Parte 28: Presentes de Natal, Surpresas e Jogos Íntimos

Um conto erótico de Le Conteur
Categoria: Heterossexual
Contém 1227 palavras
Data: 30/03/2026 12:47:20

Pela manhã, todos estão esgotados – um cansaço acumulado pelas brincadeiras e passeios na praia, a festa de Natal e, claro, muito sexo. Era a manhã do dia 25, enfim o Natal propriamente dito. Rufus levanta com Gislaine e Sara, e já encontram João e Jorge adiantando o café – ovos mexidos, pães frescos e frutas. Eliseu ainda estava apagado, roncando no quarto.

Enquanto tomavam café, João revela sua surpresa para Gislaine: "Ei, amor… lembra aquela máquina de bordado digital automática que você queria? Tá guardada em casa, esperando você!" Ele mostra fotos no celular. Gislaine salta de alegria: "Meu Deus, João! Sério? Isso vai ajudar tanto na loja da mamãe… e nas minhas folgas da faculdade, posso fazer roupas personalizadas e assumir minha parte nos negócios da família, mesmo quando trabalhar como enfermeira no futuro." Sara, fingindo não saber, sorri radiante: "Que incrível, filha… tô tão feliz por vocês!" O dia corre bem, com Sara passando bastante tempo com Gislaine e Rufus – caminhadas leves, conversas sobre a faculdade e risadas sobre memórias. João se dá bem demais com o sogro e seu namorado, jogando conversa fora sobre futebol e planos, sem tensão sexual – só uma família unida que se amava, curtindo a tranquilidade.

Após o almoço – um repeteco leve do churrasco –, Sara pergunta: "A gente volta pra casa hoje ou amanhã?" Rufus responde: "Você decide, Sara… o carro novo é seu!" Ela ri: "Então vamos na manhã do 26… pra aproveitar mais esses dias de paz."

À tarde, Rufus dá para Sara a última surpresa: uma joia personalizada – um colar delicado gravado com "Sara" de um lado, e dentro de uma minúscula caixinha, as iniciais "S R" entrelaçadas, em ouro. "Pra você, amor… símbolo do nosso futuro." Sara ama e quase chora: "Rufus… é lindo! Nunca ganhei algo tão especial." Lágrimas rolam: "O carro, isso… ganhei na loteria com você, meu futuro marido." Ela revela sua surpresa, a primeira: um celular novo, última geração. "Você reclamava do seu velho travando… agora vai voar!" Rufus amou: "Caramba, Sara… perfeito! Tava precisando mesmo." Ela pisca: "O segundo presente é só à noite… ansioso?" Rufus sorri: "Demais!"

Eles ouvem João gritando de surpresa: "Gislaine! Essas calças que eu tava louco pra comprar… como soube?" Ela ri: "Segredo… mas sei que faltou grana por causa da minha máquina." (Na verdade, ele comentara com Sara, que informou à filha.) Todos estavam animados e felizes com aquele Natal – um clima de gratidão e afeto preenchendo a casa.

Depois, deitados no sofá, Rufus diz no pé do ouvido de Sara: "Você é incrível, Sara… cada dia me apaixono mais pela sua força, pelo seu sorriso que ilumina tudo. Te ver feliz com esses presentes me faz o homem mais sortudo do mundo. Você não é só linda por fora – seu coração, sua coragem… me inspira a ser melhor. Te amo tanto que dói, minha noiva." As palavras saem suaves, quentes contra a orelha dela, arrepiando sua pele. Sara corresponde, sussurrando de volta: "Ah, Rufus… você me faz sentir jovem de novo, desejada e amada. Seu jeito carinhoso, sua dedicação… é você quem me completa. Te amo mais que tudo, meu amor – por me escolher, por me fazer rir nos dias ruins. Somos perfeitos juntos." Eles se abraçam, um momento íntimo e terno, com beijos leves no pescoço, ignorando o mundo ao redor – um oásis de romance em meio à zoeira familiar.

Ao final do dia, após curtirem a praia à tarde – banhos de mar e cochilos na sombra –, eles jantam os restos do churrasco: pedaços finais de carne, linguiça de frango e asinhas, regados a sucos, cerveja e conversas leves.

