Pâmela e eu começamos a explorar o universo de traição e cuckold a mais de um ano e naquele momento não estávamos mais tão ativos quanto antes. Nossa vida seguia assim, tínhamos um relacionamento bom, mas chegava a ser maravilhoso do tipo que extrapola os limites do prazer.
Estávamos em época de final de ano, mas o clima na família de Pâmela não era dos melhores, recentemente recebemos uma notícia que uma tia dela do interior estava doente, marcamos então uma viagem para visitá-la, afinal minha esposa era muito próxima dessa tia e queria estar com ela nesse momento difícil. Eles moravam em uma cidadezinha longe, sendo somente o tio já velho, a tia doente, e o filho homem de meia idade nascido e criado na roça. Como eles moram muito distantes, nunca tive a oportunidade de conhecê-los, então aproveitaria a viagem para me tornar ainda mais próximo da família dela.
Passamos cerca de 4 horas em um ônibus com poltronas apertadas e sem ar condicionado, chegamos na madrugada de sexta-feira e fomos recebidos pelo tio, um velho rabugento e mas que se mostrou muito educado depois de me conhecer, caminhamos alguns minutos até chegar em um uma casa simples mas com um terreno grande, uma espécie de sítio. Conheci a tia dela, muito simpática e carinhosa e também o filho, Chico, um homem com sotaque forte de meia idade, barbudo, típico homem do interior. Após uns minutinhos de conversa nos retiramos para o quarto que haviam arrumado pra gente.
– Tá feliz por ver sua tia? Perguntei fazendo o papel de bom marido.
– Sim, ela está melhor do que falaram (risos). Ela respondeu mais aliviada.
No dia seguinte acordamos cedo e olhando pela janela vi o primo cortando lenha bem longe no horizonte.
– Amor, me diz uma coisa. Falei me virando pra ela que havia acabado de acordar.
– Esse seu primo… vocês já tiveram alguma coisa?
Ela sorriu e negou com a cabeça, mas a cara dizia outra coisa, foi então que ela explicou:
– Fui dormir pensando nele, está bem maior do que a última vez que o vi. E também mais interessante.
Por interessante eu entendi atraente, sorri e me sentei ao lado dela e perguntei:
– Sei que não viemos pra isso mas, você teria coragem?
Ela pensou um pouco, tocou meu rosto, me deu um beijo e disse:
– O que você acha corninho?
Não precisei de mais explicações.
Trocamos de roupa e tomamos café com os tios dela, quando Chico chegou, perguntei se ele queria ajuda, ele riu e disse que eu podia até tentar. Passamos a manhã fazendo alguns serviços mais pesados, carregando sacos de ração pros bichos, consertando cercas e consertando uma engrenagem velha que ele precisaria, no fim ele disse que eu parecia um cara da roça, não era como esses playboy da cidade, completei dizendo que na verdade homem de verdade é o que tá na roça, que trabalha igual gente, na cidade a gente é muito mimado mesmo, mas eu era diferente, ele disse. Percebi um sorriso quando eu disse que ele é homem de verdade, um pouco de vaidade para um homem rústico, se é que posso dizer assim.
A tarde passamos conversando e vendo a tia de Pâmela fazendo crochê, ela contava histórias do passado, de quando era moça e aprontava todas, perguntei sobre como era a vida na roça, ela disse que era muito, a única reclamação é que Chico não arrumava uma esposa porque a cidade era muito longe e assim ela não teria netos, mas ele ia vivendo, como ela mesmo disse. Notei que minha esposa me olhou de maneira maliciosa nesse momento e pouco depois nos retiramos. Já no quarto eu disse a ela que o primo era mais conservador e quieto que não tinha coragem de simplesmente falar abertamente sobre eles transarem, Pâmela disse que realmente poderia ser um problema, mas que a gente podia continuar tentando de alguma forma.
