos que precisavam de assinatura e precisava explicar e conversas sobre umas questões tributárias que precisávamos decidir como abordaríamos para ficar o menor custo possível de impostos.
Em todas visitas comerciais, sempre antes de abordar os assuntos que nos levaram até lá falamos de algum outro assunto que nada tem a ver com isso, chamamos esse momento de quebra-gelo e serve para o cliente desarmar um pouco, ficar mais flexível e nos aproximarmos um pouco além dos assuntos práticos de trabalho, é uma praxe em todos atendimentos e negociações e praticamente todo mundo do universo de negócios está acostumado a isso. Geralmente não penso muito nisso e deixo acontecer naturalmente algo na hora, dessa vez resolvi comentar sobre um quadro que ele tinha atrás dele de um rebanho com umas trinta cabeças de gado num campo. Perguntei se eram de uma das fazendas dele. Ao invés de entrar no assunto ele me fez uma pergunta com um olhar inquirindo, perguntou se eu era casado.
Normalmente tento fugir de dar detalhes da vida pessoal, mas dessa vez estava desarmado pela abordagem e respondi que estava separado a alguns meses e me adaptando a morar sozinho. Ele sorriu e ficou em silêncio analisando a resposta, será que ele tinha percebido eu olhar a secretária dele e teria problemas com isso? Me mexi na cadeira e sem pensar fui dar uma ajeitada na calcinha, que ele podia ter visto também e me causaria problemas, felizmente nesse dia estava de cueca e não podia ser isso. Olhando para o quadro ele disse que eu não devia ter nem quarenta anos, o que concordei, embora saiba que aparento ter mais, ele foi gentil no chute, ele sorriu e disse que se tivesse a minha idade e estado civil andaria atrás de mulheres todos os dias, porque poderia dar o que mulheres procuram, o que tem de mulher mal amada que se derrete por atenção é difícil até calcular.
Nisso escutamos um leve toque na porta, Dona Marlene estava ali, ao olhar percebi que estava com a bolsa, ela diz, “desculpe interromper, posso ir Sr. Jorge, ou precisa que traga algo?” ele pergunta se quero café ou água, respondo que não, e ele pede a ela que imprima o relatório das vendas do mês e entregue antes de ir embora. Dona Marlene fecha e vai providenciar a planilha. Aquilo não era necessário, já tenho o formulário que sempre me é enviado por e-mail, mas aguardamos alguns instantes. Ela prontamente volta a sala do escritório com duas folhas impressas, atravessa a sala e leva até Sr. Jorge, entrega e diz, “precisa de mais alguma coisa Sr?”, ele agradece e diz que não, que ela pode ir e diz até amanhã de manhã Marlene. Cuidei para não ficar olhando para ela enquanto passava para evitar incomodação. Ela saiu e na porta se despediu de ambos e foi embora. Mais um momento de silêncio e escutamos o barulho da porta do escritório fechando.
Ele sorri e me olha como que esperando que eu faça algum comentário, como não digo nada ele diz, “essa daí é uma que não teria sossego se eu tivesse sua idade, eu não me meto porque ela trabalha bem e isso é difícil de achar e também porque é casada com um sobrinho. Ele é um idiota que não valoriza a mulher que tem em casa, ela já descobriu até traição do imbecil que usou cartão de crédito na zona, tenho certeza que se achar quem dê atenção e valorize vai ser bem feliz devolvendo o par de chifres que levou”.
Escuto pensando que pode ser uma armadilha, e fico sem saber o que responder. Espero ele falar algum outro assunto mas ele quer uma resposta, e do jeito que é, sua presença e porte acabam me forçando a comentar algo, digo “toda mulher interessante chama atenção, mas eu não costumo misturar isso com meu ganha pão, jamais iria tomar iniciativa com um empregado de cliente meu”. Ele sorri pensativo ao ouvir isso e diz, “entendo e também geralmente penso assim, a não ser quando estou pensando com a cabeça de baixo, aí faço de tudo escondido que é mais gostoso, pode ser sincero comigo, não precisa ficar com reservas, o que se fala entre homens, fica entre homens”.
