– Oi amor, você não me disse que ia sair. Estava com alguma amiga?
Perguntei inocente depois de ver Pâmela toda arrumada carregando algumas sacolas de lojas caras.
– Estava comprando algumas coisas no shopping amor. Ela me respondeu toda carinhosa já se aproximando.
Ela seguiu me explicando.
– Juliano me deu um dinheiro pra me arrumar pra uma festa, mas comprei coisas pra nós dois (risos).
Juliano, o amante de Pâmela, sempre a tratou muito bem e com muito respeito. Depois de ter nos convidado para uma casa de veraneio em que eles transaram loucamente na minha frente e eu acabei chupando o pau dele no final, ficamos ainda mais íntimos. Vez ou outra ele convidava minha esposa pra sair, dava algum dinheiro pra ela comprar roupas caras e se arrumar pra ele.
– A tal festa é hoje? Perguntei curioso.
– Isso amor, logo logo ele passa pra me buscar. Ela disse já caminhando pro quarto pra começar a se arrumar.
Ela acabou não me mostrando o que havia comprado pra mim, mas continuei assistindo e deixei ela se arrumar em paz. Algum tempo depois Pâmela desce as escadas em um salto alto imponente, deixando sua bunda ainda mais empinada sob uma calça jeans apertada que realçava ainda mais suas coxas grossas, a blusa era tomara que caia amarela sem sutiã deixando os peitos bem “desenhados” e com um decote modesto, ela usava também um colar de pérolas amareladas e brincos combinando com a blusa, o batom era um rosado leve com tom molhado e com brilho. Perfumada e sorridente ela se aproximou de mim perguntando:
– E aí amor, como estou?
Fiquei de boca aberta com ela, sorrindo e maravilhado disse que ela estava maravilhosa, além de tudo, muito gostosa, disse pra ela se sentar um pouco, já que o amante ainda não havia ligado, peguei uma cerveja e tomamos juntos esperando o comedor ligar. O telefone toca e ela atende:
– Oi querido! O quê? Como assim Juliano?! Eu já estava arrumada… tá, tá, tudo bem então, beijos!
Enfurecida ela desligou o celular, jogou em cima do sofá e começou a xingar:
– Ele disse que vai ter que ir pra casa, coisa da família dele lá. Eu já estou toda arrumada poxa.
Tentei acalmá-la dizendo que a gente poderia sair pra algum lugar, até mesmo pra boate que ela tanto gostou, mas ela ficou tão brava que estava prestes a chorar. Ela começou a tirar os brincos, o colar e subiu para o quarto irritada. Subi atrás tentando conversar com ela e dizer que estava tudo bem, ela se jogou na cama ainda arrumada, tirando somente os saltos e o resto das coisas que havia jogado pela casa, me deitei ao lado dela e disse que amanhã eles poderiam se ver, não tinha problemas.
– Que se foda ele também! Ela resmungou enquanto começava a chorar.
Já não sabia mais o que falar para tentar acalmar até que vi algumas sacolas jogadas no canto do quarto:
– Esses foram os presentes que comprou pra mim? Disse tentando distraí-la.
– É, pode pegar… espera, essa última sacola vermelha não! Levantou rapidamente da cama tirando a sacola das minhas mãos.
– Por que não? Perguntei sério, mas imaginando que seria alguma roupa sensual pra ela usar com algum amante.
– Esse é pra uma ocasião especial. Ela disse sorrindo, enxugando as lágrimas e guardando a sacola no guarda-roupas.
Já mais animadinha ela seguiu conversando:
– Obrigada tá?! Eu realmente fiquei muito chateada com a situação, mas você está sendo muito compreensivo comigo, obrigada!
Nos deitamos novamente, ela ainda arrumada e muito cheirosa e comecei a fazer carinho em seu rosto, dizendo que ela era a mulher mais maravilhosa que eu conhecia, em todos os aspectos, que sempre que quisesse, eu estaria lá, rapidamente ela retrucou:
– Para com isso seu bobo, sabe que eu te amo!
Ajudei ela a limpar a maquiagem borrada, nos levantamos e fui pra cozinha procurar alguma coisa pra comer, voltei pro quarto com alguns petiscos e duas cervejas geladas, ao me ver ela sorriu dizendo que eu sabia como deixar ela alegre. Conversamos, fizemos piadas sobre o que aconteceu e me fez uma proposta irrecusável:
– Quer ver o que eu tenho por baixo? Era pro Juliano, mas ele não vai querer.