A noite chegou, o velho tio fez uma fogueira, bebemos um pouco, conversamos mas nada da oportunidade surgir. Dormimos frustrados pois voltaríamos pra casa no dia seguinte, Pâmela disse que não tinha problema, pois o intuito era visitar a tia, mas percebi que ela ficou desapontada.
No dia seguinte, nosso último dia de visita, acordamos ainda mais cedo para aproveitar o passeio e as companhias, todos estavam na sala em uma grande mesa de café, com bolos, pães e uma diversidade de coisas, notei que a tia dela resmungava alguma coisa pro filho, que rapidamente se levantou e pegou um balde e disse que iria buscar leite fresco, prontamente perguntei se ele queria ajuda, mas Pâmela foi mais esperta, se levantou rapidamente disse que morria de curiosidade de ver como é a ordenha, disse que ficaria pra fazer companhia pros tios dela e eles poderiam ir. Os olhos dela brilharam novamente com a oportunidade.
Fiquei ali, conversando, ajudando a lavar os copos, ouvindo histórias mas minha cabeça estava completamente fora dali. Não queria imaginar o que estava acontecendo pois era possível que ficaria excitado só de pensar, tentei me distrair o máximo até que o velho meio ranzinza disse que Chico estava demorando muito, tentei desconversar dizendo que Pâmela devia estar atrapalhando ele, eles riram e continuamos ali esperando, até que nos distraímos com algum assunto e passados mais de 30 minutos eles chegaram.
– Que demora danada! Disse o velho tio com seu sotaque e tom de bravo.
Sem perceber me levantei e acabei demonstrando empolgação perguntando:
– Tirou o leite?
A frase de duplo sentido foi proposital e minha esposa entendendo o recado respondeu:
– Claro que tirei.
Todos ali riram, achando que era tudo uma brincadeira, mas eu fiquei feliz com a confirmação. Chico carregando um balde de leite fresco separou em grandes garrafas de vidro e colocou na geladeira. O dia se passou rapidamente com um tom de despedida, antes de partirmos, Chico ofereceu uma garrafa grande de leite para trazermos, guardamos a garrafa, nos despedimos e a agradecemos a hospitalidade e embarcamos de volta pra casa.
A viagem de volta seria ainda mais cansativa, era quase noite e as poltronas do ônibus não eram muito confortáveis, mas escolhemos um lugar nos fundos e nos sentamos. No meio da viagem, já explodindo de curiosidade e tesão pedi pra Pâmela me contar, nos certificamos que não havia ninguém próximo, o ônibus estava bem vazio, na verdade e ela começou.
– A gente foi pro curral né?! Ela falou baixinho comigo, me olhando e sorrindo entre uma palavra e outra.
– Eu comecei a falar que ele estava muito bonito, que fazia tempo que não nos víamos e tal, mas ele pareceu meio devagar, e então quando ele se preparava pra tirar o leite da vaca eu pedi para me ensinar, muito sem jeito ele aceitou.
Nesse momento ela já tocava minhas coxas e percorria minha virilha ainda por cima da calça.
– Ficamos ali pertinho, ele segurou minhas mãos e me mandou apertar a teta da vaca, apertei devagar e ele riu perguntando se eu tava com dó do bico, acabei caindo na risada e aproveitei que estava bem perto do rosto dele e o beijei. Mas ele se levantou rapidamente e fez um movimento como se quisesse ir embora, então comecei a pedir desculpas, quando ele se virou, percebi que o pau dele estava forçando a calça de tão duro. Então me aproximei e comecei a falar que eu o achava muito gostoso, que ele parecia mais homem que você (risos).
Eu contei pra ela que no dia anterior havia dito que homem da roça era homem de verdade e ela se aproveitou disso pra seduzir o safado.
– Ele ainda muito desajeitado tentou me beijar também, lógico que deixei, mas percebi que só funcionaria de outra forma, então comecei a tirar minha blusa, deixando meus peitos à mostra e guiando a mão dele para tocá-los. As mãos ásperas e grossas dele começaram a apertar meus peitos com força, parecia que ele queria me ordenhar. Era uma delícia!
