Acordamos no dia seguinte por volta das 10h, ainda com o corpo cansado da noite anterior. A Camila estava linda deitada ao meu lado, o cabelo preto todo bagunçado e algumas marcas roxas discretas no pescoço e nos seios que o vestido de ontem não conseguia esconder completamente. Ela abriu os olhos, sorriu preguiçosa e me deu um beijo lento.
— Bom dia, meu corninho — sussurrou no meu ouvido, mordendo de leve a minha orelha.
Só de ouvir aquela palavra meu pau já começou a endurecer. Tomamos café na pousada e ficamos conversando sobre a noite.
Ela admitiu que tinha gozado mais vezes do que conseguia contar e que o Fernando ainda fodia “como um animal”.
Eu confessei que ouvir tudo atrás da porta tinha sido uma das coisas mais intensas da minha vida.
Por volta das 14h recebemos uma mensagem da Carla: “Churrasco aqui em casa às 16h. Não atrasem. E traz a Mila bem safada 😉”.
A Milla vestiu apenas um vestidinho de verão, bem soltinho, com somente a parte de baixo do bikini, sem o sutiã.
Chegamos na casa pontualmente. O clima estava diferente do dia anterior — mais direto, mais pesado. O Fernando e o Johnny já estavam sem camisa, tomando cerveja gelada ao lado da churrasqueira. Assim que entramos, o Fernando veio direto na Camila, deu um beijo na boca dela na minha frente, apertando a bunda por baixo do vestido. Ela correspondeu sem vergonha nenhuma.
— Saudade da minha gostosa — disse ele, alto o suficiente pra eu escutar.
O Johnny riu, foi até a Milla e tascou um beijaço de língua bem intenso, depois olhou pra mim e falou:
— E aí, corno? Dormiu bem depois de ontem?
Eu só consegui balançar a cabeça, vermelho, enquanto a Milla ria satisfeita.
O Roberto estava sentado num canto, quieto como sempre, olhando pro chão.
A tarde foi regada a cerveja, caipirinha e música alta. A Carla e a Camila estavam cada vez mais soltas. Em certo momento as duas tiraram a roupa e ficaram só com a parte de baixo do bikini, os peitos livres balançando enquanto ajudavam com a salada. Os policiais não perdiam a oportunidade de apalpar, beijar e passar a mão nelas o tempo todo.
Eu e o Roberto ficávamos servindo cerveja, recolhendo copos, basicamente os “ajudantes”.
Quando o sol começou a baixar, o Fernando chamou a Camila pra dentro da casa. Ela olhou pra mim, sorriu safada e foi. O Johnny, que estava ao meu lado, olhou sorrindo e disse:
- Hora da sua mulher gozar, corno!
Depois foi logo atrás.
A Carla se aproximou de mim, segurou meu queixo e falou baixinho:
— Hoje você vai assistir tudinho, corninho. Prepara o coração.
Eles subiram pro mesmo quarto do dia anterior. A Carla me puxou pela mão e me fez sentar numa poltrona que tinham colocado de frente pra cama. O Roberto ficou de pé ao lado, já com a mão dentro da bermuda.
A Camila estava nua no meio da cama, de joelhos, chupando hora o Fernando, hora o Johnny. A Carla foi até ela ajudar.
Eu e o Roberto ficamos assistindo as nossas esposas fazendo um boquete nos dois sem reclamar.
Em pouco tempo o Fernando já estava atrás da Milla, passando o pau grosso na entrada da buceta dela. O Johnny se ajoelhou na frente, enfiando o pau na boca da minha esposa.
— Olha bem, Paulo — disse o Fernando, olhando direto pra mim enquanto metia devagar. — Olha como a sua mulher abre a bucetinha pra mim.
A Milla fechou os olhos e soltou um gemido que me fez gozar na hora. Neste momento eu soube que a minha Milla nasceu pra levar pica de macho de verdade.
A Carla riu dizendo que nunca viu um corno gozar tão rápido.
Ouvimos então um gemido alto da Camilla quando o Fernando enfiou tudo de uma vez. O Johnny segurava o cabelo dela e fodia a boca com vontade, fazendo ela babar.
— Chupa gostoso, vadia. Mostra pro seu maridinho como você vira puta quando tem dois paus grandes — ordenou o Johnny.
Eu estava paralisado, o meu pau que sequer havia ficado mole, estava latejando dentro da bermuda.
A Carla sentou no braço da poltrona e ficou passando a mão no meu peito, sussurrando:
— Tá vendo? Ela tá louca de tesão. Olha a cara dela… nem lembra que você existe agora.
