A casada do bueno deu e o marido ouviu tudo

Um conto erótico de DomGoianooo
Categoria: Heterossexual
Contém 1710 palavras
Data: 30/03/2026 18:46:57

Tudo começou de um jeito muito simples, como quase todas as histórias que nascem hoje em dia. Um aplicativo de relacionamento aberto no celular numa noite comum. Eu estava rolando perfis sem muita expectativa quando o dela apareceu. Me chamarei de Tomas, sou de Goiânia e tenho um perfil no IG de dominação @domgoianooo

A foto mostrava uma mulher elegante, sorriso tranquilo, cabelo escuro caindo sobre os ombros. A localização dizia Setor Bueno, Goiânia. O perfil era curto, mas uma frase chamou atenção.

Casada. Liberada. Gosto de boas conversas e pessoas discretas.

Aquilo já despertava curiosidade por si só. Mesmo assim, eu dei o like sem imaginar que ela realmente iria responder. Algumas horas depois veio a notificação.

Era ela.

— Oi… acho que você foi o primeiro que realmente leu meu perfil.

Respondi dizendo que era difícil não ler quando alguém se apresentava daquele jeito.

— Casada e liberada? Isso chama atenção.

Ela demorou alguns minutos para responder, como se estivesse pensando na melhor forma de explicar.

— Meu marido sabe que converso aqui. Às vezes a gente gosta de coisas diferentes… mas sempre com sinceridade.

A conversa seguiu leve naquela primeira noite. Falamos sobre Goiânia, sobre o Bueno, sobre lugares que frequentávamos. Nada muito direto, mas existia aquela curiosidade silenciosa que crescia a cada mensagem.

No dia seguinte ela voltou a falar comigo.

— Você sumiu ontem.

Respondi que tinha achado que talvez eu tivesse falado demais.

— Não… achei interessante.

Foi assim que começamos a conversar todos os dias. Às vezes mensagens rápidas durante o trabalho. Às vezes longas conversas à noite.

Ela falava muito bem, com uma mistura curiosa de tranquilidade e provocação.

— Você parece curioso… ela escreveu um dia.

— Talvez eu seja.

— Curioso com o quê?

Respondi sem rodeios.

— Com você.

Ela demorou quase dez minutos para responder.

— Cuidado com curiosidade… às vezes ela leva a situações inesperadas.

Com o passar dos dias a conversa ficou mais íntima. Não no sentido direto, mas na confiança. Ela contou que morava em um apartamento no Bueno, que gostava de noites tranquilas e que o casamento dela tinha um tipo diferente de acordo.

— A gente confia um no outro… ela explicou.

— E isso funciona?

— Mais do que muita gente imagina.

Foi depois de quase uma semana de conversa que ela mandou a mensagem que mudou tudo.

Era noite, já perto das dez.

— Posso te fazer um convite meio diferente?

Eu respondi quase na hora.

— Agora fiquei curioso.

Ela digitou por um tempo. Parou. Digitou de novo.

— Meu marido vai receber uma amiga hoje aqui em casa.

Eu fiquei olhando a tela, tentando entender onde aquilo ia chegar.

Então veio a segunda mensagem.

— E eu estava pensando em receber você.

Demorei alguns segundos para responder.

— Na mesma casa?

Ela respondeu quase imediatamente.

— Sim.

— Isso não seria… estranho?

A resposta dela veio simples.

— Talvez um pouco.

Depois outra mensagem.

— Mas acho que também pode ser muito interessante.

Eu ainda estava tentando imaginar a situação quando ela mandou o endereço.

Um prédio no Setor Bueno.

— Se você vier… sobe direto.

— Eu abro a porta.

E foi assim que aquela noite começou.

Ela fechou a porta do apartamento logo depois que eu entrei. O perfume dela ficou no ar do corredor, leve e envolvente. O vestido que usava era claro, simples à primeira vista, mas justo o suficiente para marcar o corpo quando ela se movia.

Olhei ao redor rapidamente. O apartamento era grande, elegante, daqueles típicos prédios mais novos do Setor Bueno. Tudo parecia organizado demais para uma noite que claramente não seria tão tranquila.

Foi então que percebi.

Da sala vinha o som de vozes.

Um homem… e uma mulher.

Eles estavam conversando, rindo baixo, como duas pessoas que estavam se conhecendo.

Ela percebeu que eu tinha ouvido e sorriu de canto.

— Deixa eles… estão na sala se conhecendo.

Disse isso com uma naturalidade que tornava tudo ainda mais curioso.

Então chegou um pouco mais perto de mim.

— Vem.

Ela deu um beijo leve no meu rosto, segurou minha mão com firmeza e começou a me puxar pelo corredor do apartamento. Passamos discretamente perto da sala, onde era possível ver apenas o reflexo da luz da televisão e duas silhuetas conversando no sofá.

Ninguém olhou para o corredor.

Ninguém perguntou nada.

Era como se cada história daquela casa estivesse acontecendo separadamente.

O quarto ficava no final do corredor.

Quando entramos, ela fechou a porta devagar.

O ambiente era amplo. A iluminação vinha de um abajur ao lado da cama, criando uma luz quente e suave. A cama era grande, com lençóis claros e almofadas espalhadas. Havia uma janela grande mostrando as luzes da cidade lá fora.

Por alguns segundos ela apenas me observou.

O silêncio do quarto contrastava com os pequenos sons que ainda vinham da sala.

Ela deu dois passos para o meio do quarto e virou de costas por um instante, passando as mãos pelo cabelo.

O vestido acompanhou o movimento do corpo dela.

