Depois de dias daquela tortura deliciosa mensagens safadas, toques leves, beijos que prometiam o mundo sem entregar, Rafael finalmente disse que viria à minha casa. Era uma tarde de sábado preguiçosa em São Paulo, calor úmido típico da cidade. Eu tinha acabado de voltar de uma caminhada leve e não estava com vontade de me arrumar. Estava exatamente como me sentia confortável: uma regata branca fininha de algodão, quase transparente de tão velha e usada, que marcava claramente meus seios médios sem sutiã. Os bicos rosados apareciam sutilmente contra o tecido quando eu me mexia. Embaixo, um shortinho de algodão cinza claro, bem curto, daqueles que sobem na bunda e deixam metade das nádegas de fora. Sem calcinha nenhuma. Meus pés 34 estavam dentro de chinelos simples de dedo, as solas levemente roladas um pouco suadas do calor, unhas pintadas de vermelho escuro.
Meu cabelo longo liso estava solto, ainda úmido do banho rápido que tomei antes. Eu me olhei no espelho do quarto e sorri. Sabia que estava perigosa assim, natural, sem nada por baixo. Minha bucetinha rosadinha estava livre, os lábios pequenos já um pouco inchados só de imaginar ele chegando. O bumbum grande e malhado ficava ainda mais empinado com o short subindo.
A campainha tocou às 15h em ponto.
Abri a porta e lá estava Rafael. Alto, forte, camisa preta justa marcando o peito largo e os braços definidos. Calça jeans escura. O olhar dele desceu imediatamente pelo meu corpo inteiro — da regata fina que deixava os seios quase à mostra, passando pelo shortinho curto que mal cobria meu bumbum, até os chinelos nos pés.
— Porra, Paty… você tá assim pra me provocar? a voz grave saiu rouca, quase um rosnado.
Ele entrou sem esperar convite, fechando a porta atrás de si com o pé. O cheiro masculino dele invadiu o apartamento. Antes que eu pudesse dizer qualquer coisa, ele me encostou na parede do corredor, o corpo grande cobrindo o meu. Uma das mãos grandes segurou minha cintura, a outra subiu devagar pelo meu braço até segurar meu queixo, inclinando meu rosto para cima.
— Olha pra mim! ordenou.
Eu olhei. Seus olhos escuros estavam famintos. Ele se aproximou devagar e tomou minha boca num beijo profundo, molhado, dominador. A língua dele invadiu a minha com calma, explorando cada canto, chupando minha língua devagar enquanto a mão na minha cintura descia para apertar uma nádega por cima do short. Meu bumbum grande encheu a mão dele. Ele apertou forte, gemendo contra minha boca.
— Sem calcinha… eu sinto. Essa bucetinha rosadinha tá livre, né? Já molhada pra mim?
Eu gemi no beijo, assentindo. Meu corpo inteiro esquentou. Os bicos dos meus seios endureceram na hora contra a regata fina, marcando claramente.
Rafael interrompeu o beijo só para olhar para baixo. Viu os bicos duros.
— Olha esses peitos… sem sutiã, bicos durinhos me chamando. Ele abaixou a cabeça e, por cima da regata, fechou a boca quente em um dos meus seios, chupando o bico por cima do tecido fino. A sensação foi elétrica. Eu arqueei as costas, gemendo alto. Ele chupou com vontade, a língua girando, depois passou para o outro seio, deixando manchas úmidas na regata.
— Deliciosos… médios, firmes, bicos sensíveis pra caralho.
Ele se afastou um pouco, me olhando de cima a baixo novamente.
— Tira os chinelos. Quero ver esses pés.
Eu obedeci, tirando os chinelos com os próprios pés. Meus pés 34 ficaram descalços no chão frio, solas levemente roladas, um pouco úmidas do calor. Rafael se agachou na minha frente aquele homem enorme, forte, se ajoelhando por causa dos meus pés. Ele pegou um pé com as duas mãos grandes, ergueu devagar e levou à boca.
O primeiro contato da língua quente na sola rolada me fez tremer. Ele lambeu devagar, de baixo para cima, sentindo toda a textura macia da sola. Depois chupou os dedos um por um, a boca quente e molhada envolvendo cada dedinho, a língua girando entre eles. O som molhado ecoava no corredor. Ele gemeu baixo enquanto chupava.
— Pés gostosos pra caralho… pequenos, solas macias e roladas. Sabor de mulher quente.