Sorrindo eu disse que sim, ela então tirou a calça jeans apertada revelando uma calcinha amarela combinando com o restante da roupa, delicada e cheia de rendinhas e algumas bolinhas brilhantes. Ao me ver sorrindo de canto ela continuou tirando, ficando só de calcinha e fingindo fazer um striptease, nos beijamos e ela me jogou na cama:
– Espera, vou usar aquela sacola da ocasião especial. Ela disse já se levantando da cama e abrindo o guarda-roupas.
Eis que ela volta com a sacola pra cama e diz pra eu fechar os olhos, obedeci. Ouvi ela abrir a sacola, tirar alguma coisa da embalagem, caminhar em direção ao banheiro e voltar rapidamente, perguntei se já podia abrir, ela falou que eu precisava sentir primeiro. Continuei de olhos fechados. Passando um objeto pelas minhas costas, já nua, ela perguntou:
– E aí, sabe o que é?
Não arrisquei, ela então continuou, tirou o restante da minha roupa puxando pra baixo deixando minha bunda à mostra e começou então a apertar com uma das mãos e com a outra esfregar o objeto bem de leve:
– Não faz ideia do que seja?
Acabei não resistindo e me virei, ela então sorriu revelando um pau de borracha de uns 25 centímetros rosa, cheio de veias esculpidas e uma cabeça lisa. Me assustei inicialmente e dei uma risada acanhada, eis que ela começou a chupar e falar coisas obscenas:
– Sabe pra que eu comprei?! Pra treinar meu corno putinha…
Eu estava começando a entender as verdadeiras intenções quando ela tirou um frasco de lubrificante da sacola e uma cinta:
– Diz pra mim que você não quer!
Meio que instintivamente respondi:
– Claro que quero!
Ela soltou uma gargalhada maldosa e disse que sabia que eu era um viadinho, que me adorou me ver chupando seu amante e limpando o pau dele todinho naquele dia:
– O meu não é igual o dele, mas posso tentar te dar prazer, putinha! Ela seguiu me provocando.
Tirando a calcinha ela me deixou beijar todo seu corpo nu, perfumado e depilado pra outro, depois que a deixei bem molhadinha ela me mandou ficar de quatro na cama, pedi pra ela ir com cuidado e então ela vestiu a tal cinta, encaixou aquele cacete emborrachado e grande e se aproximou de mim na cama:
– Você experimentou na boca, agora vou treinar esse cuzinho! Ela falou com uma voz bem safada.
Abrindo minha bunda e passando lubrificante naquele pauzão, começou a tentar enfiar. Com uma das mãos eu ajudava a deixar bem aberto meu cuzinho, puxando uma nádega, ela começou a meter um dedo, depois outro e depois encaixou a cabeça daquele pau, admito que ardeu um pouco mas estava disposto a me entregar àquele prazer.
– Tá quase amor! Ela falou enquanto forçava seu brinquedinho duro contra meu cuzinho.
Quando finalmente começou a entrar ela me deu um tapa e começou a falar coisas deliciosas:
– Agora meu corno é uma vadia, que maravilha!
Enfiando um pouco mais ela seguiu a humilhação:
– Tá gostando putinha, tá?!
Eu não respondia com palavras, tentava relaxar e absorver aquele cacete imenso em meu rabo que não estava acostumado com aquilo. Percebendo que eu ainda estava muito apertado ela tirou o cacete e passou a língua pelo meu rego e bolas, me deixando ainda mais duro e excitado, quando me distraí com a sensação, ela meteu a língua molhada no meu cu, deixando todo babado e pronto pra outra tentativa.
– Vamos ver se esse cu de corno abre agora!
Ela falou enquanto começava a afundar novamente aquele caralho. Aos pouquinhos foi afundando e ela foi curtindo a sensação, quando senti a base no pau batendo em meu cu e as coxas delas batendo em minha bunda percebi que havia entrado tudo.
– Olha como você é uma putinha, engoliu esse caralho todinho!
Eu ouvia ela falar como se já estivesse ensaiando isso há dias.
Depois que entrou tudo a primeira vez, ela não teve compaixão, começou a tirar e afundar com certa força, me movendo pra frente a cada metida e me obrigando a agarrar os lençóis até quase rasgar. Passado os minutos iniciais de dor e adaptação, comecei a adorar a sensação, quando ela percebeu que eu estava gostando, a situação ficou ainda mais humilhante.