Ainda om a estranha sensação de estar caindo numa armadilha, mas ao mesmo tempo mais solto pela abordagem falo “eu não me envolveria com uma pessoa casada, já tenho problemas e dúvidas demais na minha vida pra me complicar ainda mais”. Nisso sinto um brilho estranho no olhar dele, “tu falou pessoas e não mulheres, nunca notei nada de viado em ti, mas falando assim faz pensar que tu procura de tudo ou homens, ainda mais se nem olhou pra Marlene” ele solta essa bomba e me sinto desarmado, como se tivesse sido pego com calcinha aparecendo como aconteceu uma vez num minimercado quando me agachei, não sei o que responder, o silêncio toma conta e vejo o olhar curioso dele me empurrando a falar.
Ainda perdido naquela atmosfera, busco uma saída sem me expor, mas as palavras não saem da boca, percebo um sorriso sarcástico no Sr. Jorge, ele interrompe o silêncio dizendo, “não precisa ficar preocupado, sou um homem de palavra e segredo, não vou sair comentando com ninguém nada que souber, tu trabalha bem e isso que importa, como disse antes, é difícil achar empregado bom, e valorizo isso mais que qualquer coisa, tuas vontades, desejos, práticas não me dizem respeito e até eu que só como mulher tenho umas vontades que ainda quero saciar de comer um viadinho um dia, se fosse tu pode ter certeza que seria no sigilo e não romperia meu contrato com tua empresa, sou homem de princípios”.
Fiquei gelado com a frase na cadeira e assustado com o que ouvi, jamais esperava que ele fosse tão direto, nem que sentisse tanto tesão com isso, mil coisas passavam na minha cabeça que estava num turbilhão, lembrei rapidamente de que meu desejo por homens lá na adolescência era por mais velhos e o quanto isso me deixava seguro e com vontade, tanto que das minhas poucas relações homossexuais, algumas delas foram com homens desse perfil. Homem sério, dominador, forte nas palavras e claro nas ações, e eu sendo um aprendiz daquilo e me portando como uma menina recatada que tudo obedecia. Comecei a temer o que aconteceria no escritório, estava com tesão mas ainda ouvia a razão dizendo que aquilo é muito errado e que não daria coisa boa.
Resolvi voltar a falar da secretária, ia fugir por ali, pensei em falar dela mas não pensei bem antes de falar e acabei indo ainda mais pro canto do ringue sem querer, falei “a dona Marlene é muito bonita, claro que percebi ela, mas o senhor falou que não se envolve porque ela é empregada e não mistura as coisas, eu também penso que é melhor assim, a menos que seja algo inevitável”. Enquanto pensava no que disse, percebi que ia pelo caminho de aceitar se envolver e não de reconhecer a mulher como interessante voltando o assunto ao machismo de falar de uma terceira mulher, algo que queria como saída, mas sabia que era errado e normalmente não falaria.
Sr. Jorge sorriu sem falar nada e se levantou da mesa, foi até o fundo da sala e pegou dois copos, me ofereceu whisky, respondi que não bebia durante a semana, ele colocou dois cubos de gelo no dele e serviu uma dose de whisky e voltou a sua mesa me olhando. O seus passos confiantes, a forma de servir a bebida, o olhar ao copo e a mim quando voltou a mesa estavam explodindo testosterona, era um macho de verdade daqueles que povoam meus pensamentos quando estou pensando em homens, ou vendo vídeos pornôs.
Sem nenhuma hesitação na voz falou “eu disse que não vale a pena comer uma funcionária e perder um bom empregado, é verdade, mas no caso da Marlene é mais por causa da questão familiar, tenho certeza que se eu tentasse comia ela, mas não vale a pena esse desgaste, se fosse apenas empregada já teria passado a vara nela, não posso dizer que nunca comi uma boa empregada, longe disso”.
Fiquei pensativo, ainda gelado e quase sem reação pensando, bem, eu não tenho nada a ver com a família, então quer dizer que me passaria a vara? Pensei me esforçando para não dar qualquer reação, mas um sorriso saiu de forma involuntária. Me sentia um peixe me atirando na rede e gostando do processo. Sr. Jorge com o mesmo sorriso enigmático no rosto falou, “vem aqui olhar o quadro do meu rebanho de perto, ficou curioso com ele?”
