Doce Veneno – Cap. 10: O Sabor da Submissão (Parte 2)

Da série Doce Veneno
Um conto erótico de Gustavo Prado Torres
Categoria: Heterossexual
Contém 2323 palavras
Data: 30/03/2026 12:04:01

A noite da sexta feira chegou. O grupo estava completo.

Betão sentado no centro do sofá da sala.

Artur na poltrona do canto.

As meninas se arrumando no quarto.

Entre conversas aleatórias na sala a porta do quarto se abriu no corredor.

Nina surgiu, acompanhada de Babi, e a respiração de Artur falhou. A menina rica do interior, que até meses atrás andava cheia de amarras e expectativas, havia sumido completamente. Em seu lugar, estava a mulher letal.

Ela usava apenas a lingerie vermelha e minúscula da La Perla e saltos agulha altíssimos

Ignorando o namorado por um instante, Nina caminhou direto na direção do gigante. Betão abriu um sorriso largo, pegou a mão da ruiva e a fez dar uma voltinha lenta, admirando cada centímetro exposto pela renda escarlate.

— Tá de parabéns, Tutu — Betão elogiou, os olhos cravados na bunda dela. — Sua escolha foi perfeita.

Nina sorriu, radiante com a aprovação, e finalmente caminhou até a poltrona, sentando-se elegantemente ao lado de Artur.

Betão e Babi começaram a se beijar com vontade, as mãos dele apertando a coxa da veterana. No sofá, Nina acariciava o peito de Artur, beijando o namorado com uma doçura magnética.

O teatro acabou quando Babi levantou anunciando. — Vem ruivinha. É a sua vez.

Nina não hesitou. Desceu do sofá e engatinhou até o centro da sala. Ela abriu o zíper de Betão, segurou o pau duro, cravou o olhar em Artur e lentamente enfiou completamente na boca.

Com uma fome animal, começou a chupar o ogro. O som molhado de saliva preencheu o flat.

Babi deslizou para o sofá e colou no corpo de Artur. Começou a acariciar o peito dele, os dedos descendo perigosamente.

— Ficar aí de longe não tem graça, Tutu — Babi sussurrou, provocando. — Vai lá pra perto. Olha a sua namorada brilhando.

Hipnotizado, Artur levantou-se e caminhou até eles. Quando se aproximou, Nina tirou a boca do gigante por um segundo, os lábios brilhantes.

— Ajoelha aqui do meu lado, amor — Nina mandou, a voz rouca. — Segura o meu cabelo pra trás com uma mão. E com a outra... segura o pau dele pra mim. Me ajuda a engolir tudo.

Artur obedeceu, o cérebro em curto-circuito. Ele caiu de joelhos no tapete, reuniu os fios ruivos com a mão esquerda e, com a direita, envolveu a base da tora de Betão. A temperatura quente e a espessura brutal sob seus dedos o deixaram paralisado. Nina voltou a abocanhar o gigante com voracidade, guiada pela mão trêmula do próprio namorado. Artur assistia, absolutamente impressionado, à facilidade com que a garganta da sua princesa acomodava aquele monstro sem fechar.

Nina parou novamente. Com um sorriso doentio, ela inclinou o rosto e colou seus lábios nos de Artur. Foi um beijo molhado, carregado com o gosto do gigante. Enquanto as bocas se misturavam, a bochecha de Artur roçou na pele quente e dura do pau de Betão que ele mesmo segurava.

Mas Betão já havia se cansado do romance.

— Deixa que o homem aqui guia agora — o gigante rosnou, afastando as mãos de Artur.

Betão avançou. Com um movimento violento, começou a foder a boca da ruiva, forçando a garganta dela a cada investida. Nina engasgava, lágrimas finas escorrendo, mas continuava firme.

Ofegante, Nina recuou o rosto por um segundo e olhou para o namorado ajoelhado.

— Tutu... — ela chamou, empinando a bunda. — Vem me comer vem. Bem devagarzinho, amor. Enquanto eu chupo ele.