– Tá gostando que eu arrombe esse rabo viadinho?! O próximo passo é um macho de verdade seu enrustido do caralho.
Eu ouvia tudo querendo concordar mas com tesão demais pra conseguir formar uma palavra sequer, só conseguia gemer, meus olhos já lacrimejando e meu pau duro escorrendo um líquido pré-gozo, balançando com o movimento brusco do cacete entrando e saindo de mim.
De repente, Pâmela parou de meter e puxou meu cabelo com força, me fazendo contorcer todo pra perto dela enquanto ela praticamente possuída pelo tesão falava:
– Veste minha calcinha!
Percebendo minha pausa de dúvida, ela insistiu:
– Anda filho da puta, quero te ver de calcinha.
Me levantei, peguei a calcinha dela, enquanto ela alisava aquele pau como se fosse um macho de verdade se tocando. Aquele tecido pequeno quase não cabia em mim, mas insisti até que coube, bem apertadinha.
– Agora a blusa!
Ela ordenou, já pegando a blusa no chão e jogando na minha cara, obedeci vestindo rapidamente, meio desajeitado mas vesti. Ela ria de deboche e continava falando:
– Que bicha escrota do caralho, abre as pernas pra eu te comer, abre!
Me deitei novamente, de frente pra ela, abri as pernas e puxei a calcinha de lado, deixando o cuzinho à mostra, ela se posicionou e sem me preparar antes, enfiou o pau todo de uma vez, me arrancando um grito de dor que a fez rir ainda mais.
– Toma, sua puta!
Ela não parava de foder, forte e rápido, quando mais eu gemia e às vezes pedia pra ela ir devagar, mais ela aumentava e metia mais forte.
– Porra Pâmela, tá doendo muito. Eu tentava, em vão, convencê-la a diminuir o ritmo.
– Chora puta, chora!
Ela dizia.
Com o tempo entendi que ela estava descontando toda a raiva de não ter encontrado Juliano, em mim. Toda aquela raiva e revolta se transformou em um tesão violento e até assustador.
– Você é mesmo um desgraçado, vou comprar um pau ainda maior pra te fuder!
Ela descontava a raiva em mim de um jeito assustador, mas gostoso. Acabei me acostumando com a dor toda aquela agressividade e comecei a me entregar:
– Arromba esse cu caralho! Disse gemendo com os olhos já cheio de lágrimas.
– Ahh então você gosta né puta? Toma mais!!!
Além de socar fundo em mim ela começou a bater na minha cara, tapas violentos e deliciosos e quando viu que eu gostei disso também ela aumentou a humilhação ainda mais, cuspindo na minha cara e me xingando:
– Puta desgraçada, vou te arrombar todinha!
Eu então não consegui segurar e gozei, sem ao menos tocar no meu pau, somente com aquele caralho entrando forte em mim, ela vendo meu gozo jorrar riu novamente:
– Olha que gracinha a vadia tá adorando kkk
Meu cu se contraiu apertando o brinquedo dentro de mim, dificultando a saída e fazendo ela ficar ainda mais sádica, quando finalmente tirou, com um som de “ploc“ úmido, ela me fez chupar ele todinho, ainda me humilhando de corno, putinha, entre outras coisas.
Terminamos e fiquei ali deitado, acabado, muito mais suado e cansado do que se tivesse no papel de homem, aquilo me deixou realmente satisfeito. Pâmela tirou a cinta e se deitou do meu lado, pedindo a calcinha de volta e rindo muito da minha cara. Tirei as roupas dela enquanto ela ria e se masturbava, gozando rapidinho com a cena e talvez lembrando da minha condição submissa. Tomamos um banho gelado e conversamos sobre o que acabara de acontecer:
– Você gostou? Ela perguntou, já mais carinhosa
– Foi intenso. Respondi suspirando
àquela noite dormimos maravilhosamente bem, acordei no dia seguinte um pouco dolorido, mas leve e relaxado, quando me despedi dela pra ir pro trabalho ela disse:
– Faz seu papel de macho lá fora, porque aqui dentro agora você é minha putinha!
Sorri, a beijei e saí.
Agora tínhamos mais um segredinho de casal que ninguém, ou quase ninguém, poderia imaginar. A cumplicidade entre a gente só aumentava.