Eu já estava segurando o pau pra começar uma nova punheta, mas a Carla sentou entre mim e onde o Roberto havia sentado, nua, e falou com voz firme:
— Regra nova hoje, cornos: ninguém bate punheta sozinho. Vocês são dois cornos mansos, então vão se ajudar. Paulo, pega no pau do Roberto e começa a bater.
Eu gelei. Olhei pro Roberto, que também parecia desconfortável, mas já estava de pau duro. Hesitei, as mãos tremendo.
Na cama, a Camila já estava gemendo alto. Fernando já estava forçando a pica no cuzinho dela devagar, enquanto Johnny metia na buceta. Ela estava completamente cheia.
Foi então que a Camila, ainda sentindo dor por ter um invasor enorme no seu cuzinho, virou o rosto pra mim, olhos cheios de tesão e autoridade, e gritou entre gemidos:
— Anda logo, corno! Obedece! Pega no pau dele e bate punheta que eu quero ver!
Aquela ordem da minha própria esposa, enquanto levava rola na buceta e no cu ao mesmo tempo, foi demais. Com o rosto queimando de vergonha, eu me aproximei do Roberto, segurei o pau dele (era quente, latejando) e comecei a masturbar devagar. Ele fez o mesmo comigo. Estávamos sentados lado a lado, batendo punheta um no outro enquanto assistíamos a Camila sendo fodida com força pelos dois policiais.
Os dois trocaram de posição várias vezes. Foderam a Camila de quatro, de lado, cavalgando.
Em certo momento fizeram ela sentar no pau do Fernando enquanto o Johnny enfiava no cuzinho dela devagar. A Camila gritava de prazer, olhos revirados:
— Ai meu Deus… os dois juntos… me arrombem… eu sou puta de vocês!
O Fernando ria e olhava pra mim:
— Escuta isso, corno. Sua mulher tá pedindo pra gente arrombar o cuzinho dela. Ontem ela ainda pediu devagar… hoje já tá viciada.
O Johnny acelerou as estocadas na bunda da minha esposa e currou ela com força, segurando nas ancas enquanto ela sentia o pau do Fernando duro feito uma rocha dentro da sua buceta molhada.
Eu só conseguia bater punheta devagar, sem conseguir tirar os olhos.
A Carla, maliciosa, olhava pra mim e dizia:
— Olha pra sua mulher, Paulo — sussurrou a Carla no meu ouvido. — Tá vendo como ela goza com dois paus de verdade? Vocês dois cornos só servem pra isso agora.
Os gemidos da Camila enchiam o quarto. Ela gritava palavrões, pedia pra arrombarem ela na frente do corninho, gozava gritando, depois pedia mais.
Depois de quase uma hora de foda intensa, os dois anunciaram que iam gozar. Primeiro o Johnny tirou do cuzinho dela e gozou forte na boca da Camila, mandando ela engolir parte e deixar escorrer no queixo. Logo em seguida o Fernando deu várias metidas fortes e gozou bem fundo na buceta dela, gemendo alto.
Mas não parou por aí.
Depois de foder a Camila por um bom tempo, Fernando e Johnny trocaram de mulher. Agora era a Carla na cama, sendo comida pelos dois com a mesma intensidade.
A Camila desceu da cama, veio até mim toda suada e gozada, e sentou na minha frente.
— Limpa, corninho. Chupa toda a porra que eles botaram em mim.
Eu me ajoelhei e comecei a lamber a buceta dela, depois o cuzinho, engolindo o leitinho grosso dos dois machos enquanto ouvia a Carla gemendo alto na cama.
A Camila ficou de quatro e segurou minha cabeça enquanto gemia baixinho:
— Isso… limpa bem o cu da sua mulher… engole tudinho.
Quando os dois terminaram de foder a Carla, eles gozaram novamente, quase ao mesmo tempo: um dentro da buceta e o outro no cuzinho dela.
A Carla, ofegante, apontou pro Roberto:
— Sua vez, corno. Limpa sua esposa direito.
Enquanto o Roberto começava a chupar a porra da Carla, a Camila olhou pra mim e ordenou:
— Agora vai lá limpar os paus deles, amor. Vai!
O Johnny sorrindo complementou:
- Vem aqui limpar a porra e agradecer a gente por comer sua puta, corno manso!
Humilhado, eu me aproximei dos dois policiais. Primeiro peguei o pau do Fernando, ainda brilhando de porra e fluidos da minha esposa, e comecei a lamber. Depois fiz o mesmo com o Johnny.
Mas o Johnny não se contentou com isso.