Dominado por aquele cenário absurdo, Artur se posicionou atrás de Nina, afastou o delicado fio de cetim vermelho e a penetrou.

A sensação de estar dentro da namorada enquanto via, a centímetros de seu rosto, ela mamar avidamente o amigo, foi uma sobrecarga insuportável.

Em menos de um minuto, ele gemeu baixo e gozou com força lá dentro, enchendo-a com seu sêmen.

Nina sentiu o líquido quente escorrer. Ela olhou para trás, fazendo um beicinho teatral.

— Ah, Tutu... já gozou? Tão rápido? — ela reclamou, manhosa. — Mas eu também quero gozar, amor. E agora?

Nina largou o pau de Betão e sussurrou no ouvido do namorado: — Pede pra ele amor. Pede pro Betão me comer até eu gozar.

A humilhação era o seu combustível agora. Artur levantou os olhos.

— Betão... — ele murmurou. — Come ela, cara. Por favor.

O ogro deu uma risada seca e apontou para a sujeira entre as pernas da ruiva.

— Achou mesmo que eu ia entrar nela com a sua sujeira aí? Eu não vou comer a sua mulher suja de você. — Betão agarrou a calcinha da La Perla e a rasgou de uma vez, jogando a seda arrebentada no chão. —

Limpa ela, Tutu.

Completamente fascinado, Artur deitou-se de costas no tapete. Nina, com um sorriso de triunfo, posicionou-se de quatro exatamente por cima do rosto dele. Artur abriu a boca e começou a lamber a namorada, limpando o sêmen com a língua.

Mas Betão não esperou.

Enquanto Artur estava lá embaixo, com a cara enfiada na buceta molhada e gozada de Nina, o gigante se alinhou por trás dela,segurou brutalmente a cintura fina dela e a penetrou de uma só vez.

Nina soltou um grito rasgado. Os olhos verdes dela se abriram, marejados, cravando o olhar diretamente em Artur lá embaixo. Ela gemia alto, o corpo sendo empurrado com violência contra o rosto do namorado a cada estocada de Betão. No sofá, Babi assistia a tudo de pernas abertas, masturbando-se intensamente.

Artur tentava se concentrar em chupar Nina. Mas aquela visão a centímetros de distância do pau de betão abrindo a buceta da sua princesa tirava completamente sua concentração. “Como ela aguenta tudo isso?”.

Por vezes sua língua esbarrava na rola dura e quente de Betão. Artur já não se incomodava mais.

Um tapa forte na bunda de Nina.

— Rebola na minha pica ruivinha. Mostra pro seu corninho quem manda.

— É você que manda Betão. Você é meu macho. Me fode. Me bate. Me enche com sua porra.

O ritmo de Betão ficou frenético. Artur, com a língua trabalhando incansavelmente, sentiu o momento exato em que o ogro atingiu o limite. Com um rosnado animal, Betão afundou o quadril uma última vez e jorrou seu gozo grosso e pesado no interior de Nina, escorrendo diretamente para a boca de Artur, que estava colada ali.

Tutu engoliu instintivamente.

O gosto metálico, denso e forte atingiu suas papilas gustativas, confirmando fisicamente o que ele havia provado no beijo de Nina minutos antes.

Exausto e satisfeito, Betão puxou o membro para fora e caminhou pesadamente até o sofá, jogando-se no estofado. Babi escorregou para o tapete e acomodou-se entre as pernas do ogro, usando a boca para limpar cada gota de suor e sêmen que restava no pau dele.

No centro da sala, as pernas de Nina cederam. Ela desabou no tapete, deitando-se exausta e suada diretamente sobre o peito de Artur. Ali, no chão da sala manchado, os dois se aninharam. Nina acariciou o rosto de Artur e lhe deu um beijo doce, parecendo a imagem perfeita do amor incondicional.

