Nós arrumamos para a festa a fantasia, a inquilina super sexy vestida de enfermeira e eu vestido de Médico, por baixo ela vestia um espartilho branco, com uma micro calcinha e estava de cinta liga e meia arrastão, sem short sem nada por baixo, então a calcinha e as coxas apareciam dependendo da forma que ela sentava e a calcinha era branca e transparente dava para ver um pouco mais, até parte da pimenta as vezes aparecia.
Era uma casa em um condômino fechado, grande, a cozinha e uma extensão da sala davam num quintal gramado no fundo, quando chegamos tinha pouca gente, uma mesa no gramado com um casal vestido de piratas fazendo drinks, comida a vontade, realmente a amiga dela era bem nascida, a amiga estava vestida de menina super poderosa ela e as duas melhores amigas, a Marido de macaco louco, só soube disso por que ele contou, a festa foi enchendo, família, amigos e pessoas do trabalho, todos levaram a sério todos fantasiados, e todos bebendo muito, a família dela foi indo embora, e depois outras pessoas, ficamos numa mesa no fundo do quintal com uma cavaleiro templário (um cara que trabalhava com elas e entendi que teve um caso com a dona da festa), uma branca de neve (estágiaria da empresa), e um Viking ( um moleque de 20 anos no máximo que era primo da dona da festa), que não tivera o olho das pernas da inquilina, provavelmente por estar bebado e por ter visto algo em alguma vez que ela cruzou ou descruzou as pernas, eu diria que o que mais foi visto ali foram calcinhas e volumes nos homens, porque a mulherada estava realmente sensual. A inquilina não queria ir embora, estava realmente se divertindo e todos começaram a ir embora, o Marido da dona da festa foi dormir de tão bebado, e ela se juntou a nós no fundo do quintal, o Viking estava trocando uns beijos com a branca de neve, e eu o templário e a inquilina conversarmos quando a dona da festa chegou.
- Só sobraram casais, e o meu foi dormir, e dou uma olhada de lado para o templário - a inquilina abraçou ela, as duas bebadas, a amiga dela deu uma olhada para mim mordendo o labio - Você está ai com esse homão, e o meu, foi dormir - e fez um buaaa, fingindo choro exagerado, todos rimos. Eu estava bem bebado e sorri para eles, quando o viking voltou dizendo que foi abandonando também e abraçando a prima e aproveitando para passar a mão fingindo sem querer na inquilina. Que não se incomodou com a pequena apertada que ganhou na cintura e a alisada de leve sobre a bunda. Olhei em volta, tinam alem de nós só dois casais que eram amigos da faculdade da dona da festa, mas estavam se ajeitando para ir embora. fui no ouvido da inquilina e falei
- Sua amiga esta louca para pegar o Templário, e o Viking não para de olhar para suas pernas, e até passou a mão em você, e você deixou, então, nós vamos embora, ou nós vamos nos divertir por aqui? - Ela mordeu o labio e deu uma respiradinha olhando a trupe fantasiada, pegou a amiga pela mão e foram para dentro da casa, deixando eu, o Viking e o templário. Peguei uma cerveja para cada um no cooler, entreguei uma para o templário e quando fui entregar a do viking - E ai amigo gostou? - falei entregando a cerveja para o Viking, ele ficou branco, sabia o que eu estava falando. Coloquei a cerveja na sua mão, o templário ficou olhando e eu falei para ele - e a prima do cara? - ela ficou de boca aberta e me olhou, eu ri - E abracei um com cada braço, bom, se minha enfermeira convencer sua prima acho que vamos nos divertir - os dois primeiro olharam espantados e depois me olharam com surpresa, - Bom, vai depender da aniversariante. - Vai dedurar sua prima, Viking? - Ele riu.
- Nem fudendo, se isso for verdade eu vou é aproveitar da minha prima - e soltou uma risada estendendo a latinha para um brinde - e com todo respeito, da sua esposa gostosa também - rimos os três. A inquilina olhou da porta rindo, bebada, e veio sozinha, os dois me olharam e eu fiquei esperando ela chegar até onde estávamos sentados no fundo do quintal em poltronas de quintal largas, ela veio e sentou no meu colo e me beijou. Na posição que sentou, com certeza estavam vendo mais dela, ela colocou a boca no meu ouvido rindo, muito bebada, depois do beijo.