Ele segurou minha cabeça com as duas mãos, enfiou a jeba toda na minha boca e começou a foder minha garganta. Eu engasguei forte, lágrimas escorrendo, sentindo o pau grosso bater no fundo da garganta enquanto ele ria:
— Isso, corno… engole fundo. Treina essa boquinha.
O Fernando, assistindo, completou com um sorriso cruel:
— Da próxima vez, se quiserem limpar leitinho nas vagabundas das esposas, vocês dois vão ter que vir de calcinha. Porque só pode chupar macho quem usa calcinha!
A Camila e a Carla riram alto ao ouvir aquilo.
Eu continuava engasgando no pau do Johnny, o rosto vermelho, baba escorrendo pelo queixo, completamente dominado.
Quando ele finalmente tirou, eu tossi, tentando recuperar o fôlego e tomei um jato de porra na cara.
A Camila rapidamente me puxou pra perto dela, me deu um beijo molhado (ainda com gosto de porra) e sussurrou no meu ouvido:
— Você foi um bom corninho hoje, amor. Tô orgulhosa de você.
A Carla, ainda sendo lambida pelo Roberto, olhou pra nós e disse:
— A noite tá só começando… Quem sabe amanhã a gente coloca os dois de calcinha pra valer.
O Fernando já se empolgou novamente e pegou a Milla no braço:
— Vira de quatro de novo, putinha — ordenou.
A Camila obedeceu, bunda empinada. O Fernando meteu de novo no cuzinho dela e, depois de um bom tempo de estocadas fortes que a fizeram gritar novamente, gozou também lá dentro.
Quando ele saiu de cima dela, a cena era brutal: a Camila estava vermelha, suada, com porra escorrendo do cuzinho aberto, o rosto melado, cabelo grudado na testa.
O Fernando olhou pra mim e apontou o chão ao lado da cama:
— Vem cá, corno. Hora de fazer o seu trabalho.
A Carla me empurrou de leve:
— Anda, Paulo. Limpa tudinho novamente. Buceta, cuzinho e o pau do macho. Seja um bom corninho.
Eu me ajoelhei na cama, tremendo. A Camila virou o rosto pra mim, olhos brilhando de tesão e um sorriso safado:
— Vem, amor… limpa a sua putinha. Chupa toda a porra que botaram em mim.
Comecei pela buceta, que ainda tinha um resto de porra da foda anterior. O gosto era forte, quente, misturado com o cheiro dela. Lambi tudo, enfiando a língua o mais fundo que conseguia enquanto ela gemia baixinho e acariciava meu cabelo.
— Isso… limpa bem… engole o leitinho dos machos…
Depois passei pro cuzinho. Ele ainda estava muito aberto, com porra grossa escorrendo.
Lamber ali foi ainda mais humilhante… e mais excitante. A Camila empinava a bunda pra facilitar, gemendo:
— Isso, corninho… chupa meu cu gozado… você gosta né? Gosta de limpar o que os machos fizeram na sua mulher…
Quando terminei nela, o Fernando e o Johnny estavam sentados na beira da cama, paus ainda semi-duros, brilhando de porra e fluidos.
— Agora os paus, corno, de novo! Vem aqui mamar — disse o Johnny, segurando o dele na base e balançando na minha direção.
Eu hesitei por um segundo. A Carla segurou minha nuca e empurrou minha cabeça pra frente:
— Chupa. Limpa direitinho.
Coloquei o pau do Fernando na boca primeiro. O gosto era forte, salgado, misturado com o sabor da minha própria esposa. Lambi tudo, chupando a cabeça, descendo até as bolas. Depois fiz o mesmo com o Johnny.
Enquanto eu fazia isso, os dois riam e faziam comentários:
— Olha o corno mamando gostoso… aprendeu rápido hein. — Sua mulher tá olhando tudo, Paulo. Tá vendo como você é obediente.
A Camila assistia tudo com um olhar de puro tesão, tocando a própria buceta devagar.
Quando terminei, os dois deram tapinhas na minha cabeça como se eu fosse um cachorrinho.
— Bom trabalho, corno manso — disse o Fernando. — Agora vai beijar sua mulher e agradecer por ela ter sido uma puta tão gostosa pra gente.
Eu subi na cama e beijei a Camila. O beijo estava com gosto de tudo: porra, buceta, cuzinho… Ela enfiou a língua na minha boca com vontade, gemendo baixinho.
— Te amo, meu corninho — sussurrou ela. — Obrigada por me deixar ser assim.
A Carla bateu palmas:
— Que lindo! Agora desce e traz mais cerveja pra gente, que a noite ainda tá só começando…