Mas o descanso durou pouco. Betão colocou as duas mulheres de joelhos e as fodeu alternadamente no meio da sala, enquanto Artur assistia em mais uma punheta intensa. Ele estava impressionado com a depravação da sua princesa.

“Como ela aguentou tudo isso?”

“Nunca vi ela rebolar deste jeito!”

“Ela pediu pra apanhar?!”

Artur penava em tudo isso enquanto gozava mais uma vez na própria mão.

Betão olhou, riu, e intensificou as estocadas nas meninas.

— Acho que tutu já queria isso a muito tempo viu ruivinha. Gozou mais uma vez.

Todos riram. Ele continuou: — Agora as duas ajoelhadas aqui. Tá na hora de marcar minhas putas.

As meninas obedeceram imediatamente, alinhando-se de joelhos aos pés daquele homem enorme, com os rostos voltados para cima, esperando.

— Tutu, vem cá! — ordenou Betão, apontando para o dono da casa. — Posso gozar na cara da sua princesinha?

Artur travou, o peito subindo e descendo rápido. Ele gaguejou, as palavras presas na garganta enquanto o coração disparava.

— E-eu... — ele murmurou, nervoso. Ele desviou o olhar de Betão e olhou para a namorada, ajoelhada e submissa. — Princesa... você quer? Você quer que ele... faça isso?

Nina olhou para ele. Os olhos verdes brilhavam de pura luxúria, os cabelos ruivos bagunçados e grudados no suor do rosto. Ela deu um sorriso malicioso e sujo.

— Eu quero, Tutu. Pode deixar ele fazer.

Betão soltou uma risada grave, segurando o próprio membro latejante, a poucos segundos de explodir.

— Eu já sei que a ela quer, Tutu. A pergunta não foi essa — o gigante rosnou, fixando o olhar predador no dono da casa, esmagando-o psicologicamente. — Eu perguntei se você quer. Você quer ver a cara da sua mulher suja com a minha porra?

A vergonha e a excitação brigavam dentro de Artur, mas o vício já havia vencido horas atrás.

— S-sim... eu quero — ele confessou, a voz falhando, entregando-se de vez.

— Então pede — Betão exigiu, implacável e cruel. — Pede pro homem aqui marcar o rostinho da sua mulher.

Antes que Artur abrisse a boca para formular a frase humilhante, Nina estendeu a mão na direção dele, os dedos chamando-o com um gesto manhoso.

— Vem cá, Tutuzinho — ela sussurrou, lambendo os próprios lábios. — Chega bem pertinho. Ajoelha aqui do meu lado. Lembra todas as vezes que lhe contei de meninas recebendo gozada do Betão na boca, meu amor? — ela sussurrou, a voz carregada de um veneno doce, os lábios roçando quase na orelha de Artur. — Agora é a minha vez... agora é a vez da sua namoradinha. E você vai ver tudo de perto.

Hipnotizado pela voz dela, Artur entregou o último fragmento de seu orgulho.

— Goza nela, Betão... — Artur pediu, ofegante, a voz embargada pela própria perversão. — Goza na cara da minha princesa. Por favor.

O sorriso de Betão se alargou, absoluto e triunfante.

— O seu desejo é uma ordem, corno.

E com um rosnado gutural, o gigante começou a descarregar, jorrando grosso e pesado sobre o rosto sardento da Princesinha, enquanto Artur assistia, fascinado, a centímetros de distância.

A porra grossa e pesada atingiu o rosto sardento de Nina. A maior parte na boca e bochechas, enquanto Artur assistia a centímetros de distância.

Ofegante, Nina sorriu. Sem aviso, ela avançou e colou a boca suja na de Artur, forçando um beijo profundo, compartilhando o fluido quente e recém-jornado do gigante com o próprio namorado.

Artur arfou contra a boca dela, o cérebro em curto-circuito, engolindo instintivamente.

Quando se separaram, Nina inclinou a cabeça para o lado, expondo a pele alva do colo. Uma trilha espessa e branca escorria lentamente do seu queixo, descendo pelo pescoço em direção à saboneteira.