- A dona da festa disse que já vem, esta cheia de tesão querendo, mas foi garantir que não vai dar ruim para ela - riu - quer? - mordeu o lábio e passou a mão pelo meu pau e abriu um pouco as pernas para que os dois que estavam de frente com a gente vissem algo - começar enquanto não sabemos se ela vem? - eu passei a mão entre suas pernas fazendo ela abrir um pouco mais suas pernas, o vestidinho de enfermeira que ja pouco cobria praticamente foi parar em sua barriga, deu para ouvir o risinho e a respirada dos dois, e ate um “caralho” baixinho vindo do viking, ela começou a me beijar e eu brincando com o elástico de sua calcinha provavelmente fazendo com que eles vissem partes e essas partes sumissem na sequencia, ela ja estava bem molhada, os dois meio que não sabiam exatamente o que fazer e ela sorria e me beijava, percebendo o desconforto deles. Eu tirei sua calcinha para o lado exibindo toda sua buceta e chamei com os dedos os dois se levantaram mas o viking, jovem e com menos filtros, veio alisando sua buceta junto comigo eu comecei a alisar o clitoris dela e ele enfiou os dedos nela, ela deu um gemido mais alto me beijando, a outra mão do viking foi abrindo os botões do vestido de enfermeira dela e beijando seu pescoço, ja que seu rosto estava virada para mim, o templário ficou d o lado olhava para a porta, como se preocupado que alguém estivesse vendo ou vindo, o viking colocou seu pau para fora, e acelerando as dedadas, ela gemia entre beijos e olhando para ele, meu pau estava duro encaixado ainda calça na bunda dela, ela rebolava com as dedadas dentro e o clitoris sento pressionado, A inquilina passou a mão no pau dele e segurou, o templário apareceu, tentando se encaixar e achou a outra mão dela, que agora estava com os peitos de fora, o vestido aberto caído entre meu corpo e e o dela, ela pegava no pau do viking que estava sem calça e chupava seus peitos o templário, alisava seu outro peito e tentava chegar até sua buceta, ela com as costas encostada no meu peito rebolava e ria bebada, as vezes me beijava as vezes só gemia, o viking tentou de alguma forma chegar mais perto e tentando enfiar ou pau nela, mas a posição não ajudava, e quando ele foi para trás ela abaixou e começou a chupar ele, o templário levantou sua túnica e tirou a cueca, enquanto ela dava uma bela chupada no Viking, que segurava ela pelos cabelos e puxava ela com força, ela ainda sentada no meu colo e rebolando punhetava o Templário que segurava seus túnica de maneira até cômica e então ela trocou e começou a chupar o Templário e punhetar o Viking, quando ela voltou a chupar o Viking o Templário tirou sua túnica, ficando nu no jardim, e com as mão livres também segurava ela pelos cabelos para fuder sua boca enquanto ela chupava ele no revezamento, eu tirei ela do meu colo e seu vestido caiu, deixando ela somente com sua micro calcinha que estava completamente para o lado e meio arriada, sua cinta-liga e espartilho com os peito para fora, ela se levantou enrolou o cabelo num rabo de cavalo e se ajoelhou no chão, tirei minha calça e entrei no meio dos dois, e ela me deu toda atenção naquele momento, me chupando e punhetando os dois, o rosto dela ja estava melado, e.o pau deles visivelmente babados, o Viking foi para trás dela, e ela se ajeitou ficando de quatro e ele começou a meter em sua buceta, ela gemia e tentava manter o ritmo das chupadas em nós dois alternando, mas o Viking estava balançando ela e se divertindo com ela tentando manter o ritmo. Ela riu puxando o corpo para frente e saindo do Viking, e sentou no sofá com as pernas abertas o Viking me olhou e eu consenti com a cabeça e ele ergueu as pernas dela e começou a comer sua buceta em posição de frango, eu o viking nos ajoelhamos um de cada lado do seu rosto, e ela começou a nos justar e revezes entre nos paus, e ambos podíamos sua boca e depois empurrávamos sua cabeça para outro, o templário fudia sua buceta com vontade, mas muito mais calmo que o Viking, ele tirou o pau de dentro dela e gozou em sua barriga, o sentou na cadeira, o Viking se moveu rápido para tomar o lugar dele, a inquilina ficou um pouco assim de pois me olhou com uma cara de bebada e safada sorrindo.
- Amor, quero os dois, juntos. - eu me sentei ela se sentou por cima de mim enfiando a buceta até o fundo comeu pau e soltando um gemido mais forte, eu dei um tapa em sua bunda e abri sua bunda, o Viking, não deixou nem terminar de abrir a bunda dela, e enfiou seu pau, falando uns palavrões, que era a primeira vez que comia um cu, a inquilina olhou para trás com um sorrido e falou - Só fode e para de falar - ela riu sem graça mas descontou na força, com estocadas fortes e firmes, que tiravam gemidos longos dela, e que fez ela gozar entre nós dois, ela me beijou gozando e unhando minha costas, quando ele sentiu ela gozando não aguentou muito e afundou seu pau, gozando bem fundo no cu dela, e saiu, quando saiu eu comecei a meter e ela levantou o corpo cavalgando com os dois assistindo, ela continuou e cada vez que ela pulava sobre mim, sentia o gozo do Viking sair dela e escorrer pela buceta e meu saco, ela começou a cavalgar mais forte apoiando em minhas coxas e gozou novamente, - Caralho, amor, que delicia. - Ela começou a gozar e jogou o corpo sobre o meu tremendo louca mente, eu comecei a gozar, e ela ficou abraçada em mim ainda tento estamos e soltando gemidinho a cada gozada minha. O Viking e o Templário só assistiam sentados, um no chão e outro numa poltrona na frente. Quando virei a inquilina e ela sentou do meu lado, e ficamos naquele silencio uns 10 minutos, todos respirando ofegantes, com a inquilina toda descabelada e escorrendo porra entre as pernas e os paus moles e melados, vimos a porta de vidro da casa se abrindo e a dona da casa, chegando com uma garrafa de wiskey ela sorriu maliciosa vendo o estado de todos.
- Ah, é serio que não me esperaram? Eu tinha que garantir - sorriu com cara de safada, rebolando com sua roupa rosa de menina super poderosa e se sentou ao lado inquilina dando um gole na garrafa, e passando a garrafa para a mão do templário - Bom, se ainda quiserem brincar eu queria fechar meu aniversário fazendo algo que nunca fiz. - todos se olharam com um sorriso se recuperando.