Então ela virou novamente para mim.

Sem pressa, levou as mãos aos ombros e deixou o vestido deslizar lentamente pelo corpo até cair no chão.

Debaixo dele havia uma lingerie escura, delicada, que parecia ter sido escolhida exatamente para aquele momento.

Ela caminhou mais perto.

Os olhos brilhavam com aquela mistura de nervosismo e provocação.

— Então… você veio mesmo.

Eu disse que seria difícil não vir depois daquele convite.

Ela sorriu.

Ficamos muito próximos agora. O perfume dela, o calor do corpo, o silêncio do quarto… tudo parecia amplificar cada detalhe.

As mãos dela tocaram meu braço primeiro, deslizando devagar, explorando como se estivesse confirmando que aquilo era real.

Os rostos ficaram cada vez mais perto.

O primeiro beijo veio natural, sem pressa, carregado daquela curiosidade que vinha sendo construída há dias nas conversas pelo celular.

O quarto parecia ainda mais quente agora.

As mãos começaram a se explorar com mais confiança, o tecido da lingerie contrastando com a pele quente dela enquanto nos aproximávamos da cama.

Ela se deixou cair sobre o colchão macio, puxando levemente minha camisa com um sorriso provocador.

— Eu estava imaginando esse momento…

A voz dela saiu baixa, quase um sussurro.

Foi a ultima coisa baixa que ouvimos naquele quarto. Aquela mulher parecia um furação que estava enjaulado, quando seu vestido tocou o chão e minhas mão passaram em sua cintura, ela avançou sobre mim faminta, beijos e lambidas aconteciam como se fosse a ultima coisa que fariamos. Ela desceu o corpo e pegou meu pau pela base e passou a lingua das bolas até a cabeça, chupou e chupou, quando eu achei que ela lamberia novamente, enfiou ate o fundo da sua garganta como eu achei que não veria uma mulher fazer.

Ela mesma se engasgava, muita saliva saindo e meu pau inteiramente molhado com aquela boca gostosa, apertando meu cacete enquanto com as maos acariciava meu saco. Eu não sabia se puxava a cabeça ou empurrava, ela fazia um bom trabalho. Quando ela por um segundo parou para respirar eu aproveiei o cabelo em minhas mãos e a puxei para cima de mim e com as pernas e virei na cama, ela caiu de costas no colchão e eu montei sobre ela, segurei seus dois braços e meu pau como se fosse ja acostuma a comer aquele corpo, entrou lentamente e muito macio naquela boceta que estava escorrendo de tesão. Foram 3 estocadas lentas e leves, como quem quer reconhecer o ambiente, senti encostar no fundo, adorei isso.

Meu saco balançava e batia no seu corpo com força, ela gemia, alto, como se quisesse que o casal do lado de fora ouvisse que ela estava fazendo e eu não me importava, comecei a comer cada vez mais forte, sem medo de machucar, sem medo de marcar, dei um tapa na sua cara e ela gemeu e sorriu, foi quando a virei de costas, e aquela bunda redonda, gostosa e branquinha ficou apontada pra mim e sem pensar aonde meu pau entraria eu so meti, foi na sua bocetinha novamente e com uma mão empurrei sua cabeça contra o colchão e comecei a meter ainda mais forte e ela gritou a primeira vez "eu to gozando", uma de muitas vezes q ela fez isso... e a cada gozada ela tremia e dava espasmos deliciosos no meu pau.

Não lembro quantos minutos ficamos nesse movimento, mas passou de uma hora entre vai e volta, muda de posição e recomeça.

Lembro dela dizer, nao aguento mais, foi quando eu fiquei em pé na sua cama, ela deitada de frente pra mim e eu comecei a gozar sobre seu corpo, na cama, no travesseiro, ela ficou muito lambuzada, fiz questão de depois disso chupar seus peitos ate deixar um roxo, uma marca para alguem ver depois e meu pau ainda lambuzado ainda entrou mais uma vez na sua boceta arrombada e vermelha, quente de tanto exercicio.

O tempo passou sem que percebêssemos.

Quando finalmente tudo ficou mais calmo, nós dois estávamos deitados na cama, cansados, o corpo quente e suado depois de tanto calor e intensidade. O quarto parecia abafado, e a respiração ainda demorava a voltar ao normal.

Ela olhava para o teto com um sorriso satisfeito, o cabelo espalhado pelo travesseiro.

Depois de alguns minutos, levantou devagar da cama e começou a vestir o vestido novamente, ajeitando o tecido sobre o corpo.

Eu também procurei minhas roupas pelo chão do quarto.

Quando abrimos a porta, o apartamento estava completamente silencioso.

A sala estava escura, iluminada apenas pela luz fraca da televisão.

O marido dela estava dormindo no sofá.

A garota que estava com ele já tinha ido embora.

Ela olhou para mim e colocou um dedo nos lábios, pedindo silêncio.

Caminhamos devagar até a porta de entrada.

Antes de abrir, ela chegou perto de mim outra vez.

— Melhor você ir agora.

Ela abriu a porta com cuidado para não fazer barulho. Antes de eu sair, segurou meu braço por um segundo e sorriu daquele mesmo jeito da primeira vez que nos encontramos naquela noite.

Desci pelo elevador ainda tentando entender tudo que tinha acontecido.

Mas uma coisa era certa. Foi uma delícia. Foi intenso, foi gostoso, e eu saí dali completamente satisfeito.

E pelo jeito que ela sorriu na despedida, aquela noite não seria a última. Mas isso já é história para outro dia.

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