— Olha, Tutu... escorreu pelo meu pescoço — ela murmurou, manhosa, apontando para a própria pele suja. — Ele me sujou toda. Limpa pra mim, amor.

Completamente adestrado, Artur aproximou o rosto e passou a língua quente pelo pescoço da namorada, recolhendo o sêmen de Betão, sentindo o gosto denso invadir seu paladar mais uma vez.

Nina afagou os cabelos dele enquanto ele a limpava de joelhos.

— É gostoso, né amor? — ela perguntou, a voz aveludada, tratando-o como se fosse um cachorrinho obediente.

Artur engoliu, piscando atordoado, a mente flutuando em um delírio de submissão.

— Sim... — ele confessou num sussurro rasgado.

A ruiva deu um sorrisinho sádico.

— Lembra algum sabor, Tutuzinho?

A mente de Artur, já completamente fragmentada pela humilhação, buscou uma referência aleatória no meio do caos sensorial.

— Lembra... — ele gaguejou, a respiração pesada, a língua ainda suja. — Lembra Piña Colada.

Nina e Babi soltaram uma gargalhada deliciada que ecoou pela sala, enquanto Betão jogava a cabeça para trás, rindo alto do homem patético ajoelhado aos seus pés.

O veneno da Princesinha havia corrompido Tutu por completo.

Nina, com os cabelos bagunçados e o corpo coberto de marcas, olhou para Babi. Um acordo silencioso, banhado em deboche, passou entre as duas.

— Vem cá, Tutuzinho... — Nina chamou, a voz rouca e doce, sentando-se no tapete. — Você foi um namorado tão bonzinho hoje. Ajudou tanto a sua princesa. Você merece um agradecimento.

Babi riu e se ajoelhou ao lado de Nina. Artur mal teve tempo de respirar antes de ter a calça abaixada. Com uma sincronia diabólica, a boca experiente da veterana e os lábios macios de Nina envolveram o pau dele ao mesmo tempo. A visão de sua namorada, suja e destruída por outro homem, agora chupando-o em dupla com a amiga, foi o golpe de misericórdia. O cérebro de Artur apagou. A sensibilidade cobrou o preço e ele gozou quase instantaneamente, gemendo alto.

Uma hora depois, Betão e Babi já haviam ido embora. O flat estava mergulhado em um silêncio pesado.

No quarto escuro, Nina estava deitada com a cabeça apoiada no peito de Artur. A pele clara da "princesinha" ostentava vermelhidões nos quadris e nos seios, marcas indeléveis do domínio do gigante. O cheiro de sexo pesado ainda impregnava o ar.

No entanto, a atmosfera entre os dois era de um romance inabalável. Artur passava os dedos suavemente pelos cabelos ruivos da namorada, beijando o topo da cabeça dela com um carinho devoto.

— Obrigada, amor... — ela sussurrou de olhos fechados, a voz infantil e manhosa, aninhando-se mais perto do pescoço dele. — Foi a melhor noite da minha vida. Você é o melhor namorado do mundo. Eu te amo muito.

Artur a abraçou mais forte, fechando os olhos enquanto absorvia o peso daquelas palavras.

— Eu também te amo, princesa. Muito — ele respondeu, puxando a coberta para cobrir os ombros marcados da ruiva. — Pode dormir tranquila. Eu vou cuidar de você. Vou cuidar de você pra sempre.

E, na escuridão do quarto, a grande dúvida permanecia flutuando sobre a cama do casal. Artur embalava o corpo exausto de sua mulher, em paz. Seria ele apenas um homem bom, cego de amor, que acreditava estar realizando uma fantasia inofensiva? Ou ele já sabia de tudo, aceitava ser o coadjuvante da própria vida, e encontrava seu maior orgulho em recolher e amar os pedaços que o gigante deixava para trás?

Nem a noite, nem o silêncio trariam a resposta.

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