Enfim, ao se prepararem para deitar, Rufus vê João e Sara conversando no canto da sala. João ri maliciosamente: "Vai ser épico…" Sara gargalha, com malícia nos olhos: "Shh… surpresa!" Rufus não sabe o que aprontam, mas sente um frio na barriga.

Sara pede: "Espera um pouco, amor… vai tomar banho." Ele obedece, ansioso pela noite. Quando termina, a sala está vazia. Ao entrar no quarto, se depara com Sara em uma linda lingerie vermelha – sutiã rendado realçando os seios fartos, calcinha fio dental destacando as curvas, meias até as coxas. "Vem cá, meu gostoso…", diz ela, o agarrando. Rufus a beija faminto, mãos explorando o corpo macio: "Delícia… você tá irresistível." Ele a deita na cama, lambendo os seios devagar, sugando os mamilos duros. Sara suspira: "Ahh, assim… chupa mais." Ele desce, tirando a calcinha e lambendo a boceta que pra sua surpresa estava lisinha, totalmente raspada, língua circulando o clitóris ritmado, dedilhando o interior úmido: "Tá lisinha e molhadinha… delícia." Ela goza tremendo: "Ahh, Rufus… mais!" Ele a penetra de missionário, estocadas profundas e lentas que aceleram, sentindo as paredes pulsarem: "Toma pau, amor… rebola gostoso pra mim." Viram de lado, ele por trás, metendo forte com tapas na bunda: "Ahh, minha safada gostosa!" Por fim, de frango assado, pernas sobre os ombros, estocadas brutas: "Aaahhhh!" Sara grita, gozando mais uma vez. Rufus então goza jatos quentes na boca dela, e Sara bebe tudo, lambendo os lábios: "Mmm… leitinho gostoso."

Rufus pensa ser aquilo a segunda surpresa, mas Sara pula e o abraça: "Te amo demais… você me ama?" Ele confirma: "Mais que tudo, Sara."

Ela propõe um joguinho para manter a chama acesa – essa seria a verdadeira segunda surpresa: "Combinei uma coisa com o João. A Gislaine anda inquieta… talvez o lado 'putinha' dela querendo voltar, sabe? Pra evitar que ela saia por aí e magoe o João, a gente pensou em canalizar isso de forma controlada." Rufus franze a testa: "Como assim?" Sara explica: "Vocês dois – você e Gislaine – podem ser amantes. Tipo, se encontrar escondido, transar quando der vontade. Mas com regras: nada de outras mulheres pra você, só nós duas. E Gislaine não poderá ter nenhum outro amante sem ser você. E não será sempre, viu – pra não virar rotina. O jogo é: vocês tentam esconder quando saírem e transarem (ou só se encontrarem, sem sexo), e eu e o João tentamos descobrir. Se pegarmos, tem 'punição' divertida, tipo uma noite só nossa. É pra manter o tesão, o mistério… e ajudar a Gislaine a se estabilizar sem riscos." Rufus não acredita: "Sério? E vocês dois… o João topa?" Sara assente: "Ele sabe que ela precisa disso, e confia em você. Mas é só se você quiser – pra mim, isso me estressa, mas me mata de tesão. O ciúme vira excitação." Rufus analisa: "É louco… mas faz sentido. Gislaine tem esse lado impulsivo, e se não canalizar, pode bagunçar tudo com o João. Pra nós, vira um jogo que apimenta o relacionamento – eu 'traindo' com permissão, você 'descobrindo' e reconquistando. Mas e se magoar alguém?" Sara dá o ultimato: "Proibido qualquer outra mulher além de nós. E se doer, paramos." Rufus aceita: "Tá bom… só se te fizer feliz. Se magoar, encerro na hora." Sara pergunta: "Você ama a Gislaine?" Ele diz: "Sim… mas te amo muito mais, Sara. Você é minha base." Eles se beijam, selando o acordo – um misto de receio e empolgação.

Eles então adormecem, com Rufus pensando nesse jogo e novo status: Sara entregando Gislaine como uma "amante oficial surpresa". Ele estava receoso em como seria aquilo – o risco de ciúmes reais, o equilíbrio com o casamento se aproximando –, mas admite que era no mínimo interessante… uma forma ousada de manter todos felizes e unidos.

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