Sem pensar e já pronto pra me entregar fui até o quadro, apesar de não ver sabia que os olhos de Sr. Jorge estavam focados na minha bundinha, olhei com atenção o quadro e percebi que era uma foto mais antiga, os bois eram lindos e bem cuidados, comentei “é um belo rebanho, parabéns”, sem tirar os olhos do quadro senti ele falando ainda sentado com a voz grossa “essa foto já tem alguns anos, já não crio mais esses gados me foquei mais em soja e arrendar como você sabe”.
Voltei a sentar na frente dele e ele falou, “uma pena não tomar um drinque, mas respeito quem não bebe durante a semana, quero tomar uma contigo quando tivermos uma oportunidade”. Senti o clima arrefecendo um pouco e respirei mais aliviado, senti que ele baixou um pouco a intensidade do flerte, pensei que estava me testando e devia estar satisfeito com o que fez.
Passei a falar dos documentos e da estratégia tributária enquanto Sr. Jorge comentava e falava como antes, sem transparecer que tínhamos passado por aquele momento de conversa que me deixou sem jeito. A conversa durou mais vinte minutos. Nos despedimos com um aperto de mão forte, percebi que algo tinha mudado na nossa relação, mas que ele não forçaria nada.
Fui pra casa pensando naquela situação e com o tesão a mil por hora, era terça-feira, cheguei em casa de pau duro e fui direto tomar um banho frio para resfriar os pensamentos. Não me masturbei no banho, mas não resisti e toquei meu cuzinho com os dedos pensando naquele homem. Foi diferente do que estava acostumado a fazer sozinho, tinha muito tesão envolvido, sai do banheiro e fui até o quarto me secar, com calma escolhi colocar uma camisola azul bebê e escolhi uma calcinha de renda preta que ficava bem enfiada na minha bundinha, estava tão duro que meu pau mal coube na calcinha. Olhei o armário e meu brinquedo, um pênis de borracha com veias de 18 cm estava ali como que me implorando para usá-lo.
Fui para cama e escutei mensagens chegando no WhatsApp, peguei no impulso para ver e eram três vídeos que o Sr. Jorge tinha mandado. Os dois primeiros de um homem mais velho que era chefe comendo a empregada, as duas atrizes eram parecidas com dona Marlene. O terceiro mais longo era de um patrão comendo um empregado, ele mais velho lembrando Sr. Jorge e o empregado mais gordinho parecido comigo. O empregado chupava o patrão por uns minutos, quando tirava a calça social estava com uma calcinha, levava umas chicotadas do patrão que depois comia o cu dele até gozar dentro. Não resisti ao vídeo e fui me tocando com o pênis de borracha, cuspi na cabeça e tentei enfiar sem sucesso, fazia muito tempo que não dava a bunda e tava fechadinho, forcei um pouco e doeu. Peguei no banheiro o pote com lubrificante e voltei ao quarto, passei no cuzinho e enfiei um dedo, depois dois para ele se acostumar com a invasão, achei que estava pronto para mais e peguei o pênis e coloquei na entradinha, meu cu parecia com fome e deixou entrar a cabeça, quando ela encaixou me ajeitei na cama para sentar em cima e fui sentindo ser invadido até entrar tudo, senti um prazer delicioso e falei, “agora me fode senhor” imaginando o pau do Jorge me sentei e fui fzendo movimentos para cima e para baixo. Meu pau estava quase explodindo de tesão e comecei a sentar no ritmo que me masturbava. Em menos de cinco minutos senti o gozo chegar e explodi com uma gozada grossa em vários jatos que caíram na cama enquanto sentia minha bunda apertando mais o pênis como se quisesse engoli-lo por completo. Respirei sentido que não tinha mais um pingo de esperma pra sair, me deitei de lado com o pênis enfiado e esperei até meu cuzinho botar ele para fora.
Peguei o celular e sabia que não devia responder, mas sem controlar o tesão mandei um emoji de foguinho no terceiro vídeo. Na mesma hora veio a resposta do velho safado, “Sabia que ia gostar, é só um aperitivo do que vai acontecer”. Não respondi nada e fui preparar o jantar para dormir com o pensamento no que estava fazendo, não tinha como dar coisa boa, era melhor parar com isso, e assim decidi fazer.
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