Ele dedicou minutos longos aos meus pés. Chupava, lambia, mordia de leve a sola, passava a língua entre os dedos, depois fazia o mesmo com o outro pé. Eu me apoiava na parede, pernas tremendo, sentindo cada chupada reverberar direto na minha bucetinha. Estava ficando encharcada. O shortinho de algodão já tinha uma manchinha úmida na frente.
Rafael levantou, me pegou no colo como se eu não pesasse nada e me levou para o sofá da sala. Me deitou de costas, abriu minhas pernas devagar e se ajoelhou entre elas no chão. O shortinho subiu ainda mais, expondo quase todo o meu bumbum e a bucetinha rosadinha, já inchada e brilhando de tesão.
— Olha essa bucetinha… toda rosadinha, lisinha, molhada pra mim. Lábios pequenos, delicados. Tá piscando de vontade.
Ele não tirou meu short ainda. Em vez disso, abaixou o rosto e beijou por cima do tecido, sentindo o calor e a umidade. Depois puxou o shortinho devagar para o lado, expondo minha buceta completamente. A boca quente dele se aproximou e ele deu uma lambida longa, lenta, da entrada até o clitóris. Eu gemi alto, as mãos agarrando o sofá.
Rafael chupou minha bucetinha com maestria. A língua larga e quente explorava cada dobra rosada, circulava o clitóris inchado, entrava devagar na entradinha apertada, depois voltava para chupar os lábios pequenos. Ele fazia barulho sons molhados, gemidos graves de quem estava adorando o sabor. De vez em quando ele olhava para cima, olhos escuros encontrando os meus.
— Deliciosa… bucetinha doce, molhada, rosadinha. Tá inchando na minha boca.
Enquanto chupava minha buceta, uma das mãos grandes subiu pela minha barriga, por baixo da regata, e segurou um dos meus seios, apertando e beliscando o bico de leve. A outra mão segurava minha coxa aberta.
Ele me levou ao limite várias vezes. Quando sentia que eu ia gozar, ele diminuía o ritmo, só lambendo devagar, soprando ar quente na carne sensível. Eu implorava, mexendo o quadril, tentando pressionar mais contra a boca dele.
— Por favor… Rafael… me deixa gozar…
— Ainda não, Paty. Quero você louca de verdade.
Ele virou meu corpo de lado no sofá, ergueu uma das minhas pernas e expôs meu cuzinho. Sem aviso, a língua quente e molhada passou direto no meu cu, lambendo em círculos lentos. Eu soltei um gemido agudo de surpresa e prazer. Ele chupou meu cu com a mesma fome que chupou minha buceta língua pressionando, girando, entrando um pouco na entradinha apertada enquanto o polegar massageava meu clitóris ao mesmo tempo.
— Cu gostoso… apertadinho, limpo. Adoro chupar tudo em você.
Ele alternava, chupava meu cu, depois voltava para a bucetinha rosadinha, depois subia para lamber meu clitóris inchado. Os seios dele roçavam nas minhas coxas. Eu estava suando, cabelo longo grudando no pescoço, regata colada no corpo por causa do suor.
Depois de longos minutos me torturando assim, ele me colocou de quatro no sofá, bumbum grande empinado para ele. O shortinho foi puxado completamente para baixo e jogado longe. Minha regata subiu, expondo as costas. Rafael abriu minhas nádegas com as mãos grandes e mergulhou o rosto novamente língua no cu, depois na buceta, chupando forte, fazendo barulhos obscenos.
— Esse bumbum grande malhado… perfeito pra abrir e chupar tudo.
Ele chupou meu cu com mais intensidade, a língua fodendo devagar a entradinha enquanto dois dedos entravam na minha bucetinha, curvando para acertar o ponto G. Ao mesmo tempo, ele esticou a outra mão por baixo de mim e beliscou meus seios, puxando os bicos.
Eu estava no limite absoluto. Meu corpo tremia inteiro. A bucetinha latejava, o cu piscava na boca dele, os seios doíam de tão sensíveis. Eu gemia sem parar, palavras desconexas:
— Rafael… por favor… eu preciso… me fode… quero seu pau grosso dentro de mim…
Ele parou de chupar só para falar, voz rouca e safada contra minha carne molhada:
— Ainda não, Paty. Você vai gozar na minha boca primeiro. Várias vezes. Quero você desesperada pelo meu pau. Tão louca que vai implorar de joelhos.