Aquilo me excitou e, me certificando que ninguém nos veria ali no fundo do ônibus, tirei meu pau que Pâmela logo começou a tocar.
– Depois Chico me puxou com força pra perto dele, passando a língua e raspando aquela barba espessa sob meu corpo, fazendo cócegas e me enchendo de tesão, abaixei a calça e ele rapidamente arrancou minha calcinha, rasgou com um movimento rápido e a jogou no chão, me excitando ainda mais.
Eu implorava que ela não parasse a história e seguisse me masturbando, mas o tesão dela foi tanto que ela colocou a mão por dentro da calça e começou a se tocar, me deixando punhetar, ouvir a história e admirar ela bater uma siririca bem do meu lado, se lembrando do próprio primo.
– Depois que arrancou minha calcinha, ele me virou de costas, me apoiando na tábua da cerca do curral, apertou minha bunda, cuspiu na mão, esfregou aquele pau grande lubrificando e guiou até a entrada da minha bucetinha. Amor, acredita que foi difícil de entrar? (risos)
Já estávamos gemendo juntos baixinho e nos masturbando, trocamos beijos e ela seguiu com a história.
– Aí amor, ele foi um pouco bruto, empurrou um pouco mais forte, mas ainda não entrou tudo, então ele socou fundo me tirando um grito de dor, mas ele parecia não se importar muito, ficou ali socando feito um animal tarado, tão fundo e tão forte que eu comecei a cravar minhas unhas na madeira.
– Puta que pariu amor! Eu falei alto, me esquecendo que estávamos no ônibus e alguém poderia ouvir. Pâmela riu com satisfação, pois adora me ver excitado daquele jeito.
– Você já está até suado safado.
Ela comentou, enquanto voltava a contar o que aconteceu.
– Ele socava muito desajeitado, mas era tão viril e forte que eu acabei me acostumando com aquilo. Empinei ainda mais a bunda para sentir que eu era toda dele naquele momento, as mãos ásperas apertavam meus peitos e eu sentia o bafo quente dele em meu rosto, babando e gemendo de tesão.
– Você é maravilhosa, aposto que ele estava adorando. Comentei em meio aos nossos toques.
– Sim, ele me chamava de puta, vaca safada.
Ela continuou dando gargalhadas contidas.
– Sabe o que foi mais gostoso?! Quando ele puxou minhas coxas e empinou minha bunda com tanta força que quase me tirou do chão me deixando ainda mais aberta e exposta, depois afundou o pau dele que já tava melado do melzinho da minha buceta e de pré-gozo. Eu sentia a cabeça do pau dele bater dentro de mim, como é possível isso? (risos)
A história só ficava melhor a cada momento, eu estava prestes a gozar, mas estava atento ao desenrolar.
– Ele continuou metendo daquele jeito “diferente” e acabou me fazendo gozar, gemi alto dizendo que ele era um macho gostoso e ouvi ele dizendo que também iria gozar. Aí, me virei e pedi pra gozar na minha boca, tirando o pau dele de dentro e me ajoelhando no chão sujo mesmo. Peguei aquele pauzão duro e comecei a chupar, rapidinho ele jorrou leite na minha cara, me lambuzando toda e urrando feito um animal. Eu sorria feito uma vagabunda e ela adorou aquilo, a carinha dele de macho inocente mas bruto e bem gostoso não me sai da memória.
Naquele momento eu gozei, melando a mão toda e deixando respingar na calça e cueca, Pâmela percebendo me ajudou a limpar tudo com a boca, me beijando depois como a gente sempre faz, em seguida ela gozou também, lembrando da própria transa e contando pro maridinho corno. Desconfiado, olhei em volta mais uma vez para ter certeza que ninguém havia ouvido ou visto nada, após relaxar e nos limparmos, acabamos dormindo até o ônibus chegar no destino.
Foi uma viagem super cansativa e por um motivo sério, mas no fim, acabamos aproveitando mais do que o imaginado, voltando satisfeitos pra casa saciados por mais alguns dias.