Ele voltou com tudo. Chupou minha buceta com fome, dedos entrando e saindo rápido, língua no clitóris girando sem parar. Ao mesmo tempo, o polegar pressionava meu cu molhado de saliva. Os seios recebiam apertos e beliscadas constantes.
O primeiro orgasmo me acertou como uma onda violenta. Eu gritei, o corpo convulsionando, bucetinha jorrando na boca dele. Rafael não parou. Continuou chupando, prolongando o prazer até eu ficar sensível demais. Depois veio o segundo, mais forte, enquanto ele chupava meu cu e fodia minha buceta com os dedos.
Eu estava chorando de prazer, pernas tremendo, bumbum empinado balançando sem controle. Meu cabelo longo estava bagunçado, colado no suor das costas. A regata fina estava toda molhada de suor, transparente, colada nos seios.
Rafael me virou de novo, de costas no sofá, e subiu em cima de mim. Ele tirou a camisa, mostrando o peito definido, abdômen marcado. Mas não tirou a calça. O volume grosso do pau dele marcava a calça jeans, enorme, mas ele não deixou eu tocar. Quando tentei esticar a mão, ele segurou meus pulsos acima da cabeça com uma só mão.
— Não. Hoje você não encosta no meu pau. Só sente o que eu faço com você.
Ele abaixou o rosto e atacou meus seios novamente. Chupou os bicos com força, alternando entre um e outro, mordendo de leve, sugando até eu arquear as costas. Enquanto isso, a mão livre desceu e voltou a brincar com minha bucetinha inchada e meu cu molhado.
Ele me fez gozar mais duas vezes só com a boca nos meus peitos e dedos na buceta e no cu. Eu estava destruída de prazer, corpo mole, bucetinha latejando, cu sensível, seios vermelhos de tantas chupadas, pés ainda formigando da memória da boca dele.
Rafael se inclinou sobre mim, beijando minha boca novamente um beijo molhado, com gosto da minha buceta e do meu cu. A língua dele dominava a minha enquanto ele sussurrava contra meus lábios:
— Olha o estado que você tá, Paty… toda molhada, tremendo, desesperada pelo meu pau grosso. Imagina ele te abrindo devagar, te enchendo inteira. Mas ainda não. Quero você no nível máximo de desejo. Quero que você sonhe com ele entrando em você.
Ele continuou me beijando, chupando meus peitos, lambendo meus pés novamente (agora ele os ergueu e chupou enquanto me olhava nos olhos), alternando com longas sessões de boca na minha bucetinha e no meu cu. Cada orgasmo me deixava mais sensível, mais louca.
Eu implorava sem parar:
— Rafael… por favor… me fode… eu preciso do seu pau… quero sentir ele grosso dentro da minha bucetinha… por favor…
Ele sorria aquele sorriso safado, olhos brilhando de domínio.
— Ainda não, minha gostosa. Você vai dormir hoje pensando só nisso. No meu pau grosso te abrindo. Na sensação de ser completamente preenchida por mim. Amanhã… talvez.
Quando ele finalmente se levantou, eu estava deitada no sofá, regata toda molhada e transparente, short jogado no chão, pernas abertas, bucetinha inchada e brilhando, cu molhado de saliva, seios vermelhos, pés brilhando de saliva, cabelo longo espalhado como um leque. Eu tremia inteira, respiração ofegante, olhos vidrados de prazer extremo e desejo insatisfeito.
Rafael se abaixou, deu um último beijo lento na minha boca, depois beijou de leve minha bucetinha ainda latejando.
— Amanhã eu volto. E aí… aí sim você vai sentir cada centímetro desse pau que tá te deixando louca.
Ele saiu do apartamento me deixando exatamente assim: destruída de tesão, corpo marcado pelas chupadas, mente completamente obcecada pelo pau grosso dele que eu ainda não tinha visto nem tocado.
Eu fiquei ali no sofá por quase uma hora, incapaz de me mexer direito. Cada vez que eu fechava os olhos via a boca dele chupando meus pés, meus peitos, minha buceta e meu cu. Sentia o fantasma da língua dele em cada parte sensível. Meu desejo tinha chegado a um nível absoluto eu nunca quis ser penetrada tão desesperadamente na vida.
E ele sabia. O macho que virou meu mundo do avesso tinha me quebrado de prazer sem nem tirar a calça.
Eu já contava as horas para o dia seguinte.